domingo, 29 de janeiro de 2012

O adeus do Barcelona ao título?


Foto: Jose Jordan/AFP

Empate 0-0 em Villarreal atira a equipa de Guardiola para uma distância enorme de sete pontos para o líder Real Madrid.
À 21.ª jornada o campeonato em Espanha pode ter ficado decidido. É que o empate do Barcelona em Villarreal (0-0) deixou os catalães a sete pontos do líder Real Madrid, uma vantagem difícil de recuperar se se tiver em conta que a equipa de Mourinho tem apenas três jogos na Liga sem vencer, um deles com o Barça.
Sair de Villarreal sem golos marcados (nem sofridos) deixa Guardiola ainda mais dependente dos deslizes do Real.
Só um clube conseguiu recuperar uma desvantagem de 7 ou mais pontos para ganhar o título – foi o Valência em 2003-04.
Título e Texto: Público, 28-01-2012

Reciclagem de Estado

Carlos Lúcio Gontijo
O acesso à educação de qualidade, acompanhado por ampla proximidade com produtos culturais, como literatura, poesia, artes plásticas, teatro, atividades esportivas etc., é fator exponencial para a formação de cidadãos conscientes da necessidade de trabalhar em prol de uma convivência social pacífica e sob o signo de amor e respeito pelo próximo.
Assistimos ao clamor da população brasileira pela eficiência dos órgãos envolvidos com segurança pública, mas a realidade é que, independentemente do aumento do número de policiais nas ruas, não há como executar a missão de conter a avalanche de violência, quando nos vemos diante da decisão, por parte de grande contingente de pessoas, pela afronta aos preceitos legais, exigindo a impraticável materialização de colocação de um policial em cada rua, em cada esquina.
Protágoras, filósofo grego (480 a.C.), afirmava que o Estado que não educa a criança é obrigado, mais tarde, a castigar o adulto. E é exatamente isso que está ocorrendo com a juventude brasileira, que se encontra no fulcro da violência, que ceifa a vida de 11 jovens a cada dia e, ao mesmo tempo, provoca a superlotação de presídios, solicitando investimento de dinheiro público (economizado na gestão do setor educacional) na ampliação do sistema presidiário.

Ausência da COBAP, Federações e Entidades de Aposentados na Manifestação na Cinelândia

Antônio Carlos
Cinelândia, 24-01-2012, foto: Paulo Resende
Quando eu desço a lenha na COBAP e nas federações, algumas pessoas não gostam e reclamam. Pois bem, no dia 24 de janeiro, preparei-me, tomei meus analgésicos para esta dor infeliz das minhas três hérnias de disco, e fui para o nosso ponto de encontro na Cinelândia.
Gente, vocês sabem o que é se esgoelar em baixo de um sol de mais de 40º para 30 ou 40 pessoas que sabem tanto ou mais do que nós sobre nossos problemas? Sim, as pessoas que compareceram, foram somente aquelas que normalmente se correspondem entre si nos e-mails e no facebook, porque as que não sabem nada e deveriam ir a esses eventos para ficarem sabendo, continuarão ausentes e nunca comparecerão a eventos que nem sabem que existe.
Perguntei ao vice-presidente da ASAPREV-RJ, se nossa associação foi contatada por nossa federação para fazermos alguma coisa para arregimentarmos aposentados para este evento, ele respondeu que não foi avisado de nada. E depois, ficam culpando os infelizes aposentados e pensionistas que só ficam nas praças se distraindo. Gente, eles não sabem que nós existimos? Vejam bem: Se as federações não contataram as entidades de base para fazerem uma programação para este único dia que temos no ano, é porque com certeza, a COBAP, também não programou nada com as federações?

sábado, 28 de janeiro de 2012

Muy amigos...

4 filminhos que recebi por e-mail, juntei-os no WLMM e tornou-se nisto aqui...
Claro que não sei a autoria da realização dos filmetes. Qualquer problema com copyright é só falar, ou escrever...

