domingo, 3 de março de 2019

Stop Treating Ilhan Omar Like A Child. Her Anti-Semitism Isn't 'Sad.' It's Consistent, Vicious, And Vile

Ben Shapiro

Photo: Joshua Roberts/Bloomberg

On Thursday, Rep. Ilhan Omar (D-MN) was caught on tape once again indulging in her favorite off-hours pastime – some cozy anti-Semitism with cheering fans. Omar, of course, has a long history of anti-Semitism: accusing Israel of “hypnotizing the world,” suggesting that American support for Israel is “all about the Benjamins,” backing the anti-Semitic BDS movement.

Now, appearing alongside fellow anti-Semitic Rep. Rashida Tlaib (D-MI), who herself recently accused American supporters of Israel of dual loyalty to Israel and is, along with Omar, a supporter of anti-Semitic boycott, divestment and sanctions from Israel, Omar reached for the anti-Semitic lever once again. First, Omar smiled when an audience member yelled, “It is about the Benjamins.” Then, she stated, “What I’m fearful of – because Rashida and I are Muslim – that a lot of our Jewish colleagues…go to thinking that everything we say about Israel to be anti-Semitic because we are Muslim….So for me, I want to talk about the political influence in this country that says it is okay to push for allegiance to a foreign country.”

This is, once again, anti-Semitism. It sets her "days since open anti-Semitism" calendar back to zero; for the record, she was only up to 18 days.

Suggesting that Jewish Americans are pushing for “allegiance” to a foreign country, or that American supporters of Israel are doing so, is a vicious conspiracy theory and a vile smear. Jewish Americans by and large support Israel not out of “allegiance” to Israel but because Israel protects victimized Jews all over the world, represents the sole liberal democracy in the Middle East, and provides valuable strategic partnership to the United States. But according to Omar and other anti-Semites, the only reason for American Jews to support Israel is because they are part of a secret club, disloyal to the United States and loyal only to the ethnic tribe.

O FC Porto só tem chances se o Benfica perder...

O Futebol Clube do Porto estava em primeiro lugar no campeonato português “Primeira Liga”, um ponto na frente do Benfica. Com a derrota de ontem por 2 a 1, o Benfica está no topo com dois pontos de vantagem.

O treinador do FC Porto, Sérgio Conceição [foto], declarou: “Aqui não há favoritismo. Há 10 jogos para disputar, 30 pontos para disputar e estamos aqui a lutar até ao fim".


Ó Serginho, e se o Benfica também ganhar os dez jogos que faltam? Será campeão. Só isso. A menos que perca um jogo ou empate dois... tô torcendo!

Enquanto isso, muita atenção à pedreira na quarta-feira: a Roma! Vencer significa mais uns cobres no cofre do clube.

[Atualidade em xeque] A APRUS e o MCDONALD'S

José Manuel

A nossa campanha pelas redes sociais tem sido intensa com a hashtag #AERUSACORDOJA (#aerusacordoja), chamando a atenção de todos para um acordo mais que desejado. Palmas para todos, em especial a dois colegas incansáveis na promoção da dita hashtag. O colega MAROILDO e a colega ELIZA MARTINS que estão seriamente comprometidos diariamente em colocar a hashtag nos trend topics.

Acredito que pelo Facebook estamos muito perto de conseguir, se já não chegamos. O ideal seria que usássemos o twitter também, pois é uma ferramenta muito usada pela família Bolsonaro para se comunicarem com a sociedade em geral, seja prestando contas do realizado, ou a realizar.

Posso quase afirmar que o Presidente já tomou conhecimento dos nossos apelos e certamente irá tomar alguma providência nesse sentido, apesar de toda a confusão em que o Brasil está metido, graças ao passado "terra arrasada" por que passou após 1985, ou o fim do governo militar.

Sabemos, todos sabem, que o Brasil é pródigo em se reerguer de cataclismos políticos e não seria diferente agora com um governo fortemente apoiado pela população. A Ação como é comumente chamada a DT (defasagem tarifária) da empresa VARIG, está ganha e em fase de execução, mas isso não é o problema e sim quando será pago. Nós estamos sinalizando ao governo que não queremos mais do que temos direito e principalmente que se faça cumprir o acordo ASSINADO e tripartite firmado entre a VARIG, o AERUS e a UNIÃO.

