domingo, 4 de novembro de 2018

[Pernoitar, visitar, comer e beber fora] Fogo de chão

No domingo histórico de 28 de outubro de 2018 fomos, o casal VG/ER e eu à churrascaria Fogo de Chão, no CasaShopping.


Eu tinha grande expectativa.

Apresenta boa variedade de carnes. O buffet é enxuto, o que achei positivo. Sempre me causou alguma espécie os buffets gigantescos em... churrascarias – que, é suposto, servirem carnes, em sistema de rodízio ou não. Buffets gigantescos, dizia eu, com, além das tradicionais saladas, toda a sorte de ‘entradas’ e ‘acompanhamentos’ para matar a fome. Assim, não se consome muita carne, well... Alguns desses buffets têm, até, sushi e outras mumunhas orientais.

Pois bem, as carnes estavam boas? Estavam. Podiam ser melhores? Podiam. Eu esperava por isso.

O atendimento foi simpático e expedito. Já o custo não.

Gostei de conhecer uma original Fogo de Chão, agora uma cadeia internacional de “Brazilian Steak House”, com restaurantes no Brasil, EUA, Argentina e México, pertencente a um grupo norte-americano:

A original é bem melhor do que o plágio que existe na Amadora, no shopping Dolce Vita.

[A coluna do Almir] A eleição que vingou aposentados e pensionistas

Almir Papalardo

Quem acompanhou a minha luta desde o ano de 2006 contra a reeleição de Lula, contra a eleição e reeleição de Dilma, sabe que sempre publiquei artigos e mensagens com incentivos aos eleitores para que, em todas as eleições, votassem somente nos candidatos que fizessem oposição aos petistas e seus intragáveis aliados, para que de forma rápida e infalível, pudéssemos alijá-los do governo brasileiro.  

Mas nunca, para a minha frustração, vi esta ideia vingar, porque uma imensidão de eleitores desligados preferia jogar na lixeira de trinta a quarenta milhões de votos, ao invés de validá-los para concretizar esse desejo como forma de dar um merecido troco nestes políticos vampiros, sedentos pelo sangue dos aposentados e pensionistas!

Sou sim, um revoltado aposentado do INSS, não aceitando que meus direitos adquiridos sejam levianamente tungados, reduzindo covardemente minha aposentadoria de oito salários mínimos para apenas três, com a escrachada intenção absurda e paquidérmica de degradá-la de forma continuada, até que ficasse no mesmo nível do piso da Previdência (!?).

Já conseguiram com essa prática torpe e suja, me surrupiar cinco salários mínimos! Agora, avaliem trabalhadores ativos que um dia serão também aposentados: são milhões e milhões de segurados da Previdência que estão sofrendo esta política pirata, vendo seus proventos serem degradados ano após ano, lembrando ainda que outros milhões e milhões de aposentados já partiram para um outro plano, sem ver seus direitos restituídos e transferidos devidamente corrigidos para seus eventuais dependentes!  
  
Sabemos que não foi o PT o iniciador dos maus tratos dado aos aposentados, desobedecendo os artigos da Constituição de 1988 e do Estatuto do Idoso que proibiam perdas no poder de compra dos previdenciários da iniciativa privada. Mas sentimos na carne que foi o PT o partido que mais nos perseguiu, destruindo nossos benefícios, obrigando-nos a retroceder no nosso poder aquisitivo, quando, todas as categorias de trabalhadores têm seus proventos corrigidos conforme a atualização da moeda circulante. Enquanto toda categoria evolui no seu poder aquisitivo, o aposentado, coitado, contrariando a própria lógica, amarga uma triste involução...

[Trincheira] O perigo dos guarda-chuvas

Pedro Frederico Caldas

O governador eleito do Rio de Janeiro dava uma entrevista ao Estúdio i; perguntado sobre eliminar bandidos que estivessem armados de fuzis por snipers (atiradores de elite), ele disse que o fato de estar armado de fuzil já representava um perigo iminente. Aí, a Flávia (ou Flavinha como a chama a apresentadora do programa), que se apresenta como expert em economia, perguntou se a pessoa, na realidade, estivesse portando um guarda-chuva. Ante a profunda, inteligente, oportuna e, por que não dizer, genial pergunta, o governador eleito respondeu que snipers não atiravam em pessoas com guarda-chuva.

A resposta foi como ferro em brasa na água fria. A inteligência profunda ficou desconcertada, pianíssima.


