quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Presidente Bolsonaro: tchau, queridos (e querido socialismo)!

João Lemos Esteves

Foto: Nelson Almeida/AFP
1. Foi ontem o momento tão aguardado pelo nosso povo irmão brasileiro. Para o nosso querido Brasil, o ano não poderia ter começado de melhor forma – tomou posse o Presidente democraticamente eleito (tendo a sua eleição gerado uma onda de entusiasmo e esperança como há muito não se via), Jair Messias Bolsonaro.

Trata-se de uma verdadeira mudança política em terras de Vera Cruz, que expressa a vontade genuína dos brasileiros de quebrar o domínio da elite socialista-comunista do PT, que alienou o prestígio, a credibilidade e a seriedade do Estado em benefício das elites que sustentavam a referida força partidária.

Atenção que o PT não é o único (será o principal?) responsável pelo estado de entropia em que caiu a política brasileiro e o funcionamento dos seus órgãos político-constitucionais: o sistema de barganha política, que a prática da atividade do Congresso instituiu, propiciou a difusão de esquemas difusos de captura dos interesses coletivos por interesses meramente privados – e uma afirmação, sem opositores, do socialismo irresponsável e impune.

E se o socialismo minimamente disciplinado pelas leis (suprapartidárias e politicamente neutras, pelo menos na sua inspiração) já é, por natureza, terreno fértil para as maiores trafulhices políticas, imagine-se as possibilidades ilimitadas de atentado à integridade do Estado e aos interesses do povo de que o socialismo desregulado, selvagem e impune é capaz.

2. O povo brasileiro aprendeu-o da pior forma possível, com o agravamento da violência, da pobreza estrutural, da disseminação da pior escravatura possível que é a escravatura da inércia, da desesperança no futuro, da impotência perante os poderes instituídos.

Não há pior escravatura do presente do que o sentimento de condenação perpétua à miséria, à vida que nos limita hoje, negando a ambição pessoal de cada um à vida que deseja. Para si e para os seus.

O socialismo – a experiência brasileira demonstra-o à exaustão – é uma ideologia desumana, porque nega a natureza humana: as pessoas querem constituir e preservar a sua família; triunfar profissionalmente (e, sim, ganhar e acumular dinheiro); viver comodamente; um Estado que lhes sirva e não que se sirva.

Enfim, o Brasil do PT e seus correligionários acabou, pois, de entrar na história como mais uma experiência socialista-comunista falhada…

Quem se dispõe a persistir no engodo do socialismo? Quem o fizer (cada vez são menos e serão ainda menos nos próximos anos…) já não será por convicção; será apenas por teimosia trágica.

3. Acabe-se, destarte, com a narrativa pueril e propagandística de que a eleição do Presidente Bolsonaro é difícil de perceber.

Bem pelo contrário, esta é, porventura, a vitória política mais fácil de explicar: a economia brasileira, com potencialidades várias para se afirmar como uma das mais poderosas à escala planetária, sofreu os desvarios da governação “pêtista”; o Estado brasileiro demitiu-se da sua função de proteger os cidadãos brasileiros, tornando o “bem de mérito” segurança em algo reservado a uma classe social privilegiada; a corrupção alastrou-se pela máquina do Estado, não poupando qualquer poder da arquitetura constitucional – quer essa corrupção venha a ser comprovada real ou aparente, a verdade é que aflige legitimamente os cidadãos brasileiros; a elite socialista concentrou-se, em detrimento de resolver os problemas verdadeiramente estruturantes para o futuro da Nação Brasileira, em aprovar um programa de  transformação dos costumes e da moral, a um ritmo e com um alcance não partilhados pela maioria do povo. Nestes termos, estava criado o cadinho político, económico e social para o poder do establishment romper.

4. E, graças a Deus – e ao povo brasileiro, porque também lá, voz do Povo é voz de Deus –, o poder do sistema socialista-comunista montado ardilosamente pelo PT de Lula e Dilma terminou, simbolicamente, ontem.

O Presidente Bolsonaro é a resposta a este desejo de mudança profunda, de evolução econômica e progresso (que não “progressismo”) social, de afirmação do Brasil no continente americano e no mundo – pelas quais os brasileiros tanto (mas tanto!) aguardavam.

Os primeiros sinais do Presidente Bolsonaro são extremamente positivos: o discurso proferido ontem, quer no Palácio Itamaraty, quer perante o povo na Praça dos Três Poderes em Brasília – foi “curtinho” (expressão do próprio Presidente Bolsonaro) em duração, mas “cheiinho” em mensagens políticas fortes.

