segunda-feira, 6 de março de 2017

[Aparecido rasga o verbo] O oxigênio eletrizado de um “Estado paralelo”

Aparecido Raimundo de Souza

Desde o grande ato terrorista de 11 de setembro de 2001 (dezesseis anos passados), às torres gêmeas do Word Trade Center, em Nova Iorque, a civilização ocidental questiona a respeito dos muçulmanos. Quem são? O que pretendem? Nas livrarias de todo o País se esgotaram as literaturas, até mesmo do Corão, ou Alcorão -, “A recitação” (Livro Sagrado com 114 capítulos, chamados de suras e subdivididos em versículos, conhecidos como ayat) ficou difícil de ser encontrado.

Nos últimos tempos assistimos pelas tevês, notícias de intolerância gravíssima da parte dos governos islâmicos extremistas contra os cristãos, de perseguições religiosas e de proibições de cultos de qualquer outra crença. Mas, afinal, que religião é essa?  É certo confundir sangue muçulmano com sangue árabe. A Resposta é: não.

No oriente existem milhões de árabes que são cristãos. Os seguidores do Islã estão espalhados por toda a África, bem como na Turquia, no Irã, Iraque, Paquistão, Afeganistão, Índia, Indonésia, Egito, Marrocos, Península Arábica e até na Espanha e França.

Os árabes têm uma certa primazia sobre a sociedade muçulmana porque o fundador do islamismo Maomé Muhammad (veado, perdão, virado profeta) nasceu em Meca, na Arábia no século VII e o Corão, ou Alcorão, escrito originariamente em árabe, não pode ser alterado nem na forma e nem no conteúdo, além do que Meca, como ponto de encontro de todos os muçulmanos está localizado em território árabe.

Para os cidadãos islâmicos Deus é um ser único. Não tem princípio e nem fim. É venerado, por essa razão, como o Todo Poderoso e dono de todas as vontades. Ele é o Santo Senhor, inquestionável, onipresente, onisciente e amigo. Seu verdadeiro nome é Alá. Acreditam igualmente nos anjos que emanam e irradiam luz e estão a serviço do Altíssimo. Ora, se Alá é o Altíssimo, esses anjos estariam a serviço exclusivo dele? Esquisito, isso. Pois bem, deixa pra lá. Os livros sagrados dessa galera são a Lei de Moisés, os Salmos de Davi, o Evangelho de Jesus e o Corão de Maomé.

Devido ao fato de os demais opúsculos serem corrompidos pelos seguidores, somente o Corão possui a palavra certa da definitiva revelação do Pai. Os profetas também representam papel importante e os principais, entre tantos se destacam.  Adão, Idris, Noé, Salih, Abraão, Isaac, Moisés, Jó, Snayb, Davi, Elias, João Batista, Jesus e Maomé.

Depois da morte, cada um será julgado conforme sua conduta por aqui e, se merecer, subirá para o céu, ou descerá direto para os quintos do inferno, com direito a abraçar o capeta e a tomar uma chávena de chá com torradas à sua mesa.

No Brasil, Alá é conhecido como Michel Jackson Temer, não por ser um deus, exatamente por dançar melhor que o cantor (King Of Pop), nascido em Gary, a maior cidade do Condado de Lake, Indiana, nos Estados Unidos.

Além de dançar maravilhosamente bem, nosso rei Michel está levando o Brasil ao “Domingão do Faustão”, para mostrar ao mundo, no quadro a “Dança dos Famosos” como uma nação inteira arriosca, na corda bamba, a dança do “Toma na tarraqueta” sem perder a compostura e a vergonha, apesar das pregas irem para a casa do Caralho.

Mudando de pau para cavaco, e voltando ao âmago do texto, como são vistas as mulheres perante o Alçafrão, desculpem senhoras e senhores, Alcorão? Vamos tentar ser claros e objetivos. O belo sexo, até pouco tempo, era considerado escravo do homem. E continua.

Por essa razão, as orações não servem para elas e depois da derradeira hora não se sabe onde vão parar. Alguns teólogos muçulmanos até questionam se essas criaturas têm alma. O tal do Corão em um de seus capítulos prescreve o seguinte: “Casai com quantas mulheres puder, mas se temeis não poder tratá-las com equidade, então tende a uma só”.  

Para o nosso tempo, quando os cristãos celebravam o início do terceiro milênio, os muçulmanos planejavam (ou melhor, ainda planejam) uma gigantesca expansão. E qual seria ela? Propagar a fé islâmica juntamente como o petróleo e as falcatruas que abundam em Brasília. Uma adição vasta, alombada, que abranja todos os quadrantes da terra. E puseram mãos à obra. Começaram construindo mesquitas.

