quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Depois de inventar a classe média dos R$ 300, PT está prestes a declarar oficialmente o fim da miséria que, a rigor, já não existia. Veja como e por quê

Reinaldo Azevedo
Desde que chegou ao poder, o PT vem se dedicando, com a preciosa colaboração teórica dos chamados “economistas da pobreza”, a erradicar a miséria por decreto. Dilma está a um passo de declarar o Brasil um país “sem miseráveis”. Está por um triz. E como isso foi feito? Inventou-se a existência de milhões de pessoas que estariam na “pobreza extrema”, as famílias com renda per capita de até R$ 70 mensais — R$ 2,33 por dia. Caso se faça um levantamento a sério, vai-se constatar que essas pessoas até podem existir no campo (e olhem lá!) — na cidade, não! Na zona rural, acabam sobrevivendo porque, ainda que precariamente, produzem parte do que comem. Nas cidades, fazendo bico aqui e ali, a renda é maior do que isso. Muito maior! Mesmo a daqueles oficialmente listados entre os extremamente miseráveis. Os pobres desgraçados do crack, que já estão sem casa, sem calçado, quase sem roupa, têm renda superior a R$ 2,33 por dia. Sabem por quê? Cada pedra custa R$ 10! O que estou dizendo é que existe uma economia informal que eleva essa renda.

Vida dura. Rosângela Maria das Neves, de 30 anos, analfabeta, nunca teve emprego formal e sustenta 4 filhos com R$ 198 do Bolsa Família. Foto: Agência O Globo
Na era petista, estamos vivendo uma enorme fantasia e uma confusão desgraçada de números. Daqui a pouco, não restará mais um miserável no Brasil. O sujeito pode morar numa barraco à beira de um córrego fétido, sem água nem saneamento, não ter acesso a saúde, educação e transporte, mas miserável não será mais porque, com o dinheirinho de uma das “bolsas”, ele já terá uma renda superior a R$ 70. Milagre do governo Lula! Milagre do governo Dilma! Ocorre, e bastaria um estudo sério de campo para constatá-lo, que ele já tinha uma renda superior a esse piso. E faz tempo! Ou comporia uma horda de famélicos — o que também não existe. Os catadores de papelão que moram nos baixos de viadutos ganham bem mais do que R$ 2,33 por dia. Qualquer pedinte arrecada por dia um valor superior a esse. O PT inventou milhões de miseráveis nessa categoria para poder declará-los extintos.
Nos patamares mais elevados de renda, aí a fantasia é outra. Inventou-se uma tal classe média que já corresponderia a 54% da população brasileira. E que classe média é essa? Segundo a SAE (Secretaria de Assuntos Estratégicos0, são as famílias com renda per capita, atenção!, entre R$ 300 e R$ 1.000. Um casal cujo marido ganhe o salário mínimo (R$ 678) — na hipótese de a mulher não ter emprego — já é “classe média” — no caso, baixa classe média (com renda entre R$ 300 e R$ 440). Se ela também trabalhar, recebendo igualmente o mínimo, aí os dois já saltarão, acreditem, para o que a SAE considera “alta classe média” (renda per capita entre (R$ 640 e R$ 1.020). Contem-me aqui, leitores, como vive e onde mora que tem um renda per capita de R$ 640! O aluguel de um único cômodo na periferia mais precária não sai por menos de R$ 250…

Diretoria da Infraero me envia um e-mail em tom meio ameaçador, parece, e me pôs uma pulga atrás da orelha. Estou com ainda mais medo de andar de avião!


Reinaldo Azevedo
Em seu discurso num evento em Cuba, aquela ilha governada por dois assassinos psico-sociopatas, Luiz Inácio Apedeuta da Silva afirmou que a imprensa brasileira não gostava de ver pobre andar de avião. Comentando o caso, escrevi o seguinte no dia 1º deste mês:

Luiz Inácio Apedeuta da Silva foi a Havana participar de um troço chamado “Conferência pelo Equilíbrio Mundial”. Atacou aquela velha senhora, a Dona Zelite, especialmente a imprensa, que perseguiria democratas e humanistas como Cristina Kirchner, Evo Morales, Hugo Chávez… No Brasil, disse ele, a “mídia” não gosta de ver pobre andando de avião. Vai ver é por isso que o fanfarrão tentou reinstaurar a censura no Brasil: para que passássemos a elogiar aeroportos fedorentos, caindo aos pedaços, entregues a uma gestão ineficiente, lotada de larápios. Vai ver ele e Dilma retardaram em quase dez anos a privatização do setor para dar uma lição aos jornalistas: “Vocês vão ter de aguentar o povo!”. Como é mesmo? “País rico é país sem conforto”.

Recebi há pouco da Infraero, em meu e-mail pessoal (bem informada a turma por lá), a seguinte mensagem (em vermelho). Não sei se entendi direito, mas parece haver um certo tom de ameaça, quem sabe de inconformismo com a liberdade de imprensa, que, de resto, não é de “hoje”. Reproduzo na íntegra a mensagem, que adverte que serei notificado judicialmente. Leiam. Volto em seguida.

Sr. Reinaldo Azevedo,
No dia 1º de fevereiro, às 7h35, o senhor postou em seu blog, no pleno exercício do direito suportado pela liberdade de imprensa hoje existente no país, que o senhor e todos nós prezamos, uma matéria na qual constam opiniões suas sobre diversos assuntos que, a despeito de não concordarmos com todos, reconhecemos que são apenas opiniões.

Entretanto, na mesma matéria o senhor se reporta a  “uma gestão ineficiente lotada de larápios”, ao se referir a nossa administração na Infraero, empresa estatal que administra os maiores aeroportos do país.