A DT, por força desse acordo terá que ser desmembrada entre o AERUS e a massa falida. Para que isso ocorra dentro da normalidade jurídica torna-se necessário que tenhamos REPRESENTATIVIDADE via uma associação de beneficiários/assistidos e portadora de um CNPJ, para que essa mesma associação possa estar em vigília, em contato direto com a UNIÃO e através de seus advogados não permitir que absolutamente nada saia dos trilhos. O que a APRUS pede a todos, assistidos ou ativos é uma contribuição simbólica e irrisória de R$ 30,00 (trinta reais) e descontado na folha do AERUS, para fazer face a despesas e automaticamente inclusão como associado, fazendo com que a REPRESENTATIVIDADE se materialize, e o tempo URGE.

Se formos colocar no papel, R$ 30,00, dependendo do mês, é menos que apenas UM REAL POR DIA! Caso você for ao McDonald's, qualquer lanchinho não sai por menos de R$ 15,00 não é mesmo?

Bravo, ministro Moro!

A “canção” que representará Portugal

Conan Osíris vai representar Portugal no Festival Eurovisão da Canção, em Telavive, em Israel, de 14 a 18 de maio.


"Telemóveis" foi a mais votada na final do Festival da Canção da RTP, que decorreu este sábado, dia 2 de março, na Portimão Arena.

[As danações de Carina] Carnaval

Carina Bratt

Nas nossas danações de hoje, falaremos não do país do carnaval, o Brasil. O Brasil é o país do carnaval, em todos os sentidos. Quanto a este fato, ponto pacífico. Não entraremos no mérito. Tampouco mencionaremos o primeiro romance de Jorge Amado, “O País do Carnaval” publicado pela primeira vez, em 1931, pela José Olympio. 


Discorreremos sobre o outro carnaval, aquele período de uma semana onde esta festa tida como popular e antiguíssima toma conta das pessoas e o bacanal, a orgia, a devassidão e a baderna correm livres leves e soltas como uma manada de cavalos e uma súcia de mulas desembestadas num vasto pasto de imensidão incalculável.

Como dissemos, o carnaval é um entretenimento popular. Perdura por uma semana e, em alguns lugares, até mais. Um evento que precede a quarta-feira de cinzas. Geralmente, quarenta e sete dias antes da Páscoa. Carnaval se traduz por folia, libertinagem, putaria, farra, lascividade e desordem.

Uma patuscada maluca e generalizada, onde os seres humanos perdem o bom senso e a compostura, além do comedimento, e, em nome de uma loucura interna, meio abrutalhada aprontam, a um só tempo, os sete pecados capitais multiplicados por mil. Na verdade, grosso modo, é a franga libertada de dentro da alma e do coração da raia miúda.

Dito de outra maneira mais abrangente. No carnaval muitos galos e galinhas, galinhas e galos do proletariado saem do armário e afloram como bichas (bichas ou bixas?!) marotas e impudicas, concentradas como defuntos e defuntas frescos e frescas, porém, com aqueles semblantes de cadáveres não dispostos a entenderem que partiram para o andar de cima. 

O carnaval teve a sua origem no Egito (não seria melhor a gente dizer agito?). Legal! Então vamos lá. O carnaval teve a sua origem no agito do Egito. E pasmem amigas! Há mais de dois mil anos A. C. Na Roma antiga, no dia 15 de fevereiro, se realizavam danças em honra de Pã. Pã, mulher do Pão? Negativo! Pã era o deus dos bosques, dos campos e dos rebanhos.

Pã tinha outros dois nomes meio hermafloditados. Um deles, Lupércio e o outro, Lupercos. Ele gostava mais do Lupércio. Os latinos (que se comunicavam, entre si, uivando), também o chamavam de Fauno e Silvano. Vez ou outra, de “Zé Brochado”. E por que “Zé Brochado?!”.

