quinta-feira, 7 de março de 2019

O rumo está certo!

Affonso Taboza


Os descontentes com a eleição de Bolsonaro por motivos mínimos o criticam. Inclusive uns poucos que nele votaram, mas que ora se mostram excessivamente apressados e exigentes e nem sempre bem focados em sua percepção dos fatos. Vejamos duas críticas comuns.

Virou moda taxar o Presidente de “limitado”, como se limitação não fosse um atributo natural de todo ente humano. Diz-se também que foi eleito não por habilidade sua, mas porque se tornou o estuário dos votos de quantos odiavam o PT.

Lembremos só que ele fez uma revolução política neste país: Enfrentou e expôs as fraquezas e mazelas do marxismo cultural que dominava a sociedade, expôs a chaga aberta da formação perniciosa dada às crianças nas escolas, deu à DIREITA face e a chance de sair do armário, desmoralizou o politicamente correto, enfrentou a mídia “mainstream” com raça e coragem, conseguiu se eleger sem dinheiro e sem estrutura partidária, e, de quebra, levou nas costas um respeitável contingente de políticos para o Congresso. Imaginem o que mais teria feito se fosse inteligente, ou, para se contrapor melhor ao adjetivo usado, se fosse “ilimitado”...

A candidatura de Bolsonaro não nasceu da noite para o dia. Ela se formou desde o instante em que ele, jovem capitão, chegou à Câmara dos Deputados. Numa época em que defender a contrarrevolução de 64 era coisa impensável, ele se postou, firme, na defesa de suas crenças e valores. Nunca deixou sem resposta um ataque de adversários.

Nos últimos dois ou três anos, deputado mais votado no RJ, já amado e odiado por muitos, conhecido nacionalmente graças à firmeza de suas posições, decidiu voar alto e se lançar à Presidência da República. Isso numa época em que falar em DIREITA era crime.

Viajou o Brasil inteiro, a princípio discretamente, e foi-se impondo ao ponto de, no final, GRAÇAS Á SUA HABILIDADE, liderar multidões onde chegava. Multidões que iam espontaneamente, sem comando e sem chefia, aos aeroportos e ruas de todo o País, pintadas e vestidas de verde e amarelo. Sustentar esse entusiasmo durante meses e meses, é ou não é prova de habilidade, de liderança...? Fazer com que convergissem para si os votos antipetistas, quando havia outros candidatos experimentados, é ou não é, prova de habilidade...? Por que esses votos não foram para o Amoedo, que pregava quase a mesma coisa...?

Hábil ele é, líder ele é, e inteligente também. O que ele não é? Ah, lamentavelmente ele não é INFALÍVEL! Ele erra. Mas é humilde o bastante para reconhecer seus erros e corrigi-los.

Convenhamos: Pegar um país em farrapos, bêbado, e lhe dar rumo não é tarefa para qualquer um, sobretudo quando há multidões de deserdados querendo atrapalhar. Haverá erros e acertos nos detalhes, muitos erros e acertos, pois é fazendo que se acerta e se erra. Mas, importante mesmo é que o rumo esteja certo.

E O RUMO ESTÁ CERTO!
Título e Texto: Affonso Taboza, via José Moletta, 7-3-2019

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