Valeurs Actuelles, nº 4291, de 21 a 27 de fevereiro de 2019
segunda-feira, 4 de março de 2019
domingo, 3 de março de 2019
Stop Treating Ilhan Omar Like A Child. Her Anti-Semitism Isn't 'Sad.' It's Consistent, Vicious, And Vile
Ben Shapiro
On Thursday, Rep. Ilhan Omar
(D-MN) was caught on tape once again indulging in her favorite off-hours
pastime – some cozy anti-Semitism with cheering fans. Omar, of course, has a
long history of anti-Semitism: accusing Israel of “hypnotizing the world,”
suggesting that American support for Israel is “all about the Benjamins,”
backing the anti-Semitic BDS movement.
Now, appearing alongside
fellow anti-Semitic Rep. Rashida Tlaib (D-MI), who herself recently accused
American supporters of Israel of dual
loyalty to Israel and is, along with Omar, a supporter of
anti-Semitic boycott, divestment and sanctions from Israel, Omar reached for
the anti-Semitic lever once again. First, Omar smiled when an audience member
yelled, “It is about the Benjamins.” Then, she stated, “What I’m fearful of –
because Rashida and I are Muslim – that a lot of our Jewish colleagues…go to
thinking that everything we say about Israel to be anti-Semitic because we are
Muslim….So for me, I want to talk about the political influence in this country
that says it is okay to push for allegiance to a foreign country.”
This is, once again,
anti-Semitism. It sets her "days since open anti-Semitism" calendar
back to zero; for the record, she was only up to 18 days.
Suggesting that Jewish
Americans are pushing for “allegiance” to a foreign country, or that American
supporters of Israel are doing so, is a vicious conspiracy theory and a vile smear.
Jewish Americans by and large support Israel not out of “allegiance” to Israel
but because Israel protects victimized Jews all over the world, represents the
sole liberal democracy in the Middle East, and provides valuable strategic
partnership to the United States. But according to Omar and other anti-Semites,
the only reason for American Jews to support Israel is because they are part of
a secret club, disloyal to the United States and loyal only to the ethnic
tribe.
O FC Porto só tem chances se o Benfica perder...
O Futebol Clube do Porto
estava em primeiro lugar no campeonato português “Primeira Liga”, um ponto na
frente do Benfica. Com a derrota de ontem por 2 a 1, o Benfica está no topo com
dois pontos de vantagem.
O treinador do FC Porto, Sérgio Conceição [foto], declarou:
“Aqui não há favoritismo. Há 10 jogos para disputar, 30 pontos para disputar e
estamos aqui a lutar até ao fim".
Ó Serginho, e se o Benfica também
ganhar os dez jogos que faltam? Será campeão. Só isso. A menos que perca um
jogo ou empate dois... tô torcendo!
Enquanto isso, muita atenção à
pedreira na quarta-feira: a Roma! Vencer significa mais uns cobres no cofre do
clube.
[Atualidade em xeque] A APRUS e o MCDONALD'S
A nossa campanha pelas redes sociais tem sido intensa com a
hashtag #AERUSACORDOJA
(#aerusacordoja), chamando a atenção de todos para um acordo mais que desejado.
Palmas para todos, em especial a dois colegas incansáveis na promoção da dita
hashtag. O colega MAROILDO e a colega ELIZA MARTINS que estão seriamente
comprometidos diariamente em colocar a hashtag nos trend topics.
Acredito que pelo Facebook estamos muito perto de conseguir,
se já não chegamos. O ideal seria que usássemos o twitter também, pois é uma
ferramenta muito usada pela família Bolsonaro para se comunicarem com a
sociedade em geral, seja prestando contas do realizado, ou a realizar.
Posso quase afirmar que o Presidente já tomou conhecimento
dos nossos apelos e certamente irá tomar alguma providência nesse sentido,
apesar de toda a confusão em que o Brasil está metido, graças ao passado "terra
arrasada" por que passou após 1985, ou o fim do governo militar.
Sabemos, todos sabem, que o Brasil é pródigo em se reerguer
de cataclismos políticos e não seria diferente agora com um governo fortemente
apoiado pela população. A Ação como é comumente chamada a DT (defasagem
tarifária) da empresa VARIG, está ganha e em fase de execução, mas isso não é o
problema e sim quando será pago. Nós estamos sinalizando ao governo que não
queremos mais do que temos direito e principalmente que se faça cumprir o
acordo ASSINADO e tripartite firmado entre a VARIG, o AERUS e a UNIÃO.