O fantástico País das balizas voadoras


Isabel Stilwell
O título dizia “Rapaz atingido por baliza”, e dava notícia do trágico acidente que envolveu um rapaz de doze anos, deixando-o em coma. Explicava que a criança decidiu mudar a baliza de sítio, e que a estrutura acabara por lhe cair em cima, deixando-o entre a vida e a morte.
Não é assunto para humor negro, e qualquer um de nós pede todos os dias que um acidente como este não aconteça a um dos nossos filhos, e comove-se e lamenta quando acontece ao dos outros. Mas não deixa de ser extraordinária a forma como em Portugal se fala e se dão as notícias de acontecimentos como este.
Quando se diz que alguém foi “atingido”, imagina-se um tiro vindo não se sabe de onde, um raio caído do céu, qualquer coisa que se movimenta em nossa direção, e que nos apanha desprevenidos. As balizas caem, quando são mal construídas, mal mantidas, muitas vezes por câmaras municipais ávidas de fazer obra (os espaços desportivos ficam sempre bem no CV de um presidente da Câmara), mas que depois não se dão ao trabalho de manter as estruturas criadas.
Mas caem também, quando alguém as decide deslocar de um lado do campo para o outro, alguém lhes sobe e salta em cima, ou as vandaliza. Contudo, nós os portugueses, preferimos sempre a explicação esotérica do objecto não identificado que nos escolhe como alvo, à atribuição de culpa ou de erro humano.
A psicologia tem um nome para isso, chama-lhe Locus Externo, ou seja uma organização mental que trata de encontrar maneira das culpas virem sempre de fora. À primeira vista consola, mas tornando-se hábito explica um País onde ninguém assume a responsabilidade por nada. São os mercados, as agências de rating, os maus políticos, a falta de chuva ou a chuva a mais, o chefe ou o empregado, o que importa é que não é nada connosco. Porque nós, nós somos, simplesmente, atingidos!
Título e Texto: Isabel Stilwell, Destak, 27-01-2012
Edição: JP

Apelar para quem?

No país da impunidade, as próprias autoridades não cumprem a lei. E ninguém toma providências.
Carlos Newton

O Brasil é um país verdadeiramente formidável. Seus quatro poderes estão inteiramente apodrecidos – Executivo, Legislativo, Judiciário e Imprensa disputam para ver qual é o mais corrupto, o mais leniente, o mais incompetente. E o quinto poder (as Forças Armadas) está completamente desmobilizado e sucateado. Mesmo assim, anarquicamente o país segue crescendo e mostra sua pujança, quando os políticos não atrapalham.
Em meio a esse quadro, é desalentador constatar que o governo da presidente Dilma Rousseff mantém a tendência da gestão de Lula de priorizar gastos públicos feitos sem licitação, usando brechas na lei, apesar das restrições colocadas pelos órgãos de controle interno, porque essa prática limita a competição entre fornecedores.
A assinatura de contratos com empresas escolhidas sem concorrência nos dez primeiros meses de gestão de Dilma atingiu 47,84% do total, quase metade do orçamento dessas despesas, a maior fatia desde 2006. No último ano de mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (2010), as compras sem licitação corresponderam a 45,25% do total.
Portanto, segundo os dados mais recentes do Ministério do Planejamento, as compras e contratações de serviços com dispensa ou inexigibilidade de licitação cresceram 8% em 2011, atingindo R$ 13,7 bilhões na administração federal, autarquias e fundações.
É uma verdadeira festa, que joga no lixo da famosa Lei de Licitações. Desde o início do segundo mandato de Lula, a dispensa e inexigibilidade de licitação vêm crescendo mais do que outras modalidades de gastos. Para se ter uma idéia, no primeiro ano do governo Dilma, os gastos feitos sem procedimento licitatório foram 94% maiores do que em 2007.

Ponham os olhos em Mario Monti

Se a solução passa pelos tecnocratas, sejam bem-vindos. A democracia agradece o vosso sacrifício
Mario Monti, foto: Lusa
António Ribeiro Ferreira
Que alívio. Portugal inteiro suspirou quando ontem de manhã Carlos Moedas, secretário de Estado Adjunto de Passos Coelho, esclareceu que não tinha prometido baixar impostos num artigo publicado no “Wall Street Journal”. Não senhor. Houve um erro de tradução.
O que Carlos Moedas queria dizer era outra coisa: “No dia em que o governo conseguir reduzir seriamente a despesa poderá realmente cortar os impostos.” Pronto. As almas lusas já podem dormir descansadas e partir para novos protestos comandados por essas espantosas comissões de utentes que nascem como cogumelos em qualquer esquina, centro de saúde, portagem de auto-estrada, hospital, loja do cidadão ou onde seja preciso reclamar mais apoio do Estado.
Carlos Moedas fez bem em esclarecer o que tinha escrito muito rapidamente ou vinha por aí abaixo uma borrasca comunista-socialista de todo o tamanho. E a palavra-chave para desmontar o circo que se preparava foi “seriamente”. Sim, só quando o governo conseguir reduzir seriamente a despesa do Estado poderá cortar nos impostos. Esta espécie de confissão de impotência faz todo o sentido numa altura em que se discute o novo código laboral e os custos do trabalho em Portugal. Esta reforma, como a da justiça, vai dar muito que falar com a troika quando for feita uma nova avaliação ao cumprimento do Memorando, já em Fevereiro. Reduzir seriamente a despesa pública é fundamental para fazer crescer a economia e criar postos de trabalho. A lengalenga da esquerda e de muita cabecinha pensadora sobre a austeridade e o crescimento económico não inclui, como se percebe muito bem, o corte do Estado, do seu peso e, claro, da percentagem da riqueza nacional que gasta todos os anos para continuar gordo, anafado, burocrático, corrupto e sempre muito empenhado em dar cabo da economia e do emprego. Atacar seriamente o monstro é algo que ainda não se vislumbra na actividade deste governo. Atacar seriamente a besta não exige muitos meses de reuniões intermináveis e debates sem fim. Se têm dúvidas sobre como se faz basta apanharem um voo para Roma e falarem durante umas horas com Mario Monti.