[Pensando alto] O universo paralelo e o brado retumbante de Zé Fifó

A beleza ideal está na simplicidade calma e serena.
Goethe

Não permito que nenhuma reflexão filosófica me tire a alegria das coisas simples da vida.
Freud

Pedro Frederico Caldas

Nascido José Emerenciano, foi reduzido a Zé, mas lhe foi incorporado ao nome o objeto de seu artesanato, fazedor de fifó que era, tornando-se Zé Fifó. Morava em casa de pau a pique, chão batido, fincada a uma légua de pequena cidade do sertão baiano. Zé Fifó, voz profunda e grave, de falar vagaroso e monocórdio, gestos suaves, criou oito filhos, sobrados de quatorze gravidezes, duas findadas por abortos naturais, quatro vingadas, mas de resultas abatidas por doenças, endemias e acidente ofídico.


Sua mulher, dona Escolástica Avarb, loura, olhos azuis, pele crestada pelo sol do sertão, de certo nível de conhecimento, chamada carinhosamente Cacá, alfabetizou toda a prole, sem descurar de outros deveres do lar e de uma pequena horta. Estoica, caráter forte, nunca murmurou uma queixa. Cinquenta e cinco anos de convivência cimentaram um casamento que parecia ter sido ontem. Filhos e filhas migraram, um a um, para São Paulo, onde, bem ou mal, tinham mais conforto que os pais. Um deles, segundo notícias em tinta e papel, vindas de tempos em tempos, estava muito bem, virara sindicalista, não precisava bater ponto, tinha casa e carro e vivia de alagodaça.

Zé Fifó, por todas essas injunções, vivia para o trabalho, dividindo-se no fabrico manual de fifós, feitos por encomenda ou para serem vendidos na feira de Sequeiro Grande, no cultivo de pequena horta e nas esporádicas diárias de enxada em fazendas das cercanias. Tinha gostos que amenizam a vida: a fumaça de vinte cigarros que lhe visitavam diariamente os pulmões e algumas doses de cachaça escorregadas goela abaixo com um estalar de língua, limitadas em número por fraqueza de bolso. Com esses dois pequenos prazeres, amaciava a labuta pela existência.

Toda semana ia à feira e à venda de Mané Chorão, em Sequeiro Grande, de caju em caju frequentada por um moço da capital, homem de garbo, anel de grau no dedo, óculos de pensador, proprietário de terras na região, por todos chamado doutor Odilardo, que falava bonito de se ver. O homem sabia de filosofia, de política, de economia, de história e até de previsão do tempo, segundo se comentava. Quando falava, todo mundo prestava atenção. Desancava o governo e os políticos. Dizia sempre que a pobreza era grande porque o governo roubava tudo em impostos e não deixava as pessoas trabalharem em paz. E sempre afirmava que todos precisavam abrir os olhos contra o governo e os políticos e nunca esquecia de arrematar, com seu palavreado formoso, que “o preço da liberdade era a eterna vigilância”.

Numa dessas feitas, pousou a mão no ombro de Zé Fifó – quanta honra! -, e disse: seu Zé, o senhor sabia que o maço do seu cigarro tem mais imposto que fumo e a graduação tributária é maior que graduação alcoólica da pinga que alegra sua vida? Zé Fifó perguntou a ele por que tanta maldade do governo. Com um sorriso nos lábios, de serena sapiência, respondeu que para os políticos eram “produtos supérfluos”.

Charada (771)

Qual é o
próximo número
da seguinte sequência?

1,2, 6, 42, 1806, ...

sábado, 2 de março de 2019

Sentir-se ofendido

Alexandre Garcia

O Ministro da Educação pediu desculpas por ter dito, em entrevista à Veja, que o brasileiro no exterior comporta-se como um canibal, roubando coisas dos hotéis e até assento salva-vidas do avião. Pediu desculpas “a quem tiver se sentido ofendido” – quer dizer, aos que fazem isso. Se a moda pega, vou ter que pedir desculpas àquela senhora que antes de desembarcar em Brasília, colocou a coberta da TAP na sua sacola. Terei que pedir desculpas para a brasileira que em Lisboa atrasou o voo para Roma, fazendo gritaria, porque queria guardar a bagagem dela na classe executiva, embora viajando na econômica. Vou ter que me desculpar aos brasileiros barulhentos que perturbavam o sossego do restaurante da Galleria Vittorio Emanuele, em Milão, para mostrar que lá estavam, e me envergonhei deles.