A DT, por força desse acordo terá que ser desmembrada entre
o AERUS e a massa falida. Para que isso ocorra dentro da normalidade jurídica
torna-se necessário que tenhamos REPRESENTATIVIDADE via uma associação de
beneficiários/assistidos e portadora de um CNPJ, para que essa mesma associação
possa estar em vigília, em contato direto com a UNIÃO e através de seus
advogados não permitir que absolutamente nada saia dos trilhos. O que a APRUS
pede a todos, assistidos ou ativos é uma contribuição simbólica e irrisória de
R$ 30,00 (trinta reais) e descontado na folha do AERUS, para fazer face a
despesas e automaticamente inclusão como associado, fazendo com que a
REPRESENTATIVIDADE se materialize, e o tempo URGE.
Se formos colocar no papel, R$ 30,00, dependendo do mês, é
menos que apenas UM REAL POR DIA! Caso você for ao McDonald's, qualquer
lanchinho não sai por menos de R$ 15,00 não é mesmo?
A “canção” que representará Portugal
Conan Osíris vai representar
Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Telavive, em Israel, de 14 a 18 de
maio.
"Telemóveis" foi a
mais votada na final do Festival da Canção da RTP, que decorreu este sábado,
dia 2 de março, na Portimão Arena.
[As danações de Carina] Carnaval
Carina Bratt
Nas nossas danações de hoje,
falaremos não do país do carnaval, o Brasil. O Brasil é o país do carnaval, em
todos os sentidos. Quanto a este fato, ponto pacífico. Não entraremos no
mérito. Tampouco mencionaremos o primeiro romance de Jorge Amado, “O País do
Carnaval” publicado pela primeira vez, em 1931, pela José Olympio.
Discorreremos sobre o outro
carnaval, aquele período de uma semana onde esta festa tida como popular e
antiguíssima toma conta das pessoas e o bacanal, a orgia, a devassidão e a
baderna correm livres leves e soltas como uma manada de cavalos e uma súcia de
mulas desembestadas num vasto pasto de imensidão incalculável.
Como dissemos, o carnaval é um
entretenimento popular. Perdura por uma semana e, em alguns lugares, até mais.
Um evento que precede a quarta-feira de cinzas. Geralmente, quarenta e sete
dias antes da Páscoa. Carnaval se traduz por folia, libertinagem, putaria,
farra, lascividade e desordem.
Uma patuscada maluca e generalizada,
onde os seres humanos perdem o bom senso e a compostura, além do comedimento,
e, em nome de uma loucura interna, meio abrutalhada aprontam, a um só tempo, os
sete pecados capitais multiplicados por mil. Na verdade, grosso modo, é a
franga libertada de dentro da alma e do coração da raia miúda.
Dito de outra maneira mais
abrangente. No carnaval muitos galos e galinhas, galinhas e galos do
proletariado saem do armário e afloram como bichas (bichas ou bixas?!) marotas
e impudicas, concentradas como defuntos e defuntas frescos e frescas, porém,
com aqueles semblantes de cadáveres não dispostos a entenderem que partiram
para o andar de cima.
O carnaval teve a sua origem
no Egito (não seria melhor a gente dizer agito?). Legal! Então vamos lá. O
carnaval teve a sua origem no agito do Egito. E pasmem amigas! Há mais de dois
mil anos A. C. Na Roma antiga, no dia 15 de fevereiro, se realizavam danças em
honra de Pã. Pã, mulher do Pão? Negativo! Pã era o deus dos bosques, dos campos
e dos rebanhos.
Pã tinha outros dois nomes
meio hermafloditados. Um deles, Lupércio e o outro, Lupercos. Ele gostava mais
do Lupércio. Os latinos (que se comunicavam, entre si, uivando), também o
chamavam de Fauno e Silvano. Vez ou outra, de “Zé Brochado”. E por que “Zé
Brochado?!”.
[Pensando alto] O universo paralelo e o brado retumbante de Zé Fifó
Goethe
Não permito que nenhuma reflexão filosófica me tire a alegria
das coisas simples da vida.
Freud
Pedro Frederico Caldas
Nascido José Emerenciano, foi
reduzido a Zé, mas lhe foi incorporado ao nome o objeto de seu artesanato,
fazedor de fifó que era, tornando-se Zé Fifó. Morava em casa de pau a pique,
chão batido, fincada a uma légua de pequena cidade do sertão baiano. Zé Fifó,
voz profunda e grave, de falar vagaroso e monocórdio, gestos suaves, criou oito
filhos, sobrados de quatorze gravidezes, duas findadas por abortos naturais,
quatro vingadas, mas de resultas abatidas por doenças, endemias e acidente
ofídico.