Caro senhor primeiro-ministro:

É preciso reduzir depressa a despesa pública, para pôr fim à política de austeridade
Agência Lusa
André Abrantes Amaral
Quando venceu as eleições, em Junho passado, as expectativas não eram muito altas, tão grandes eram os desafios. Independentemente disso, acreditei e votei em si. Depois de tanta mentira rebuscada, estava disposto a acreditar em alguém que não escondesse a verdade. E a verdade é dura, como o senhor primeiro-ministro já deve ter percebido. Não me arrependi. E é precisamente por não me ter arrependido que lhe dirijo esta crónica.
Quero recordar-lhe os perigos que corremos caso o seu governo falhe. O desastre que será não reduzirmos a despesa do Estado e regressarmos às políticas que nos trouxeram até aqui. As políticas que implicam cobrar impostos altos à população com vista a satisfazer os interesses privados de alguns. De poderosos com fácil acesso ao poder que nos querem convencer serem no nosso proveito os seus projectos privados. Passarem por público um interesse que mais não é que corporativo. Se estes são os riscos do seu falhanço, o que podemos conseguir com o seu sucesso?

Petista disfarçada vai denunciar o Governo de São Paulo

Piada! Petista disfarçada de representante da ONU decide denunciar governo de SP por causa do Pinheirinho. Então vamos ver quem é ela, o que faz e por que sua denúncia já está desmoralizada

Raquel Rolnik, a denunciante... Não é a ONU é o PT quem está falando!
Reinaldo Azevedo
Um dia antes de deixar o Ministério da Educação para concorrer à Prefeitura de São Paulo pelo PT, Fernando Haddad afirmou, em desafio à Lei Eleitoral — lei pra quê? — que a campanha começava no dia seguinte. E começou! A pancadaria que os esquerdistas tentaram promover ontem na cidade já faz parte do processo. Mas não só. Num dos posts abaixo, mostro como a EBC, de Dilma Rousseff, afina seus ponteiros com a Telesur, de Hugo Chávez, para espalhar uma mentira grotesca. Sim, eles podem mentir à vontade. Eu desconstruo a mentira.
Muito bem! Há uma senhora chamada Raquel Rolnik que foi feita, por influência dos petistas, Relatora Internacional do Direito à Moradia Adequada do Conselho de Direitos Humanos da ONU. Huuummm… Entendo! Se há alguém isento neste mundo, que só se preocupa com os fatos, é Rolnik!!! Por isso ela denuncia hoje o governo de São Paulo nas Nações Unidas, e há um escarcéu em certa imprensa, dizendo ser uma denúncia da ONU! Será mesmo?
Se vocês recorrerem ao Google, verão que Rolnik é professora da USP,  relatora da ONU e coisa e tal, mas é quase impossível encontrar duas informações:
a) foi Diretora de Planejamento da cidade de São Paulo no governo petista de Erundina!
b) foi nada menos do que secretária nacional de Programas Urbanos do Ministério das Cidades entre 2003 e 2007.
Rolnik espalhava aos quatro ventos que era preciso “repovoar o centro” quando pertencia ao governo petista, mas nunca tomou uma miserável medida concreta pra isso. Ao contrário! Deixaram a região ao deus-dará. Quando a gestão Serra tentou interferir ali, Rolnik se juntou àquele padre esquisito para acusar “higienismo”. Ficou quatro anos no Ministério das Cidades! E o que se conhece de seu trabalho ali? Era um ministério que não existia, tanto que foi ocupado, por dois anos, por Olívio Dutra (com Rolnik, claro…). Digam uma só medida dessa gestão em favor da moradia ou do que quer que seja.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

As podas e irrigações necessárias

João Bosco Leal
Na juventude, é comum a ilusão de, durante uma paixão, pensarmos que já encontráramos o amor de nossa vida, a pessoa na companhia da qual gostaríamos de construir uma família, passar o resto de nossos dias, envelhecer.
Com o tempo vamos aprendendo que durante suas vidas as pessoas não permanecem as mesmas, passam por transformações à medida que vão vivendo, tendo por experiências, sorrindo ou chorando, ganhando ou perdendo entes queridos.
Observando, poderemos notar como, durante a vida elas mudaram, aprendendo ou não com o que viveram, com suas amizades, discussões, erros e acertos, em seu crescimento cultural, emocional, social ou financeiro.
Notaremos algumas que cresceram em todas essas áreas, outras em nenhuma, e as que subiram em algumas e decresceram em outras, como as que acertaram muito financeiramente, mas perderam em educação e humildade, viraram arrogantes. Podemos nos deliciar com o sucesso alcançado por uns e entristecer com os tropeços de outros, mas sempre será possível ver que todos continuam se transformando, moldados pela vida.
As oportunidades de conhecer pessoas e coisas, surgem diariamente, nos permitindo aproveitar cada uma delas para o nosso crescimento. Cada experiência vivida provoca um novo recomeço, agora sabendo mais um pouco e essa é uma das maiores belezas da vida.

