terça-feira, 7 de outubro de 2025

[Livros & Leituras] Revistas: XXI, Nova Águia e Front Populaire

XXI, Revue 21- Enquêtes et grands reportages, nº 70, automne 2025, 162 pages. 

Abonnement non renouvelé

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Nova Águia – Revista de Cultura para o Século XXI, nº 36, 2º semestre 2025, Zéfiro – Edições e Atividades Culturais, Terrugem,-Sintra, 288 páginas.

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A ONU e o Teatro do Cinismo Global

Esta é a falência ética da organização: proclamar valores universais enquanto os entrega à tutela de quem os viola sistematicamente

João Maurício Brás

A Organização das Nações Unidas nasceu, em 1945, como guardiã de uma promessa: assegurar a paz, proteger a dignidade humana e defender valores universais. Hoje, porém, tornou-se um espelho grotesco da realpolitik internacional. Entre proclamações solenes e resoluções morais, a organização converteu-se num teatro de cinismo global, onde os piores infratores dos direitos humanos podem assumir o papel de juízes da virtude.

Os exemplos são tão numerosos quanto caricaturais. O Irão, onde mulheres podem ser condenadas por mostrarem o cabelo, sob sanções pelo seu programa nuclear e acusado de financiar grupos armados, integra gabinetes dedicados à paz e ao desarmamento, numa espantosa inversão orwelliana da linguagem. A Arábia Saudita, cuja política externa se tem centrado na modernização do país, sobretudo através do futebol, só recentemente concedeu às mulheres o direito de conduzir e ainda lhes nega liberdades fundamentais, foi eleita para comissões responsáveis pelos direitos das mulheres. A China, frequentemente acusada de graves violações dos direitos humanos, desde a repressão sistemática dos uigures até à censura e perseguição de dissidentes, ocupa um lugar destacado no Conselho dos Direitos Humanos. É como se os lobos não apenas guardassem o rebanho, mas até presidissem à assembleia das ovelhas.

Esta sucessão de absurdos não é acidente; é função do próprio sistema. A ONU opera segundo uma lógica de rotatividade regional e de negociação diplomática que coloca interesses estratégicos acima de qualquer coerência moral. As alianças pesam mais do que os princípios, e o resultado é inevitável: países com históricos negros transformam-se em árbitros de causas que violam todos os dias. É o triunfo do cinismo institucional: um mundo onde os proclamados guardiões da moralidade internacional são, frequentemente, os seus mais persistentes demolidores. Os critérios não são uniformes. Os massacres de cristãos na Nigéria e em Moçambique, a perseguição a homossexuais, a subalternização da mulher e as populações regidas por tiranias brutais não merecem mais do que uma referência episódica, em contraste com a sanha anti-Trump e anti-Israel. A estranha ideia de justiça desta ONU faz dos países ocidentais o seu campo de batalha, leia-se os responsáveis preferenciais, enquanto nações totalitárias ficam, de modo muito suspeito, à margem.

Dificuldades para a Teoria do Contrato Social

James Rachels

A Teoria do Contrato Social é uma das quatro principais opções na filosofia da moral atual. As outras são o Utilitarismo, o Kantianismo e a Teoria da Virtude. Não é difícil entender o porquê

A teoria explica muita coisa sobre a vida moral de um jeito econômico e sensato. O que pode ser dito contra ela? As duas objeções seguintes parecem ser as de maior peso.

1 – A objeção mais comum tem sido a de que a Teoria do Contrato Social é baseada numa ficção histórica. Pede-se que se imagine que as pessoas uma vez já viveram isoladas umas das outras; e que elas acharam algo de intolerável; então por fim se uniram, concordando em seguir regras sociais de benefício mútuo. Mas nada disso nunca aconteceu. É apenas uma fantasia. Portanto, qual a sua relevância?

Sem dúvida, se as pessoas, tivessem se unido dessa forma, poderíamos explicar suas obrigações umas para com as outras como sugere a teoria: elas seriam obrigadas a seguir as regras porque teriam se comprometido a fazê-lo. Mesmo assim, ainda haveria problemas. Teríamos de enfrentar questões como: O arranjo foi unânime? Em caso negativo, o que fazer com as pessoas que não assinaram – não é exigido que elas ajam moralmente?

E se o contrato foi consumado há muito tempo, deveríamos nos sobrecarregar por causa dos acordoas assumidos por nossos ancestrais? Em caso negativo, como o “contrato” é renovado a cada nova geração?