O ineficiente, apesar de termos condições de mostrar que o senhor esta enganado, é uma mera opinião, não merecendo maiores considerações de nossa parte.

No entanto, “uma gestão lotada de larápios” não constitui mera opinião, mas uma afirmação. Isso mesmo: uma afirmação que atinge a honra e a dignidade de pessoas. Com efeito, a liberdade de imprensa ou qualquer outra espécie de liberdade não dá ao senhor, nem a qualquer outro profissional, o direito de vilipendiar a honra alheia.

O senhor será notificado judicialmente para que informe em que fatos concretos se baseou para fazer essa afirmação.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Uma descida ao esgoto

Alberto de Freitas
A convite do responsável deste blogue – que muito me honrou – sou um colaborador esporádico. Jamais houve, mesmo tentada, censura ao que escrevo. Exerço essa liberdade responsavelmente, procurando estar documentado em todas as afirmações, evitando que em qualquer controvérsia se comprovem inexactidões e consequente descrédito. Preocupação também, por mim, e por respeito a quem me lê.
Essa liberdade permite-me e a consciência obriga-me, a reagir perante certas “liberdades”, que ultrapassam o combate a ideias e comportamentos. É o que estou a fazer:
O também colaborador Otacílio Guimarães, é autor de um texto com o título “Brasil: da tragédia de Santa Maria ao espetáculo acintoso da eleição de Renan”, em que realça e elogia um artigo do jornalista Ucho Haddad. (Nota do Editor: o título é de Ucho Addad). Algo com que estou plenamente de acordo. Porém, Otacílio Guimarães, desenvolve um raciocínio que, além de não concordar, a minha condição de ser humano – “raça” a que pertenço – obriga-me a repudiar.
A opinião de Otacílio Guimarães tem sido o suporte “científico” para muitos dos genocídios da memória histórica. Seres humanos foram escravizados, explorados e mortos, por pretensa inferioridade. Humanos a quem não foram concedidos direitos, por uma qualquer diferença: epidérmica, religiosa, cultural...
Se matar um cão é razão para reacções emotivas, “matar” um humano, considerando-o sub-humano, é algo que não nos deve emocionar, mas envergonhar.
É assim que me sinto: envergonhado. Com vontade de gritar: “sou Cafuzo!” ou o raio que isso seja.
A minha indignação, além da de mero leitor, como colaborador, é uma afirmação de demarcação de tais ideias preconceituosas e racistas.
Título e Texto: Alberto de Freitas, 05-02-2013
Mulher cafuzo
Relacionado:

Brasil: da tragédia de Santa Maria ao espetáculo acintoso da eleição de Renan

Otacílio Guimarães

Ucho Haddad
Poucas vezes li um artigo tão importante quanto este do Ucho Haddad. O homem esbanja lucidez, conhecimento da realidade, senso crítico e moral, além de demonstrar uma profunda decepção com um país que poderia ser bem diferente... se tivesse sido descoberto e colonizado por outro povo que não o português.
O problema do Brasil, amigo, é a herança maldita deixada por portugueses aventureiros, ladrões, assassinos e escravocratas, negros africanos analfabetos brutalizados pela escravidão e índios indolentes e primitivos vivendo, quando foram encontrados, em época anterior à idade média. Os portugueses, que aportaram no Brasil sem as suas famílias - diferentemente do que ocorreu no grande país do norte para onde os imigrantes ingleses embarcaram com tudo o que tinham tendo em mente a criação de novo lar mais justo que o europeu –, foram vencidos pela libido e pela lascívia e passaram a copular adoidadamente com negras e índias, de preferência as ainda impúberes, resultando dai uma degenerescência racial a qual os sociólogos de araque deram o pomposo nome de miscigenação. Reside ai justamente as razões da falta de caráter da maioria do povo brasileiro que nada mais é que uma raça de cafuzos, como bem ilustra a página que pode ser acessada aqui.
Essa mistura explosiva de raças distintas contrariou os princípios básicos da biologia e serviu apenas para formar degenerados sem a menor noção de valores éticos, morais e culturais. Podem me acusar de racista o quanto quiserem, mas eu prefiro me guiar pelos postulados da ciência biológica, aplicáveis a todos os seres viventes, até mesmo aos vegetais.  
Acontece que a vida em seu utilitarismo caminha pelas veredas dos experimentos desde os seus primórdios e muitas dessas experiências fracassadas foram descartadas naturalmente. E ai que entra a teoria darwiniana da evolução das espécies. Quando os experimentos da natureza são bem direcionados, o resultado é a evolução. Quando não, produz-se a involução. O caso brasileiro é exemplar e comprova esta teoria rigorosamente científica, ou seja, a junção do bom + bom = ótimo; a junção do bom + ruim = regular; já a junção do ruim + ruim = péssimo. Esta última foi a que mais ocorreu no Brasil e o resultado não poderia ser outro: uma multidão de péssimos eleitores elegendo os piores para governá-los. Gente assim não precisa de democracia e muito menos de governantes eleitos, mas sim, de ditadores que lhes imponham regras de comportamento. É só passar a vista pelas páginas da história para se constatar que o país só viveu em relativa paz e ordem internas quando foi governado por ditaduras. Quando lhes deram a democracia representativa, virou bagunça e esculhambação. O atual período está a demonstrar isto.  
É uma pena que do outro lado do desejo massivo de regressão às cavernas, exista uma minoria valorosa de descendentes de imigrantes europeus e asiáticos que não se deixou contaminar pelo vírus inoculado desde o início pelos portugueses. É essa gente que ainda mantém o país de joelhos, porque de pé nunca esteve. Essa gente está confinada em sua maioria nos estados do sul e centro-oeste, enquanto o resto do país é habitado pela herança maldita portuguêsa/africana/indígena.

