domingo, 17 de janeiro de 2016

Brasil, um país sem fronteiras

Antônio Carlos Corrêa

E o que vem a ser um país sem fronteiras? É o país onde todas as suas fronteiras já foram e são violadas. Primeiramente, violaram as fronteiras de nossa constituição federal, violaram ainda todas as fronteiras que um país sério não deveria violar como, por exemplo, a fronteira da honestidade, do pudor, do respeito ao semelhante, da saúde pública, do ensino público, da segurança pública, habitação e etc.

Violaram ainda, uma fronteira que jamais deveriam ter violado, que foi e é o assalto ao pobre do aposentado, que deu toda sua juventude por um país que os marginalizou.

Vivemos hoje em um país, que através dos anos, sofreu uma inversão de valores que escandaliza o mundo inteiro. Vamos tomar por exemplo: Quanto tempo leva um médico estudando até se tornar um cirurgião? Quanto tempo leva uma criatura até se tornar juiz e poder julgar atos criminosos? Quanto tempo leva alguém estudando para se tornar um engenheiro, arquiteto, professor, delegado ou outras profissões semelhantes? E quanto tempo leva um DI MENOR, para tirar a vida de alguns desses profissionais? Que após enlutar famílias, e deixar crianças na orfandade, são apreendidos, cumprem três anos em alguma instituição para menores, e em seguida voltam às ruas para tornar a matar numa redundância sem fim.

Nossos policiais com salários vergonhosos morrem todos os dias nas mãos da criminalidade protegida por nossas leis. As riquezas que nossos impostos absurdos amealharam através dos anos, nossos dirigentes federais, estaduais e municipais tomaram-nas para si ou empregaram em países que nada têm a ver com nosso povo.

Como podemos viver em um país que o roubo se institucionalizou de cima para baixo? As máquinas da barragem de lama que eram para minimizar o sofrimento de um povo que perdeu tudo foram roubadas.

As toneladas de vigas de ferro de vinte e trinta metros da perimetral demolida no Rio de Janeiro, até hoje não foram encontradas.

Precisamos de penalidades mais rígidas para intimidar. Julgamentos mais rápidos e acabar com progressões de penas para criminosos e estupradores. Não precisamos da redução da maioridade penal, não importa a idade de quem matou, se tiver 15 anos e a pena é de 30 anos, cumpra 3 anos para completar 18 em instituições de menores, e o resto em presídios comum. Com certeza vai melhorar. Quando notarem que as leis estão mais rígidas, com certeza irão pisar no freio.
Título e Texto: Antônio Carlos Corrêa, 16-1-2016

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