A presente tradução é o resultado da
comparação das versões apresentadas nas línguas inglesa e francesa, em
confronto com o próprio texto chinês.
O seu autor, Luís Serrão, é licenciado
em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, e tem
exercido atividades no domínio do ensino, da edição e da tradução.
A Arte da Guerra: Mais do que
estratégia militar
(…)
Subsistindo à passagem do tempo, A
Arte da Guerra mantém-se atual não só pelos princípios basilares de
estratégia militar que estabelece, mas também pelos ensinamentos de que dela
podemos retirar. No meio da leitura, é frequentemente dar por nós a fazer
paralelismos imediatos com situações correntes do dia a dia e que pouco têm que
ver com guerra no sentido mais bélico da palavra.
O livro tem um total de 13 capítulos,
onde se explora o processo bélico, desde a análise do terreno a qual a melhor
tática. O objetivo inicial de Sun Tzu era tornar a guerra num
processo rápido, do qual resultassem as menores perdas possíveis para a
economia. A obra foi pioneira exatamente por associar as duas realidades,
estabelecendo um pensamento estratégico modelo para generais e governantes.
Funcionando tanto para pequenos como para grandes conflitos, A Arte da Guerra pode ser considerado como um verdadeiro guia estratégico voltado para a formatação do pensamento em direção aos objetivos. Se pensarmos à luz dos dias que correm, o livro não é assim tão diferente de um manual de empreendedorismo ou de liderança. Superioridade numérica, força anímica e uso de informantes/espiões são alguns dos tópicos que Sun Tzu explorou.