Quando saía do hotel em Punta del Este e o funcionário me fez abrir a mala para uma inspeção, fiquei revoltado, mas ele explicou que brasileiros levam toalhas, lençóis, luminárias e até abajur. Fiquei envergonhado de meus conterrâneos, mas, se tiver que repetir o ato do ministro, devo pedir desculpas a esses ladrões de hotéis. Vou pedir desculpas ao meu amigo que levou um pito de um porteiro de prédio, depois de atravessar fora da faixa de pedestre uma avenida de Santiago do Chile. Chamei meu amigo de incivilizado e agora vou pedir desculpas. Peço desculpas aos brasileiros que iam comendo sanduíche e jogando papel no lindo piso da rua Augusta{foto], na baixa lisboeta. Eu os critiquei em pensamento.


Já vi chineses cuspindo no corredor do avião, entre Hong-Kong e Beijing; egípcio acendendo fogareiro dentro do avião, sobre o Saara; americano agindo como bárbaro em Cancún; japonês enlouquecido em Honolulu; argentino fazendo algazarra em Florianópolis. Mas esses não me envergonham. Quando sou acordado à noite por brasileiros aos gritos no corredor do hotel em Viena, ou quando vejo meus conterrâneos pulando roleta no metrô em Paris, aí eu me envergonho. Será que devo pedir desculpas a quem me provoca vergonha? Não seria melhor fazer como o Ministro Vélez Rodríguez na entrevista, e sugerir que a educação talvez possa recuperá-los para a civilização?

“My Taylor is Swift”

A rainha, as serpentes e os Democratas

Enquanto está disponível na Netflix o trailer do seu espetáculo diabólico “Reputation”, retornam os ataques à rainha do pop, entre ciumeiras e lobby Democrata. Golpes que a revelam indestrutível.

Joseph Achoury Klejman



Em novembro de 2017, Society titulava “Taylor Swift: a cantora queridinha da América pró-Trump. A jovem cantora da Pensilvânia acabava de lançar o seu sexto álbum, Reputation, que batia recordes de vendas, e apesar disso, ela era atacada de todos os lados: diziam que era paranoica, reclusa; chegavam a compará-la a uma serpente: daí o título do seu álbum e a sua temática reptiliana. A artista lançava um concentrado de fel visando acertar as suas contas (“Look What You made Me Do” e o seu clip faraônico, “This Is Why We Can’t Have Nice Things”, um tema atacando Kanye West com meias palavras). Assim Taylor Swift empinava as vendas ao mesmo tempo que respondia aos ataques de seus adversários. A sem talento Kim Kardashain a trata de cobra? Que assim seja, toda a comunicação do seu novo álbum será centrada nesse tema. Descrevem-na como paranoica? Ora, ela renunciará a toda a promoção, concedendo uma única entrevista à sua revista oficial. Ao invés de decair, ela aumenta a legenda.



UM SILÊNCIO IMPERDOÁVEL

No entanto, sobra uma acusação que lhe é difícil de replicar: ela seria pró-Trump. Quem prova? Ela não fala de política nas suas canções, portanto, quem nada diz consente. Grotesco. Taylor Swift considera, sem dúvida, com lucidez, que não é dever de uma cantora para teenagers de espalhar as suas opiniões ao longo das canções. Que grande erro! Num mundo onde a palavra de uma Beyoncé vale mais que a de um escritor, e onde Kanye West pondera seriamente se candidatar em 2024 à Casa Branca, todo o mundo tem que ter uma opinião e se apressar em informar toda a humanidade. Mas na condição de ter uma opinião Democrata, é óbvio!

No seu livro Primetime Propaganda, Ben Shapiro demonstrou de maneira magistral o alagamento de Hollywood pelos Democratas, que aproveitaram para promover sem escrúpulos a agenda política do partido. A indústria musical não foi poupada.

A crônica de Joana Bento Rodrigues e os feminazis

Cristina Miranda

Ainda estou em estado de choque com as reações a uma  crónica de opinião  de uma médica sobre as Mulheres. Gente que escreve em publicações e que se julga com superioridade moral e intelectual dispararam violentamente não poupando sequer insultos por ela ter dito o que pensava sobre o tema. Seria cómico se não fosse trágico, o facto de terem simplesmente distorcido o sentido às palavras tão cristalinas da autora. É que não encontrei nada no texto de que acusam Joana Bento Rodrigues: fascismo, inimiga das mulheres, machista de saias.