Pois bem, ontem soube que a tal Flávia ou Flavinha, a "inteligência profunda", saiu de casa durante a chuva e, vendo muita gente armada de guarda-chuva, voltou apavorada para casa.
Texto: Pedro Frederico Caldas, Aventura, EUA, 3-11-2018

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[Foco no fosso] Vamos juntos!

Haroldo P. Barboza

Alô, Presidente! Congratulações cariocas!

Enviei esta nota para dep.jairbolsonaro@camara.leg.br sem certeza de que este canal ainda está ativo.

Talvez com a edição por aqui n’O cão que fuma, seja lida por alguém da equipe e possa ser colocada na pasta “pautas futuras”.

Meu contato não é para solicitar nada pessoal. Nem para meu filho que está empregado. Mas para meu neto de quatro anos e outros milhares da mesma geração. Quero um Brasil melhor para eles. Algo que não soubemos cultivar por acomodação e falta de percepção do perigo rondando nossas soleiras.

Sei que você (perdoe a intimidade) não vai consertar algo que há mais de cinquenta anos foi largado à sorte. Sei que haverá forte oposição pelos que desejam se aproveitar do caos. Mas se for possível, uma melhora de 20% ou 25% em quatro anos já será um passo gigantesco que ajudará a contaminar os indecisos e normatizar as futuras condutas públicas.

Indecisos, como eu, que desde 1999 venho pregando o voto nulo para todas as esferas de poder.

O cenário infestado de aproveitadores desanima qualquer cristão (e outras linhas religiosas) a deixar de agir pela família para ajudar anestesiados por programas tipo BBBB que servem para nos “cegar” e impedir que encontremos algum fio de esperança neste lamaçal que nos cerca.

Mesmo assim tenho editado diversas matérias na web, desde esporte até palpites políticos.

Creio que entre os diversos artigos espalhados por aqui alguns até podem servir de inspiração para alguns membros de sua equipe em projetos futuros e úteis ao país.

[Pensando alto] Sua excelência o dedo indicador e o pobre Deus

Pedro Frederico Caldas

Para todo problema complexo existe sempre uma resposta simples, elegante e completamente errada.

Henry Louis Mencken

Meus amigos formam uma fauna. Tenho-os dos mais diversos humores e aptidões. Em suma, meu círculo de amizade parece a Arca de Noé, de cada bicho um casal. Há os leões, valentes, os macacos, engraçados, os elefantes, ricos, as coelhinhas, doces, as corujas, intelectuais. Fiquemos por aqui, pois não devo revelar o CPF de todos. Seria uma inconfidência, além de não ser da conta de ninguém. Basta dizer que deles muito me orgulho e não poderia conceber uma vida sadia e risonha sem a presença de pessoas tão importantes para mim.

Não sei como uma pessoa pode viver sem amigos, embora as haja. Mas, de toda essa fauna, talvez o bicho mais complicado seja eu mesmo. Gostaria de ser o macaco, mas não sei fazer graça engraçada; ser o elefante, mas me falta cabedal; o leão, mas me falta coragem; a coruja, mas me falta tino. Talvez eu seja, para meus amigos, o desengonçado ornitorrinco.

O fato é que há algo a nos cimentar: o prazer de estar juntos e a lealdade, dois ingredientes sem os quais não há amizade, mas simples conhecimento. Alguns, amigos de há muito, desde os tempos da juventude e... bota tempo nisso! Amizades históricas.
              
Dia desses, sustentava uma tertúlia com dois deles, da mais alta suposição. Um, de grande conhecimento científico, quase um cientista, sabe tudo de astrofísica, além de trafegar bem pela física quântica, doravante chamado físico, que CPF não entrego, é um incréu. Adora usar seu conhecimento científico para marretar a existência de Deus. Vindo o assunto à baila, confronta a Bíblia a dizer que é um absurdo Deus, todo poderoso, Senhor do Universo, mandar seu filho à Terra para ser chibateado pela reles soldadesca romana e ter mãos e pés varados por pregos e ficar sujeito - pisca um olho e dá um arremedo de sorriso cínico -, a contrair tétano.

O outro, homem de humanidades, um erudito, proclamadamente um agnóstico, dentro da tradição e da arrogância acadêmicas. Não se compraz em desandar Deus. Sabe que o simples conhecimento científico não é suficiente para chancelar ou descartar a existência do Demiurgo. Chamá-lo-ei de Humanista.