O fecho do "círculo" social-fachistoide

Alberto de Freitas 


Daniel Oliveira, qualquer coisa no BE, escrevinhador do Expresso e profeta do socialismo-beato, botou um texto que, tempo atrás, seria inspirador para o nazismo alemão e fascismo italiano.
Para ele, o nosso problema está no Estado fraco. Tal conclusão, foi o suporte das ditaduras do século XX.
Reparando em algumas ideias base do fascismo italiano:
"O Estado deve ser o fator determinante de toda a vida social, nos seus aspectos mais diversos;
O Estado é um organismo que está acima das classes, as quais, enquanto existirem, serão todas consideradas e tratadas no mesmo plano;
A luta de classes será reabsorvida, sob a direção do Estado, em uma organização no seio da qual os diversos fatores da produção colaborarão direta e organicamente com o objetivo de procurar a melhor ordem a ser dada à produção e o sistema mais equilibrado de distribuição dos produtos"

Ou também do programa do partido nazi:
"A supressão dos rendimentos a que não corresponda trabalho ou esforço, o fim da escravidão do juro;
Exigimos a nacionalização de todas as empresas (já) estabelecidas como sociedades (trustes);
Exigimos participação nos lucros das grandes empresas;
Exigimos que se ampliem generosamente as aposentadorias;
Exigimos a constituição e a manutenção de uma classe média sadia, a estatização imediata das grandes lojas, e o seu aluguel a preços baixos a pequenos comerciantes, cadastramento sistemático de todos os pequenos comerciantes para atender às encomendas do Estado, dos Länder e das comunas;
Exigimos uma reforma agrária apropriada às nossas necessidades nacionais, a elaboração de uma lei sobre a expropriação da terra sem indenização por motivo de utilidade pública, a supressão da renda fundiária e a proibição de qualquer especulação imobiliária;
Exigimos uma luta impiedosa contra aqueles cujas atividades prejudicam o interesse geral. Os infames criminosos contra o povo, agiotas, traficantes etc. devem ser punidos com pena de morte, sem consideração de credo ou raça;

E lá vai a Argentina rumo ao abismo: Cristina congela preços por dois meses

Reinaldo Azevedo
Em meio a uma pendenga com o FMI, que acusa o governo do país, sem meias palavras, de fazer o que todo mundo sabe que ele efetivamente faz — manipular os índices de inflação —, Cristina Kirchner, a Louca de Buenos Aires, decidiu congelar os preços. A medida vale até abril. Lógica elementar: quem toma uma medida como essas por dois meses está num mato sem cachorro. Dá para ter uma ideia da urgência da questão.
O congelamento de preços é um clássico de quem já tentou de tudo e não sabe mais o que fazer. Que tristeza! Lá vai a Argentina morro abaixo, direto para o abismo. Leia trecho da reportagem de Ariel Palacios, no Estadão:
O secretário de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, anunciou nesta segunda-feira, 4, o fechamento de um acordo com a Associação de Supermercados Unidos (ASU), que reúne as principais redes de supermercados do país, para congelar os preços dos produtos durante dois meses. As empresas – entre as quais Carrefour, Disco, Jumbo, Walmart, Coto, La Anônima e Vea – retrocederão os preços àqueles que estavam vigentes no dia 1º de fevereiro, e os manterão até 1 de abril. O presidente da ASU, Juan Vasco Martinez, afirmou que o compromisso dos empresários foi o de manter os preços congelados de “todos os produtos dos supermercados” durante os dois meses.
Paradoxalmente, o acordo foi fechado quando o governo da presidente Cristina Kirchner voltou a negar a existência da escalada inflacionária. Há poucos dias o Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) anunciou que a inflação de 2012 foi de apenas 10,8%. No entanto, economistas independentes sustentaram que a inflação real superou amplamente a oficial, já que o ano passado teria sido encerrado com uma taxa de 25,6%.
“A inflação mínima de 2013 oscilará entre 25% a 30%. Pensar em um porcentual mais baixo é impossível”, afirmou o economista-chefe da consultoria Management & Fit, Matías Carugatti.
A Argentina conta com um longo histórico de congelamento de preços, desde os tempos do primeiro governo do general e presidente Juan Domingo Perón nos anos 40 e 50 e novamente na década de 70. Em 1985, a implementação do Plano Austral, da equipe econômica do presidente Raúl Alfonsín, implicou em um novo congelamento.
Passaram-se duas décadas sem tentativas de congelamentos até que o presidente Nestor Kirchner tentou em 2005 e 2006 aplicar essa modalidade a supermercados e outros setores da economia. No entanto, o sistema foi a pique. O resultado desse fracasso foi uma guinada na política de combate à inflação por parte do governo Kirchner, que optou – na impossibilidade de conter a alta de preços – por maquiar o índice.
Os analistas destacam que o acordo de congelamento é um aceno aos líderes sindicais argentinos, que estão em plena negociação salarial tripartite com empresários e o governo Kirchner.
(…)
Título e Texto: Reinaldo Azevedo

“Ah, se tivesse acontecido em São Paulo…”

Reinaldo Azevedo
A informação que vai abaixo, publicada no Estadão, tem apenas um título, não dois. E é este: “Ah, se tivesse acontecido em São Paulo…”. Leiam. Volto depois:
Um dos 31 detentos que fugiram domingo, 3, do Instituto Penal Vicente Piragibe, no Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, cumpria pena pelo assassinato do jornalista Tim Lopes, em 2002.
Claudino dos Santos Coelho, também conhecido como Russão, integrava a quadrilha do traficante Elias Maluco. Outros dois condenados por esse crime já haviam fugido, em ocasiões anteriores. Em 2010, Ângelo Ferreira da Silva se beneficiou da progressão de pena e saiu pela porta da frente do mesmo presídio. Em 2007, Elizeu Ferreira de Souza se aproveitou do mesmo benefício e também fugiu.
Os detentos que fugiram domingo cavaram um túnel que deu acesso à tubulação do esgoto. Quatro detentos foram recapturados. O secretário estadual de Administração Penitenciária, Cesar Rubens Monteiro de Carvalho, admitiu que houve falha na segurança e que está sendo investigado se algum funcionário do instituto penal colaborou com os detentos.

