terça-feira, 30 de outubro de 2018

[Aparecido rasga o verbo] Entre as cizânias e os tropeços, os desabafos de um expiado (Primeira parte)

Aparecido Raimundo de Souza

VAMOS ANALIZAR FRIAMENTE o que Fernando Haddad vomitou e saiu publicado nos jornais de maior circulação país afora e à dentro também, que é o que, aliás, de fato, nos interessa realmente. Disse o escachelado a princípio de conversa: “SOU CONTRA A TORTURA”.  Para quem não sabe, tortura nada mais é que uma variante da cruciação enfadonha, ou o ato maldoso de constranger ou macerar a cabeça de uma pessoa. 

De cara, o nosso entendimento, não foi outro, senão esse fungoso cidadão, quem mais torturou o povo (fazemos referência à banda em excelência da sociedade) com promessas sem eira nem beira e completamente destituídas de seriedade. Seus planos de governo deixaram a desejar, além do que o candidato se constituía numa pecha degradante e jagunçosa dos dezenove dedos. Pois bem.

Antes de entrarmos no mérito, vamos deixar sem nenhum pingo de dúvida o cidadão menos atencioso. A banda em “excelência” da sociedade, ou a banda “boa”, é constituída por gente que tem brio e vergonha. Então ela existe mesmo? Sim! Às vezes essa galera dá as caras, noutras toma chá de sumiço. Desvestigia do mapa, como se tragada para prístinos avatares. Daí não haver grande repercussão e holofotes em torno de seu insosso nome.

Percebam que flagelos de Haddad e seus tormentos giraram aguerridamente em derredor do PT (Partido dos Trambiqueiros) que pretendia soltar um ladrão preso e condenado por corrupção passiva e lavagem de direito e indultá-lo do repouso recuperatório de onde se encontra enfurnado, para que subisse a rampa do majestoso penico Planalto. Não esqueçam jamais: o Planalto (Palácio) como outros (Pomposos) por lá edificados, tem as refulgências celestiais, todavia, são os penicos e privadeiros (de privadas) que formam o suntuoso cagatório do mundo. 

“NÃO POSSO ADMITIR QUE PESSOAS SEJAM FUZILADAS AQUI OU EM QUALQUER OUTRO LUGAR DO PLANETA. NÃO VOU FECHAR O SUPREMO OU O CONGRESSO NEM CENSURAR A IMPRENSA”. Quando prefeito de São Paulo (de 2013 a 2016) os senhores acaso têm ideia de quantas pessoas o bufoso Haddad evitou que fossem fuziladas aqui ou “em qualquer outro lugar do planeta?”.

Muitos cidadãos de bem morreram fuzilados e não teve um filho da puta que viesse em socorro desses pobres infelizes. Pensamos fato concluso, somente seus familiares e demais apaniguados ficaram blindados deste carbionco “fuzilamento” porque, em vista do ofício ocupado, as autoridades constituídas zelavam pela sua integridade física e a de seus asseclas. Os senhores concordam?

Fechar o Supremo ou o Congresso o sujeito teria que ter peito e coragem, coragem e disposição além de três colhões. Ou quatro. Em paulada igual no mesmo gato, Supremo aberto ou fechado, a bem da verdade, pouca diferença faz. Trocado por um balaio de merda sairia caro. O Congresso idem.  Os bandoleiros e os vigaristas de ambas as casas de Mãe Joana, são amigos inseparáveis, adeptos, confradenciam entre si.

Não devemos esquecer que os “brother” comem com os condiscípulos no mesmo prato. Pelo código de ética secreto dos companheiros e salafrários, a palavra, ou a frase de ordem é uma só: “Não mexa com quem está quieto. Fica na sua, relaxa, goza e deixa o barco navegar”.