Presente também um outro amigo, grande tirador de sarro, de inteligência criativa como costumam ser as pessoas de bom humor e que do nada tiram conclusões desconcertantes e cheias de graça, como a dizer: pobres mortais, pensais saber aquilo que de fato não sabeis. É o amigo Macaco, a presença sempre mais agradável.

Conversa vai, conversa vem, um deles disse que algo, de que não me recordo, mas lembro ter sido um bom augúrio, me aconteceria, no que respondi, como costumamos dizer, “se Deus quiser”. O cientista, com o sorriso cativante de sempre, embora sarcástico, disse que era irrelevante o querer de Deus, pois não há querer na inexistência.

[Coisas da América] Forma de votar

Pedro Frederico Caldas

Esta foto é da cédula de votação do Estado da Flórida.


Na verdade, vocês veem quatro cédulas com uma série de itens para votação. O verso dessas cédulas também está cheio de itens.

Votei para governador, senador, deputado federal, assim como votei para manter ou retirar magistrados, aumentar ou diminuir impostos, para emendar ou não a constituição do Estado e assim por diante. Levamos, eu Nêga, mais de uma hora sentados em casa votando, no maior conforto. Em seguida coloquei as cédulas (ballots) num envelope especial, recebido pelo correio junto com a cédulas e reenviei pelo correio para a autoridade eleitoral do condado. Não tive que ir ao correio porque no condomínio cada um tem uma caixa postal para as correspondências recebidas e uma caixa geral onde depositamos as correspondências expedidas.

E por que aqui é diferente do Brasil? Porque aqui pratica-se, em boa parte, a chamada democracia direta. O povo é que decide sobre várias questões que no Brasil são decididas por parlamentares ou por autoridades do executivo.

Você pode votar em casa, como fiz, ou se dirigir à sua respectiva secção eleitoral e votar. Em ambas as hipóteses o processo começa bem antes do dia da eleição propriamente dito.

Essas cédulas são próprias para serem processadas por computadores. Vocês viram que na noite do dia da última eleição presidencial todos já sabiam que Donald Trump tinha sido eleito presidente.

Aquela conversa sem sentido de que o Brasil está muito à frente dos Estados Unidos por causa da maquininha de votar não passa de papo furado. São dois sistemas políticos diferentes, com a vantagem de aqui o eleitor decidir, por exemplo, em eleições locais, quem deve ser o diretor da escola pública.

QUIZ: Primeira brecha

Qual foi o primeiro país do bloco comunista a abrir a primeira brecha na “Cortina de Ferro”?

A – RDA
B – Hungria
C – Checoslováquia
D – Romênia

Charada (654)

Descubra os
diferentes
anagramas
do nome
CARLA.

sábado, 3 de novembro de 2018

[Trincheira] Xéxeo no Estúdio i

Pedro Frederico Caldas

Neste mês que antecedeu as eleições passei a assistir com alguma frequência programas da Rede Globo e de sua afiliada, a Globo News. Há um programa de nome Estúdio i que tenho assistido. Nesse programa, como nos programas da Globo em geral, a madeira come solta em cima do pobre do Trump. Um dos mais bem-sucedidos governantes americanos, pelo menos até aqui, jamais é elogiado. É como se o homem fosse o "Cão de Segundo Livro". Parece que veio ao mundo, na visão dos jornalistas e dos entrevistados "bem escolhidos", só para fazer o mal.

Mas, por ora, deixemos Trump de lado que voltarei a comentar sobre ele, oportunamente. Hoje estava assistindo ao programa e o jornalista Artur Xexéo, esgrimindo com leveza as mãos e as palavras, após ouvir dos outros que Bolsonaro dissera que se cercaria de bons assessores para assuntos que não entende, concluiu com uma "boa vontade danada" que o menos qualificado da equipe de governo seria ele, Bolsonaro. Houve alguma perplexidade dos demais membros da bancada, inclusive da apresentadora Maria Beltrão.

[Meninos, eu vi] A eleição de Jair Messias Bolsonaro

Embora a previsão meteorológica fosse de chuva fraca, o dia chegou ensolarado. Bom sinal!

Meu filho, que estava comigo, votou na Escola Municipal Albert Einstein, no condomínio Novo Leblon; e eu, do outro lado da avenida, no Colégio Estadual Vicente Januzzi.


