quinta-feira, 24 de março de 2016

Raposo recebe correspondência da PREVIC

Acuso recebimento do seu ofício abaixo no qual sou solicitado a aguardar mais um tempo para sua convicção de ação a ser tomada;

Entendo suas razões como espero ser entendido nas minhas quando busco defender os interesses dos participantes in totum do AERUS e associados da APRUS, pois me preocupa, e muito, situações nos fundos de previdência, tipo POSTALLIS, com proposta de redução de pensão de quase vinte por cento por ineficiência de diretorias da PREVIC que deveriam fiscalizar as aplicações e a administração de cada fundo protegendo assim seus participantes.

Aguardo assim suas definições a respeito e afirmo que o AERUS e nossos associados não sofrerão mais perdas do que já vieram a sofrer.
Thomaz Raposo
Diretor-Presidente APRUS, 23-3-2016

PREVIDÊNCIA SOCIAL 
Ofício 667/2016/DISUP/PREVIC
Ao Senhor
Thomaz Raposo de Almeida Filho
PREVIC
SUPERINTENDÊNCIA NACIONAL DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR
Brasília-DF, 14 de março de 2016.

Diretor-Presidente da Associação dos Participantes e Beneficiários do AERUS — APRUS
Rua Senador Dantas, nº 20, Salas 1310/1312 — Cinelândia/Centro
20031-2013 - Rio de Janeiro/RJ
Referência: Administração do AERUS 

Tempo de Antena PSD - Orçamento de Estado 2016

Não tenho dúvidas em afirmar que este é o melhor tempo de antena partidário dos últimos anos. No conteúdo e na forma! 
Carlos Abreu Amorim


Fernando Holiday desmascara racistas do PT na Câmara

Luciano Henrique

Acabamos de ver um discurso frouxo, pusilânime, patético e deprimente feito por Aécio Neves em resposta a um ataque contundente de Dilma. É agoniante.

Aqui vemos o inverso da postura molenga do tucano: é o discurso de Fernando Holiday, que neste 22/3 participou da Comissão sobre discriminação racial na Câmara dos Deputados, a convite do DEM.

Holiday decididamente humilhou os petistas, que costumam utilizar a cor da pele para segregar as pessoas. Como lemos na descrição do vídeo: “Participaram do evento, inclusive, a Ministra das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos, o deputado federal Vicentinho, e o espancador de mulher apoiado por petista, Netinho de Paula.”

Tomara que chegue um dia em que comecemos a expurgar da política oposicionistas que se recusem a falar politicamente feito adultos, como Holiday brilhantemente o fez.


Título, Imagem e Texto: Luciano Henrique, Ceticismo Político, 23-3-2016

Isentona cínica, Marina arruma desculpa esfarrapada para atrapalhar impeachment

Luciano Henrique

Você quer uma dica infalível para descobrir se uma pessoa é cruel? Basta ver como ela se comporta diante do sofrimento dos outros e daqueles que cometem crimes contra o povo.

Por exemplo, se durante uma ditadura sanguinária alguém vê oportunidades para vender armas para um regime assassino, essa é uma pessoa cruel. Se ao ver uma mulher sendo estuprada, alguém visualiza a oportunidade de gravar um vídeo – que pode viralizar no YouTube – mas não chamar a polícia e evitar qualquer forma de ajudá-la, esta também é uma pessoa cruel.

A fórmula é infalível.

Pois bem. Marina Silva mostra sua crueldade aqui:

Líder nas pesquisas para 2018, a ex-senadora Marina Silva diz que o impeachment de Dilma Rousseff deixa intacta “a metade dos problemas que hoje afetam o País”.

“O PMDB, durante 12 anos, como irmão siamês do PT, indicou diretores para a Petrobras e tomo decisões políticas que nos levaram à crise. O Brasil está vivendo um momento de emergência econômica. Não podemos, em hipótese alguma, permitir que haja emergência institucional”, disse ela, em entrevista ao ‘Estado de S. Paulo’.Segundo Marina, os tucanos querem entrar no jogo para depois frear a Lava Jato.