O problema do texto em causa é que contém verdades inegáveis e por isso provocam a ira dos feminazis (feministas nazistas/fascistas masculinos e femininos) que não suportam quem os contrarie nas suas “verdades alternativas” contrárias à natureza humana. Mas peca por generalizar uma vez que a natureza das mulheres, numa escala minoritária, foge a esta regra geral. Só isso.

Quando a autora diz que a mulher é “naturalmente feminina, gosta de se arranjar e sentir-se bonita, ter a casa cheirosa e bem arrumada e decorada, gosta de cuidar e receber, e chama a si muitas tarefas domésticas”, onde está a mentira nisto? Quem tem a coragem de contrariar que a maioria das mulheres gostam de ser femininas, e em casa são quem tomam os comandos daquele espaço (o lar) onde são elas que predominantemente decidem sobre tudo e onde o companheiro apenas complementa essa ajuda? Só eu é que tropeço aos pontapés em mulheres assim?



Quando a autora  refere que a mulher “procura no matrimônio amparo e necessidade de segurança, que gosta de se sentir útil dentro da relação, de ser a retaguarda para a estabilidade familiar, para que marido possa ser bem sucedido porque esse sucesso também é seu e que não se incomoda se tem rendimentos inferiores (não se refere a salários diferentes para mesma função)  ao marido pois orgulha-se que ele seja bem sucedido porque lhe transmite segurança” e status, isto é mentira? Quem tem coragem de contrariar quando é sabido que toda a mulher que opta por ter uma relação séria e duradoura procura que seja com alguém bem-sucedido e estabilizado na vida? Só eu é que esbarro nelas?

Quando ela diz que as mulheres “que têm a carreira condicionada por terem optado por assumir o papel de esposa e mãe contam com o suporte e apoio do marido, para que nada falte e que  o casal, enquanto um só e atuando em uníssono, pode optar pela inversão destes papéis, que em nada diminuiu qualquer dos elementos, desde que movidos por objetivos comuns e focados no Amor”, que a maternidade é um apelo biológico e que a vida é feita de opções,  está a mentir? Não, não está.

Homofobia e racismo

Percival Puggina

Partidos de poucos votos na urna e no Congresso Nacional, pavoneando-se mesmo assim como representantes das mais sentidas reivindicações populares, adquiriram o hábito de levar suas pautas diretamente ao STF. Ser bem-sucedido ali é muito mais fácil do que obter apoio e maioria entre 513 deputados e 81 senadores. Por isso, buscam o atalho judiciário, onde lhes basta a simpatia de meia dúzia de togados ativistas. Tão simples quanto impróprio. Parlamento para quê?

Nos últimos anos, nossos onze ministros se aferraram com braços e pernas à tese de que seu poder cumpre função contra majoritária. Não é uma beleza? Cabe-lhes, então, por via de consequência, incontido empenho pró-minoritário, tornando-os avessos aos resultados das deliberações repulsivamente majoritárias do Congresso Nacional.

O imenso voto dissertado pelo ministro Celso de Mello na ação que clama pela criminalização da homofobia surpreendeu a nação. Do que disse, pode-se concluir que o decano identifica no Congresso Nacional, em primeiro lugar, o vício infame de decidir por maioria e, em segundo lugar, uma demora em deliberar que – aí digo eu – só é superada pelo próprio STF.

É desnecessário aos fins deste artigo reiterar o que já escrevi em vários outros: nos parlamentos, não deliberar é uma forma legítima de deliberação, quase sempre orientada pelos próprios autores de projetos que reconhecidamente não contam com votos para aprovação. E o STF, em tempos de ativismo judicial, tem passado um trator sobre textos claríssimos da Constituição. Foi o que aconteceu quando autorizou a criação de cotas raciais como medida temporária (se permanente seria inconstitucional). Perenizou-se, assim, a multiplicar-se por prazo indefinido, a aberrante inconstitucionalidade. Foi, também, o que aconteceu quando o STF reduziu a pó o artigo 226 da Constituição que reconhece, para efeito da proteção do Estado, a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar. E quando Lewandowski pegou uma faca e fatiou o impeachment de Dilma Rousseff. Alertam-me amigos juristas sobre outros casos em que o STF produz sentenças aditivas maquilando-as com “interpretação conforme a Constituição”. É mais ou menos o que está sendo alinhavado em relação ao aborto.