Polícia acredita que fugitivos estão escondidos na casa de parentes; entre eles está 'Russão', condenado pelo assassinato do jornalista Tim Lopes. Foto: Seap/Divulgação
Encerro
Se tivesse acontecido em São Paulo, faltaria pouco para alguém pedir o impeachment de Geraldo Alckmin… A propósito: alguém meteu o microfone na boca de Sérgio Cabral ou de José Mariano Beltrame para que dessem alguma explicação, ou eles só aparecem quando é para estourar champanhe?
Título e Texto: Reinaldo Azevedo

As bases da destruição do país

Geraldo Almendra
A contabilidade do genocídio provocado pela corrupção e pelo suborno já chegou à casa dos mais de 50 000 mortos por ano pela falência das responsabilidades do poder público.
A cada minuto, em média, mais de 6 cidadãos são assassinados por dia pelos resultados diretos e indiretos dos atos dos corruptos e subornadores.
 
Para estancar esse genocídio e não permitir a consolidação do comando estatal-privado do Brasil nas mãos das gangs da corrupção e do suborno, que controlam majoritariamente as relações públicas e privadas, em todas as suas instâncias, a sociedade somente tem uma saída: sair às ruas pedindo a destituição desse desgoverno por uma junta civil e militar para que todos os que transformaram o poder público em um covil de bandidos sejam julgados e condenados pelos seus crimes através de um Tribunal Revolucionário da Verdade em oposição à Comissão da Mentira que passa 24 horas por dia planejando e executando vinganças contra as Forças Armadas.
Temos poucas esperanças de que esse momento libertador chegue até que o “último apague a luz”, pois os sintomas de degeneração moral e ética, ausência de patriotismo, e absoluta covardia da própria sociedade diante dos podres poderes da República são, rigorosamente, evidentes.
Vamos ilustrar através de algumas imagens a atual situação de um país decadente:
O Brasil já virou um puteiro da política prostituída, da corrupção e do suborno.
Estamos sendo governados por uma presidente de direito – uma guerrilheira cúmplice de assassinatos impunes – mas tendo como presidente de fato um “ex-presidente”, seu padrinho, já denunciado por inúmeros crimes, principalmente como sendo o verdadeiro chefe do mensalão, crime julgado pelo STF, que está sendo abertamente desafiado pelo Legislativo que se recusa a cumprir suas determinações sobre perdas de mandato de políticos condenados.
Essa gente, de forma direta ou indireta, continua sendo sustentada no poder pelos palhaços do Circo do Retirante Pinóquio, expressão que representa uma justa "homenagem" ao mais sórdido político de nossa história e à covardia e omissão de uma sociedade que trabalha mais de cinco meses por ano para sustentar bandidos.

S&P: Portugal pode voltar a crescer mais cedo

Eva Gaspar
O crescimento das exportações é a dinâmica fundamental na correcção dos desequilíbrios externos em Portugal, na Irlanda e em Espanha. Se a conjuntura externa não desapontar, a recuperação da economia pode chegar mais cedo, diz a S&P. Grécia é excepção e desemprego a grande preocupação.

Os países endividados da periferia da Zona Euro estão a conseguir corrigir os respectivos défices das balanças correntes a um ritmo muito mais rápido do que o previsto, refere a Standard & Poor’s, num relatório hoje divulgado.
“Os nossos resultados confirmam que economias europeias da periferia estão a ajustar-se rapidamente em termos externos”. “O mais importante, com a significativa excepção da Grécia, é que são as exportações que estão a liderar este ajustamento, ao mesmo tempo que os custos unitários do trabalho estão a cair para níveis mais competitivos”, resume Frank Gill, analista da S&P, responsável pelo relatório.
A Irlanda é quem tem realizado os progressos mais rápidos, devido a uma “redução substancial dos custos unitários do trabalho e a uma histórica forte capacidade de atracção de investimento estrangeiro e de financiamento de empresas”. Mas, ressalta a S&P, “em 2012, Espanha e Portugal reduziram a diferença, sobretudo devido ao crescimento das exportações de bens e de serviços”.
No caso de Portugal, o indicador produzido pela S&P para medir a velocidade do ajustamento externo (e que sintetiza, designamente, o comportamento das exportações, importações, custos do trabalho e captação de investimento estrangeiro) mais do que duplicou, passando de 4,4 em 2011 para 8,9 em 2012. A dinâmica das exportações passou a ser dominante, devendo “representar mais de 40% do PIB no final de 2013”.
“Para 2013, prevemos que Espanha, Portugal e Irlanda apresentem excedentes claros nas contas correntes, permitindo-lhes apresentar mais cedo do que prevíamos uma recuperação do PIB, assumindo que a procura externa o permita”, refere o relatório.

1984: A Distopia de Eric Arthur Blair – Trabalho de Filosofia Política

Ernesto Ribeiro e Israel Alexandria

Unitermos
Totalitarismo; modernidade; tempo; poder; intimidade; subjetividade.

