segunda-feira, 26 de março de 2018

Responsável pelo “estudo” que acusa MBL de “propagar fake news” é militante de esquerda e foi condenado por usar perfil falso

Francine Galbier


Fábio Malini, professor de jornalismo da Universidade Federal do Espírito Santo, e coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) do Departamento de Comunicação Social da Ufes responsável pela pesquisa que circula nas redes acusando o Movimento Brasil Livre de ser o “maior propagador de fake news” foi – ora, vejam só! – condenado a pagar 10 mil reais em danos morais para Sebastião Pimentel por usar um perfil falso para fazer acusações ao então candidato a reitor da UFES, em 2011.


“Malini é coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) do Departamento de Comunicação Social da Ufes, doutor em Comunicação e Cultura e professor de jornalismo digital na universidade.

De acordo com a sentença, o IP da internet (número de identificação) da residência de Malini foi usado para elaborar e hospedar o perfil identificado como “Tião Fundação”.

A briga judicial começou durante o período de eleições para reitor da Ufes. Na época, um perfil falso publicava mensagens para ferir a imagem do candidato Sebastião Pimentel, “como sendo uma pessoa ligada a interesses puramente financeiros e envolvimento em corrupção”, segundo o juiz Paulo César de Carvalho.

Durante investigação, a provedora de internet identificou Fábio Malini como sendo o responsável pela rede usada para criar o perfil “Tião Fundação”. Na ocasião, o professor era aliado de campanha de outro candidato à reitoria da universidade e já havia publicado denúncias contra Pimentel em sua página pessoal.”  Confira aqui o texto na íntegra.

A “pesquisa” de responsabilidade do tal “professor de jornalismo”, foi utilizada como se fosse algum tipo de prova cabal. No fim é só mais um “estudo” tendencioso com motivações partidárias.

“Uma investigação feita pelo Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) mostra que o MBL ajudou a impulsionar as notícias falsas contra a vereadora Marielle Franco, executada no Rio de Janeiro na semana passada.”, foi a introdução de textos que queriam imputar toda a culpa de notícias falsas contra a vereadora do PSOL-RJ, Marielle Franco – tragicamente assassinada no Rio de Janeiro no último dia 14 – ao MBL.

Só que os boatos começaram a circular por Whatsapp – ninguém sabe a origem – e ganharam corpo a partir da fala de uma desembargadora, Marília de Castro Neves Vieira, que replicou os boatos e teve a história amplificada pela jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, pela Veja e pelo O Globo.

O MBL apenas reproduziu um artigo analítico de dinâmica política do blog Ceticismo Político – que também publicou a fala da desembargadora para questionar a veracidade da narrativa criada pelo PSOL (de que a responsabilidade pela morte de Marielle era do impeachment, de quem protestou contra o Governo PT, da Polícia Militar, enfim). O fato é que o crime ainda está sendo investigado e não se sabe quem matou a vereadora, ou os motivos.

Mas a sede dos sicários da esquerda para imputar as notícias – criadas e ampliadas por terceiros – nas costas do MBL e do Ceticismo Político foi maior.

Dando uma espiadela pela página de Fábio Malini, encontrei alguns posts que revelam suas preferências partidárias. Vejam 8 delas. (Quem quiser ver por conta própria clique aqui).

1 – Ele torceu pela Tuiuti no carnaval. Aquela escola de samba de bicheiros que chamou todos os manifestantes que pediram o impeachment de Dilma de patos manipulados e virou a queridinha da esquerda.


2 – Não gosta nem um pouco do deputado Jair Bolsonaro.


4 – Achava que Marielle Franco era uma das mais promissoras lideranças políticas do Brasil, logo deve crer em tudo que ela defendia – os valores do PSOL.


5 – Já falei que ele não gosta nem um pouco do deputado Jair Bolsonaro, né?


6 – Colabora com a Revista Piauí, aquela que infiltrou um jornaleco pra tentar descobrir como o MBL conseguia doações, se havia alguma irregularidade. O que o jovem conseguiu foi uma matéria que prova que não há nada de errado na forma como o movimento angaria fundos. Acabou ajudando mais do que atrapalhando.


7 – Acha que o blá-blá-blá da professora que foi na GloboNews dar piti contra a intervenção federal na segurança pública do Rio de Janeiro foi “papo reto”.


8 – “Presidenta Dilma”


Parece que o jogo virou, não é mesmo?
Isso é só mais uma prova do esforço de setores emparelhados à esquerdistas, que tentam ao máximo tentar por em cheque a credibilidade do MBL, que cresce e ocupa espaço a cada dia.
Olhem que divertido esse tweet do nosso “especialista”:

Sei que é mais fácil acreditar na notícia "Bots espalham boatos". Mas a dureza da realidade é: "humanos com influência espalham boatos". Não há origem dos boatos. Somentes as pontes que os fazem circular. São estas que precisam ser bombardeadas.
— Fabio Malini (@fabiomalini) March 18, 2018

Fábio é um humano partidário de esquerda com influência para espalhar um boato contra o maior movimento de direita.

Mas veja a hipocrisia: ele não quer combater a fonte dos boatos, e sim as “pontes” que o fazem circular. Por que não denunciou a Veja? O Globo? Talvez porque estejam alinhados.

Enfim, Fábio é além de ponte também uma fonte. No tweet acima mesmo sugere o fim que mereceria pelo desserviço que presta em sua última frase.

Não paramos por aí. Fábio também escreve. Sabe onde? Mídia Ninja. Clique aqui para ler uma de suas matérias. Veja que belezinha. Fala em “golpe” e tudo:

“O golpe começou em 2013. Essa sentença passou a conformar a hipótese de amplos setores da sociedade para os quais a derrubada da presidenta eleita Dilma Roussef se originaria nas ruas intensamente ocupadas de Junho de 2013.”

Mais um trecho: “À época, alguns militantes do Movimento Passe Livre (MPL) já identificavam ativistas de extrema direita no interior dos protestos, então os acusando de dar “ares fascistas” ao ato do dia 20 de junho de 2013”. Ele acha que a turma do passe livre, aquela que quebra tudo, agride, destrói patrimônio, e etc, faz militância e não vandalismo. Own.

Outro fato curioso: o Fábio é usado como fonte de autoridade de informação pelo… PT. Veja aqui. 

Aiai. O mundo dá voltas. Poderia fazer um livro sobre as referências que ligam o Fábio espertinho às causas da esquerda para provar por a+b que a intenção do seu estudo é difamar o MBL e quem mais fizer oposição às ideias que o professor de jornalismo defende.

A diferença no trabalho de comunicação de pessoas como ele – da esquerda – para pessoas como nós – da direita – é que deixamos bem claro que somos de direita e que acreditamos que esquerdista é canalha.

Não ficamos nos escondendo atrás de falsas neutralidades e pseudo isenções pra acusar outros.

O Fábio gosta muito de falar em “neutralidade”, basta ver o perfil dele.

Conta outra, vai “prof”, você pode ser qualquer coisa, menos neutro.
Título, Imagens e Texto: Francine Galbier
Formada em teatro e graduando-se em direito. Integra o Movimento Brasil Livre. E-mail para contato: francineggalbier@gmail.com
O Diário Nacional, 25-5-2018

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Um comentário:

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