Um pasquim LGBT contra a Igreja

Roberto de Mattei

Um pasquim LGBT contra a Igreja. O título é Sodoma [No Armário do Vaticano, em Portugal] e o autor Frédéric Martel, um conhecido ativista LGBT francês. O livro, no entanto, nasceu em Itália, durante uma conversa entre o autor e o editor Carlo Feltrinelli, filho de Gian Giacomo, o editor-terrorista que morreu a 14 de março de 1972, enquanto colocava uma bomba numa treliça da Enel em Segrate. Sodoma será apresentado nos próximos dias em oito idiomas e em vinte países.


O lançamento oficial ocorrerá no dia 21 de fevereiro, coincidindo com a abertura da cimeira do Vaticano dedicada ao abuso sexual de menores. É, portanto, uma poderosa operação mediática que tem como alvo a Igreja Católica. O autor do livro, Frédéric Martel, apresentado pela imprensa com os títulos, de vez em quando diferentes, de sociólogo, investigador, historiador, alcançou uma certa popularidade com o seu mais recente ensaio, traduzido em várias línguas, Global Gay, dedicado à marcha triunfante de hoje do movimento gay em todo o mundo.

Envolvido diretamente em inúmeras associações ativas na difusão da agenda LGBT, Martel trabalha há anos na linha da frente no processo de promoção e “normalização” da homossexualidade. A “militância” LGBT do autor de Sodoma levou-o a ser um dos principais promotores da lei n.º 99-944 de 15 de novembro de 1999 (Du pacte civil de solidarité et du concubinage), o chamado PACS, que introduziu as uniões civis em França. Nos anos seguintes, o ativista LGBT continuou a contribuir para a causa homossexual, dedicando numerosos artigos a favor da introdução do pseudo-casamento homossexual em França até à sua completa legalização, ocorrida a 18 de Maio de 2013.

Martel aborda agora a sodomia na Igreja, alegando ter realizado um inquérito sobre o tema, com duração de 4 anos, entrevistando cerca de 1500 pessoas no Vaticano e em vários países do mundo. Na realidade, o que falta no livro é precisamente a documentação. Nada sabemos, depois da sua leitura, para além do que já se sabia sobre a difusão da homossexualidade na Igreja.

Este gravíssimo problema, trazido à luz pelo testemunho do Arcebispo Carlo Maria Viganò, foi analisado cientificamente e documentado por dois estudiosos polacos, o P. Dario Oko e o P. Andrzej Kobyliński, autores de estudos que foram ignorados pela imprensa internacional. Mas Martel não procura a verdade, tem uma tese ideológica para provar e nas suas páginas não demonstra, mas sugere, insinua, calunia, denigre.

Monsenhor Battista Ricca, definido por Sandro Magister como «o prelado do lobby gay», abriu-lhe as portas do Vaticano. «Explica-me minuciosamente como passar o controlo dos gendarmes e, depois, dos guardas suíços. Encontrarei frequentemente este prelado de olhos líquidos, um atirador próximo de Francisco que conheceu a glória e a desgraça. Como veremos, é a ele que devo ter podido estar alojado numa das residências do Vaticano». O autor conta que se instalou em Roma uma semana por mês, «permanecendo regularmente dentro do Vaticano graças à hospitalidade de outros prelados que muitas vezes revelaram ser “da paróquia”; “cerca de quarenta cardeais e centenas de bispos, monsenhores, padres e núncios (os embaixadores do Papa) aceitaram encontrar-se comigo. Entre estes, supostos homossexuais, presentes todos os dias no Vaticano, fizeram-me penetrar no seu mundo de insiders».

[AERUS] E Baggio responde a Raposo...



De: Comissão Aerus RS <comissaoaerusrs@gmail.com>
Enviada em: sexta-feira, 1 de março de 2019 22:28
Para: undisclosed-recipients:
Assunto: Fwd: Mensagem do Presidente da APRUS

PREZADOS PARTICIPANTES E ASSISTIDOS DO AERUS

Estamos repassando esclarecimentos da Graziella, em resposta a uma mensagem que esta sendo divulgada por email e nas redes sociais.
Leiam com atenção.