Sua mulher, dona Escolástica
Avarb, loura, olhos azuis, pele crestada pelo sol do sertão, de certo nível de
conhecimento, chamada carinhosamente Cacá, alfabetizou toda a prole, sem
descurar de outros deveres do lar e de uma pequena horta. Estoica, caráter
forte, nunca murmurou uma queixa. Cinquenta e cinco anos de convivência
cimentaram um casamento que parecia ter sido ontem. Filhos e filhas migraram,
um a um, para São Paulo, onde, bem ou mal, tinham mais conforto que os pais. Um
deles, segundo notícias em tinta e papel, vindas de tempos em tempos, estava muito
bem, virara sindicalista, não precisava bater ponto, tinha casa e carro e vivia
de alagodaça.
Zé Fifó, por todas essas
injunções, vivia para o trabalho, dividindo-se no fabrico manual de fifós,
feitos por encomenda ou para serem vendidos na feira de Sequeiro Grande, no
cultivo de pequena horta e nas esporádicas diárias de enxada em fazendas das
cercanias. Tinha gostos que amenizam a vida: a fumaça de vinte cigarros que lhe
visitavam diariamente os pulmões e algumas doses de cachaça escorregadas goela
abaixo com um estalar de língua, limitadas em número por fraqueza de bolso. Com
esses dois pequenos prazeres, amaciava a labuta pela existência.
Toda semana ia à feira e à
venda de Mané Chorão, em Sequeiro Grande, de caju em caju frequentada por um
moço da capital, homem de garbo, anel de grau no dedo, óculos de pensador,
proprietário de terras na região, por todos chamado doutor Odilardo, que falava
bonito de se ver. O homem sabia de filosofia, de política, de economia, de
história e até de previsão do tempo, segundo se comentava. Quando falava, todo
mundo prestava atenção. Desancava o governo e os políticos. Dizia sempre que a
pobreza era grande porque o governo roubava tudo em impostos e não deixava as
pessoas trabalharem em paz. E sempre afirmava que todos precisavam abrir os
olhos contra o governo e os políticos e nunca esquecia de arrematar, com seu
palavreado formoso, que “o preço da liberdade era a eterna vigilância”.
Numa dessas feitas, pousou a
mão no ombro de Zé Fifó – quanta honra! -, e disse: seu Zé, o senhor sabia que
o maço do seu cigarro tem mais imposto que fumo e a graduação tributária é
maior que graduação alcoólica da pinga que alegra sua vida? Zé Fifó perguntou a
ele por que tanta maldade do governo. Com um sorriso nos lábios, de serena
sapiência, respondeu que para os políticos eram “produtos supérfluos”.
sábado, 2 de março de 2019
Sentir-se ofendido
Alexandre Garcia
O Ministro da Educação pediu
desculpas por ter dito, em entrevista à Veja, que o brasileiro no exterior
comporta-se como um canibal, roubando coisas dos hotéis e até assento
salva-vidas do avião. Pediu desculpas “a quem tiver se sentido ofendido” – quer
dizer, aos que fazem isso. Se a moda pega, vou ter que pedir desculpas àquela
senhora que antes de desembarcar em Brasília, colocou a coberta da TAP na sua
sacola. Terei que pedir desculpas para a brasileira que em Lisboa atrasou o voo
para Roma, fazendo gritaria, porque queria guardar a bagagem dela na classe
executiva, embora viajando na econômica. Vou ter que me desculpar aos
brasileiros barulhentos que perturbavam o sossego do restaurante da Galleria
Vittorio Emanuele, em Milão, para mostrar que lá estavam, e me envergonhei
deles.
Quando saía do hotel em Punta
del Este e o funcionário me fez abrir a mala para uma inspeção, fiquei
revoltado, mas ele explicou que brasileiros levam toalhas, lençóis, luminárias
e até abajur. Fiquei envergonhado de meus conterrâneos, mas, se tiver que
repetir o ato do ministro, devo pedir desculpas a esses ladrões de hotéis. Vou
pedir desculpas ao meu amigo que levou um pito de um porteiro de prédio, depois
de atravessar fora da faixa de pedestre uma avenida de Santiago do Chile.
