segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Bons sentimentos

Nelson Teixeira

Faça mais uso da doçura, da tolerância, do Amor e do Perdão.

Quebre você o círculo da falta de acolhida, do ódio, do ressentimento e do desamor que estão ao redor do mundo.

Deixe sempre o melhor por onde passar, caso não consiga deixar sua ajuda, então não faça nada que atrapalhe.

Seja a boa palavra, a boa energia e faça o possível para sempre colocar em sua caminhada somente o que lhe trará o retorno no bem.

Semear dentro de si rancor, desesperança e mágoa lhe fará andar alguns passos para trás e, desta forma, estará perdendo um tempo precioso para o aprendizado da vida e consequentemente um atraso na evolução.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 25-11-2019

A cor do dinheiro: comentário diário (25 de novembro de 2019)


Antes da ordem do dia: o 25 de novembro e a idiotice de Vasco Lourenco 😂
A deputada-em-roda-livre Joacine Katar Moreira e o futuro do Livre... 😂
As contas da Web Summit: quanto custou, você sabe? 😬
A piada de Luís Montenegro sobre as quotas no PSD 🤭
A Pick-up elétrica da Tesla e o poder do marketing😳

1 - O governo parece não vai mesmo avançar com o englobamento. E também já não vai criar novos escalões... 😂😁

2 - Na semana passada critiquei o Fisco que quer reaver 3,5 milhões dos contribuintes. PSD e CDS estão distraídos? 😡🙏

3 - E o Bloco... o PCP... e o PS não dizem nada??? 👎👎

4 - E o Presidente da República, que abre a boca por tudo e por nada...? 😳😳

5 - Teodora Cardoso, ex-presidente do CFP, diz que o governo fez outros cortes, menos visíveis... 😨😱 (ficou para amanhã)

6 - O Bloco e o PCP, sempre tão atentos 😜 não deram por nada... 😢

7 - Teodora Cardoso diz também que a Segurança Social não está nada equilibrada...! 😱😱 (ficou para amanhã)

8 - Ainda as heranças e a vida de luxo de José Sócrates 😅😂



Título, Texto e Vídeo: A Cor Do Dinheiro, 25-11-2019

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Charada (1 130)



Se o meu avô é pai
da Gisela, mas eu
NÃO sou filha dela,
então eu sou neta, neto,
tia, tio, filho ou irmã?

domingo, 24 de novembro de 2019

Bolsonaro comemora desempenho da economia

Agência Brasil 

O presidente Jair Bolsonaro postou mensagem em seu perfil no Twitter comemorando a performance da economia, em especial o crescimento da oferta de emprego.


“Pelo sétimo mês seguido, o resultado na criação de empregos foi positivo, com 70.582 vagas criadas em outubro. No ano, foram gerados 841,5 mil empregos formais, melhor saldo dos últimos 5 anos”.

Na mensagem, Bolsonaro compartilha vídeo produzido pela Secretaria Especial de Comunicação Social. O material de divulgação, além da oferta de novos postos formais de trabalho, enumera o crescimento do PIB no segundo trimestre, de 0,4%, “a menor taxa de juros da história”, de 5%, controle da inflação - prévia de 0,14%, “menor resultado desde 1998”.

Título e Texto: Agência Brasil; Edição: Fernando Fraga – Agência Brasil, 24-11-2019, 15h08

Saiba os passos para a criação de um novo partido no Brasil

Presidente Bolsonaro anunciou criação do Aliança pelo Brasil

Felipe Pontes

Foto: José Cruz, Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro participou, na última quinta-feira (21), do lançamento de seu novo partido, o Aliança pelo Brasil. O ato, porém, foi apenas o primeiro passo de uma comprida lista de exigências previstas na legislação eleitoral para que a nova legenda possa ter acesso ao Fundo Eleitoral e candidatos aptos a concorrer nas eleições.

O novo partido do presidente junta-se a outras 73 agremiações políticas que buscam a oficialização de seu registro pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), condição necessária para que possam ter um símbolo e um número nas urnas eletrônicas.

A lista completa de partidos em formação inclui nomes como o Partido da Inelegibilidade Automática (Pina), o Partido Pirata do Brasil (Piratas), o Partido da Frente Favela Brasil (Frente) e até mesmo uma nova versão da Aliança Renovadora Nacional (Arena).