Análise
O casal Winston Smith e Julia se apresentam como um par amoroso aos olhos onipresentes do Big Brother. Mas essa história de amor heróico está longe de ser apenas mais um romance proibido.

Julia é um enigma. Em Julie ou La Nouvelle Heloise, Rousseau teria feito a descrição de uma mulher angelical, a própria expressão da inocência e da virtude.

A Julia de Orwell não é virtuosa. “Sou corrupta até os ossos” ela declara; longe de ser angelical, ela é satânica; interpõe-se no caminho de Winston para seduzi-lo. Esta é morena, a outra é loira. Teria Orwell baseado sua obra num antagonismo da Julia de Rousseau?

O filme trata de uma moderna invenção de um exercício do poder institucional, feita nos moldes de uma linha de montagem: o totalitarismo. Uma forma de domínio em que o poder se institui como fim e não como meio. Se Thomas Hobbes (1588-1679) e Hugo Grotius (1583-1645) pudessem ter lido esse livro e considerassem a possibilidade da ficção tornar-se real, provavelmente mudariam alguns aspectos de seus pontos de vista sobre a política. O primeiro iria repensar se “A doutrina das linhas e figuras não se interpõe a nenhuma ambição, proveito ou apetite humano.” (Leviatã, cap. 11).

O segundo talvez reconhecesse a inutilidade de sua frase “Mesmo Deus não pode fazer com que duas vezes dois não seja igual a quatro.”


1984 é a suprema obra-prima da literatura política, ideológica, filosófica, poética do século XX, centrada na apresentação e dissertação de uma Filosofia do Poder. É uma elegia á cultura ocidental e á língua inglesa. Mostra a vitória absoluta do Mal Absoluto. É onde George Orwell descreve sua visão pós-apocalíptica de um futuro dominado pela ideologia totalitária socialista. 1984 é a inversão dos dois últimos algarismos do ano em que a obra foi finalizada: 1948. Nela estão presentes todos os males do totalitarismo:

A supremacia do Partido Único (a contradição em termos), o Terror, a Polícia Secreta, a loucura institucionalizada pelo desprezo pela realidade objetiva, a destruição de todas as coisas boas e belas, incluindo a espontaneidade dos sentimentos e instintos naturais. A idolatria a um líder adorado como um deus, e completamente mau. A abjeta inversão de todos os valores, em que o povo é obrigado a amar apenas o seu pior inimigo e a odiar e matar seus parentes mais próximos, caso estes se afastem da ideologia dominante por um milímetro sequer.

É a definitiva distopia: a pior sociedade imaginável; um pesadelo de dor, miséria, loucura e maldade. Um mundo onde as pessoas são doutrinadas apenas em emoções negativas: medo (do próprio ídolo), ódio (da própria natureza humana), crueldade (com a desgraça dos outros) e auto-degradação (como prova de submissão). Enfim, é o mais próximo que o Ocidente chegaria perto de se confundir com o Oriente em seus defeitos no regime totalitário do Islã.

“Começa a perceber o tipo de mundo que estamos criando? É exatamente o contrário das utopias que os antigos reformadores imaginavam. Um mundo de medo, traição e tormento, um mundo de pisar e ser pisado, um mundo que se torna cada vez mais impiedoso. O progresso em nosso mundo é o progresso no sentido de maior dor. As velhas civilizações diziam-se fundadas no amor ou na justiça. A nossa sociedade é fundamentada no ódio.”

Silas Malafaia "de frente com" Gabriela


Marília Gabriela recebeu o pastor Silas Malafaia, líder da igreja "Assembleia de Deus - Vitória em Cristo". Malafaia exerce seu dom da palavra em um programa de TV conhecido internacionalmente, há aproximadamente 30 anos. Polêmico, o pastor combate abertamente o homossexualismo e o aborto. No programa falou sobre estes dois temas, fé e outros assuntos.
SBT, 04-02-2013

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

1984

Jurava tê-lo lido. Portanto, quando o comprei na Feira do Livro de Ericeira, ano passado, falei com os meus botões “vou reler este livro”. Mas não, não o havia lido, never. Confissão feita, vamos ao livro, começando pelo autor.

George Orwell, 1933
“George Orwell é o pseudônimo de Eric Blair, escritor britânico de origem indiana. Nasceu em Matoihari em 1903 e morreu em Londres em 1950. Foi aluno em Eton, e em 1922 ingressou na polícia colonial, o que o levou à Birmânia. A experiência serviu de base para a obra Dias da Birmânia (1934). No seu regresso à Europa, viveu praticamente como vagabundo. O relato das suas aventuras converteu-se em Down and Out in Paris and London (1933), o seu primeiro livro. As ideias socialistas permeiam a sua obra. Escreveu Homenagem à Catalunha (1939), com base na guerra civil espanhola, onde lutou pelos republicanos. Não ocultou a brutalidade do comunismo, o que lhe valeu a inimizade da esquerda europeia. Com O Triunfo dos Porcos (1945) consagrou-se como escritor. É uma alegoria sagaz da história da União Soviética. Em 1984 (1949), critica também os estados totalitários. As seguintes obras são também suas: O Vil Metal (1936), The Road to Wigan Pier (1937) e Coming Up for Air (1939).”

“Na sua obra 1984, escrita um ano antes da sua morte, 1950, George Orwell concebe um Estado futuro omnipresente e omnipotente, constituindo um dos clássicos da literatura do século XX. A personagem de O’Brien, membro da direção do partido dominante no Estado totalitário, condensa a ideia da obra, com um comportamento caracterizado pelo exercício do poder como valor absoluto. Tudo é justificável para conseguir o poder, e tudo para o conservar. Não há casa que escape à vigilância do Super-Estado, o Grande Irmão (Big Brother) cuja presença chega às atividades mais íntimas do ser humano.