Chamei meu amigo de incivilizado e agora vou pedir desculpas. Peço desculpas
aos brasileiros que iam comendo sanduíche e jogando papel no lindo piso da rua
Augusta{foto], na baixa lisboeta. Eu os critiquei em pensamento.
Já vi chineses cuspindo no
corredor do avião, entre Hong-Kong e Beijing; egípcio acendendo fogareiro
dentro do avião, sobre o Saara; americano agindo como bárbaro em Cancún;
japonês enlouquecido em Honolulu; argentino fazendo algazarra em Florianópolis.
Mas esses não me envergonham. Quando sou acordado à noite por brasileiros aos
gritos no corredor do hotel em Viena, ou quando vejo meus conterrâneos pulando
roleta no metrô em Paris, aí eu me envergonho. Será que devo pedir desculpas a
quem me provoca vergonha? Não seria melhor fazer como o Ministro Vélez
Rodríguez na entrevista, e sugerir que a educação talvez possa recuperá-los
para a civilização?
“My Taylor is Swift”
A rainha, as serpentes e os Democratas
Enquanto está disponível na Netflix o trailer do seu espetáculo diabólico “Reputation”,
retornam os ataques à rainha do pop, entre ciumeiras e lobby Democrata. Golpes
que a revelam indestrutível.
Joseph Achoury Klejman
Em novembro de 2017, Society
titulava “Taylor Swift: a cantora queridinha da América pró-Trump. A jovem
cantora da Pensilvânia acabava de lançar o seu sexto álbum, Reputation, que batia recordes de
vendas, e apesar disso, ela era atacada de todos os lados: diziam que era
paranoica, reclusa; chegavam a compará-la a uma serpente: daí o título do seu
álbum e a sua temática reptiliana. A artista lançava um concentrado de fel
visando acertar as suas contas (“Look What You made Me Do” e o seu clip
faraônico, “This Is Why We Can’t Have Nice Things”, um tema atacando Kanye West
com meias palavras). Assim Taylor Swift empinava as vendas ao mesmo tempo que
respondia aos ataques de seus adversários. A sem talento Kim Kardashain a trata
de cobra? Que assim seja, toda a comunicação do seu novo álbum será centrada
nesse tema. Descrevem-na como paranoica? Ora, ela renunciará a toda a promoção,
concedendo uma única entrevista à sua revista oficial. Ao invés de decair, ela aumenta
a legenda.
UM
SILÊNCIO IMPERDOÁVEL
No entanto, sobra uma acusação que lhe
é difícil de replicar: ela seria pró-Trump. Quem prova? Ela não fala de
política nas suas canções, portanto, quem nada diz consente. Grotesco. Taylor
Swift considera, sem dúvida, com lucidez, que não é dever de uma cantora para
teenagers de espalhar as suas opiniões ao longo das canções. Que grande erro!
Num mundo onde a palavra de uma Beyoncé vale mais que a de um escritor, e onde
Kanye West pondera seriamente se candidatar em 2024 à Casa Branca, todo o mundo
tem que ter uma opinião e se apressar em informar toda a humanidade. Mas na
condição de ter uma opinião Democrata, é óbvio!
No seu livro Primetime Propaganda, Ben Shapiro demonstrou de maneira magistral o
alagamento de Hollywood pelos Democratas, que aproveitaram para promover sem
escrúpulos a agenda política do partido. A indústria musical não foi poupada.
A crônica de Joana Bento Rodrigues e os feminazis
Cristina Miranda
Ainda estou em estado de
choque com as reações a uma crónica de opinião de uma médica sobre as Mulheres.
Gente que escreve em publicações e que se julga com superioridade moral e
intelectual dispararam violentamente não poupando sequer insultos por ela ter
dito o que pensava sobre o tema. Seria cómico se não fosse trágico, o facto de
terem simplesmente distorcido o sentido às palavras tão cristalinas da autora.
É que não encontrei nada no texto de que acusam Joana Bento Rodrigues:
fascismo, inimiga das mulheres, machista de saias.
O problema do texto em causa é
que contém verdades inegáveis e por isso provocam a ira dos feminazis (feministas
nazistas/fascistas masculinos e femininos) que não suportam quem os contrarie nas
suas “verdades alternativas” contrárias à natureza humana. Mas peca por
generalizar uma vez que a natureza das mulheres, numa escala minoritária, foge
a esta regra geral. Só isso.