Passo a passo
Após o ato fundador, o primeiro passo para criar uma legenda, conforme determinado pela Lei dos Partidos Políticos (9.096/1995), é registrar o novo partido político no Cartório de Registro Civil de Pessoas Jurídicas. O requerimento de registro deve ser assinado por ao menos 101 fundadores, os quais devem ter domicílio eleitoral em, no mínimo, nove estados diferentes.

É necessário também apresentar a ata da reunião que marcou a fundação da legenda e a relação com os dados completos de todos os fundadores, incluindo profissão e endereço, bem como exemplares do Diário Oficial da União com a publicação do programa e do estatuto do novo partido.

Uma vez obtido o registro civil, o novo partido recebe um número de CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica) e tem 100 dias para apresentar a certidão ao TSE. Para isso, é preciso também já ter o endereço e telefone fixo de sua sede nacional e uma diretoria provisória.


Prazo
A partir daí começa a contar o prazo de dois anos para que o partido político apresente a assinatura de, no mínimo, 491.967 eleitores em apoio à criação da nova legenda. Os apoiadores não podem ser filiados a nenhum outro partido e devem ser de todas as unidades da Federação. O número total de assinaturas é equivalente a 0,5% dos votos válidos na mais recente eleição para deputado federal. Eleitores analfabetos também podem apoiar, mediante impressão digital.

Congresso da Bolívia aprova realização de eleições gerais

Agência Boliviana de Informações

A Câmara dos Deputados da Bolívia sancionou, por unanimidade, neste sábado (23), a Lei do Regime Excepcional e Transitório para Eleições Gerais, e enviou ao Poder Executivo para promulgação.

"Na ausência de considerações importantes, esta lei é sancionada, consulte o Poder Executivo para fins constitucionais", disse o presidente da Câmara, Sergio Choque, ao final da sessão. A norma consiste em 24 artigos e cinco disposições finais.

Choque disse que, apesar das diferenças políticas entre os parlamentares, na sessão prevaleceu o interesse do povo boliviano, o que era necessário para garantir que os legisladores querem pacificar o país.

"Neste momento, a lei que aprovamos aqui na Câmara dos Deputados já está sendo enviada, espero que amanhã (24) seja promulgada pelo presidente em transição", disse em um breve contato com jornalistas.

Foto: Reuters

Eleições sem efeito
De acordo com a Lei sobre Regime Excepcional e Transitório para a Eleição Geral, as eleições realizadas em 20 de outubro ficam sem efeito legal e novas eleições são realizadas para eleger representantes.

Em relação à eleição dos membros do Supremo Tribunal Eleitoral (TSE), a regra estabelece que a Assembleia Legislativa Plurinacional (ALP) realizará um novo processo eleitoral, no máximo em até 20 dias corridos, a partir da aprovação dos regulamentos.

Fraport entrega obras e anuncia construção de terminal de cargas no Aeroporto de Porto Alegre

Patrícia Comunello

O dia era de prestar contas da primeira fase de obras do Aeroporto Internacional Salgado Filho, ou agora Aeroporto de Porto Alegre, mas a concessionária alemã Fraport veio com outra novidade sinalizando novos investimentos. A CEO da Fraport Brasil, Andreea Pal, anunciou que será construído um novo terminal de cargas com previsão de começar a operar em 2021. O terminal logístico não está no contrato com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) como obrigação da Fraport, mas é considerado crucial para alavancar a capacidade de negócios do complexo aeroportuário.

Autoridades prestigiaram a entrega das obras e ouviram Andreea (à direita) projetar mais investimentos. Foto: Joel Vargas/PNMPA/Divulgação/JC

A Fraport assumiu o Salgado Filho em janeiro de 2018. "Vamos iniciar investimentos no terminal de cargas novo e temos outros planos", disse Andreea, já no final do ato ao lado da área nova do Terminal de Passageiros, único em operação, após o fechamento do antigo terminal, onde o aeroporto teve a primeira sede. A CEO não revelou o montante do aporte e não quis adiantar quais são os "outros planos". "O terminal (de cargas) vai ser maior do que o atual", acrescentou ela. O Terminal de Logística de Cargas (Teca) em funcionamento tem 5,5 mil metros quadrados.