Censurar a imprensa mais do que já é achacada, impugnada, sentenciada e repreendida, seria uma puta sacanagem. Das grandes. Melhor, no pior dos mundos, bani-la de vez. A censura e o castigo existem em cada palavra impressa. Muitos profissionais deste ramo vivem com seus rabinhos entre as pernas. “REPUDIO TODA E QUALQUER DITADURA” - segue em frente cantando de galo o senhor Haddad. 

“RENOVO TODOS OS DIAS A MINHA FÉ NA DEMOCRACIA E NA LIBERDADE”. Fica no ar meia dúzia de indagações: qual a ditadura que Haddad repudia? A de Hitler? A de Mussolini? - Talvez a de Fidel Castro? Quem sabe a de Kim Jong-um?! O Brazzil nunca conheceu ditadura. O Manezinho boçal, desde os tempos de Cabral convive com os mais variados tipos de mortandade, carnificina, chacina e extermínio.

Apenas como exemplo: quando alguns “perseguidos” iam depor no antigo DOPS (Departamento de Ordem Política e Social ou Departamento de Onde os Pobrezinhos Sumiam) no centro de São Paulo, misteriosamente eram abduzidos. Levem em conta que no tempo do DOPS, tudo era mansidão envolvida num silêncio sepulcral. Não tínhamos mágicos conhecidos nos portes de Houdini e David Copperfield. Daí esses desgraçados serem forçosamente alienigenados.

A ditadura, caros leitores e amigos, existe na ilha de Fidel Castro (ou Fudel Castro).  Apesar de morto e enterrado em grotões descomunais, dita ordens dos quintos do inferno a seus sucessores, Raul Castro e, agora, igualmente, a Miguel Díaz-Canel. Ditadura no sentido exato da palavra abunda na Coreia do Norte, transborda em Zimbábue, ingurgita na Turquia, aflora na Rússia e sobrevive faceira, em outros 49 países.

Segundo levantamentos de uma ONG americana de nome Freedom House. Tal organização, em um relatório recente editado e tornado público meses atrás, primorosamente nos dá conta muito claramente destes crimes contra a humanidade.  Nestes distantes rincões, os Mandachuvas, em nome da morbosa DITADURA escravizam seus próprios consanguíneos como se burros de carga fossem.

Haddad sustenta que renova a fé, a sua fé, primeiramente na liberdade e na democracia. Ledo engano! Haddad se arrima na grana que vai para seus bolsos. Abestados aqueles jumentos que acreditam pela e em nome da liberdade ou da democracia. Democracia, para Haddad e, de contrapeso, liberdade são meras figuras retóricas. Raciocinem amados. Que liberdade, que democracia? Por favor, saiam do ostracismo e respondam: em qual liberdade ou em qual democracia este falso pacificador testifica a sua fé?

Parabéns a quem respondeu à liberdade de continuar mamando nas tetas gordas e sadias do nosso querido brazzilzinho cocô. Iguais cumprimentos para quem respondeu à democracia de fazer o que der na telha. Sem ser molestado. Sem ter que dar satisfações a quem quer que seja. Esta terra santa e abençoada é rica em vaquinhas leiteiras e a se ver fora do auspicioso ato de sugar, engolir bom leite, seria absurdamente nefando e abominável.

“RESPEITO – segue adiante o santo do pau oco – TODAS AS CRENÇAS RELIGIOSAS, PORQUE TODOS QUE CONHEÇO DE UMA FORMA OU DE OUTRA, ENSINAM O MANDAMENTO QUE DESDE CEDO APRENDI. ‘AMA A TEU PRÓXIMO COMO A TI MESMO’. E ACHO LINDA AS CORES DA BANDEIRA DO BRASIL”. Haddad conhece todas as religiões, inclusive aquelas que não existem. São essas as que mais pregam a fome pela soberba e pelo dinheiro fácil.