Nas principais capitais, até mesmo em Roma, sede da Católica, foi erguida e inaugurada uma basílica... kikiki – uma sinagoga superluxuosa. Em recentes décadas, o islamismo tem sido a religião que mais cresce em todo o universo. As chicanas e as tramoias de nossos parlamentares indecorosos e compráveis são fichinhas perto delas.

Em São Paulo, ou mais precisamente no bairro do Brás, na Avenida Celso Garcia, temos uma orada (ou santuário), conhecido como Templo de Salomão, corruptela de Templo do Alcorão, ou qualquer outra merda parecida, comandada pelo cavalo - não, o que é isso, amados?, comandada pelo bispo MaisCedo.

Esses “sacrários” obedecem a determinações sérias e específicas. Suas construções devem ser direcionadas para Meca, a cidade santa e ter uma torre, onde um arauto ou muezim (em português, espertalhão, malandro) convoca os assíduos e adeptos para as preces e o passamento das sacolas para “a recolha” das ofertas dos trouxas.

Sem falar num heliporto, para a grana arrecadada em cada culto ir bater ou cair diretamente nos cofres fortes do Rei Maior, sem enfrentar os bandidos e, claro, os tráfegos intensos das grandes metrópoles.

Estima-se, hoje, que existam em todo o planeta, mais de um trilhão e quatrocentos milhões de muçulmanos, e em linha paralela, dois bilhões e setecentos milhões de cristãos. A meca, mil perdões, a meta traçada, todavia, é a de superar esses “cristãos” cabeças-duras num curto espaço, quem sabe até 2020.

Na Ásia, os muçulmanos estão em pé de guerra declarada face o hinduísmo, na Índia, e no mesmo norte, contra o budismo, na China, no Paquistão e no próprio Afeganistão, haja vista a destruição total das imagens gigantes e milenares do Bunda, perdão, de novo, pela nossa gafe, pela destruição de Buda.

Não se nega, todavia, o intento islâmico em governar todo o globo num futuro próximo. Para os seguidores fanáticos, o caminho para se comandar a justiça divina é através da autoridade política, ou seja, sem um Estado muçulmano forte e indestrutível, a fé muçulmana estará podada, incompleta e capenga. 

Para se ter um mundo justo e perfeito, o Islã, comandado pelo líder Abu Baker al-Baghdadi el-CuSujo, deve ser regra de vida para todos os povos. Dizem por detrás das cortinas, que Eduardo Cunha e outros envolvidos nas operações “lava-gatos-vermes-e-cachorros-sarneyntos”, estariam se convertendo a essa seita, objetivando saírem das grades como Santos e Purificados, para alcançarem, evidentemente, as graças benignas de papai Alá.

Por derradeiro, se faz mister lembrarmos as senhoras e aos senhores, que existem mulçumanos moderados e radicais, fanáticos e desleixados. Contudo, apesar desse pequeno problema, essa gente esconde um segredo estranho no coração: implantar (a qualquer custo, doa a quem doer, não obstante os meios empregados), o encosto islâmico em todos os seres humanos, e obrigá-los a seguir (através de lavagens cerebrais, tipos os horários políticos gratuitos em horários nobres) os princípios fundamentais, cagando um quilo certo e jamais mijando fora do penico, sob pena de serem decapitados ou torturados vivos, até verem os umbrais sarcásticos da morte. TUDO EM NOME DE ALA LA... Ô... Ô... Ô... Ô... Ô... Ô... Ô...Ô... 

AVISO AOS NAVEGANTES:
PARA LER E PENSAR, SE O FACEBOOK, CÃO QUE FUMA OU OUTRO SITE QUE REPUBLICA MEUS TEXTOS, POR QUALQUER MOTIVO QUE SEJA VIEREM A SER RETIRADOS DO AR, OU OS MEUS ESCRITOS APAGADOS E CENSURADOS PELAS REDES SOCIAIS, O PRESENTE ARTIGO SERÁ PANFLETADO E DISTRIBUÍDO NAS SINALEIRAS, ALÉM DE INCLUÍ-LO EM MEU PRÓXIMO LIVRO “LINHAS MALDITAS” VOLUME 3.
Título e texto: Aparecido Raimundo de Souza, jornalista. Do Sítio ”Shangri-La” – Um lugar perdido no meio do nada. 4-3-2017

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