[Varig/Aerus] Apelo à Imprensa/Mídia Brasileira

Elizabeth F. de Oliveira
O meu nome é Elizabeth.
Não voltei do Canadá. Faço quimioterapia, meu pai, de 83 anos, toma Zoladex. Minha mãe, sob intenso sofrimento, há um ano, já não se encontra entre nós.
No anonimato, ajudei o Brasil a crescer, tonar-se conhecido e respeitado no mundo inteiro pelas asas da antiga VARIG S/A, que, nos últimos anos, mal administrada, chegou às portas da falência e o nosso governo, intencionalmente, contribuiu para que esta ocorresse.

Boeing 767.341ER (PP-VOI), no aeroporto de Barajas (Madri), em 08 de setembro de 1995. Foto: Fernando Toscano/Portal Brasil
Paguei altos impostos ao governo brasileiro para ter segurança, escolas públicas de qualidade, (educação) para todos os cidadãos brasileiros; assistência médica de qualidade, (SUS); estradas bem conservadas, moradias, IPVA, IPTU, IOF, ISS, e tantos outros Is… e, por longos anos, contribuí pra o AERUS, plano de previdência complementar, que o Governo Brasileiro garantiu fiscalizar para que na velhice pudesse viver com dignidade, pois  aposentado brasileiro vale menos que  alguns centavos para os governantes e demais autoridades deste país. Estes têm altos salários e várias mordomias sustentadas à custa da vida miserável de milhares de trabalhadores e aposentados brasileiros.
Continuo no anonimato, tendo os meus direitos adquiridos  ignorados pela Justiça e Governo brasileiro, que brinca com a vida de 15 mil de seus cidadãos, ex-trabalhadores e aposentados da antiga VARIG/AERUS, responsáveis pelo sustento de mais 60 mil brasileiros, nossos familiares, que dependemos do pagamento integral dos nossos benefícios administrados pelos AERUS, para podermos viver com a dignidade que conquistamos, pois o governo brasileiro desrespeita a sua própria Constituição, à partir de seu Preâmbulo. Este mesmo governo até já contribuiu para que seiscentos de meus pares tivessem suas vidas encurtadas. Já não podem mais lutar por seus direitos. Partiram na pior das angústias que é a de deixar a família desamparada.

[Varig/Aerus] Mais um ano que não passou…

Selene Medeiros
À Procuradoria das Fundações do Rio Grande do Sul
Ao Exº Presidente do STF, Cesar Peluso
Ao Ex° Senador Paulo Paim
Ao Ilmo Sr. Juiz de Recuperação da Varig
Realmente um ano a mais perdido... Temos jogado todas nossas iras sobre o Governo, a Justiça, o Legislativo, o Sindicato, as Associações e, na realidade, poupando OS culpados que verdadeiramente nos jogaram nesta penúria, maldosamente, por incompetência, falcatrua ou ambição. Que se fosse um governo sério estariam na prisão! Eles estão recebendo seus vencimentos em dia, cada um é diretor do que restou da FRB, fizeram um clube fechado sem escrúpulos dando uma bofetada na “cara” de todos, inclusive da Justiça. Usando argumento totalmente descabido de que quando iniciou a ruína da Varig eles tinham oitenta aviões, mas esqueceram de dizer também que a companhia estava na época com uma dívida de seis bilhões de reais, isto é, uma Varig totalmente falida por culpa deles.
Não tiveram nem pudor de se reelegerem em sucessivas assembléias. Descaradamente dividiram esta “capitania” entre eles, o que restou do grupo Varig que ainda não destruíram.
Onde está a Justiça? Com a desculpa de cega, é covarde e conivente, pois com toda esta indecência que OS famigerados curadores da FRB fizeram, não satisfeitos com a destruição da nossa VARIG e contando com a condescendência desta Justiça.
Este ano recém-iniciado, que nossas campanhas sejam também direcionadas para acabar com esta impunidade, exigindo justiça contra esta indecência dos CURADORES DA FUNDAÇÃO RUBEN BERTA.
Só nós somos penalizados da maneira mais torpe? Retirando nossa aposentadoria, nos relegando a morrer à míngua como já fizeram com mais de seiscentos colegas? Deixando-nos na maior desesperada miserabilidade?  
Selene Medeiros, 24-01-2012

Em frente ao Aerus, 15-04-2010, foto: Dayse Mattos
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Desabamentos no Hell de Janeiro

Foto: Vanderlei Almeida/AFP
Claro que venho acompanhando a recente tragédia (mais uma) acontecida no centro do Rio de Janeiro. Não publiquei nada pois entendo que a cobertura midiática, nacional e internacional, está de bom tamanho. Também as reações e avaliações na rede são inúmeras.
Mas duas questões pipocam na minha cabeça. 