Ambos votamos no 20, para governador, e 17, para presidente.

Depois do almoço fizemos uma horinha e rumamos para a frente do condomínio onde reside Jair Bolsonaro. Estava lotado de gente, era por volta das 18h40.


Uma festa histórica inesquecível!

É inegável a empatia e entusiasmo despertados na população brasileira pela candidatura à presidência, de Jair Messias Bolsonaro. Histórico.

Foi uma grande alegria e privilégio ter participado e vivenciado o dia histórico de 28 de outubro de 2018. Jamais esquecerei!

Tampouco esquecerei o dia seguinte, 29 de outubro de 2018: Dia Mundial dos Cara-de-Bunda.

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A pirueta da Veja para dizer que Moro deu pirueta

o antagonista

A Veja diz que Sergio Moro fez uma “pirueta” temerária ao trocar a Lava Jato pela política:

“O aspecto temerário da decisão de Moro é outro. Está no que ele deixa para trás, que é a própria Lava-Jato. Durante os mais de quatro anos em que foi o juiz da operação, Moro recebeu acusações — equivocadas, na maioria — de tomar medidas excessivas e motivadas por razões políticas. O PT, na tentativa incansável de politizar a condenação e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sempre levantou a bandeira de que o juiz agia politicamente e, por isso, perseguiu de modo implacável o ex-presidente. O Brasil inteiro sabe que tudo isso é balela.

Mas é inegável que, ao aderir ao governo Bolsonaro, Moro dá um extraordinário impulso às acusações de que, no fundo, tinha preferências e mesmo ambições políticas. Nada disso compromete o valor técnico de suas decisões jurídicas, mas pega mal para um juiz. Pega ainda pior quando esse juiz é Sergio Moro, o magistrado que mandou prender um ex-presidente e agora assume um cargo no governo do adversário político do condenado. Melhor seria se Moro tivesse mantido seu comportamento técnico e seu distanciamento.”

Pelo texto, quem dá pirueta para dizer que Moro deu pirueta é a Veja.
Título e Texto: o antagonista, 2-11-2018

O sistema ataca o antissistema

O antagonista

O Estadão desaprovou a escolha de Sergio Moro para o superministério de Jair Bolsonaro e, em editorial, aproveitou para atacar a Lava Jato:

“Há muito tempo a Lava Jato vem extrapolando seus limites e objetivos, exercendo influência direta na política ao criminalizar políticos de praticamente todos os partidos – o que, de certa forma, abriu caminho para a ascensão de Jair Bolsonaro, um deputado do baixo clero que construiu sua candidatura com base num violento discurso antissistema.

A nomeação de Sergio Moro para o Ministério da Justiça, com a promessa de concentrar imensos poderes, atende plenamente aos objetivos imediatos de Jair Bolsonaro, materializando suas promessas palanqueiras de combate à corrupção; já para o futuro ministro e para o País, a médio e longo prazos, a manobra oferece substanciais riscos – que oxalá não se concretizem. A ânsia nacional de moralização dos hábitos políticos e administrativos não pode ser frustrada.”
Título e Texto: o antagonista, 2-11-2018

Guião para a esquerda do Sr. Louçã

Cristina Miranda

Eu sei que para um burguês caviar que sempre viveu como um capitalista, encostado ao Estado, docente universitário (pois…), deputado (ora…) e acabando por integrar  o Conselho Consultivo do Banco de Portugal e Conselho de Estado ( meu Deus que belo exemplo de marxista ), é difícil compreender o fenômeno Bolsonaro ou Trump. Eu também, se vivesse numa redoma de luxos e cargos inacessíveis ao comum mortal, provavelmente também não.


Mas eu, ao contrário de Louçã, sou do povo.  Nasci e vivi no meio do povo. Meus avós eram agricultores e pescadores. Meus pais foram emigrantes. Meu percurso pessoal, académico e profissional está recheado de superações a adversidades.  Uma vida cheia de fracassos que se transformaram em sucessos por teimosia, resiliência e muita coragem. Sozinha. Claro que não sabe o que isso é. Porque partir unhas e fazer calos (as minhas mãos não são de princesa), conquistar só por mérito, não é a vossa cena. Sois parasitas.