A Infraero, quando era gestora, anunciou em 2010 investimento de R$ 80 milhões em um novo Teca, que teve a construção interrompida próximo à estrutura dos Bombeiros, no sítio aeroportuário, devido a problemas nas fundações. Os pilares das fundações podiam ser vistos na lateral da pista, à direita do terminal, olhando de frente, tanto em decolagens como nos pousos de aeronaves.

Andreea disse que a concessionária já está recebendo propostas de construtoras para executar o projeto. Uma das componentes e líder do atual consórcio das obras - a HTB - informou que fez oferta para disputar o projeto, segundo o CEO da empresa, Detlef Dralle, que acompanhou a entrega da primeira fase. O ato teve ainda a presença do ministro de Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, que indicou a entrega das obras em Porto Alegre como um dos êxitos do modelo de concessões do Programa de Parcerias e Investimentos (PPI), do governo federal. 

A antiga área projetada previa 23 mil metros quadrados e elevar a capacidade de movimentação de cargas de 35 mil toneladas para cem mil toneladas ao ano. A CEO da Fraport também comentou que há adequações para a operação que devem ser feitas com a Receita Federal (RF). A Superintendência da RF explicou que já repassou os requisitos da estrutura alfandegária e aguarda o projeto da empresa para dar o aval.

Afinal, para que é que se fez o 25 de novembro?

Helena Matos

Em 2019, um gesto das mãos até agora banal é sinal de racismo. Tudo é fascismo. Criticar este governo é sinal de reacionarismo… foi para isto que se fez o 25 de novembro de 1975?


Na madrugada de 13 de novembro de 1975, os operários da construção civil que cercavam S. Bento a dado momento gritaram “Vitória!” Eram 5h20m. Há três horas que os delegados sindicais da construção civil estavam reunidos com o primeiro-ministro Pinheiro de Azevedo. Nesse momento o governo cedeu à maior parte das suas reivindicações. Quando Pinheiro de Azevedo chega à varanda do Palácio de S. Bento para explicar aos manifestantes os detalhes do acordo é vaiado. Chamam-lhe fascista. É nesse momento que Pinheiro de Azevedo, furioso, diz “Badamerda mais o fascista!”


Não se percebe o que foi o PREC em Portugal nem o que somos hoje sem este frenesi do fascismo e dos fascistas que rapidamente acumulavam essa vergonhosa condição com o opróbrio de serem agentes da CIA. Por junto neste grupo cabia todo e qualquer um que estivesse no espectro político que ia do CDS ao PS. Com o avançar do PREC a acusação de fascismo e seus derivados já estava gasta e nos idos de novembro de 75, os termos encavalitavam-se entre si numa espécie de delírio barroco, acabando-se muito simbolicamente com um secretário de estado socialista a ser impedido de entrar no respectivo ministério sob a acusação de ter sido “colaborador da super-PIDE” (ultrapassada a fase em que ao logo de 1974 os jornais se encheram com declarações de taxistas, merceeiros, ourives e caixeiros-viajantes que declaravam não ter sido agentes ou informadores da PIDE entrou-se em 1975 na fase da super-PIDE, uma fantasmagoria que nunca se detalhava o que seria, bastava dizer-se super-PIDE e logo ficava estampado o rótulo no nome e na cara do ódio de estimação daquele dia). Pinheiro de Azevedo respondendo à multidão “Badamerda mais o fascista!” é a mais sincera expressão da exaustão a que aquele estado de revolução antifascista permanente conduzira o país.

Esta espécie de corrida alucinada, este mundo dividido entre libertadores e reacionários, este dia em que há sempre mais uma luta imperiosa, mais uma conquista que não se pediu, mas é urgente, mais um progresso não se sabe para quê… que caracterizou o PREC está aí de novo. Só esta semana tivemos o caso da manifestação dos polícias que logo à partida tinham sobre si o ônus de alguns deles não serem de esquerda ou de extrema-esquerda. A isto juntou-se a mais destrambelhada acusação de que há memória: os polícias não fariam o gesto que indica zero, nome do seu movimento, mas sim uma exaltação de “ideias como o racismo, o nazismo, a xenofobia e o antissemitismo.”  Tal como em 1975 bastava usar um determinado tipo de óculos ou de sapatos para se ser fascista também agora juntar o polegar e o indicador tornou-se sinónimo de racismo e tudo o mais que venha à ideia do acusador de serviço. Aliás acabaremos rapidamente com os braços enfaixados pois é impossível estarmos a par dos gestos usados para expressar sentimentos criticáveis por esse mundo fora!