Winston Smith, o protagonista, é um homem que tenta rebelar-se contra esse sistema monstruoso, mas que, pouco a pouco, se vê submetido ao mesmo. O Estado apodera-se da consciência das pessoas, dos seus sentimentos, dos seus sentidos. Em 1984, Orwell oferece-nos um panorama profundo das relações e dependências que o Estado é capaz de criar com uma filosofia ditatorial, onde não há respeito pela individualidade do ser humano, e muito menos quando a tecnologia se encontra ao serviço dessa perversão.

O Grande Irmão, esse olho que tudo vê, inspirou o nome de um dos programas que mais êxito teve nos últimos anos dentro do gênero dos reality shows. Como em 1984, trata-se de um grupo de pessoas que se submete à vigilância permanente de todos os seus atos. A diferença radica no fato de o fazerem livremente. A novela de Orwell, contudo, expõe um retrato lastimoso e magistral da perda de liberdade do ser humano.”

Estação de Massamá-Barcarena...

... está quase...


Guarulhos põe nova voz para levar 'calma' a passageiros

Aeroporto terá trilha, logomarca sonora e locutora a partir deste mês.
Ideia é passar sensação de 'aconchego' aos passageiros e diminuir número de mensagens no sistema de som.
Ricardo Gallo
Uma nova voz avisará aos passageiros do maior aeroporto do país de que ali é proibido fumar, do risco de as crianças andarem desacompanhadas dos adultos pelo terminal e da necessidade de despachar as malas no check-in.
Simone Kliass, foto: Divulgação
A dona da voz é Simone Kliass, 39, atriz e locutora que gravou cerca de cem mensagens a serem veiculadas no aeroporto de Cumbica a partir deste mês; o início deve ser até a primeira quinzena.
A missão dela: transmitir aos passageiros "calor humano, aconchego e calma", em um aeroporto que, concedido à iniciativa privada, tenta deixar para trás a imagem de superlotado e ultrapassado.
"Eu sempre gostei de aeroporto. É um lugar onde vou viajar feliz", diz Simone, voz da Nívea, da Grendene e até do antivírus Avast!, no qual alerta que "as definições de vírus foram atualizadas".
A ideia é fazer o aeroporto ser lembrado pelos passageiros assim que ouvirem a voz de Simone, que tem "tom próximo, suave, inteligente e levemente paulistana", segundo a Zanna Sound, empresa responsável pela mudança. As falas foram gravadas em português, espanhol e inglês.

PROJETO
A troca é parte de um projeto de "sound branding", feito para criar identidade sonora ao aeroporto -o que ocorre em terminais mundo afora, como os de Madri e Paris.
O projeto inclui também uma trilha musical de três minutos (com flauta, violoncelo, trompete e violão) e logomarca sonora, presente em todos os anúncios no sistema de som do aeroporto.
Criar um padrão sonoro foi um modo de substituir a "poluição sonora" de antes, diz Nicolau Maranini, gerente de comunicação da GRU Airport, que administra o aeroporto.
Havia tantas mensagens antes, diz, que os passageiros não prestavam atenção dos avisos importantes. É isso que a empresa tenta modificar de agora em diante.

'FEIRA'
Desde dezembro, a empresa proibiu, por exemplo, agentes de viagens de usarem o sistema de som para chamar representantes de companhias aéreas.
Também acabou com a prática de anunciar voos no alto-falante. Com isso, eliminou cerca de cem mensagens.

Também tu, "Blasfémias"?

Alberto de Freitas
Fernando Ulrich é do estilo sem papas na língua e sem fru-frus nem gaitinhas, lixando-se para o politicamente correcto. E é banqueiro. Pecado capital no Portugal popularucho com complexos de esquerda. Mas em resumo, o que diz o homem para tantos engulhos causar: "que em vida não existem limites para os sacrifícios" (uma "lapalissada). "Se não tivermos juízo, ficaremos muito pior do que estamos. Outra "lapalissada".

Fernando Ulrich, foto: Ricardo Brito/Público
E inclui-se naqueles a quem pode cair o Carmo e a Trindade em cima da cabeça
Dando como exemplos a Grécia e os "sem-abrigo". Gente que está viva... e resiste. Ou: "aguenta, aguenta".
Do "lado" do costume não faltou indignação. Ao estilo da indignação da IURD, caso o (des)crente duvide da influência do dízimo na vontade Divina. Pois desse "lado" existe a fé no Estado mítico, em que basta a boa vontade política (as apregoadas "políticas"), para que a coisa chegue a bom porto.
Se Ulrich copiasse o estilo Marinho Pinto, acusando o governo - por maldade e vingança - da destruição do espírito 25 de Abril, todas as admirações lhe seriam concedidas. Da parte dos insuspeitos complexados de esquerda que, tal como as beatas, sentem necessidade de andar sempre com o credo na boca e as benzeduras públicas.
Mas, pelo visto, a coisa tem gosma... e pega-se. Rui A., colaborador opinativo do "Blasfémias", entra no coro geral da indignação "taxista". Garantindo que só é permitido dissertar sobre sacrifícios, quem passe por eles. E - dando razão a Jerónimo de Sousa - alegando que Ulrich vive à conta do povo. Ou do depositante. "Fala de barriga cheia", concorda e reafirma Rui A. Depreendendo-se que para pedir opinião a alguém sobre a fome no mundo, terá que ter, no mínimo, uma semana de jejum.
Claro que o BPI (e Ulrich) depende dos depositantes, tal como o PCP depende dos militantes e o Soares dos Santos do Pingo Doce, dos clientes. Não esquecendo o Estado que depende dos nossos impostos.
Tenho desistido dos jornais, evito os telejornais, se até nos blogues – onde se espera liberdade – se assiste ao assalto de indignados objectores-do-pensamento, a coisa começa a ficar feia.
E, aí, não sei se "aguentamos". Não sei não.
Título e Texto: Alberto de Freitas, 04-02-2013

Lula e o senado: serviço completo. Ou, o discreto charme do chavismo.

