quarta-feira, 6 de julho de 2016

E a Dilma se acovardou

Almir Papalardo
Ao longo deste processo de impeachment da presidente Dilma, onde imperou e ainda imperam as hostilidades, o desejo de vencer no grito, criação de tumultos desnecessários, muitas mentiras e contradições, caiu por terra mais uma hilária queixa dos defensores da mandatária afastada, que alegam com veemência, que querem dificultar ou negar o sagrado direito da presidente se defender.

Foi com este argumento que seus confusos e agressivos aliados, principalmente seu advogado José Eduardo Cardoso, acusando um cerceamento nos direitos de defesa da presidente, recorreram ao STF porque queriam de toda maneira apresentar à Comissão Especial do Impeachment um absurdo e inaceitável total de quarenta testemunhas provarem que Dilma é pura e inocente das acusações que pairam sobre o seu comportamento presidencial.

Pois bem, como a mentira tem pernas curtas, a presidente, espantosamente, declinou de apresentar pessoalmente a sua defesa, quando poderia, com olhos nos olhos, com a altivez da certeza da inocência, enfrentar seus acusadores, chamando-os de golpistas como sempre o faz quando está cercada de fanáticos adoradores! Teria a oportunidade de derrubar, uma a uma, todas as acusações sofridas, com respostas convictas, firmes e convincentes.

Não me venham mais seus desorientados defensores alegar que a presidente não teve o direito de se defender. Recusando-se de se apresentar pessoalmente diante daqueles senadores que a arguiriam, mostrou-se acovardada e incerta de não ser culpada.

Fugindo de se apresentar à frente da Comissão de impeachment, assinou sua própria confissão de culpa, decepcionando toda a população, principalmente aqueles cidadãos que ainda tinham dúvidas! 
Título e Texto: Almir Papalardo, 6-7-2016

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