Eu sei que para gente que vive alapada ao Estado, gente do povo que emerge no meio político, assusta para caraças e por isso é preciso desacreditar fazendo crer que  “esta vida” não é para gente, vá lá, “menos inteligente” – isto para não dizer burra – pois só vós os “ilustres” intelectualóides tendes capacidade para tal. Deve ser por isso que em 44 anos de uma democracia adulterada, a esquerda deste país levou 3 vezes o país à falência e AGORA com Bloco de Empreendimentos e PCP, nesta aliança governativa, darão mais um contributo precioso na 4 falência que se avizinha. O que prova que ter intelectualóides a governar, é bancarrota na certa.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

[Coisas da América] Ministérios

Declaração da Independência dos EUA, 1776, quadro de John Trumbull, 1817–1818

Pedro Frederico Caldas

Sob este título passarei a esclarecer variados aspectos da vida americana na economia, geografia, política, cultura, costumes, história, enfim, o modo de vida americano (american way of life) etc.

Tudo que considere oportuno e do interesse dos brasileiros passarei a tratar aqui em pequenos textos, pílulas, tudo ao correr da pena, ou ao bater da tecla.

Tenho-me dedicado, com muito afinco, a estudar a América e estou fascinado com essa tarefa que me impus. Assim, de vez em quando tratarei de um tema, principalmente quando a matéria pode ser cotejada com algo similar no Brasil. Feito esse esclarecimento, vamos ao tema de hoje.

MINISTÉRIOS: O presidente não tem ministros, tem secretários. As secretarias do governo americano equivalem aos ministérios do governo brasileiro. São quinze secretários. O mais importante de todos, pela importância dos EUA no mundo é o secretário de estado, equivalente ao ministro das relações exteriores no Brasil.

A maior economia do mundo não tem ministério do planejamento. Quem planeja economia e estado interventor sempre dá errado.

Não há também o equivalente a um ministério do meio ambiente. O vice-presidente tem um papel ativo, está sempre enfronhado nos problemas do governo. O Brasil, em contraste, chegou a ter cerca de quarenta ministérios. Haja dinheiro para jogar fora. Por hoje, basta.

Se alguém tiver alguma sugestão para um tema a ser abordado é só sugerir. Se tiver condições, farei uma exposição sucinta do tema sugerido.

Um abraço do
Pedro Frederico Caldas, Aventura, EUA, 2-11-2018

[Trincheira] Apresentação

VOU ABRIR AQUI MAIS UMA FRENTE DE LUTA SOB O NOME "TRINCHEIRA".


Nessa trincheira farei breves comentários sobre opiniões e notícias de jornalistas, órgãos de imprensa, políticos, politicólogos, ou qualquer outra coisa que se mexa, arraste, fale e ande, para dizer bobagem ou alardear uma meia-verdade.

Assim, está criada a nossa trincheira. Aceito, como sempre, críticas, informações corretivas ou qualquer coisa que jogue luz sob o tema. Se estiver errado, peço desculpas e mudo de opinião.
Um abraço do
Pedro

Texto: Pedro Frederico Caldas, Aventura, EUA, 2-11-2018

O Sistema foi humilhado por um cara que dá coletiva numa PRANCHA DE SURFE

SUPER-MITOLÓGICO.
O sistema foi humilhado por um cara que dá coletiva em cima de uma PRANCHA DE BODYBOARD

[Aparecido rasga o verbo] Entre as cizânias e os tropeços, os desabafos de um expiado. (Segunda e última parte)

Aparecido Raimundo de Souza

CONTINUAREMOS, HOJE, COMO DITO NO texto do dia 30 de outubro p. p, a analisar o que vomitou Fernando Haddad e saiu publicado nos jornais de maior circulação país a fora, logo após tomar conhecimento do seu maciço abatimento perante as urnas.

Seguiu o Infeliz se vangloriando:

“FUI MINISTRO DA EDUCAÇÃO NO GOVERNO DO EX-PRESIDENTE LULA, INVESTI EM TODOS OS NÍVEIS DE ENSINO, DA CRECHE À POS GRADUAÇÃO. CONSTRUÍ ESCOLAS TÉCNICAS E NOVAS UNIVERSIDADES PÚBLICAS. CRIEI O PROUNI E O FIES SEM FIADOR, PARA JOVENS QUE NÃO PODIAM ARCAR COM AS MNSALIDADES DAS FACULDADES PRIVADAS”.