A primeira: Onde está o Governador do Estado do Rio de Janeiro?

A segunda: Qual será e como será a reação, se houver, do povo carioca?

E se tivesse acontecido em São Paulo?  Eis o que escreveu o Mascate, no seu blogue, ontem, quinta-feira:
Três prédios desabaram no centro do Hell de Janeiro. Um de 20 andares, outro de dez, e um menor de 5.
Dizem que havia cheiro de gás há dias no local. Imaginem a quantidade de gás que vazou para derrubar três prédios. Ninguém percebeu, ou simplesmente se omitiram?
Bueiros explodem e ferem pessoas, inclusive turistas estrangeiros...
Lanchonete explode, mata 3 e fere 17.
Bonde de Santa Tereza descarrila mata 5 e fere mais de 30.
Morro do Bumba, em Niterói, escorrega e soterra e mata 267.
Na zona serrana, mais de 900 mortos e milhares de desabrigados, e ainda continua à espera de ajuda para a sua reconstrução após um ano da tragédia.
ETC... ETC... ETC...
Se metade desses acontecimentos tivesse ocorrido em SP, a imprensa amestrada e os esquerdofrênicos de plantão entrariam em trabalho de parto e dariam à luz a pequenos cães pequinêses de tanta indignação.
Pediriam, além do impeachment do governador, até execução em praça pública. Mas como é no Estado governado por um dos maiores capachos dos PTralhas, Sérgio Cabral, a imprensa não bate, os esquerdofrênicos se calam e a população continua sofrendo e morrendo pela incompetência administrativa de políticos que só fazem é pensar no voto.
Se for somar a quantidade de pessoas que morreram em todas as tragédias  ocorridas no Hell de Janeiro nos últimos dois anos, o número seguramente ultrapassará os 2.000.  Duas mil mortes por conta do descaso das autoridades. E ninguém fala porra nenhuma. Mais uma vergonha nacional.
E o Hell de Janeiro continua lindo....
E PHODA-SE!!!!

Título e Texto: O Mascate, 26-01-2012

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Rede Record News também tem "comentadores"

Ricardo Kotscho, ex-Secretário de Imprensa e Divulgação do Governo Lula, comenta na Record News (canal do bispo "ojerizado" até que o bispo resolveu aderir), comenta, dizia eu, sobre os recentes acontecimentos em São Paulo... "o governo de São Paulo é culpado!"
Lá como cá...

O cara trata a doença como arma eleitoral... e tem gente que tem pena dele. Eu tenho pena, muita pena, de quem está doente (batendo na madeira três vezes) e não pode, mesmo que queira, tirar fotos...

Por que Lula tem de arrastar seu fotógrafo oficial para sessões de radioterapia? Ou: Que outro ex-presidente no mundo tem fotógrafo oficial? Ou ainda: O câncer fashion 
Reinaldo Azevedo
É claro que eu poderia me abster deste comentário porque há sempre estúpidos incapazes de ler o que está escrito e dispostos a me acusar por aquilo que não escrevi. Ocorre que esses tontos não são meus juízes. Então escrevo. Vejam esta foto

 
 
Foi feita por Ricardo Stuckert, do Instituto Lula. O Apedeuta faz tratamento de radioterapia no hospital Sírio-Libanês, onde Reynaldo Gianecchini também se trata. O ex-presidente decidiu visitar o ator. Até aí, bem! Mas o que faz junto o seu fotógrafo oficial? Aliás, desconheço outro político no mundo, já fora do poder, que tenha um “fotógrafo oficial”!!! Isso é coisa daqueles bilionários das arábias…
Já notaram que jamais se estranhou isso na imprensa? Os leitores muito jovens — e os tenho aos montes, felizmente — talvez não se lembrem, mas uma das críticas em que a imprensa se fartava era a tal “vaidade” de FHC… A acusação era sempre ressentida, meio bucéfala, tentando demonstrar que era uma ilusão ele se achar superior aos demais políticos só porque era intelectual. Ele jamais havia se declarado assim, mas e daí? Imaginem se o tucano carregasse um fotógrafo pra cima e pra baixo… Ao contrário: FHC já declarou que gosta é de privacidade.

