quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

A conspiração contra a América

Em 1940, Philip Roth é uma criança feliz que vive placidamente com a sua família em Newark (New Jersey), num bairro de classe média e de população predominantemente judaica. Quando o herói da aviação Charles A. Lindbergh entra na Casa Branca, depois de vencer Franlin D. Roosevelt nas eleições presidenciais, o sentimento de segurança da família Roth começa a desmoronar-se. Lindbergh mantém os Estados Unidos fora da guerra, mas a que preço? Em poucos meses, os habitantes de Newark começam a comprovar como a sua chamada “defesa da paz” esconde na realidade desígnios talvez muito mais perversos...

Sim, Roth [foto abaixo] imagina uma América do Norte governada por um simpatizante do nazismo de Hitler, portanto, recusando a entrar na guerra ao lado dos países já invadidos pelo terceiro Reich.

Como avisou o autor num post-scriptum a Conspiração contra a América é uma obra de ficção.
No entanto, baseia-se em fatos e personagens históricos. Criou assim uma mistura entre reais fatos históricos e fantasia histórica.

O livro surgiu em 2004. 


Quando estava buscando mais informações sobre o livro me apareceram DEZENAS de sites, blogues e artigos de jornais: TODOS enaltecendo a ‘mediunidade’ de Roth pois que, neste livro, profetiza a América de... Trump! PQP! Que saco!

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