Cesar Maia          
1. Lula, quando presidente, não perdoava o Senado, alegando que atrapalhava seu governo, citando como clímax a não prorrogação da CPMF. Lula assinava acordos e convênios internacionais e depois era avisado que tinham que passar pelo Senado. Garantiu a Chávez, em Montevidéu, que a Venezuela entraria no Mercosul. Mas o Senado não votava. A CPI – dita – dos Bingos pegou financiamentos não declarados à campanha de Lula. Um assessor íntimo de Palocci estava ali mesmo na CEF. A CPMI – dita – dos Correios abriu as vísceras de seu governo, cujo último ato veio agora no STF.         
2. Em 2010, Lula estabeleceu duas máximas prioridades: eleger Dilma para segurar a “herança não declarada” e assumir com ampla maioria o Senado. Nos dois casos fez campanha pessoal e direta. No caso da eleição para o Senado, foi a cada Estado onde estava a oposição com seus principais vocalizadores.         
3. As agressões foram de um nível tão baixo, que se poderia repetir o seu refrão: “Nunca antes nesse País...”. Curiosamente, todos esses alvos de Lula abriram a campanha numa das duas vagas e todos ficaram de fora: Artur Virgílio no Amazonas, Heráclito Fortes no Piauí, Marco Maciel em Pernambuco, Efraim Morais na Paraíba, Tasso Jereissati no Ceará, Cesar Maia no Rio de Janeiro...         
4. Lula conseguiu o que queria: uma ampla maioria no Senado, a quase eliminação da oposição política de fato e com voz, com as exceções de regra.       
5. E agora Lula completou o serviço. Precisava na presidência do Senado um “profissional”. Sarney já não tinha a mobilidade, a “independência” para isso. Então, ninguém melhor que Renan Calheiros. E Dilma, silente, com um leve sorriso no canto da boca.
Título e Texto: Cesar Maia, 04-01-2013

Des islamistes menacent Berlin d'un 11 Septembre

Un salafiste radical allemand annonce dans une vidéo des attentats contre Angela Merkel et contre le Reichstag à Berlin.
Patrick Saint-Paul
Photo: Gonçalo Silva/Demotix
Angela Merkel est définitivement rattrapée par la rançon de la puissance et de la gloire. Adulée outre-Rhin pour sa gestion de mère de famille, la chancelière allemande était déjà décriée dans le sud de l'Europe ou sa cure d'austérité lui vaut d'être parfois grimée en dictateur nazi dans les rues d'Athènes. La voici désormais ciblée par les terroristes djihadistes, qui la menacent de mort.
Un islamiste allemand, connu des autorités, a menacé d'attaquer Berlin cet été et de tuer la chancelière dans une vidéo postée sur Internet. «Nous voulons voir (Barack) Obama et (Angela) Merkel morts», déclame Abou Azzam, un salafiste radical allemand, installé en Égypte depuis un an, dans une chanson appelant au Djihad. Abou Azzam aurait rejoint au pays des pharaons le prêcheur salafiste d'origine autrichienne, Mohammed Mahmoud, alias Abou Oussama al-Gharib. Déjà condamné à cinq ans de prison pour ses liens avec al-Qaida, cet émir est devenu le cauchemar des services de sécurité allemands en raison de ses prêches enflammés lancés dans un allemand chevrotant et appelant à se soulever contre les «infidèles» outre-Rhin.
«En nous souvenant du printemps arabe, nous nous réjouissons de l'été européen, lance Abou Azzam dans son «Nashid», sa chanson appelant au Djihad. Obama attend nous. Nous avons léché le sang. Nous voulons voir Obama et Merkel morts.» Et de promettre à Berlin des attentats semblables à ceux du 11 septembre 2001 à New York, notamment contre le bâtiment du Reichstag, où siège la Chambre basse du Parlement. «Nos troupes sont déjà déployées, se réjouit le terroriste. Vous allez saigner et vos têtes vont rouler. Oh Allah donne au peuple allemand ce qu'il mérite.»

Des cellules en activité
Les services de sécurité allemands estiment que l'aide logistique fournie par la Bundeswehr à l'intervention française au Mali pourrait servir de prétexte à des groupes de fanatiques pour frapper l'Allemagne. 58 salafistes allemands se seraient installés en Égypte, dont dix sont de retour en Allemagne, selon Hans-Georg Maassen, président de l'Office fédéral pour la protection de la Constitution. D'autres auraient suivi des formations en Libye, en Somalie, en Syrie, au Yémen ou au Mali, selon les autorités allemandes. Ils auraient reçu des ordres d'al-Qaida, pour rentrer en Allemagne et y former des cellules visant à préparer des attentats contre des «cibles marquantes», selon les services de sécurité allemands.