CGTP - Intersindical

João César das Neves
A zanga pública entre as centrais sindicais, que já mete tribunais, é insólita mas pode ter vantagens para a CGTP. Compreende-se que, na pureza dos seus ideais socialistas, a Intersindical não consiga descer a negociar com o vil patronato e o Governo lacaio. Todos temos alguém a quem recusamos ceder e transaccionar. O problema é que, para lá das posturas mediáticas, existem problemas reais e influentes.
A opção de abandonar a sala fica bem na fotografia mas deixa tudo em aberto. Tendo os seus representantes ficado de fora, os trabalhadores da CGTP são também afectados pelo acordo assinado ou, se não o for, por aquilo que o Governo legislar sozinho. Por isso a posição de virgem ofendida que a Central costuma ter na concertação social, por muito justificada que seja, sai cara aos interesses dos membros.
O momento nacional é grave, e toda a indignação é perfeitamente compreensível. Mas depois de descarregar os nervos, é preciso voltar à vida e enfrentar a triste situação, como todas as suas indignantes circunstâncias. Mais, é preciso compreender que, se os sacrifícios são inelutáveis, há muitas maneiras de partilhar esses custos pelos vários grupos. Aí só aproveita quem estiver à mesa da negociação.
Os «dirigentes da CGTP-IN, não socialistas» que incentivaram João Proença da UGT a negociar o acordo (Antena 1, 19/Jan.) podem ter estragado a pose política da sua Central, mas contribuíram para a sua finalidade, mostrando que lá também há pessoas inteligentes e preocupadas com a vida real dos trabalhadores.
Título e Texto: João César das Neves, jornal Destak, 26-01-2012

Meus amigos brasileiros, lembram da CUT d'antanho? Lembram do PT que tudo reprovava, até o Plano Real?? Pois é, é essa a "agenda política" do Partido Comunista Português através da sua cria "sindical"...

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Contra a Força não há Argumentos

Almir Papalardo
Acatando recomendações expressas do meu cardiologista que acaba de me dar outro puxão de orelhas por teimar em ignorar seus conselhos e orientações, vou me afastar temporariamente, ou talvez definitivamente, desta luta inglória e depressiva, que vimos nos defrontando. Já é o terceiro governo que emprega com arbitrariedade toda a sua força contra velhos aposentados, negando-se a ouvirem os queixosos mas justíssimos argumentos de antigos trabalhadores, agora, pela idade, totalmente desamparados. Defrontamo-nos com homens que coordenam as leis, responsáveis por adaptá-las às necessidades reais do povo, a sua segurança, a sua saúde, a sua educação, o seu bem-estar e, principalmente, garantindo seus direitos à cidadania e a uma justiça plena. Entretanto, para infelicidade dos trabalhadores brasileiros, vimos que três safras de presidentes (FHC, Lula e Dilma), cada qual pior, não possuem um mínimo de habilidade necessária, sem nenhuma visão de liderança e justiça para guiar uma população ordeira, como a brasileira. E o bode expiatório dos três mandatários, foi sem dúvida, o aposentado brasileiro que é o setor mais fragilizado do mercado trabalhista.
Ouvindo as reclamações dos aposentados do INSS
Comprometem o que poderia ser uma equilibrada e profícua governabilidade, como mereceria uma nação como o nosso Brasil. Como uma “gralha enfeitada com penas de pavão”, vemos estes governos cercados de aliados usando antolhos, gabarem-se de sua gestão, classificando-a, pretensiosamente, como a melhor que já existiu. < O Brasil nunca nadou num mar cor de rosas, como nada agora >, se vangloriam. Não se dão conta de que tudo de bom que possam ter feito pelos pobres, como a bolsa família por exemplo, fica seriamente comprometido pela perversidade que fazem contra o idoso aposentado, um trabalhador que sempre foi sugado pelo valor total do seu salário. Isto quer dizer em outras palavras: pagava cada vez mais para o INSS, para agora receber cada vez menos. Infeliz é o país onde seus idosos ou crianças não são devidamente protegidos e respeitados. Tiram do pobre para darem aos mais pobres (tomam do aposentado que ganha dois, três ou quatro salários mínimos, para darem ao aposentado que ganha apenas um salário mínimo. (Que estranha distribuição de renda, não?) Seus aliados, que tem tudo de mãos beijadas, estão fora dessa sandice!