Não adiantava mais nada, como de fato não surtiu o efeito, desejado, nesta altura da corrida dos jumentos desenfreados ao palácio penico do mundo, dizer que fora ministro da Educação do ex-presidente Lula.  Deveria ter trazido estes feitos quando estava em campanha percorrendo os Estados brasileiros à cata de votos e de eleitores desmemoriados. Se realmente tivesse sido um bom ministro e preservasse a Educação (não pelo cargo), por aquelas pessoas que o elegeram para tal “auto carguinho”... convenhamos, ser ministro da educação no brazzil não é posto para ser ocupado por qualquer borra-botas, quem sabe tivesse ganhado a auspiciosa competição.

Ao invés disto, somente se dedicou o Buriti-do-brejo a falar mal de seu adverso numa tentativa vã e incoerente de enlamear seu nome. No que deu? Tomou na tarraqueta direitinho. Ademais, qualquer que tenha sido o “empreguinho”, pelo fato de estar ligado ao ex-presidente Lula, de pronto queimava (como queimou) a sua campanha junto à população. Após o pleito, chegamos à conclusão que, apesar da maior parte da massa falida (a raia miúda) ser burra e desmemoriada, não esqueceu que o PT (Partido dos Trambiqueiros) de Lula, condenado por corrupção e lavagem de dinheiro, acordou em tempo de não deixá-lo se abancar na cadeira da Ocupação Maior, a Presidência.

E foi em frente o Alquebrado destilando veneno aos borbotões:

“TUDO ISSO FIZ SEM TIRAR A VAGA DE NINGUÉM. PELO CONTRÁRIO: NUNCA TANTOS BRASILEIROS DE TODAS AS CORES E CLASSES SOCIAIS TIVERAM TANTO ACESSO AO ENSINO SUPERIOR”.


Realmente o senhor Haddad não tirou a vaga de ninguém. Em compensação, não deu vaga a ninguém. Quanto a esses brasileiros de todas as cores e classes sociais (que cores, que classes sociais?!) certamente o espertalhão fazia alusão dos palhaços e bufões. Somos, em verdade, caríssimos amados, um bando de Girafales e Arrelias orbitando em torno deste cidadão e de outros crápulas que vestem as camisas imundas do PT e empunham as suas bandeiras malditas.  As classes sociais existentes são apenas duas: a dos pobres e fodidos e a dos ricos e abastados.

Coletiva de imprensa com o Presidente Jair Bolsonaro, 1 de novembro

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

O povo é fascista...

A esquerda, não só a radical, não percebe nada do que se está a passar no Mundo. Mais: recusa-se a perceber.

Maria Fátima Bonifácio

55% dos eleitores brasileiros optaram e votaram pelo “fascismo”, no pobre e primitivo entender da esquerda radical. O líder-sombra do BE, na televisão, ainda insinuou que os votantes em Bolsonaro eram a classe média e daí para cima! É extraordinário como mentes brilhantes se enganam a si mesmas tão facilmente! É extraordinário como o sectarismo pode cegar mais do que a real doença da cegueira! A esquerda, não só radical, não percebe nada do que se está a passar no Mundo. Mais: recusa-se a perceber.

Compreende-se: se aceitasse perceber, estaria a reconhecer que todas as suas categorias de análise política e histórica tinham ido barra fora, engolidas, mais ao largo, pela voracidade destrutiva das ondas marítimas; o mundo de hoje é um mar furiosamente encapelado. Essas categorias analíticas estão tão velhas e imprestáveis que, se abaladas, provocariam a derrocada de toda a Utopia socialista-comunista. Quantas vidas a ela honestamente dedicadas não mergulhariam na mais frustrante das desilusões, de quantos sonhos esfarrapados se não teceriam os lençóis que tapam os caixões! E, sobretudo, a que margens, a que praias arribariam os náufragos fugidos do navio em lento, mas inexorável afundamento? A que ramagens, a que galhos se agarrariam? O navio afundado deixaria um imenso orfanato, atulhado de gente desempregada ante a derrocada do monopólio de tudo quanto beneficiava à conta da suposta superioridade moral que a si mesma se atribuía.

Em vários países e continentes, os pobres e remediados parece que decidiram não mais servirem de trunfo para os que em nome deles falam, mas que não falam com eles. Nem falam, nem ouvem. Basta-lhes o catecismo revolucionário. O que acontece hoje em dia é que em vários países e continentes esse catecismo caducou.

Sérgio Moro chegando em casa do presidente eleito

Luiza Medeiros, 1-11-2018

Com Bolsonaro, Brasil pode entrar na OTAN

o antagonista


Jair Bolsonaro pode levar o Brasil para a OTAN.