Mesmo peido fedorento, o preceito que desde cedo aprendeu, adestra como um mantra sagrado a amar teu poder (o dele), enquanto puder tê-lo nas mãos. Depois que o poder escorre para o ralo e se perde nos socavões sem volta, o único decreto que prevalece é o do Tinhoso. As cores da bandeira, contrapartidiando o ilustre aniquilado, ele assevera que acha mui linda. Mui linda? Cá entre nós: quais seriam essas cores para Haddad?

O VERDE evidentemente é a têmpera fortificada dos dólares, o AMARELO, estandarteia o ouro fácil que todo mês religiosamente cai em sua continha bancária. O AZUL dá conta do brilhantismo infinito e suave, ameno e duradouro que vive escorado em seus familiares e o BRANCO... aliás amados, o branco perturba profundamente ao senhor Haddad. Reparem, foi pelo BRANCO, notadamente dos que se recusaram e não votaram nos seus “13”, que os seus sonhos d’ouros de sentar a bunda no Janucú  evaporaram de vez para as plagas da puta que pariu.

“JAMAIS IMAGINEI QUE FOSSE NECESSÁRIO INVESTIR PARTE PRECIOSA DESDE PEQUENO ESPAÇO QUE ME CABE A DECLARAÇÃO DO ÓBVIO”. Lembrem que o “óbvio” de Haddad é preciosíssimo. E qual foi à parte que ele realmente investiu? O humilhado se adianta furioso: “MAS A ESCALADA DE ÓDIO, QUE NESTA CAMPANHA ELEITORAL ATINGIU NÍVEIS INTOLERÁVEIS ME OBRIGUE A FAZÊ-LO”. 

Nos famigerados e maçantes horários políticos gratuitos (gratuitos?!, kikikikikiki), Haddad não fez outra coisa senão falar mal de seu opositor. Jogou tanta merda no ventilador que o bicho parou de funcionar. Talvez, se fosse menos soberbo, mais humilde e cauteloso, mais sensato e menos extravagante, convencesse.

Esta história de “um livro numa mão e uma carteira de trabalho na outra” funcionou para ingleses verem e fazerem piadas. O que um simples e comestível mamão faria com um livro? No mesmo engasgo este “na outra”, soou vazio. Que outra? Outra fruta? Outro mamão?! 

“O QUE ESTÁ EM JOGO É A ESCOLHA ENTRE NOSSO DIREITO AO FUTURO OU O RETORNO A UM DOS PERÍODOS MAIS SOMBRIOS DE NOSSO PASSADO”. Certo? Errado. O que está em jogo é a escolha entre o direito dele, Haddad, ao futuro dele, Haddad e o retorno a um dos períodos mais sombrios do nosso passado.  Aliás, esse passado, esse ontem, NUNCA DECORREU.

Em sínteses, jamais deixou de existir. Ele continua firme e forte, robusto e intransponível, como um fantasma desassossegado e inquieto viajando no ônibus das reencarnações a nos massacrar o Cosmos da alma em CONSTANTES ADMOESTAÇÕES.
(Segunda e última parte na próxima sexta-feira, 2 de novembro).
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, jornalista. De Ribeirão Preto, interior de São Paulo. 30-10-2018

P.S.: Antonella de Souza, minha filha nº 6, no dia de seu aniversário. A donzela completou 11 anos em 28 de outubro de 2018.
A festa aconteceu em Sertãozinho, região da grande Ribeirão Preto, interior de São Paulo.


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3 comentários:

  1. Um abraço para Antonella e outro para o pai feliz!
    Paizote

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    Respostas
    1. RESPOSTA AO SIMPÁTICO PAIZOTE POR AQUI PASSADO ÀS 22:13 DESTE 30 DE OUTUBRO QUE LOGO SE FINDARÁ. Agradecer a gentileza do seu abraço amigo a mim endereçado e o outro à filhota. Feliz, acredite, pelo prezado ter deixado a sua participação tão amável que por sinal, muito me honra. Fica na paz, meu caro Paizote. (Aparecido Raimundo de Souza, de São Paulo, Capital).

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