Suponha que alguém diga “Eu não concordei com esse contrato e não quero participar dele.” Na verdade, nunca houve tal contrato, portanto, nada pode ser inteligentemente explicado apelando-se a isso.

Conforme a observação perspicaz de um crítico, o contrato social “não vale o papel em que não está escrito”

Em resposta, deve ser dito que há um contrato social implícito pelo qual estamos todos interligados. Na verdade, nenhum de nós assinou um contrato “real” – não há uma folha de papel com as assinaturas. Contudo, um acordo social muito parecido com aquele descrito pela Teoria do Contrato Social com certeza existe: há um conjunto de regras ao qual todos reconhecem estar ligados e todos nós nos beneficiamos do fato que essas regras são seguidas.

Cada um de nós aceita os benefícios conferidos por esse acordo e, mais do que isso, esperamos e encorajamos as pessoas a continuarem a observar as regras. Esta é uma descrição do estado atual das coisas, não é ficção. Ao aceitarmos os benefícios deste acordo, deixamos recair em nós mesmos a obrigação de fazer nossa parte para apoiá-lo – em outras  palavras, fazemos o que chamamos de reciprocidade.

Israel’s Reported Transfer Of US Patriots To Ukraine Won’t Significantly Change Anything

Andrew Korybko 

It would be regrettable from Russia’s perspective but not surprising if true

Zelensky claimed in late September that “The Israeli system has been operating in Ukraine for a month. We will receive [another] two Patriot systems in the fall, that’s all I’m going to say.” This follows long-running reports, previously denied by the Israeli Foreign Ministry as recently as June, that Israel agreed to a triangular arrangement whereby it’ll return these US systems for refurbishment before the US then transfers them to Ukraine. It was assessed here at the time that this would harm ties with Russia if true.

That analysis also assessed that “Russia will probably just file a formal complaint and at most flirt with designating Israel as an ‘unfriendly country’”, but “the second possibility can’t be taken for granted” given their interests in Syria vis-à-vis Turkiye and Israel continuing to defy US pressure to sanction Russia. Nevertheless, in spite of the aforesaid, Israel might have still very well gone along with the US’ triangular arrangement for bolstering Ukraine’s air defenses for the reasons that’ll now be explained.

In brief, Russia is no longer a significant factor in Syria’s domestic, foreign, or security affairs, thus reducing its utility to Israel there and correspondingly eroding Israel’s prior resistance to this proposal. Moreover, even though Russia wisely chose not to ally with the now-defeated Resistance Axis last fall when Israel crushed Hezbollah and didn’t step in to defend Iran during this summer’s joint Israeli-US bombing campaign, Israel still presumably dislikes the continued closeness of Russian-Iranian ties.

“Eu sou da ideia que nós deveríamos abrir uma exceção e colocar a pena de morte, e fuzilar de vez Bolsonaro e sua família”


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6-10-2025: Oeste sem filtro – Por telefone, Lula finalmente conversa com Donald Trump + O 'retiro espiritual' de Luís Roberto Barroso

A militância de redação está eufórica com a conversa entre Trump e o Descondenado. Mas há motivos para eles comemorarem?

Leandro Ruschel

A militância de redação está eufórica com a conversa entre Trump e Lula — ainda que dela não tenha resultado um único avanço concreto. 

O que o Descondenado busca? O fim das tarifas comerciais e das sanções impostas a autoridades brasileiras envolvidas em sistemáticas violações de direitos humanos. 

E o que Trump quer? O fim do regime de censura e perseguição política em curso no Brasil, que culminou na prisão e condenação do ex-presidente Bolsonaro — além de eleições livres no país. 

Vale lembrar: Trump também foi alvo do mesmo tipo de perseguição política, dentro e fora dos tribunais. 

Nos comunicados oficiais, tanto o governo brasileiro quanto o americano afirmaram que a conversa foi “boa” e que um novo encontro será realizado em breve. 

Mas o ponto mais relevante está na condução das negociações. Do lado americano, elas ficarão sob responsabilidade de Marco Rubio, filho de exilados políticos cubanos e atual Secretário de Estado, conhecido por seu ódio declarado ao comunismo latino-americano e à ditadura chinesa. 

O governo Trump enxerga o regime brasileiro como uma ditadura de esquerda antiamericana. 

Diante desse diagnóstico, que tipo de acordo pode surgir? 

[Aparecido rasga o verbo] O incrédulo às vezes cria asas e voa entre os mortais

Aparecido Raimundo de Souza

Explicação necessária:
Um dia, o Tonho entrou na floresta que existia perto do prédio onde estudava. Extremamente curioso, mas cético e zombeteiro, queria provar que tudo que os seus colegas falavam com relação ao mundinho onde viviam naquele povoado distante de São Paulo se fazia normal. Mas lá, entre as árvores dessa floresta, onde ninguém tinha coragem de ir e ele se dispôs a encarar, uma coisa muito, muito exótica e insólita aconteceu. Esse texto é a narrativa dessa aventura meio alienígena, contada como de fato, se passou. Essa historinha por mim criada, é ousada, engraçada e cheia de alma. Ela desafia a lógica, mas abraça a imaginação. E isso é exatamente o que a literatura adulta precisa. Os rapazes e as moças de hoje não querem historinhas certinhas com lições morais previsíveis. Eles querem se surpreender, rir, se emocionar e pensar: “Ué, tudo o que esse imbecil desse cara metido a escritor falou nesse texto idiota pode, de fato, acontecer? ”Claro que sim.

COMO TODA HISTÓRIA dos meus tempos de criança, a minha também começa assim: era uma vez, faz muito, muito tempo, um rapaz interiorano de dezesseis anos de idade, chamado Tonho, inocente e cético, só levava fé naquilo que via diante da sua pequenez. Dito de forma mais abrangente. O rapaz não acreditava em nada. Se alguém dizia que viu uma estrela cadente, ele retrucava, brabo: “Mentira!” Se falavam de dragões ou fadas, ele dava contra: “Isso não existe!”. Foi no meio dos cipós dançantes que ele, certo dia, encontrou algo... algo diferente. Essa é a história desse rapazola, sem tirar nem pôr e desse “algo diferente”. Exatamente como aconteceu...

O sujeito a entrar em cena a seguir, é um orangotango. O nome dele, Boris. Mas pasmem, esse cidadão não é um orangotango qualquer. Para começar, a figura não tem cabeça. Assim que o Bebeto, o seu colega de turma, mesma sala, carteiras coladas comentou sobre essa história, aliás, uma história pra lá de surreal, de cara, o Tonho se abriu numa gargalhada sonoramente gostosa. E mandou bala:
— Conversa pra boi dormir, Bebeto. Você está brincando comigo. Não existe nada no mundo em que vivemos que não tenha cabeça.
— É mesmo? E o que você me diz da tal mula sem?
— Fala sério! Você ainda acredita nisso? Bobagem. Literatura barata. Invenção de gente que não tem o que fazer... e gosta de escrever merda...

Todavia, a coisa não parou por aí. Evoluiu. Criou forma. A turma, em peso, passou a falar abertamente sobre o tal do orangotango descabeçado que rondava pelas redondezas. Não demorou muito tempo, a escola inteira, os professores, funcionários, pais e mães, enfim, todos os moradores do bucólico e distanciado São José do Olho Virado, esquecido na poeira de muitos quilômetros de São Paulo, resolveram comentar sobre essa história maluca. A ponto de, num final de semana, o Tonho, já de saco cheio com essa conversa para ingleses verem, resolveu por conta própria e risco tirar a patacoada e colocar a coisa em pratos limpos.

[Livros & Leituras] Os Elementos da Filosofia da Moral

James Rachels, Editora Manole, Barueri, SP, quarta edição 2006, 282 páginas. 

Este best-seller introduz as principais teorias da ética através de capítulos maravilhosamente escritos. Os destaques da quarta edição incluem uma nova seção sobre o utilitarismo indireto e um aprimoramento acerca da discussão de "como seria uma teoria satisfatória".

Eles são complementados por exemplos esclarecedores, incluindo novas discussões sobre o recente caso das gêmeas siamesas da Inglaterra, o protesto de Elizabeth Anscombe contra a Oxford University pela premiação de um título honorário a Harry Truman, e o heroísmo de Raoul Wallenberg no final da Segunda Guerra Mundial.

Os capítulos foram escritos de forma que possam ser lidos independentemente – eles são, na verdade, ensaios separados sobre uma variedade de tópicos. Assim, uma pessoa interessada em Egoísmo Ético poderá ir diretamente ao capítulo 6 e encontrar uma introdução independente dessa teoria.

Quando lidos em ordem, entretanto, eles contam uma história de certa forma contínua.

O primeiro capítulo apresenta uma "concepção mínima" do que é moralidade; os capítulos intermediários cobrem as teorias éticas gerais mais importantes (com algumas digressões à medida que parece apropriado); e o capítulo final explica minha própria visão sobre o que deveria ser uma teoria da moral satisfatória.

O leitor encontrará, então, uma análise das ideias, das teorias e dos argumentos divergentes.

Muito bom!

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segunda-feira, 6 de outubro de 2025

Elon Musk lidera boicote à Netflix por série infantil com temática transgênero

Paulo Hasse Paixão 

Um orgânico e viral boicote à Netflix foi iniciado por Elon Musk, depois do patrão da Tesla ter criticado no X a plataforma de streaming por criar uma série infantil com temática transgénero.

A série, Dead End Paranormal Park, produzida pela Netflix, apresenta uma personagem trans (de 14 anos) que promove ativamente o seu estilo de vida e sexualidade transgênero. A série é anunciada para maiores de sete anos.

Elon Musk, conhecido pela sua forte posição contra a identidade de gênero, desencadeou o boicote após ter apelado aos seus 226,9 milhões de seguidores que cancelassem a Netflix.

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Five Reasons Why The Latest Czech Elections Were So Important

Andrew Korybko 

This could most significantly provide the domestic political basis for reviving the Visegrad Group

Populist-nationalist politician Andrej Babis is poised to return to the premiership after his party’s victory in the latest elections. They lack a majority but are expected to build a coalition with some of the smaller parties that share their worldview. This is a major development since Czechia has been under liberal-globalist control since Babis lost re-election in 2021, and although former high-level NATO official Petr Pavel is still president, the prime minister has more power. Here’s why his return is so important:

1. Czechia Might Soon Move To The Right On Socio-Cultural Issues

The coalition that he’s expected to build with smaller like-minded parties could push him closer to the right on socio-cultural issues due to their more hardline views. One of Reuters’ media platforms is very concerned about this scenario and warned that “Czech vote puts same-sex marriage, LGBTQ+ rights in the balance”. According to their assessment, he might seek to draft his own version of Hungary’s anti-LGBT propaganda bill and/or enshrine two genders in the constitution like neighboring Slovakia just did.

2. It’ll Also Likely Implement A More Pragmatic Policy Towards Ukraine

The era of Czechia providing maximum political-military support for Ukraine might soon be over if Babis’ post-election comments are anything to go by. He declared that it’s not ready to join the EU and strongly suggested cutting off military-technical aid too. The latter could see Czechia disband the Western initiative that it leads for scouring the world for ammo for Ukraine or transferring control of it to NATO, either of which could lead to supply disruptions that weaken the front, according to the New York Times.

3. The “Orban Model” Could Therefore Prove Its Applicability In the Region

If Babis behaves as expected on the domestic and foreign policy fronts, then this would prove the applicability of the so-called “Orban model” in Central Europe. Slovak Prime Minister Robert Fico’s return to office in October 2023 saw him promptly following in his Hungarian counterpart’s footsteps, but some observers questioned whether this was really the start of a trend. All doubts would be dispelled if Babis did the same, which would confirm the relevance of this model to the region.

A fraude como método

Henrique Pereira dos Santos


Não, não vou falar da fraude usada pelos barquinhos para fazer a sua performance política, insistindo que se tratava de uma missão humanitária quando, evidentemente, não transportavam nenhuma ajuda humanitária relevante (sim, as autoridades israelitas dizem que não encontraram ajuda humanitária relevante nos barcos, mas são as autoridades israelitas, parte interessada, portanto as suas informações devem ser ouvidas com a cautela com que se ouvem partes interessadas sobre o que quer que seja, mas a quantidade de indícios que, desde o primeiro dia, apontavam para a inexistência de ajuda humanitária relevante nos barcos é esmagadora e só a opção mediática de fingir que não os viam explica o sucesso dessa fraude nas opiniões públicas da Europa).

O que me interessa é a posição oficial dos UN experts (não traduzo para não incorrer em confusões involuntárias) que se pronunciam num site oficial das Nações Unidas sobre o plano de paz de Trump.

Estes expertos independentes, que durante os últimos dois anos lançaram (uns mais que outros) apelos lancinantes ao cessar fogo imediato, mesmo que isso significasse uma vitória tão retumbante do Hamas que nem os reféns eram obrigados a libertar, porque havia uma situação humanitária inaceitável em Gaza, de repente, ao contrário da Autoridade Palestiniana, da generalidade dos países árabes da região e de muitos outros, deixaram de ter pressa em chegar à paz em Gaza.

Rio de Janeiro tem calor de até 37°C nesta segunda antes da virada no tempo

Após um fim de semana de sol e praias cheias, cariocas devem se preparar para a queda de temperatura e chance de chuva a partir de terça-feira (7), segundo o Alerta Rio

Gabrielle Lourenço

O Rio de Janeiro viveu um fim de semana típico de primavera, com sol forte, céu aberto e praias lotadas. No domingo (6), o calor levou muitos cariocas e turistas a se refrescarem no mar e aproveitarem o dia em Copacabana e em outros pontos da orla, em um cenário digno de verão antecipado. Mas a situação muda nos próximos dias.

Praia do Leblon, no RJ, em 17 de janeiro de 2025 - Foto: Mary Rodrigues

De acordo com o Sistema Alerta Rio, esta segunda-feira (6) será de pré-frontal — quando as temperaturas sobem antes da chegada de uma frente fria. O tempo ainda segue firme, sob influência de um sistema de alta pressão no oceano. O céu deve variar entre claro e parcialmente nublado, sem previsão de chuva, mas com ventos moderados a fortes no fim da tarde. A máxima pode chegar a 37°C.

A partir de terça-feira (7), o clima começa a mudar. O céu fica parcialmente nublado e há possibilidade de chuva fraca e isolada à tarde, com ventos moderados a fortes. As temperaturas entram em queda, com máxima de 28°C e mínima de 17°C.

Bolsonaro disse: "Acabou."

FC Porto X SL Benfica: sem gols


O FC Porto foi superior ao Benfica durante todo o clássico, mas o ferro salvou os lisboetas no tempo de compensação e roubou os primeiros pontos da temporada aos Dragões (0-0). Ainda assim, fruto do empate entre o Sporting e o SC Braga (1-1), os líderes do campeonato continuam três e quatro pontos à frente dos rivais de Alvalade e da Luz.

Para Francesco Farioli “ficou claro que uma das equipas tentou não perder e a outra fez de tudo para ganhar”. No rescaldo de “um jogo muito tático”, o técnico italiano afirmou que “o nível de maturidade dos jogadores foi fantástico” e lembrou que “as três melhores oportunidades foram do FC Porto”: “Não posso ser crítico como costumo ser. Jogámos como uma grande equipa e não estamos a festejar por escassos centímetros”.

Mais preocupado em “continuar a jogar a um bom nível” do que em “calcular os pontos dos outros”, o treinador azul e branco destacou a “maturidade e inteligência” dos atletas e agradeceu o apoio dos “adeptos fantásticos num estádio ao rubro”. “Temos cinco deslocações nos nossos próximos seis jogos. Vai ser um mês interessante”, declarou já no auditório José Maria Pedroto.  

CR Vasco da Gama X Esporte Clube Vitória: 7 gols, 4 do Vasco

O Vasco da Gama venceu o Vitória em São Januário, pela 27ª rodada do Brasileiro, com gols de Nuno Moreira, Rayan e GB

França Fernandes 

Em jogo de duas viradas e sete gols, o Vasco venceu o Vitória por 4 a 3, neste domingo (5), em São Januário, pela 27ª rodada do Brasileirão. O Cruzmaltino jogou com um a mais por mais de 20 minutos e precisou ficar na frente do placar três vezes para vencer em casa.

Foto: Thiago Ribeiro

Nuno Moreira, Rayan (dois) e GB marcaram os gols, enquanto o time baiano fez com Cantalapiedra, Lucas Halter e Raúl Cáceres.

Com a vitória, o Vasco chega aos 33 pontos e subiu para o 10º lugar. Já o Vitória, por sua vez, segue em 17º, com 25. O Cruzmaltino terá 10 dias de descanso para recuperar as energias e volta a campo somente no dia 15, contra o Fortaleza, às 21h30 (de Brasília), no Castelão, pela 28ª rodada do Brasileirão. Já o Leão, por outro lado, tem clássico com o Bahia, dia 16, às 21h30, no Barradão.

Vasco começa melhor, mas cede virada

Após perder a invencibilidade de sete jogos com a derrota diante do Palmeiras, o Vasco buscava dar a volta por cima. Com isso, o time comandado pelo técnico Fernando Diniz começou a partida pressionando e a blitz vascaína deu certo rapidamente. Logo aos cinco minutos, Nuno Moreira aproveitou cruzamento de Paulo Henrique e abriu o placar em São Januário.

O Vasco diminuiu o ritmo após abrir o placar. O gol no início deu tranquilidade para o time administrar o jogo e se poupar fisicamente diante do forte calor do Rio de Janeiro. O Cruzmaltino voltou a levar perigo apenas aos 23 minutos. Em boa jogada pela direita, Paulo Henrique cruzou rasteiro para Rayan, que tirou tinta da trave direita do goleiro Lucas Arcanjo.

[Sétima Arte] Trovão silencioso – Bonanza

Os quarentões e cinquentões fãs de cultura pop certamente não vieram a esta página por acaso – a série “Bonanza” fez parte da nossa infância.

Contava a história de um fazendeiro, Ben Cartwright (Lorne Greene) e seus três filhos, Little Joe (Michael Landon), Adam (Pernell Roberts) e Hoss (Dan Blocker) que lutavam para defender sua propriedade no Oeste dos EUA, no século XIX. Era exibida no Brasil nas noites da Rede Record, e juntava pais e filhos na frente da televisão.

Topei com este DVD e não resisti em levá-lo para casa e assistir. Não me arrependi. Trata-se de um episódio da série feito em 1960, mas que é extremamente atual em tudo – tão atual que poderia ter sido feito hoje. A direção é de ninguém menos que Robert Altman, o mesmo de clássicos como “Popeye” (1980) e “Prét-A-Porter” (1994), e que aqui também faz um trabalho extraordinário. 

Stella Stevens, a atriz que mais tarde brilharia ao lado de Jerry Lewis, rouba a cena em “Bonanza: Trovão Silencioso”, extremamente convincente em um papel dramático.

domingo, 5 de outubro de 2025

[Discos pedidos] Francesinhas (II)

Me dá um dinheiro aí!

O Congresso não vota a LDO, mas aumenta o Fundo Eleitoral para R$ 4,9 bilhões. Enquanto isso, os Estados Unidos enfrentam o shutdown por não aprovarem o orçamento

Arte: Kiko
Nuno Vasconcellos

A diferença é gritante e a distância que separa as duas situações é quilométrica. De um lado está o Congresso dos Estados Unidos. Do outro, o Parlamento brasileiro. Atenção! A intenção, aqui, não é discutir diferenças políticas e ideológicas entre as duas instituições nem analisar o relacionamento de cada uma delas com os demais poderes de seus respectivos países. O que está em debate é o comportamento do Poder Legislativo diante de um dos mais importantes papéis reservados para ele tanto pela lei americana quanto pela brasileira. Esse papel é o de dar a palavra final sobre o orçamento e os critérios para o gasto do dinheiro do povo. Nesse quesito, com todas as imperfeições que pode haver no país norte-americano, o placar está pelo menos 7 a 1 para os Estados Unidos.

Falemos, primeiro, do caso brasileiro. Na terça-feira da semana passada, 30 de setembro, a Comissão Mista de Orçamento do Congresso, que reúne trinta deputados e dez senadores, decidiu, mais uma vez, adiar a votação do projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), que orientará os gastos federais em 2026.
A agilidade, que tem faltado em relação a essa pauta fundamental para a sociedade, sobra em quando a questão diz respeito aos bolsos dos políticos. No mesmo dia em que adiaram a votação da LDO, os membros da Comissão deixaram claro que empurrarão goela abaixo da sociedade uma conta indigesta, de pelo menos R$ 4,9 bilhões.

Um juiz brasileiro, Gilmar Mendes, vem insultar Portugal!?

Pedro dos Santos Frazão 

“Caótico” é o Brasil das favelas e onde a justiça liberta corruptos e criminosos todos os dias. 

Portugal não recebe lições de quem devia pôr ordem na sua própria casa!

Portugal é soberano e não aceita sermões de brasileiros próximos de Lula!

Título, Texto e Vídeo: Pedro dos Santos Frazão, X, 4-10-2025, 14h02

Brasileiro, professor visitante de Harvard (!), dispara contra sinagoga

José Fucs 

Brasileirinho professor de Direito na USP e militante de esquerda, que lecionava em Harvard como professor visitante, é preso nos EUA por disparar tiros de chumbinho contra sinagoga, em pleno Yom Kipur, Dia do Perdão dos judeus. E o cara foi fundador do Instituto Sou da Paz. (!?)

Texto: José Fucs,X, 5-10-2025, 1h41