Conhecer o monstro

João Pereira Coutinho
No outono de 2001, cheguei à Universidade de Oxford para fazer pesquisas sobre o meu tema de doutorado. Instalei-me no colégio (o St. Antony's) e depois fui falar com o meu supervisor, Henry Hardy, então "fellow" de um outro colégio (o Wolfson; nenhum deles, confesso com mágoa, serviu de cenário para os filmes de Harry Potter).
A minha tese lidava com a noção de utopia em política e, em especial, com a crítica que o pensador Isaiah Berlin fizera ao destrutivo conceito. Hardy era (e é) o editor e curador da obra de Berlin. Estava em boas mãos.
A primeira reunião correu bem - para Hardy, não para mim. Uma hora de conversa chegou e sobrou para eu contemplar minha ignorância sobre a matéria, que eu julgava inexistente. Fui anotando bibliografia vasta. E, entre os livros com prioridade absoluta, estava "Mein Kampf", o infame libelo de Hitler.
Rumei à principal livraria da cidade (a saudosa Blackwell's, onde dias depois cruzei com Bill Clinton; outras histórias) e pedi, um pouco envergonhado, o livro de Hitler. Devo ter pronunciado o nome como os homens de meia-idade pedem Viagra na farmácia: "mezzo piano". Quem, em juízo perfeito, compra obras nazistas?
O vendedor nem mexeu uma pálpebra: despachou o assunto como se eu tivesse pedido a última produção de Paulo Coelho. Um livro é um livro é um livro. "Mein Kampf" não tinha nada de especial. Simples fóssil histórico.
E, à primeira vista, o vendedor tinha razão: regressei para o quarto e, durante dois dias, convivi com o cabo Adolf Hitler, em 1924, na prisão de Landsberg, depois do "putsch" falhado contra o governo da região da Baviera.
A prosa é entediante, deselegante, com ocasionais delírios de ódio e megalomania. Mas "Mein Kampf" não é a obra de uma mente inimputável.
Para entender a natureza destrutiva da utopia no século 20, era necessário ler um dos seus exemplos mais viciosos.
"Mein Kampf" era esse exemplo. E o que horroriza no livro, tal como notou Ian Kershaw na biografia definitiva sobre o bicho, é a forma como Hitler apresenta, sem eufemismos, a infâmia moral e estratégica que se preparava para cometer a partir de 1933 -ano em que chega ao poder e, pormenor macabro, "Mein Kampf" passa a ser oferecido a todas as famílias alemãs.

[Varig/Aerus] "Não mereceriam estes brasileiros uma vírgula de atenção e reconhecimento?..."

André Milward
Exma Sra. Presidente Dilma Rousseff, Encaminho o presente e-mail, com a intenção de formular alguns comentários que julgo pertinentes diante da atual situação brasileira e de alguns segmentos de nossa sociedade, em particular os aposentados.
Diante da situação particular dos aposentados brasileiros, coloco minha visão junto a Sra. como brasileiro e como profissional formado na aviação civil e atualmente no segmento da hotelaria, que vejo como bastante equivocado pela atuação de ministros que tem como objetivo, cuidar e trabalhar pelo bem-estar dessa camada de nossa sociedade que muito produziu e ainda produz até os dias atuais. Equivocado diante da lógica, pois além de terem produzido tudo que temos como riqueza atualmente, não são justiçados pelos seus vencimentos de aposentadoria, sendo inclusive menosprezados pela atual politica do INSS. Coisa que como profissional que gestiona mão-de-obra, digo que não devemos tratar tal massa como despesa e sim como patrimônio de inestimável valor para o país. Dessa forma visualizamos o erro no relacionamento entre os aposentados e sua fonte pagadora. Assim como em especial, uma categoria que foi literalmente esquecida no meio de um turbilhão de outros problemas do governo, que acabou por estacionar numa gaveta do STF, e que por isso mais de 600 brasileiros morreram na esperança de terem seu caso resolvido, que foi o caso Varig/Aerus. Pergunto Sra. Presidente, se essas pessoas morreram em vão? Justificar que o assunto esteja na esfera judicial e que não se pode fazer nada, é um tanto vago diante do número de óbitos, e se desdobrando em seus dependentes e familiares.
Além de reconhecidamente o assunto se encontrar nessa esfera judicial, existe o clamor social da situação, que supera os trâmites jurídicos exagerados diante deste elevadíssimo número de óbitos e do estado lastimável de seus familiares. São pessoas que dependem de remédios, atendimento médico especializado, cuidados especiais, dentre muitas outras coisas. Não mereceriam estes brasileiros uma vírgula de atenção e reconhecimento das autoridades que até prometeram ter atenção para o caso? Vemos situações mais recentes serem apreciadas e julgadas e esse clamor continuar em seu repouso letárgico e cruel... Não acredito Sra. Presidente Dilma que isso não a toque e não gere algum incómodo interior. Dessa forma e na esperança que o presente chegue aos seus olhares atenciosos e que alguma coisa possa ser feita,
Subscrevo mui atenciosamente
Título e Texto: André Gustavo Milward de Andrade, Niterói - Rio de Janeiro Ex-Comissário de Bordo Varig Cruzeiro, 26-01-2012

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A agressão de um manifestante (coitadinho) contra seguranças (os maus da fita)

A burguesia enraivecida dá “voadora” em preto pobre que trabalha
publiquei esta foto ontem, de Márcio Fernandes, da Agência Estado. Mas eu proponho que vocês a vejam de novo.

Reinaldo Azevedo
Eis aí. Vejam a fúria com que este “democrata de razão desentorpecia” avança contra seguranças, dois deles negros — e já explico por que faço essa referência. Essa extrema minoria de violentos que tem ocupado as ruas, buscando confronto, gosta de se fingir de “povo” e de denunciar a repressão da polícia, que atuaria em defesa dos poderoso etc e tal. Vocês conhecem a cascata.
A imagem é bastante eloqüente. Sou capaz de jurar que a mochila, o jeans e o tênis Nike desse “revolucionário”, somados, correspondem quase a um salário — a depender do caso, ultrapassa — dos seguranças. A cueca pode ficar fora da conta. Se um babaca desses acaba ferido no confronto, vai posar de vítima na imprensa, e os tais “coletivos disso e daquilo” farão do furioso um herói. E há o risco de o jornalismo cair na conversa.
Se um segurança branco aparecesse dando uma voadora num manifestante negro, o notório Frei Davi viria a público, com sua teologia perturbada, para denunciar “racismo”. Como se trata de um manifestante branco atacando seguranças negros, o tal Frei vai ficar de boca calada. No fim das contas, não é que essa gente seja contra agressão a negros — opõe-se à agressão aos “negros que são do movimento”, os que são ligados à “causa”. Bater em preto pode, desde que seja no preto certo, entenderam?
Texto: Reinaldo Azevedo, 26-01-2012

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Nigeria's Boko Haram Militants Remain a Regional Threat


Scott Stewart
The Nigerian militant group Boko Haram conducted a series of bombing attacks and armed assaults Jan. 20 in the northern city of Kano, the capital of Kano state and second-largest city in Nigeria. The attacks, which reportedly included the employment of at least two suicide vehicle-borne improvised explosive devices (VBIEDs), targeted a series of police facilities in Kano. These included the regional police headquarters, which directs police operations in Kano, Katsina and Jigawa states, as well as the State Security Service office and the Nigerian Immigration Service office. At least 211 people died in the Kano attacks, according to media reports.
The group carried out a second wave of attacks in Bauchi state on Jan. 22, bombing two unoccupied churches in the Bauchi metropolitan area and attacking a police station in the Tafawa Balewa local government area. Militants reportedly also tried to rob a bank in Tafawa Balewa the same day. Though security forces thwarted the robbery attempt, 10 people reportedly died in the clash, including two soldiers and a deputy police superintendent.
In a third attack, Boko Haram militants attacked a police sub-station in Kano on Jan. 24 with small arms and improvised hand grenades. A tally of causalities in the assault, which reportedly lasted some 25 minutes, was not available. This armed assault stands out tactically from the Jan. 20 suicide attacks against police stations in Kano. The operation could have been an attempt to liberate some of the Boko Haram militants the government arrested following the Jan. 20 and Jan. 22 attacks.
Stratfor has followed Boko Haram carefully to assess its intent -- and ability -- to become more transnational. As we noted after the U.S. State Department issued warnings in early November 2011 about Boko Haram's alleged plans to strike Western-owned hotels in Abuja, Nigeria's capital, the group made significant leaps in its operational capability during 2011. During that time, it transitioned from very simple attacks to successfully employing suicide VBIEDS. An examination of the recent attacks in Kano and Bauchi states, however, does not reveal further advances in the group's operational tradecraft and does not display any new ability or intent to project power beyond its traditional areas of operation.

Notas sobre o Líbano


Cesar Maia

1. Hoje, são 70% de muçulmanos e 30% de cristãos no Líbano.

2. Todos, além da língua árabe, aprendem o francês e/ou o inglês. Nas escolas públicas, o francês.

3. Nas ruas das cidades mais importantes, a região da Cisjordânia, Faixa de Gaza e Israel, é chamada de 'Palestina Ocupada'.

4. Alguns analistas acham que o governo da Síria não emplaca a segunda quinzena de abril.

5. A crise síria afeta o turismo e a economia do Líbano.

6. O centro de Beirute é, hoje, um sofisticado centro comercial de nível europeu.

7. Todos os carros têm cinto de segurança, mas ninguém usa.

8. Não há taxímetro. O passageiro combina o preço com o taxista. O transporte público é Van, mas em pequena quantidade. Em geral, se usa carro de outras pessoas, pagando o combinado.
   
9. Em zonas turísticas próximas a acampamento de refugiados, lojas para turistas vendem camisetas amarelas, bandeiras, e bonés do Hezbollah.

Nacional-Socialismo = Comunismo = PT ou seja...

Criação: Francisco Vianna