Ela defende novas eleições. “Os seis ministros do TSE devolveriam aos 200 milhões de brasileiros a possibilidade de reparar o erro a que foram induzidos a cometer”.

Ao tratar o sofrimento do povo como uma conveniência para seus fins políticos, Marina mostra seu total desapego pela lei, bem como pelo sofrimento do povo. O TSE não tem a função de “reparar erros de eleitores”, mas de punir crimes. A única forma ética pela qual Marina poderia tratar a questão do impeachment de Dilma seria pela análise moral da situação: ou Dilma cometeu um crime e merece ser punida, ou não cometeu e não merece ser punida.

É fundamental pôr tudo em causa

J.M. Ferreira de Almeida
Madrid, Londres, Paris, Bruxelas...
Centenas de pessoas comuns mortas, estropiadas, famílias destroçadas, o dia-a dia pautado pelo medo instalado nas cidades por toda a Europa.

Percebo a boa intenção de quem diz que o melhor amigo do terrorismo é o medo e que ter medo é assim como uma rendição ao terrorismo. Mas percebendo, não posso concordar com quem - como o meu Amigo e deputado europeu Carlos Coelho que há pouco ouvi - me diz que, como europeu, tenho de me habituar a viver num clima com "algum" nível de insegurança.

Não. Não temos de nos habituar pois essa é, na realidade, a grande rendição. Se é verdade que a Europa não pode desistir dos seus valores mais nobres, da tolerância e dos que alicerçam a democracia, também não pode conformar-se assim, interiorizando o medo, coexistindo com ele, aceitando viver com o coração nas mãos de cada vez que um filho nosso parte para uma cidade, rezando para que não se transforme no inferno de um novo palco de uma guerra cobarde.

Pergunto-me com que força interior os europeus podem aceitar viver neste clima, provado que está que o absoluto desprezo pela vida humana que carateriza o terrorismo nunca encontrará resposta nesta ideologia de quase aceitação do previsivel sacrifício de mais largas centenas ou milhares de vidas como efeito inevitável de uma guerra sem quartel no seio das nossas próprias cidades.

É hora de os dirigentes políticos perceberem que tudo tem de ser posto em questão. Sem complexos repensar Schengen, olhar de outra forma para as fronteiras externas, reforçar os meios de inteligência, funcionarmos como uma verdadeira união política, desde logo unidos no propósito de perseguir sem dó nem piedade quem se serve dos nossos valores, vive à sombra deles para os destruir em nome do ódio. 
Título e Texto:  JM Ferreira de Almeida, 4R – Quarta República, 22-3-2016 

Enquanto a crise assola o país…

a CNBB, nada tendo a falar sobre os últimos desdobramentos da vida política no Brasil, lança o estupendo, o magnífico…

Concurso para hino da Campanha da Fraternidade 2017.

Brasília (RV) – A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançou um concurso para o hino da Campanha da Fraternidade 2017. O processo seletivo será realizado num único edital, letra e música, simultaneamente, podendo haver parceria entre letristas e músicos.

Com base no tema da CF 2017 “Fraternidade: Biomas brasileiros e defesa da vida” e no lema “Cultivar e guardar a criação”, as características da letra do hino devem traduzir o conteúdo em profunda linguagem poética. Além disso, é exigido também que o hino apresente alguma forma de rima, embora possam ser usados versos livres.

Quanto aos critérios para a análise da qualidade literária do texto, o edital recomenda a leitura do subsídio técnico das Edições CNBB “Canto e música litúrgica pós-Concílio Vaticano II: Princípios teológicos, litúrgicos, pastorais e estéticos”. O emprego da função da linguagem mais adequada ao momento litúrgico também será levado em consideração.

Já em relação às características da música, o edital exige o caráter vibrante e convocativo, melodias e ritmos fluentes em qualquer assembleia. Além disso, a apresentação da composição deverá ser escrita em pauta musical, com a indicação dos acordes (cifras) para o acompanhamento instrumental.