---------- Forwarded message ---------
From: APRUS <aprus@aprus.com.br>
Date: qui, 28 de fev de 2019 às 13:13
Subject: Mensagem do Presidente da APRUS

Bom dia,
Volta e meia nos surpreendemos com mensagens de pessoas ou mal intencionadas ou mal esclarecidas que geram dúvidas naqueles menos informados, aproveito assim para comentar certa mensagem que navega pela internet lançando dúvidas e venenos.
Assim acompanhemos os “escritos” e em seguida meus comentários em negrito:

“...é absurdamente revoltante os próprios participantes sequer ter noção do calendário de pagamento de algo que conquistamos e sequer podemos dizer que é eterno, por se tratar de uma tutela mas que está garantindo a sobrevivência de cada participante e familiar.”

Frases de efeito sem nexo, pois todos nós sabemos que existe verba no orçamento da UNIÃO e que o pagamento do AERUS sai sempre no segundo dia útil do mês, mas é importante nos alertarmos sobre a garantia da tutela, pois na verdade há pessoas que desejam com todas as suas forças que a defasagem tarifária, que é a garantia da antecipação de tutela, vá para a área de falência, e então todos nós assistidos, pensionistas e não assistidos nada viríamos a receber.

Só existe previsão de pagamento já aprovado e liberado pelo governo por conta da “Tutela antecipada “, senão jamais existiria pagamento até hoje ou até qdo ela estiver em vigor . 

Pelos argumentos utilizados por vc   a União não foi condenada e a Defasagem Tarifária vai pagar a todos os participantes do Aerus aposentados com a DT  e não conseguirá pagar nenhum dos ativos pq não sobra dinheiro , além disso irá  descontar o que já  foi  recebido da tutela antecipada  e não importa a patrocinadora .Portanto vc  demonstra total desconhecimento da Ação Civil Pública . 

Prejudicando os trabalhadores das demais patrocinadoras que inclusive foram contemplados e não estão recebendo a tutela .ex. Riosul, Nordeste,Variglog,Frbpar ,Transbrasil, Interbrasil  etc.....

A "figura" mentindo em Portugal...




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Charada (770)

Descubra os
diferentes
anagramas
da palavra
SERPA.

sexta-feira, 1 de março de 2019

[Pernoitar, comer e beber fora] Orixás em Sintra: desculpa aí, meu rei, mas sem saravá!

Fomos, o casal HT/LT, o jeune homme, DT, e eu, ao restaurante Orixás, que, como adivinhável, serve comida brasileira.


Há muito tempo tinha esse nome na agenda a visitar. Desde que, às voltas com a organização do primeiro Encontro de ex-Trabalhadores da Varig, Familiares e Amigos (realizado em 17 de maio de 2016), recebi e-mail de um ex-Trabalhador da Varig/Lisboa, se queixando do alto custo da participação individual no “Curral dos Caprinos” e sugerindo/mencionando este “Orixás”.

Pois bem, quatro anos passados resolvi conhecer esse restaurante. (Atenção! Não em busca de alternativa para o local do possível/futuro 5º Encontrão – o nível e as exigências não se misturam.)

O “Orixás” só serve jantares. Portanto, estacionamos em frente ao casarão às 20h, pontualmente.
O restaurante publicita o custo de 23,50€: buffet com bebida. Mas, esta não será à discrição. Fique de olho.


Nós os quatro adentramos o casarão. Como ainda não tinham aprontado a exposição do buffet, demos voltas pelos três andares do casarão. Cheio de objetos e quadros essencialmente baianos, não se chamasse “Orixás”. Até que fomos convidados a nos sentar e a iniciar o banquete.

Gotas de Paz

Nelson Teixeira

Gotas podem ser vistas através do orvalho da noite…
Gotas podem ser sentidas através da chuva…
Gotas podem ser sentidas através das folhas…

Gotas podem ser transformadas em rios e até oceanos…
Gotas podem encher todos os vales secos, transformando-os em oásis…
Gotas podem construir usinas de energias, quando direcionadas ao objetivo da Luz…

Gotas também podem ser de amor, construindo assim a união e o carinho entre todas as pessoas…
Gotas também podem significar o aprendizado constante do nosso ser…
Gotas também podem significar o amadurecimento…

Gotas podem ser de paz e assim construir um oceano de união entre as pessoas que querem o mesmo objetivo, a modificação íntima dos sentimentos...