Quando a autora diz que a
mulher é “naturalmente feminina, gosta de se arranjar e sentir-se bonita, ter a
casa cheirosa e bem arrumada e decorada, gosta de cuidar e receber, e chama a
si muitas tarefas domésticas”, onde está a mentira nisto? Quem
tem a coragem de contrariar que a maioria das mulheres gostam de ser
femininas, e em casa são quem tomam os comandos daquele espaço (o lar) onde são
elas que predominantemente decidem sobre tudo e onde o companheiro apenas
complementa essa ajuda? Só eu é que tropeço aos pontapés em mulheres assim?
Quando a autora refere
que a mulher “procura no matrimônio amparo e necessidade de segurança, que
gosta de se sentir útil dentro da relação, de ser a retaguarda para a
estabilidade familiar, para que marido possa ser bem sucedido porque esse
sucesso também é seu e que não se incomoda se tem rendimentos inferiores (não
se refere a salários diferentes para mesma função) ao marido pois
orgulha-se que ele seja bem sucedido porque lhe transmite segurança” e status, isto
é mentira? Quem tem coragem de contrariar quando é sabido que
toda a mulher que opta por ter uma relação séria e duradoura procura que seja
com alguém bem-sucedido e estabilizado na vida? Só eu é que esbarro nelas?
Quando ela diz que as mulheres
“que têm a carreira condicionada por terem optado por assumir
o papel de esposa e mãe contam com o suporte e apoio do marido, para que nada
falte e que o casal, enquanto um só e atuando em uníssono, pode
optar pela inversão destes papéis, que em nada diminuiu qualquer dos
elementos, desde que movidos por objetivos comuns e focados no Amor”, que a
maternidade é um apelo biológico e que a vida é feita de opções, está
a mentir? Não, não está.
Homofobia e racismo
Percival Puggina
Partidos de poucos votos na urna e no
Congresso Nacional, pavoneando-se mesmo assim como representantes das mais
sentidas reivindicações populares, adquiriram o hábito de levar suas pautas
diretamente ao STF. Ser bem-sucedido ali é muito mais fácil do que obter apoio
e maioria entre 513 deputados e 81 senadores. Por isso, buscam o atalho
judiciário, onde lhes basta a simpatia de meia dúzia de togados ativistas. Tão
simples quanto impróprio. Parlamento para quê?
Nos últimos anos, nossos onze
ministros se aferraram com braços e pernas à tese de que seu poder cumpre
função contra majoritária. Não é uma beleza? Cabe-lhes, então, por via de
consequência, incontido empenho pró-minoritário, tornando-os avessos aos
resultados das deliberações repulsivamente majoritárias do Congresso Nacional.
O imenso voto dissertado pelo
ministro Celso de Mello na ação que clama pela criminalização da homofobia
surpreendeu a nação. Do que disse, pode-se concluir que o decano identifica no
Congresso Nacional, em primeiro lugar, o vício infame de decidir por maioria e,
em segundo lugar, uma demora em deliberar que – aí digo eu – só é superada pelo
próprio STF.
É desnecessário aos fins deste
artigo reiterar o que já escrevi em vários outros: nos parlamentos, não
deliberar é uma forma legítima de deliberação, quase sempre orientada pelos
próprios autores de projetos que reconhecidamente não contam com votos para
aprovação. E o STF, em tempos de ativismo judicial, tem passado um trator sobre
textos claríssimos da Constituição. Foi o que aconteceu quando autorizou a
criação de cotas raciais como medida temporária (se permanente seria
inconstitucional). Perenizou-se, assim, a multiplicar-se por prazo indefinido,
a aberrante inconstitucionalidade. Foi, também, o que aconteceu quando o STF reduziu
a pó o artigo 226 da Constituição que reconhece, para efeito da proteção do
Estado, a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar. E
quando Lewandowski pegou uma faca e fatiou o impeachment de Dilma Rousseff.
Alertam-me amigos juristas sobre outros casos em que o STF produz sentenças
aditivas maquilando-as com “interpretação conforme a Constituição”. É mais ou
menos o que está sendo alinhavado em relação ao aborto.
Um pasquim LGBT contra a Igreja
Roberto de Mattei
Um pasquim LGBT contra a
Igreja. O título é Sodoma [No Armário do
Vaticano, em Portugal] e o autor Frédéric Martel, um conhecido ativista
LGBT francês. O livro, no entanto, nasceu em Itália, durante uma conversa entre
o autor e o editor Carlo Feltrinelli, filho de Gian Giacomo, o
editor-terrorista que morreu a 14 de março de 1972, enquanto colocava uma bomba
numa treliça da Enel em Segrate. Sodoma será apresentado nos próximos dias em
oito idiomas e em vinte países.