As composições devem ser encaminhadas à CNBB até o dia 29 de abril. Outros detalhes no site http://www.cnbb.org.br 
Título e Texto: Fratres in Unum.com, 22-3-2016

Sem troco


Altruísmo e egoísmo

Nelson Teixeira
Todos querem ser amados. Nem todos querem amar.

Aquele que busca ser amado, vive ainda na esfera do egoísmo, que se opõe ao altruísmo.

É altruísta aquele que distribui manifestações de amor.
É egoísta o que só quer recolher para si mesmo essas manifestações.

Toda gente sabe que “é dando que se recebe”.
Mas não faça nada “para” receber.

Na doação espontânea, natural, já está contida a recompensa:
Recebemos no próprio ato de dar.

Queira Deus que você tenha ouvidos de ouvir e entender essa verdade. 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 24-3-2016

terça-feira, 22 de março de 2016

Golpe é tentar anular o trabalho do juiz Sérgio Moro, afirma Ana Amélia

Outro massacre, outra hashtag!




Para os que ainda acreditam em Branca de Neve...

Belgistan? Sharia Showdown Looms in Brussels
The graffiti on a building in Belgium says it all: "Welcome to 'Belgistan." In fact, some are now calling it the Muslim capital of Europe.

Impeachment de Dilma: REDE, PSOL Molon e Freixo são contra! Com PT, querem de volta a PEC-37!

Cesar Maia      

1. O escorpião se afogava no lago. Um sapo o colocou nas costas. No meio do lago, o escorpião ferroou o sapo. Sapo: Mas, assim, morremos os dois. Escorpião: Eu sei, mas é da minha natureza.
      
2. O PSOL já decidiu votar contra o impeachment de Dilma. Seu candidato a prefeito do Rio, deputado Freixo, foi à manifestação de sexta-feira e falou ao Globo que havia um quadro de “golpe de estado sendo dado pelo judiciário que era até mais corrupto que o legislativo e o executivo”.
     
3. A REDE de Marina quer derrubar Dilma, mas desde que haja uma nova eleição. Deputado Molon, candidato a prefeito do Rio, declarou que vota contra o impeachment. Coordenadores da REDE dizem que só aceitam o impeachment de Dilma se houver nova eleição. Mas o Congresso, decidindo o impeachment de Dilma, empossa Michel Temer. Ou seja, sendo assim, a REDE de Marina e Molon está contra o impeachment pelo Congresso.
      
4. As raízes de Freixo, Molon, Marina/REDE e PSOL no PT, talvez expliquem as razões, assim como o escorpião. Afinal, Freixo foi o primeiro a apoiar Dilma no segundo turno com telefonema. Molon já estava na campanha de Dilma e ficou até 09/2015. No site de Molon http://molon.com.br/ não há referência a nenhum partido político.
     
5. Eles entraram agora na banda de música de Lula, de Dilma, do PT e da CUT contra o Judiciário e contra o Ministério Público. Talvez tenham se esquecido da mega-manifestação de junho de 2013 que tinha como principal bandeira derrubar a PEC 37, que proibia investigações do Ministério Público. 

Kim Kataguiri esmaga editorial picareta do ‘The Observer’

Luciano Henrique
Para refutar o editorial embusteiro do The Observer, Kim Kataguiri veio com sangue nos olhos. Leia:

Está rodando na internet um editorial do jornal “The Observer” que afirma que há risco de intervenção militar no Brasil: “Uma preocupação óbvia é que esses protestos (contra e pró-governo), se saírem do controle, poderiam degenerar em violência desenfreada e no risco de intervenção pelas Forças Armadas”.

Há um erro gritante na essência da análise. O jornal acredita na tese propagada pelo governo petista de que “a sociedade está dividida”, quando a verdade é que existe um quase consenso na população de que o governo Dilma Rousseff é corrupto, incompetente, e deve passar e ser condenado pelo processo democrático do impeachment o mais rápido possível.