[As danações de Carina] Chuva

Carina Bratt

Sobre a poesia do cantor e compositor português, Jorge Fernando.
Momento musical, cantora Mariza.

“As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

São emoções que dão vida
à saudade que trago
Aquelas que tive contigo
e acabei por perder

Há dias que marcam a alma
e a vida da gente
e aquele em que tu me deixaste
não posso esquecer

A chuva molhava-me o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai... meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do amor sob a chuva
há instantes morrera

A chuva ouviu e calou
meu segredo à cidade
E eis que ela bate no vidro
Trazendo a saudade”.


Vendo a chuva cair a bom despejar pelos vidros da minha janela, aproveito e ligo o som baixinho. De repente, o CD com a voz maviosa de Mariza, invade meu quarto e me vem falar numa interpretação inimitável e inigualável de uma outra chuva.

Nessa hora, um vento forte desloca as cortinas e desequilibra fazendo voar para longe uma folha de caderno onde eu escrevia uma carta para mim mesma…

Não me assusto. Estou ligada na voz de Mariza e nos versos compostos por Jorge Fernando. A cantora, investida em sua melhor aura de fascínio, me tira do chão. Me leva a passear por rincões desconhecidos dentro de minha própria neurastenia.  

“As coisas vulgares que há na vida da gente”, ou seja, as coisas medíocres, levianas, vulgarizadas   e banais, não deixam saudade. Não deixam se as colocarmos de lado e esquecermos que um dia vieram atrapalhar, estorvar, ou atarantar nosso dia a dia.


Somente as lembranças gostosas e elegantes, saborosas, e garbosas, as dádivas macias e quentes, as eternas… Essas sim, pairam acima da gravidade do momento… Nos reanima. Nos refloresce.

Cultivar a alegria

Nelson Teixeira

Você já pensou em cultivar mais alegria no coração? Em olhar à sua volta e notar tudo de bom que tem em sua vida?

Faça isso com sinceridade, e vai reconhecer que há mais motivos para sorrir do que para lamentar.

Cultivar a alegria significa estar sempre pensando positivamente, independentemente da situação pela qual esteja passando, buscando caminhos para a superação, com força, coragem e perseverança.

Alegre-se, vibre pelos acontecimentos bons, reaja com bom ânimo aos atropelos do caminho e terá a certeza de que tudo vai se encaminhar da melhor forma, porque a alegria cura, renova, constrói e supera.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 24-11-2019

Charada (1 129)

Norberto, Vitória e Glória têm,
juntos,
38 anos.
Norberto tem
o dobro da idade
de Glória e Vitória
tem 6 anos a mais
do que Glória.
Qual é a idade de Glória?

Charada (1 128)

Consegue encontrar o
o erro desta charada?

1 2 3 4 5 6 7 8 9

Charada (1 127)

Ponha ordem
neste caos:

Irlanda → Belgrado
Croácia → Sófia
Eslováquia → Riga
Letónia → Dublin
Bulgária → Zagreb
Sérvia → Bratislava

[Pernoitar, comer e beber fora] A Toca do Júlio: uma bela descoberta


Fica em Colares, Sintra. (Estrada Rodízio, 12 – Almoçageme-Colares)


Fomos, os casais LT/HT, LT/CF e eu, à Toca do Júlio.