Coisas da "criatura", ou é patriótico ser "objector-fiscal"


Alberto de Freitas
Em termos de impostos, reforcei a convicção que se todos pagarem... o Estado gastará mais. Às "ameaças" do Primeiro-ministro e ministro da Finanças de reduzir a "criatura" gorda e anafada (o estado a que o Estado chegou), veio a reação:
1- rendimentos mixurucos, ao nível da indigência de sobrevivência, passam a declarar IRS. Não, não é para pagar, é só para saber... a "criatura" cresce em custos sem contrapartidas na receita. A fiscalidade assume assim - após a grande vitória sobre os barbeiros transfugas - um carácter ideológico, não se limitando à sua função da recolha de receita. Algo com cheirinho a "fascismo".
2- os partidos do governo, anunciadores do combate ao despesismo, apresentam candidatos autárquicos que, além de dinossauros, são campeões com provas dadas, no gastar o dinheiro do contribuinte em foguetórios culturais e coisas afins... não considerando os "Avelino Ferreira Torres", como o cujo dito que nos é oferecido pelos campeões do Estado escorreito e transparente: o CDS
3- Continuando no CDS, a ministra Cristas criou uma taxa para uma alegada defesa alimentar. Algo mal explicado, mas aplicado. Algo que as grandes superfícies irão fazer repercutir pelos consumidores. Pensou-se (ingenuidade sem limites) que se trataria de um qualquer Organismo com funções técnicas. Nada disso. O Partido campeão do Estado enxuto, presenteou-nos com mais uma Secretaria de Estado. Para um português amigo. Que, como se espera, irá nomear outros portugueses amigos. E portuguesas, tinha-me esquecido.
Claro que para a oposição, nada a dizer. Quanto mais Estado, mais "socialismo" e mais tachos para aguçar o apetite aos portugueses amigos vindouros. E, voltei a esquecer-me: portuguesas. Também vindouras.
E repito-me: esta gente só parará por falta de dinheiro; não por vergonha na cara que, essa, nem notam a falta.
E perante declarações da pouca oposição da oposição, pergunta-se: para quê?
Título e Texto: Alberto de Freitas, 04-02-2013

Relacionado:

domingo, 3 de fevereiro de 2013

O meu financiamento ilegal é legal, o teu não!

A Comunicação Social portuguesa tem dado grande destaque ao escândalo de financiamento ilegal do PP espanhol (e o possível envolvimento de Rajoy).
Não, não vou dizer que este interesse e referências ao assunto, só acontece porque se trata de um partido ligado à direita. Em questões de justiça, de matéria criminal, etc. – ninguém está acima da Lei - e a investigação, e denúncia destes casos, deve ser um dos principais objectivos que o Jornalismo deve perseguir.
Dito isto, não posso deixar de constatar que o jornalismo luso parece demonstrar um interesse muito maior pelo caso que decorre no país vizinho, do que em relação a outro bastante similar (também relacionado com pagamentos ilegais oriundos de construtores civis) mas que se passa em Portugal, envolvendo o Partido Socialista, e que o “i” divulgou há uns dias atrás…


Reparem-se nas semelhanças…
Leia toda a matéria no blogue “Com jornalismo assim, quem precisa de censura?...”

O nazifascismo do século XXI

A LIGA ANTIDIFAMAÇÃO SE MOSTRA PROFUNDAMENTE INCOMODADA COM OS RELATOS DE QUE A INTELIGÊNCIA DO GOVERNO DA VENEZUELA ESTÁ A ESPIONAR A COMUNIDADE JUDAICA NO PAÍS.
Francisco Vianna
De Nova Iorque vem a notícia de que a Liga Anti-Difamação (LAD) se declarou publicamente profundamente incomodada por um relatório da Agência Venezuelana de Inteligência constando que o organismo de “polícia política” do regime de Hugo Chávez passou a ter como alvo de espionagem a comunidade judaica, bem como as empresas privadas que têm laços com Israel. “Estamos muito aborrecidos com um recente relatório do Serviço de Inteligência da Venezuela (SIV) fazendo tal afirmação, disse o representante da LAD”.

Todos têm o mesmo condimento que levou seus países à ruína e à escravidão socialista…
A Venezuela, sob o regime de Hugo Chávez, tem uma extensa história de assédio à comunidade judaica no país, que vem piorando, talvez, pelo fato do regime ter se tornado íntimo de Mahammoud Ahamdinejad, o antissemita ditador do Irã. É arrepiante ler os relatos do SIV, dando instruções para a realização de operações de vigilância clandestinas contra os membros da comunidade judaica no país, conforme descrito em detalhes nos documentos vazados pelo site argentino, Analisis24.
Num país onde o governo e alguns de seus seguidores acusam publicamente a comunidade judaica de ‘deslealdade’ e onde as instituições dessa comunidade e casas de culto foram atacadas, relatórios deste tipo de vigilância põem lenha na fogueira para piorar cada vez mais a atmosfera já incendiária incitada pelo preconceito e pelo ódio contra os judeus que vivem na Venezuela. Por mais de uma década, a mídia controlada e geria pelo estado venezuelano e os chamados "meios alternativos" – operados por partidários do chavezismo - têm regularmente de engajado em difundir ‘teorias de conspiração’ antissemitas e a promover estereótipos antijudaicos, numa repetição típica do que ocorreu na década de 1930 na Alemanha nazista. Sugere, o relatório Analisis24, que há uma política oficial do governo visando a comunidade judaica da Venezuela.

Muda a época e o idioma, mas a pompa e a gestualística é a mesma e inconfundível.
Há uma obviedade história em se condenar fortemente tais táticas de intimidação perigosas e a necessidade de se interpelar a atual liderança do governo venezuelano para que cessem imediatamente de ter como alvo de sua política socialista a comunidade judaica ou se declare abertamente para o mundo o antissemitismo oficial do estado venezuelano.

Domingueira (03-02-2013)