As manifestações pró-impeachment foram pelo menos dez vezes maiores do que as manifestações pró-governo. Outro ponto: os protestos petistas mobilizam, em sua maioria, militantes. A estrutura de seus protestos é absolutamente centralizada, os protestos acontecem em poucas cidades e muitos manifestantes já vêm uniformizados.

Não, a sociedade brasileira não está dividida. Essa sensação é fruto de uma tentativa desesperada do governo de catalisar a voz da minoria minúscula e barulhenta que o defende.

“A democracia brasileira, restaurada em 1985 depois de 20 anos de ditadura militar, não chega a ser uma planta tão robusta que não possa ser desenraizada novamente por uma combinação de fracasso político e emergência econômica. O dever de Dilma é simples: se ela não pode restabelecer a calma, tem de convocar novas eleições – ou sair.”

Sim, Dilma deveria renunciar. É uma opinião sensata. O problema é a ignorância de quem escreveu o editorial, que fica evidente na frase “tem de convocar novas eleições”. O Brasil é presidencialista, não parlamentarista. Dilma não tem o poder de convocar novas eleições.

Quem escreveu o tal editorial não entende bulhufas da política brasileira. Não haverá intervenção militar. Os militares não querem e não têm de intervir. Nossas instituições não são perfeitas, mas estão funcionando. Políticos e empresários poderosos estão sendo investigados e presos. Um processo de impeachment teve seu rito definido pelo STF e está tramitando no Congresso Nacional.

Sim, nossa democracia é jovem. Sim, nossa República foi vilipendiada por uma organização criminosa. Mas o brasileiro quer e luta pela mudança, pela renovação e fortalecimento de nossas instituições. Não sofreremos um golpe. Pelo contrário: jogaremos na lata de lixo da História aqueles que atentaram contra a nossa República.

Não preciso acrescentar nada mais.
Título e Texto: Luciano Henrique, Ceticismo Político, 22-3-2016

Relacionados:

Embargo cubano

Rivadávia Rosa

Além do US Cuban Liberty and Democratic Solidarity Act de 1966 que exige para o levantamento total do embargo e normalização das relações diplomáticas, prévio estabelecimento dos princípios democráticos para o exercício de atividades políticas, há também as expropriações de empresas e de cidadãos norte-americanos e espanhóis que precisam ser ressarcidas.

O fato é que os regimes que ainda se autodenominam comunistas – têm recorrido a incipientes medidas capitalistas: Vietnã, Coréia do Norte, China, Cuba,  ou seja a conhecida  NOVA POLÍTICA ECONÔMICANEP [a exceção da Venezuela que afunda na tragédia]

A NEP (em russo: НЭП), acrónimo de Novaya Ekonomiceskaya Politika (em português: Nova Política Econômica) foi a política econômica seguida na União Soviética entre o abandono do comunismo de guerra (praticado durante a guerra civil) ...”

A NEP, como medida tática, foi  implantada em 1921 na Rússia – “passou a permitir as atividades de um grande número de empresas privadas, em especial as ligadas à agricultura e aos pequenos negócios, além de estimular os camponeses a ganharem o máximo possível. Em 1924, como ocorreu em outras partes do Ocidente, a economia já havia renascido. A União Soviética permaneceu ilhada – em parte por opção, em parte pela hostilidade dos países capitalistas que a rodeavam -, mas gradualmente reconstruiu os laços econômicos com o restante do mundo.” (FRIEDEN, Jeffry A. In Capitalismo Global – História econômica e política do século XX. Rio de Janeiro: Zahar, 2006, p.  154-155).

Porém, a NEP por mais indispensável que fosse permaneceu suspeita dentro do próprio partido; recuo tático imposto pela realidade, concessão à sociedade real ameaçou ao mesmo tempo o poder da ideologia e o de Joseph Stalin,  de modo que assim   que as condições objetivas o permitiram – Stalin - impôs sua mão totalitária num culto/praxis irracional, violento, criminoso, baseado no catecismo do terror - promovendo a maior tragédia humanitária do século passado.