As entradas: 


Pedimos:

Risoto de maracujá com gambas fritas


sábado, 23 de novembro de 2019

A Globo noticia em surdina a implosão da mentira que divulgou com estardalhaço

O porteiro do condomínio de Bolsonaro confirma que o Jornal Nacional não tem compromisso com a verdade

Augusto Nunes

Os primeiros segundos do Jornal Nacional de 29 de outubro incorporaram o presidente da República ao elenco dos envolvidos na trama que resultou na execução de Marielle Franco e de seu motorista Anderson Gomes. Em dois depoimentos à polícia civil do Rio, informou o apresentador, o porteiro do condomínio onde vivia Jair Bolsonaro contara que, no dia da morte da vereadora, um dos assassinos estacionou seu carro na entrada e pediu autorização para visitar a casa do então deputado federal.

Entrada do condomínio de Bolsonaro. Foto: Marcos Vidal/Futura Press/Estadão Conteúdo
De acordo com o depoente, a entrada foi liberada pelo interfone por "seu Jair. Ao notar que o visitante rumara diretamente para o endereço do segundo acusado pelo assassinato, o porteiro ligou de novo para "seu Jair", que renovou a autorização. A segunda notícia lida pelos apresentadores colidiu frontalmente com a primeira: fotos e anotações colhidas pelos repórteres da Globo constataram que Bolsonaro passara aquele dia em Brasília, e estava no Congresso quando o porteiro imaginava conversar com "seu Jair".

Constatado o irremovível impedimento geográfico, um editor sensato teria poupado os espectadores da invencionice insustentável. "Falso testemunho de porteiro tenta envolver Bolsonaro no caso Marielle", teria informado o JN. O protagonista da história mal contada, evidentemente, não era Bolsonaro. Era o funcionário do condomínio que declamara duas vezes uma fantasia tão crível quanto um álibi de Lula.

Jorge Jesus adentra o panteão do Flamengo

Com a vitória, de virada, do Flamengo sobre o temível River Plate, da Argentina, o time do Flamengo ganha a Taça Libertadores 2019.









Parabéns ao Flamengo e ao Mister Jorge Jesus! (Que pena que não tenha ido para o Vasco da Gama... 😞. Embora reconhecendo o excelente trabalho de Luxa.)

Fragmentos de óleo chegam ao litoral do Rio de Janeiro

Bolsonaro disse que é preciso que população se prepare para o pior

Vitor Abdala

O presidente da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (23) que não há como saber quanto de óleo foi derramado próximo à costa brasileira. Hoje, as autoridades do país informaram que fragmentos de óleo chegaram ao litoral norte fluminense.

Segundo o presidente, é preciso estar preparado para o pior cenário. "Gostaríamos muito que fosse identificado quem, no meu entender, cometeu esse ato criminoso. Agora, não sabemos quanto de óleo tem no mar. Na pior hipótese, um petroleiro, caso tenha jogado no mar toda sua carga, menos de 10% chegou à nossa costa, ainda. Nos preparemos para o pior. Pedimos a Deus que isso não aconteça", disse o presidente, durante evento na Vila Militar do Rio de Janeiro.

O presidente Jair Bolsonaro participa da cerimônia de celebração do 74° aniversário de criação da Brigada de Infantaria Paraquedista onde comentou sobre óleo no litoral do Rio de Janeiro. Foto: Marcos Corrêa/PR

Em nota divulgada neste sábado, o (GAA) Grupo de Acompanhamento e Avaliação, formado pela Marinha, Agência Nacional de Petróleo (ANP) e Ibama - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis confirmou que ontem (22), cerca de 300 gramas de pequenos fragmentos de óleo foram detectados e removidos na Praia de Grussaí, em São João da Barra-RJ.

Segundo o comunicado, o material foi analisado pelo Instituto de Estudo do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM) e constatado como compatível com o óleo encontrado no litoral da região Nordeste e Espírito Santo. Um grupamento de militares da Marinha já está no local efetuando monitoramento e limpeza. Servidores do IBAMA se juntarão hoje à equipe.
Título e Texto: Vitor Abdala; Edição: Maria Claudia – Agência Brasil, 23-11-2019, 11h33

A APRUS vai eleger os Conselhos Deliberativo e Fiscal


A APRUS - Associação dos Participantes e Beneficiários do AERUS, encaminhou aos seus associados carta convite para participação na eleição para os Conselhos Deliberativo e Fiscal para o triênio de março de 2020 a março de 2023.

As inscrições podem ser enviadas pelo correio ou entregues na sede da associação, até 17 de janeiro de 2020.