Por isso o Gotas de paz, que começou derramando gotinhas de conforto, de ânimo e consolo, hoje concretiza o sonho de muitas gotas de paz e que estas sejam eternizadas em nosso íntimo, para que desta forma possamos juntos construir um oceano de paz.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 1-3-2019

[Aparecido rasga o verbo] Será que a carta do ministro Ricardo Vélez, da Educação, ainda “pega o tatu”??!!

Aparecido Raimundo de Souza

CAUSOU A NÓS TODOS, ou melhor, ainda causa, até agora (e quando mencionamos “nós todos”, fazemos referência às senhoras e aos senhores acima dos oitenta anos), espanto medo e não só espanto e medo, indignação, agastamento, cólera, exasperação e fúria. Um furor, por sinal, tétrico, aterrador, monstruoso e temeroso, notadamente temeroso em ver uma enormidade de professores (todos eles, sem exceção) brazzil (grafado desta forma, por favor) sem fronteiras, do Oiapoque, no extremo norte do Estado do Amapá, ao Chuí, extremo sul deste chão sem lei, vivendo com um salariozinho de merda.

Norte idêntico, temos na berlinda, um minis’Si’nistro representando a Pasta da Educação que se mostra preocupadíssimo com a falida civilidade de um paisinho de bosta, de um rincão construído por debaixo dos panos. Um país de espertos e oportunistas, uma nação que não tem rumo, prumo, destino, futuro, rota ou porto seguro, muito menos este conjunto de formalidades conhecido como C I V I L I D A D E.

E nosso medo (acima e abaixo) se funda exatamente nisto. Na carta bombástica por ele escrita. Os meus leitores e amigos devem se lembrar, que o ilustre Ricardo Vélez Rodriguez, enviou às escolas, uma carta exigindo que se filmassem as crianças sem autorização dos pais, cantando o hino nacional (grafado desta forma), à hora em que fosse hasteada a bandeira nacional (escrito também desta forma, em minúsculo) e pasmem! -...   que escrevessem, mesmo trilho, uma carta e para apimentar mais a gororoba, incluíssem o “slogan” eleitoral do atual presidente, na chamada hora cívica (hora cívica, com todo respeito, só se nos quintos...) e que a depois se falasse dos heróis brasileiros.

Isto só pode ser uma brincadeira! De mau gosto por sinal. Os alunos, senhor minis’Si’nistro, não importa o estado da federação, querem saber de cultura. Boa cultura. De educação, boa educação, aprendizado com excelência. Entenda educação com excelência como aquela educação passada com majestade, com perfeição e transparência. Não esta porra louca que vemos cotidianamente com os olhos abertamente esbugalhados. Quanto aos heróis, quem são os nossos heróis?! Batman? O Homem Aranha? Superman? Hulk? Mulher Maravilha? Capitão América? Homem de Ferro?  Estas figuras (as outras) ridículas que o senhor chama de heróis não morreram de overdose?!  

Deixemos para depois estas indagações. Voltemos ao foco proposto no texto. Cantar esta porra de hino (por sinal, com uma letra cheia de palavras retrógradas, desconhecidas, tipo plácidas, brado, fúlgido, penhor, a imagem do Cruzeiro, que Cruzeiro, mano?!... impávido, florão, lábaro, etc., etc...) acastelado num vocábulo esquisito que só os literatos e os catedráticos em língua portuguesa sabem ou saberiam explicar os significados ou noutro saco, escrever cartinhas para o MEC (Ministététério da Educalção Camuflada), só pode ser coisa de quem tem uma cabeça vazia, oca, sem nada. Uma cabeça de...  ameba...

Charada (769)

Os admiradores de
um famoso flautista
queriam enviar-lhe
uma antiga e valiosa
flauta pelo correio,
como reconhecimento
pela sua mestria.
Porém, os correios só
aceitavam encomendas
que não excedessem
1 metro de comprimento.
Considerando que a
flauta media 1,40m,
era feita de uma só
peça de ébano e não
podia ser desmontada,

como resolveram
eles o problema?