O lançamento oficial ocorrerá
no dia 21 de fevereiro, coincidindo com a abertura da cimeira do Vaticano
dedicada ao abuso sexual de menores. É, portanto, uma poderosa operação
mediática que tem como alvo a Igreja Católica. O autor do livro, Frédéric
Martel, apresentado pela imprensa com os títulos, de vez em quando diferentes,
de sociólogo, investigador, historiador, alcançou uma certa popularidade com o
seu mais recente ensaio, traduzido em várias línguas, Global Gay,
dedicado à marcha triunfante de hoje do movimento gay em todo o mundo.
Envolvido diretamente em inúmeras associações ativas na difusão da agenda LGBT, Martel trabalha há anos na linha da frente no processo de promoção e “normalização” da homossexualidade. A “militância” LGBT do autor de Sodoma levou-o a ser um dos principais promotores da lei n.º 99-944 de 15 de novembro de 1999 (Du pacte civil de solidarité et du concubinage), o chamado PACS, que introduziu as uniões civis em França. Nos anos seguintes, o ativista LGBT continuou a contribuir para a causa homossexual, dedicando numerosos artigos a favor da introdução do pseudo-casamento homossexual em França até à sua completa legalização, ocorrida a 18 de Maio de 2013.
Martel aborda agora a sodomia na Igreja, alegando ter realizado um inquérito sobre o tema, com duração de 4 anos, entrevistando cerca de 1500 pessoas no Vaticano e em vários países do mundo. Na realidade, o que falta no livro é precisamente a documentação. Nada sabemos, depois da sua leitura, para além do que já se sabia sobre a difusão da homossexualidade na Igreja.
Este gravíssimo problema, trazido
à luz pelo testemunho do Arcebispo Carlo Maria Viganò, foi analisado
cientificamente e documentado por dois estudiosos polacos, o P. Dario Oko e o
P. Andrzej Kobyliński, autores de estudos que foram ignorados pela imprensa
internacional. Mas Martel não procura a verdade, tem uma tese ideológica para
provar e nas suas páginas não demonstra, mas sugere, insinua, calunia, denigre.
Monsenhor Battista Ricca,
definido por Sandro Magister como «o prelado do lobby gay», abriu-lhe as
portas do Vaticano. «Explica-me minuciosamente como passar o controlo dos
gendarmes e, depois, dos guardas suíços. Encontrarei frequentemente este
prelado de olhos líquidos, um atirador próximo de Francisco que conheceu a
glória e a desgraça. Como veremos, é a ele que devo ter podido estar alojado
numa das residências do Vaticano». O autor conta que se instalou em Roma
uma semana por mês, «permanecendo regularmente dentro do Vaticano graças à
hospitalidade de outros prelados que muitas vezes revelaram ser “da paróquia”;
“cerca de quarenta cardeais e centenas de bispos, monsenhores, padres e núncios
(os embaixadores do Papa) aceitaram encontrar-se comigo. Entre estes, supostos
homossexuais, presentes todos os dias no Vaticano, fizeram-me penetrar no seu
mundo de insiders».
[AERUS] E Baggio responde a Raposo...
De: Comissão Aerus RS
<comissaoaerusrs@gmail.com>
Enviada em: sexta-feira, 1 de março de 2019 22:28
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Fwd: Mensagem do Presidente da APRUS
Enviada em: sexta-feira, 1 de março de 2019 22:28
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Fwd: Mensagem do Presidente da APRUS
PREZADOS PARTICIPANTES E
ASSISTIDOS DO AERUS
Estamos repassando esclarecimentos
da Graziella, em resposta a uma mensagem que esta sendo divulgada por email e
nas redes sociais.
Leiam com atenção.
---------- Forwarded message
---------
From: APRUS <aprus@aprus.com.br>
Date: qui, 28 de fev de 2019 às 13:13
Subject: Mensagem do Presidente da APRUS
From: APRUS <aprus@aprus.com.br>
Date: qui, 28 de fev de 2019 às 13:13
Subject: Mensagem do Presidente da APRUS
Bom dia,
Volta e meia nos surpreendemos
com mensagens de pessoas ou mal intencionadas ou mal esclarecidas que geram
dúvidas naqueles menos informados, aproveito assim para comentar certa mensagem
que navega pela internet lançando dúvidas e venenos.