Rua Senador Dantas, nº 20, sala 1310
Rio de Janeiro
20031-203 - RJ
Telefone: 21 2205 9692

Infanticídio indígena: uma realidade ocultada

Carlos Eduardo Sodré Lanna

Foi dura a realidade encontrada pelos portugueses ao aqui chegarem em 1500. Com efeito, os nativos não correspondiam ao mito do que Rousseau chamaria mais tarde do “bom selvagem” numa América paradisíaca. Antes de ser descoberto, o Brasil era habitado por um conjunto heterogêneo de tribos indígenas nômades e seminômades, contrárias a qualquer organização superior e em permanente estado de guerra entre si.


Entre eles predominavam práticas de canibalismo, sacrifício humano, infanticídio, eutanásia e muitas outras violações da lei natural, além de rituais sinistros, como o uso de bebidas alucinógenas, terminando quase sempre em atos de idolatria e aberrações morais. Ao tomar conhecimento de tamanhos absurdos, nem a Igreja nem Portugal se omitiram de levar a cabo suas iniciativas e obrigações, entre as quais ocupava especial lugar a propagação fé e do império.

Nesta colossal obra a unir altar e trono, nossos denodados antepassados atravessaram o oceano em precárias caravelas e aqui aportaram com milhares de missionários que se embrenharam pelas montanhas e selvas. Afastadas as trevas do paganismo, os indígenas conheceram o verdadeiro Sol da Justiça, Nosso Senhor Jesus Cristo, e aprenderam a amar a sua santíssima Mãe, a Virgem Maria, abrindo-se para eles as sendas da civilização cristã.

Assim nasceu o Brasil, com a dedicação épica dos descobridores, conquistadores, prelados, oficiais e soldados, fundadores de povos e cidades, evangelizadores, colonizadores e civilizadores. Passados 500 anos, como tudo é diferente nesse panorama, sobretudo se analisarmos o aspecto moral e religioso nos ambientes e costumes de nosso clero, de nossa elite dirigente, com reflexos não pequenos em inúmeros brasileiros.

Tomemos, por exemplo, a situação dos nossos indígenas, muitos deles ainda vivendo em situação precária nas selvas, sem conhecerem o conforto da civilização, e com muitos dos que se arvoram seus defensores querendo perpetuá-los ali como num zoológico, tratando-os como se não fossem seres humanos e redimidos pelo Sangue preciosíssimo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Pior. Tentam transformá-los em modelos vivos para o homem novo que tentam criar.

“Zé Mário” e o elogio da loucura comunista

Talvez JMB seja um dos nomes maiores da música popular portuguesa, mas tirando Amália e talvez Carlos Paredes, a relevância da música popular portuguesa a leste de Badajoz é comparável à da Web Summit

Alberto Gonçalves

Há dias, falei na Rádio Observador sobre José Mário Branco (JMB) [oto]. Disse que o julgava um músico decente e um comunista empedernido. Hoje, não por causa de JMB, mas por causa das reações à morte de JMB, gostava de confirmar algumas coisas, corrigir outras e desenvolver as restantes.


Em primeiro lugar, o músico. Tinha uma ideia vaga da obra de JMB. Lembrava-me da madrugada em que, na adolescência, ouvi o “FMI” e fiquei assarapantado com a crueza daquilo. Lembrava-me ainda dos “sucessos” que durante uns anos JMB cantava na televisão, do “Qual é a tua, ó meu?” ao “Eu vim de longe, eu vou para longe (Chulinha)”, do “Ser Solidário”, da “Queixa das almas jovens censuradas”, de uma resma de “singles” do Grupo de Ação Cultural que alguém me emprestou há décadas e de uma canção mais recente que não consigo identificar e que à época achei bonita. Tinha uma ideia genericamente simpática da obra do homem. Esta semana, por razões óbvias, deu-me para ouvi-la com certa atenção. Acabei desiludido.