Foi o que o ex-embaixador do Estados Unidos, Thomas Shannon, disse à BBC Brasil.

Leia um trecho de sua entrevista:

BBC Brasil – Auxiliares de Bolsonaro me falaram sobre a intenção de trazer o Brasil para a Otan. Não sei se ouviu algo a respeito.
Shannon – Sim.

Como vê esta ideia?
Shannon – Eu acho que é uma boa ideia. Obviamente, seria uma grande decisão para o Brasil e para a Otan também.

A Colômbia tem uma relação de afiliação com a OTAN.

O lado importante de se alinhar com os países da Otan é que este é provavelmente o principal arranjo coletivo de segurança no mundo e liga algumas das forças armadas mais capazes e inovadoras do mundo.

Neste sentido, algo como isso traria ao Brasil uma oportunidade para se envolver e trabalhar diretamente não apenas em questões militares e das forças armadas, mas em tudo que for ligado a segurança nacional e segurança global.

Então é uma ideia interessante, acho que sublinha a criatividade que existe em parte da equipe que o presidente eleito reuniu e vamos ver qual será a resposta.
Título, Imagem e Texto: o antagonista, 1-11-2018

Sérgio Moro será ministro da Justiça e Segurança Pública


O juiz federal Sérgio Moro [foto] aceitou o convite do presidente eleito Bolsonaro e será ministro da Justiça e Segurança Pública. Em nota, o juiz, responsável pela Lava Jato em Curitiba, disse que 'perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção' o levou a aceitar o convite.

Leia a íntegra da nota oficial publicada por Moro:

“Fui convidado pelo Sr. Presidente eleito para ser nomeado Ministro da Justiça e da Segurança Pública na próxima gestão.

Após a reunião pessoal na qual foram discutidas políticas para a pasta, aceitei o honrado convite.
Fiz com certo pesar pois terei que abandonar 22 anos de magistratura.

No entanto, a perspectiva de implementar uma forte agenda anticorrupção e anticrime organizado, com respeito à Constituição, à lei e aos direitos, levaram-me a tomar esta decisão.

Na prática, significa consolidar os avanços contra o crime e a corrupção dos últimos anos e afastar riscos de retrocessos por um bem maior.

A Operação Lava Jato seguirá em Curitiba com os valorosos juízes locais.

De todo modo, para evitar controvérsias desnecessárias, devo desde logo afastar-me de novas audiências.

Na próxima semana, concederei entrevista coletiva com maiores detalhes.

Curitiba, 1 de novembro de 2018.”
Juiz Sérgio Fernando Moro

Dom Leonardo Steiner rompe o silêncio e se pronuncia sobre a vitória de Bolsonaro

FratresInUnum.com

Em sua primeira manifestação após a vitória de Jair Bolsonaro nas eleições presidenciais, o secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Ulrich Steiner, não escondeu o tom de amargura e desgosto. Pelas palavras cuidadosamente escolhidas, percebe-se claramente que a CNBB não recuará nenhum milímetro, não cederá em absolutamente nada de sua posição favorecedora do petismo. Não adianta esperar o contrário! Não se enganem, eles não vão mudar!

Steiner e Pedro Casaldáliga
A seguir, transcrevemos trechos da entrevista concedida a Vatican News:

“Como será o futuro nós ainda não sabemos, dependerá muito de como se comportará o Supremo Tribunal, o próprio Executivo, mas também o Legislativo”, disse, ensejando uma eventual intervenção de um poder no outro.

“Vai depender muito destas alianças, e das propostas e as uniões que acontecerem especialmente entre o Legislativo e o Executivo. Ali existe uma preocupação porque muitas das afirmações durante o tempo das eleições não eram favoráveis aos indígenas, não eram favoráveis aos quilombolas, não eram favoráveis aos pobres, não eram favoráveis aos direitos humanos. Inclusive dizer que mandaria prender as pessoas. Quem manda prender as pessoas é o judiciário, não o executivo”. Aqui, ataca de modo praticamente explícito o presidente eleito, descontextualizando as suas declarações durante a campanha.

Um pouco mais adiante, Dom Leonardo começa a fazer como que uma autocrítica, como se estivesse falando em nome da esquerda, que precisa reaprender a fazer política e convencer o povo de que o seu discurso não é ideológico.