Nessa esteira marxista-leninista, assim se manifestou o então presidente chinês Jiang Zemin, num discurso em homenagem ao 80º aniversário do Partido Comunista chinês, na Grande Ala do Povo na Praça da Paz Celestial em Pequim:

“No passado, nosso entendimento dessa questão era muito superficial e simplista”, ... a sociedade humana rumará inevitavelmente ao comunismo..., acrescentando – não é possível nem necessário divisar ou descrever em grandes detalhes”, com ou quando a sociedade humana chegara lá. (Craig S. Smith – in Trabalhadores do Mundo, invistam – OESP 26/08/2001).

Brasil arrombado

O foragido da justiça Brasileira é nomeado ministro... informal! Com plenos poderes políticos!?

Nunca a frase "Só no Brasil!" vestiu tão bem uma atitude desse arremedo de governo brasileiro...

Tem brasileiros que não têm vergonha disso tudo aí e preferem colportar a narrativa dos bandoleiros encastelados no poder do Brasil.

Alguns deles, brasileiros, vestiram uma das tantas fantasias que o Partido dos Trabalhadores lhes mandou, gratuitamente: "Aécio", "Todos são iguais" "a corrupção sempre existiu" e outras mais... 

Curiosamente, o PT ainda não mandou a do Maluf ou a do Collor...

Tudo para desviar o foco do principal: o Brasil teve, por treze anos, uma quadrilha nas bocas de todos os cofres nacionais!

segunda-feira, 21 de março de 2016

La izquierda ladrona de América Latina

Gustavo Coronel
La mafia izquierdista de América Latina está hoy desnuda frente a la opinión pública internacional: Hugo Chávez, Nicolás Maduro, Lula da Silva, Cristina Kirchner, Daniel Ortega, Evo Morales y sus respectivas pandillas están señalados, con abundantes datos, de inmensa corrupción. Nunca antes había existido un saqueo tan inmenso de los dineros del pueblo latinoamericano como el que han llevado a cabo estos hampones políticos. Toda la retórica, todo el lenguaje sobre los pobres, los desposeídos, los niños de la calle y las mujeres desvalidas era mentira. Es decir, al robo descarado de los dineros públicos le añadieron el engaño. Uno de ellos, el cobardón Chávez llegó a decir y repetir como mantra: “Ser rico es malo”, mientras portaba un reloj de $50.000 y se compraba un Airbus en $70 millones que hoy ha sido vendido como chatarra aérea, por su mal mantenimiento. 

Maduro, por su parte, tiene familiares presos en USA por narcotraficantes y viaja a Cuba a pedir instrucciones a Raúl Castro. Combina la corrupción con el entreguismo. Lula da Silva está en el umbral de la cárcel, después de posar por años como un defensor de los pobres. La justicia brasileña le ha descubierto sus inmensas comisiones obtenidas de las empresas de construcción y sus enredos podridos con Chávez y la constructora Odebrecht. La señora Botox ha sido acusada de centenares de casos de corrupción, y parece que ni siquiera se graduó de abogada, como dice (algo parecido a lo que decía en el sitio de PDVSA el hampón Maduro); Daniel Ortega no solo es pedófilo sino que gracias a Chávez, en ALBANISA, ha robado millones de dólares.

A Evo Morales le acaban de descubrir un guiso de $500 millones a través de su ex-amante boliviana, ver: http://lasarmasdecoronel.blogspot.com/2016/02/morales-pierde-en-bolivia-intentan-golpe.html

La pandilla venezolana, integrada por Los Chávez, los Maduro-Flores, los Cabello, los varios Rodríguez (Ali, Jorge, Delcy, Isaías), Ramírez, Carreño, los Chacón, militares narcos, gobernadores, ministros, diputados y contratistas amigos, se han apropiado de unos $300.000 millones, según estimado del arrepentido y co-responsable Jorge Giordani. 