Mantenho que JMB era melhor músico do que os seus pares do “canto de intervenção”. Não é grande proeza: quase todos os pares eram de uma indigência medonha. Por muito que tentem, os militares de Guantánamo não arranjam forma de tortura comparável à “Pedra Filosofal” de Manuel Freire. E quem diz o sr. Freire diz as dezenas de “baladeiros” que, de tanto educarem as massas, não aprenderam quatro ou cinco acordes. A verdade é que em novembro de 2019 as canções de JMB soaram-me insípidas, derivações suburbanas das “recolhas” de Giacometti com uns pozinhos ocasionais de “chanson”. As letras, para lá do programa ideológico, são sentimentalismo adolescente. Os arranjos, às vezes curiosos, são puros 1970 e puro Terceiro Mundo. A voz é fracote e zangada. O GAC é repugnante. “Inquietação”, não fosse cantada naquele tom de fiscal antipático e não tivesse subtraído a imagem central a Pessoa, não é má. Em suma, é possível que JMB seja um dos nomes maiores da música popular portuguesa, o que é igual a falar nos vultos imortais da ópera do Sudão. Para efeitos práticos, tirando Amália e talvez Carlos Paredes, a relevância da música popular portuguesa a leste de Badajoz é comparável à da Web Summit.

Charada (1 126)

Analisando as
seguintes
operações,
qual o resultado que falta?



Maçã + Maçã = 20
Maçã + Banana + Banana = 18
Banana + Coco = 2
Coco + Maçã + 2 bananas = ?

Charada (1 125)

20 mulheres
bonitas
assistiam a um
desfile de moda.
3 eram altas e
morenas,
9 eram baixas e
13 eram loiras.

Quantas eram
altas e loiras?
Quantas eram
baixas e morenas?

[Aparecido rasga o verbo] Gugu e as suas outras mil faces ficarão dentro de nós, inesquecíveis

Aparecido Raimundo de Souza

A nossa coluna “RASGANDO O VERBO”, mais uma vez, volta a público, em edição “EXTRAORDINÁRIA”, desta feita, para informar a toda a família “Cão que Fuma”, o falecimento do apresentador de televisão e empresário paulista  ANTONIO AUGUSTO MORAES LIBERATO, ou, simplesmente, AUGUSTO LIBERATO, nascido aqui em São Paulo, aos 10 de abril de 1959. 

 Foto:Fábio Guinalz/Fotoarena/Agência O Globo
Augusto Liberato tinha sessenta anos, morava com a esposa, a médica Rose Miriam di Matteo e os três filhos do casal, João Augusto Liberato, de dezoito e das gêmeas Marina Liberato e Sofia Liberato (ambas com quinze anos) em sua mansão num condomínio de luxo, numa localidade conhecida como Celebration, em Orlando, na Flórida.


Em vista de um acidente doméstico (o apresentador caiu do telhado de sua casa quando tentava acertar a fiação externa de um aparelho de ar condicionado) se precipitando de uma altura de quatro metros, batendo a cabeça na quina de um móvel.  Socorrido imediatamente, para o Hospital próximo a sua casa, em Orlando, ou, mais precisamente, para o Health Hospital, Augusto Liberato sofreu politraumatismo, o que o levou a óbito, por morte cerebral.

Ex-estudante de odontologia, em Marília, interior de São Paulo, Gugu não chegou a se formar. Seguiu outros caminhos, embrenhando-se em programas de televisão. Estreou em 1981 com o programa “Sessão Premiada”.

Em 1982, ficou à frente do “Viva a Noite”. De 1988 a 1989, comandou o “Cidade contra Cidade”, “Passa ou Repassa” e “Roletrando”.

De 1989 a 1993, fez incursões em “TV Animal”, mas se destacou, no mesmo ano, com a “Corrida Maluca”.

Em 1993, colocou, no ar, o “Domingo Legal” e de 2009 a 2013, ancorou com sucesso tremendo o “Programa do Gugu”. 

Como ator, Gugu Liberato não deixou por menos. Estreou em 1984 no filme “Padre Pedro e a Revolta das Crianças”, na pele do personagem Padre Sebastião. Em 1987, viveu o Delegado Augusto, em “Os Fantasmas Trapalhões”.

Depois, vieram os longas “O Casamento dos Trapalhões”, em 1988, “Uma Escola Atrapalhada”, em 1990, culminando com “O Noviço Rebelde”, em 1997, e fechando com “Xuxa e os Duendes”, em 2001.