Com o Presidente Bolsonaro, o Brasil deixará de ter uma política externa de terceiro mundo – e passará a adotar uma política externa à medida da sua condição e vocação: a de um país de primeiro mundo e líder da América do Sul.

Neste ponto, mérito (muito) para o Ministro escolhido pelo Presidente Bolsonaro, Ernesto Araújo.

Finalmente, o Brasil abdicará da sua política externa dominada pela agenda socialista-comunista, inspirada pelas ideias soviéticas da “Guerra Fria”, de outro mundo e de outro tempo que já não são os nossos; substituindo-a por uma política pragmática e que sirva os interesses reais da Nação brasileira.

Três pontos merecem aqui ser destacados.

Primeiro, a política de aproximação reforçada entre as duas potências do continente – o Brasil e os EUA, lideradas pelo Presidente Bolsonaro e pelo Presidente Donald Trump.

Dois líderes natos, cuja força vem do povo e da sua vontade de mudança – e que reforçarão indubitavelmente os laços entre as duas Nações, com benefícios para a região e para o mundo. Não por acaso, ontem, os EUA fizeram representar-se pelo Secretário de Estado, Mike Pompeo, um dos homens de maior confiança do Presidente Trump.

Em segundo lugar, o Presidente Bolsonaro irá concretizar a sua promessa de campanha eleitoral, tomando a decisão histórica de transferir a Embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém.

Cessou, pois, o tempo em que a Palestina parecia pôr e dispor da política exterior brasileira para o Médio Oriente. E o que é mais significativo é que esta alteração não decorreu de uma imposição da elite ou de uma vanguarda; antes resultou da vontade espontânea, genuína do povo brasileiro de reforçar os laços com Israel, numa irmandade afetuosa da qual a CPLP poderá beneficiar.

A cerimónia conjunta entre o Presidente Bolsonaro e o Primeiro-Ministro Benjamin Netanyahu foi certamente um dos pontos altos das cerimónias que antecederam a tomada de posse do novo inquilino do Palácio do Planalto – e reforçou a ideia de que o Brasil entrou numa nova era marcada pela coragem, pela determinação, pela seriedade e pelas convicções. Tudo em nome do povo – e não das vanguardas revolucionárias inspiradas nesses faróis do social-fascismo que são Cuba ou a Venezuela…

Terceiro, esperemos que a imprudência, a irresponsabilidade e a falta de tino diplomático do Presidente Marcelo Rebelo de Sousa (lembram-se quando Marcelo afirmou que Bolsonaro era um perigo para a democracia?) não comprometam o empenho do Presidente Bolsonaro na CPLP e relação bilateral com o nosso país.


Não deixa de ser curioso que nas redes sociais brasileiras se comente, num tom que varia entre a troça e a lamentação, que o Presidente português Marcelo foi tratado ao nível de Evo Morales, da Bolívia...

Que Marcelo Rebelo de Sousa aprenda, de uma vez por todas, que ele não ”é” Presidente; ele “está” Presidente da República – e que os interesses de Portugal estão acima das suas paixonetas e sensibilidades pessoais…

5. No que tange à economia, o Presidente Bolsonaro já anunciou que iniciará um programa de redução da despesa pública e da dívida pública, que tanto compromete o futuro da Nação brasileira.

Também nesta área, os dogmas socialistas-comunistas, e as práticas mais do que censuráveis, do PT terminarão.

O “Bolsomito” fará o Brasil regressar ao caminho de uma verdadeira economia de mercado, com regras e servindo o povo e a Nação brasileira. Mais dinheiro, mais emprego e mais justiça social.

6. Terminamos com duas citações marcantes do discurso de ontem do Presidente Bolsonaro: o Brasil será novamente um país livre de socialismo – e a bandeira do Brasil jamais será vermelha, a não ser pelo sangue que for preciso para a defender verde e amarela!

Muitas felicidades e sucessos para si, Presidente Jair Bolsonaro!

Porque os seus sucessos serão, afinal, os sucessos do povo brasileiro – e o povo português torce sempre pelo êxito do seu povo irmão (compreendo nós, ainda para mais, a vossa luta de libertação do socialismo-comunismo corrupto…).

7. Presidente Bolsonaro, que nunca hesite em dizer “tchau, querido socialismo” – e tchau, queridos socialistas e outros políticos corruptos! O seu Brasil vai triunfar, porque vai colocar o “Brasil acima de tudo e Deus acima de todos!”.
Título e Texto: João Lemos Esteves, SOL, 2-1-2019
Marcação: JP

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