Título, Imagens y Texto: Gustavo Coronel, Las armas de Coronel, 21-3-2016   

O estoiro brasileiro

Luís Naves
No Brasil, alastra a contestação às elites políticas e oligarquias económicas, num movimento que pode levar o regime a mudanças drásticas. A corrupção do PT, partido que esteve no poder na última década e meia, é inaceitável. Apesar de tudo, foi surpreendente ver como a nossa comunicação social amestrada procurou nos últimos dias branquear o maior escândalo político de que há memória numa democracia (corrupção em larga escala, incompetência, nepotismo, obstrução à justiça, desfaçatez, cinismo, hipocrisia).

Lula e o PT apoderaram-se de riquezas públicas, compraram votos e distribuíram o bolo pelas clientelas que os iriam manter indefinidamente no poder, isto enquanto faziam o discurso cínico da defesa revolucionária dos direitos dos pobres. Tudo isto não tem ponta que se lhe pegue, mas há uns comentadores que preferem culpar os juízes, colocam reticências à eventual destituição da presidente (vamos lá com calma), descobrem golpes de Estado e detectam milionários nas multidões que ocupam as ruas. São os mesmos que reclamam sempre pelo direito à indignação, que pedem a demissão imediata de governantes locais e apontam o dedo à mínima irregularidade de um político que lhes desagrade.

É evidente que o Brasil terá de superar a obstrução à justiça, livrar-se dos bandidos, destituir a presidente Dilma (que não governa e nunca reparou nos milhares de milhões que saíam da Petrobras). O Brasil precisa de reformar a sociedade e o sistema político, isso não será nada fácil. Tal como a Argentina se livrou dos peronistas, os brasileiros conseguirão livrar-se do PT, mas é preciso não subestimar a maldade e a estupidez desta gente: é a própria democracia que está em perigo, sendo necessário escolher entre a actual farsa e o esforço de reformar o sistema. Não escrevi antes sobre a crise brasileira, pois havia na blogosfera nacional autores mais lúcidos do que eu, a fazer o serviço público que os jornais não quiseram fazer, nomeadamente Francisco José ViegasRui a.Eduardo Pitta e Luís Menezes Leitão, entre outros. 
Título e Texto: Luís Naves, Fragmentário, 21-3-2016

O problema de Juca Kfouri

Luciano Henrique

Juca Kfouri escreveu um pequeno post, “O problema de Lula”. Vejamos o nível da mendacidade:

A Casa Civil não resolveu. E o maior problema de Lula não é o sítio em Atibaia. Nem o triplex no Guarujá. Que ele garante não serem dele. Nem mesmo o estádio do Corinthians. Seu maior problema é ter achado que ganhou a Casa-Grande. Ilusão. A Casa-Grande sempre planejou devolvê-lo à Senzala.

É impressionante como em tão poucas palavras ele consegue embutir tantos truques sujos.

Para começar ele quer dizer que as provas contra Lula não são problema. Ora, se for assim, Juca, as provas contra Collor eram um problema? E as provas contra Berlusconi, eram um problema? Ele precisa decididamente definir um critério para dizer quando as provas valem e quando elas não valem. Aliás, pensando bem, Juca Kfouri é conhecido por ter alegado que Aécio Neves bateu na esposa. Fez isso sem ter apresentado prova alguma, bem ao contrário do que acontece com Lula, quando elas aparecem em abundante quantidade.

O segundo truque é dizer que Lula é rejeitado por ter sido um “pobre que foi conviver com os milionários”.

A técnica é das mais tradicionais que os marxistas aprenderam a repetir, mas ela se esboroa quando vemos, por exemplo, a história de Silvio Santos, que de uma infância pobre se tornou um milionário. Bilionário, aliás. Por que ele não foi rejeitado? Simples: por que não está envolvido em escândalos de corrupção até o pescoço.