Assim acompanhemos os “escritos”
e em seguida meus comentários em negrito:
“...é absurdamente revoltante os próprios participantes sequer ter
noção do calendário de pagamento de algo que conquistamos e sequer podemos
dizer que é eterno, por se tratar de uma tutela mas que está garantindo a
sobrevivência de cada participante
e familiar.”
Frases de efeito sem nexo, pois todos nós sabemos que existe verba no
orçamento da UNIÃO e que o pagamento do AERUS sai sempre no segundo dia útil do
mês, mas é importante nos alertarmos sobre a garantia da tutela, pois na
verdade há pessoas que desejam com todas as suas forças que a defasagem
tarifária, que é a garantia da antecipação de tutela, vá para a área de
falência, e então todos nós assistidos, pensionistas e não assistidos nada
viríamos a receber.
Só existe previsão de pagamento já aprovado e liberado pelo
governo por conta da “Tutela antecipada “, senão jamais existiria pagamento até
hoje ou até qdo ela estiver em vigor .
Pelos argumentos utilizados por vc a União não foi
condenada e a Defasagem Tarifária vai pagar a todos os participantes do Aerus
aposentados com a DT e não conseguirá pagar nenhum dos ativos pq não
sobra dinheiro , além disso irá descontar o que já foi
recebido da tutela antecipada e não importa a patrocinadora
.Portanto vc demonstra total desconhecimento da Ação Civil Pública .
Prejudicando os
trabalhadores das demais patrocinadoras que inclusive foram contemplados e não
estão recebendo a tutela .ex. Riosul, Nordeste,Variglog,Frbpar
,Transbrasil,
Interbrasil etc.....
A "figura" mentindo em Portugal...
Jean Wyllys MENTIDO sobre o Brasil em Portugal. DIVULGUEM ESSE VÍDEO @Al_jazeeraT @elCABRIELinHELL @allantercalivre @albaexpider @aguedescartoon @talkaboutpt @ogatopolitico pic.twitter.com/JDmkyCDyiZ— Eleitores do Bolsonaro (@andrejuniorJB) 1 de março de 2019
Quem é que apoia o Jean wyllys ir a Portugal mentir sobre o Brasil? compartilhem esse vídeo até chegar ao MIN das relações exteriores. @Al_jazeeraT @elCABRIELinHELL @ogatopolitico @talkaboutpt @romeu @jpintocoelho60 pic.twitter.com/eQEUtVDZDA— Eleitores do Bolsonaro (@andrejuniorJB) 1 de março de 2019
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sexta-feira, 1 de março de 2019
[Pernoitar, comer e beber fora] Orixás em Sintra: desculpa aí, meu rei, mas sem saravá!
Fomos, o casal HT/LT, o jeune homme, DT, e eu, ao restaurante
Orixás, que, como adivinhável, serve comida brasileira.
Há muito tempo tinha esse nome na
agenda a visitar. Desde que, às voltas com a organização do primeiro Encontro
de ex-Trabalhadores da Varig, Familiares e Amigos (realizado em 17 de maio de
2016), recebi e-mail de um ex-Trabalhador da Varig/Lisboa, se queixando do alto
custo da participação individual no “Curral dos Caprinos” e
sugerindo/mencionando este “Orixás”.
Pois bem, quatro anos passados resolvi
conhecer esse restaurante. (Atenção! Não em busca de alternativa para o local
do possível/futuro 5º Encontrão – o nível e as exigências não se misturam.)
O “Orixás” só serve jantares. Portanto,
estacionamos em frente ao casarão às 20h, pontualmente.
O restaurante publicita o custo de
23,50€: buffet com bebida. Mas, esta não será à discrição. Fique de olho.
Nós os quatro adentramos o casarão.
Como ainda não tinham aprontado a exposição do buffet, demos voltas pelos três
andares do casarão. Cheio de objetos e quadros essencialmente baianos, não se
chamasse “Orixás”. Até que fomos convidados a nos sentar e a iniciar o
banquete.
Gotas de Paz
Nelson Teixeira
Gotas podem ser vistas através
do orvalho da noite…
Gotas podem ser sentidas
através da chuva…
Gotas podem ser sentidas
através das folhas…
Gotas podem ser transformadas
em rios e até oceanos…
Gotas podem encher todos os
vales secos, transformando-os em oásis…
Gotas podem construir usinas
de energias, quando direcionadas ao objetivo da Luz…
Gotas também podem ser de
amor, construindo assim a união e o carinho entre todas as pessoas…
Gotas também podem significar
o aprendizado constante do nosso ser…
Gotas também podem significar
o amadurecimento…
Gotas podem ser de paz e assim
construir um oceano de união entre as pessoas que querem o mesmo objetivo, a
modificação íntima dos sentimentos...
Por isso o Gotas de paz, que
começou derramando gotinhas de conforto, de ânimo e consolo, hoje concretiza o
sonho de muitas gotas de paz e que estas sejam eternizadas em nosso íntimo,
para que desta forma possamos juntos construir um oceano de paz.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 1-3-2019
[Aparecido rasga o verbo] Será que a carta do ministro Ricardo Vélez, da Educação, ainda “pega o tatu”??!!
Aparecido Raimundo de Souza
CAUSOU A
NÓS TODOS, ou melhor, ainda causa, até agora (e quando mencionamos “nós todos”,
fazemos referência às senhoras e aos senhores acima dos oitenta anos), espanto
medo e não só espanto e medo, indignação, agastamento, cólera, exasperação e
fúria. Um furor, por sinal, tétrico, aterrador, monstruoso e temeroso, notadamente
temeroso em ver uma enormidade de professores (todos eles, sem exceção) brazzil
(grafado desta forma, por favor) sem fronteiras, do Oiapoque, no extremo norte
do Estado do Amapá, ao Chuí, extremo sul deste chão sem lei, vivendo com um salariozinho
de merda.
Norte idêntico, temos na berlinda, um minis’Si’nistro
representando a Pasta da Educação que se mostra preocupadíssimo com a falida civilidade
de um paisinho de bosta, de um rincão construído por debaixo dos panos. Um país
de espertos e oportunistas, uma nação que não tem rumo, prumo, destino, futuro,
rota ou porto seguro, muito menos este conjunto de formalidades conhecido como C
I V I L I D A D E.
E nosso medo (acima e abaixo) se funda exatamente
nisto. Na carta bombástica por ele escrita. Os meus leitores e amigos devem se
lembrar, que o ilustre Ricardo Vélez Rodriguez, enviou às escolas, uma carta exigindo
que se filmassem as crianças sem autorização dos pais, cantando o hino nacional
(grafado desta forma), à hora em que fosse hasteada a bandeira nacional (escrito
também desta forma, em minúsculo) e pasmem! -... que escrevessem,
mesmo trilho, uma carta e para apimentar mais a gororoba, incluíssem o “slogan”
eleitoral do atual presidente, na chamada hora cívica (hora cívica, com todo
respeito, só se nos quintos...) e que a depois se falasse dos heróis
brasileiros.
Isto só pode ser uma brincadeira! De mau gosto por
sinal. Os alunos, senhor minis’Si’nistro, não importa o estado da federação, querem
saber de cultura. Boa cultura. De educação, boa educação, aprendizado com
excelência. Entenda educação com excelência como aquela educação passada com majestade,
com perfeição e transparência. Não esta porra louca que vemos cotidianamente com
os olhos abertamente esbugalhados. Quanto aos heróis, quem são os nossos heróis?!
Batman? O Homem Aranha? Superman? Hulk? Mulher Maravilha? Capitão América?
Homem de Ferro? Estas figuras (as
outras) ridículas que o senhor chama de heróis não morreram de overdose?!
Deixemos para depois estas indagações. Voltemos ao
foco proposto no texto. Cantar esta porra de hino (por sinal, com uma letra cheia
de palavras retrógradas, desconhecidas, tipo plácidas, brado, fúlgido, penhor,
a imagem do Cruzeiro, que Cruzeiro, mano?!... impávido, florão, lábaro, etc.,
etc...) acastelado num vocábulo esquisito que só os literatos e os catedráticos
em língua portuguesa sabem ou saberiam explicar os significados ou noutro saco,
escrever cartinhas para o MEC (Ministététério da Educalção Camuflada), só pode
ser coisa de quem tem uma cabeça vazia, oca, sem nada. Uma cabeça de... ameba...
Charada (769)
um
famoso flautista
queriam
enviar-lhe
uma antiga e valiosa
flauta pelo correio,
como
reconhecimento
pela
sua mestria.
Porém,
os correios só
aceitavam
encomendas
que
não excedessem
1 metro de comprimento.
Considerando
que a
flauta
media 1,40m,
era
feita de uma só
peça
de ébano e não
podia
ser desmontada,
como resolveram
eles o problema?
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