Reunião de emergência em Brasília



Em qualquer lugar do mundo é assim: quando um ministro é foco de investigações, o presidente trata de afastá-lo para que ele não contamine o Governo. No Brasil, é o contrário. E isso mostra que a disputa que vivemos não é só pelo poder substantivo, mas também pelo poder verbo. Aqui pode tudo.

Elenco:
Antonio Tabet
Camillo Borges
Fabio Porchat
Luis Lobianco
Rafael Portugal
Rodrigo Magal

MAKING OF: EM BREVE

APPS E GAMES: http://bit.ly/appsporta 

A ética do novo ministro da Justiça...

Valdemar Habitzreuter
O governo vai jogar pesado. Sua estratégia agora é matar para não morrer. E o posto-chave para tal intento é o ministério da Justiça. É através do ministro da Justiça que o governo intenta fragilizar Moro, impedir o progresso da operação Lava-Jato e cercear a livre movimentação de Moro, restringindo seu campo de ação.

É interessante notar que o ministro Aragão, recém-empossado, como também o indicado anteriormente, Wellington Lima, são ambos oriundos do Ministério Público.

Wellington Lima foi impedido de exercer a função de ministro da Justiça pelo Supremo, uma vez que a Constituição de 1988 proíbe, após essa data, que membros do ministério público exerçam cargos no executivo e continuem como procuradores e se submetam às ordens do poder executivo, pois há incompatibilidade de função: um procurador deve ser imparcial e manter-se distante em relação aos intentos do governo.


Antes da promulgação da Constituição não havia a proibição e, assim, Aragão [foto] pôde assumir o cargo de ministro da Justiça, já que era procurador antes de 1988. O novo ministro já demonstrou a que veio: a tarefa que recebeu de Dilma de minar a lava-jato e já mostrou suas garras ao ameaçar a PF em caso de investigações e vazamentos que prejudiquem o governo: simplesmente substituirá toda equipe investigadora da PF, ameaça ele.

BRASIL: manifestações anti-governo PT e pêndulo político

Gonzalo Guimaraens - Destaque Internacional (*)

1. As manifestações, ocorridas em todo o Brasil no dia 13 de março, contra o governo populista de esquerda do PT, contra o ex-presidente Lula da Silva e a presidente Dilma Rousseff foram — de acordo com o instituto de pesquisa DataFolha — os maiores protestos políticos da história desse país-continente.

2. Em São Paulo, o DataFolha calculou em 500 mil participantes, enquanto que os organizadores, baseados em tecnologia que capta sinais de celular em determinados perímetros existentes, afirmou que havia muito mais de 1 milhão de pessoas.

3. Impressionava, e até emocionava, ver entre os manifestantes famílias inteiras, incluindo bebês de apenas algumas semanas levados em seus carrinhos pelos pais, até senhores e senhoras idosos que, apesar dos sérios problemas de mobilidade, não quiseram deixar de participar das manifestações contra o atual governo populista-esquerdista.

4. O denominador comum dos manifestantes parecia ser uma mistura de indignação e frustração, que foram crescendo e acumulando nos últimos anos, quando a situação econômica do País deteriorou-se paulatinamente devido às políticas econômicas do populismo socialista do governo petista. Uma indignação que atingiu seu auge nas últimas semanas, quando a Justiça começou a investigar as conexões entre os escandalosos casos de corrupção no governo e do próprio ex-presidente Lula, que havia se apresentado na política como “incorruptível”, um ícone da esquerda no mundo inteiro. 

5. Além da indignação e frustração, expressados emslogans, assobios e “panelaços”, que outros traços de união havia entre os manifestantes? É difícil dizer. À primeira vista, não parece que os princípios anti-socialistas predominassem nas multidões. Se assim for, os institutos de pesquisa de opinião pública poderão confirmar ou desmentir. Esse é um ponto que deve ser levado em consideração, caso se deseje interpretar as gigantescas manifestações contra o governo a fim de se traçar prognósticos políticos.

Isentões


Relacionados: