segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Sempre em grande, Tó Zé!

É extremente curiosa (para não dizer, inconsistente) a posição de António José Seguro quanto ao previsível não cumprimento do objectivo do défice orçamental para este ano. Ao mesmo tempo que critica o governo por falhar o objectivo critica o “excesso” de austeridade e declara-se indisponível para aprovar medidas suplementares.Um governo socialista teria falhado por mais, subentende-se. Provavelmente o que ele acha criticável é a “reduzida” dimensão da “derrapagem”.
Título e Texto: Miguel Noronha, O Insurgente, 03-9-2012

“Não são estudantes, são moleques desqualificados a soldo de uma ideologia”

Otacílio Guimarães
Li o texto do Luiz Oliveira e em seguida vi os vídeos. Concordo plenamente com o Luiz: não são estudantes, são militantes fanáticos e estéricos de uma causa contudentemente desmoralizada pelos fatos. Não são estudantes, pois estudantes não se comportam de maneia tão deseducada, violenta e estúpida. São, isto sim, moleques desqualificados a soldo de uma ideologia que os está levando a total e completa idiotia e ao mais deplorável imbecilismo. O pior de tudo é que esses moleques estão ocupando vagas em universidades públicas que poderiam servir aos verdadeiros estudantes.  

Os vídeos constituem o mais autêntico testemunho da decadência moral e intelectual de boa parte da juventude brasileira. Essa ralé que frequenta universidades públicas porque são pagas pelos contribuintes – mesmo que muitos deles sejam filhos de pais ricos – não quer saber da história do Brasil e muito menos de estudar para se tornarem cidadãos respeitáveis e respeitadores. São tão imbecis que não têm sequer a capacidade de enxergar a merda em que a ideologia que eles defendem transformou o Brasil. Também não têm capacidade de antever o futuro temerário para onde caminha o país sob o comando do PT & Asseclas.  
Não se trata, neste episódio, da liberdade de expressão ou do direito que cada um tem de expressar suas opiniões. Nos países mais civilizados de cujo rol o Brasil está muito distante, a liberdade de expressão é garantida pela constituição de cada país mas estas mesmas constituições estabelecem limites ao seu exercício. Em nenhum desses países a liberdade de expressão dá ao indivíduo o direito de mentir, de caluniar, de injuriar, de desrespeitar, de agredir, de desmoralizar e de hostilizar como ficou patente nesses vídeos. Em países civilizados o que estes vídeos mostram seria qualificado como uma sucessão de crimes puníveis por leis que apontam para o caminho civilizatório. O direito de expressão pressupõe a contrapartida do dever de responsabilidade. Quem se expressa é livre para fazê-lo, mas deve estar preparado para assumir as consequências. Se resolve caluniar, que o faça, mas deve aceitar ser processado por isto. O direito de expressão não concede ao indivíduo o direito de viver acima da lei e da ordem.

VARIG - Aposentados: do glamour à penúria

Ex-empregados da empresa aérea e da Transbrasil vivem situações dramáticas depois da liquidação do fundo de pensão das companhias
Vânia Cristino
Do céu ao inferno. Assim pode ser resumido o calvário dos ex-trabalhadores da Varig. Com um bom e glamouroso emprego em uma companhia que era um símbolo do país, eles tinham acesso a programas e serviços top de linha, como um plano de previdência que lhes garantiria uma expressiva aposentadoria complementar no fim da vida. Mas tudo isso mudou com a falência da empresa e com a liquidação do seu fundo de pensão, o Aerus, também compartilhado pelos funcionários da Transbrasil, outra gigante da aviação que afundou em dívidas e má gestão. 
Em abril de 2006, quando foi decretada a liquidação extrajudicial dos Planos I e II de Benefícios da Varig, a vida dos participantes virou de ponta-cabeça. Simplesmente não existia dinheiro suficiente para honrar as aposentadorias e pensões já concedidas, nem recursos para ressarcir os beneficiários que ainda continuavam pagando, religiosamente, as suas contribuições. Isso porque, antes de falir, as empresas patrocinadoras deixaram de honrar as suas parcelas ao Aerus e descumpriram, sistematicamente, todas as repactuações de dívidas firmadas com o fundo. No caso da Varig foram feitos 21 acordos; com a Transbrasil, oito.
O resultado desse descaso é dramático. Passados seis anos e quatro meses da liquidação do Aerus, aposentados e pensionistas não estão recebendo quantias suficientes até mesmo para a compra de comida e de medicamentos. Pior: as verbas que ainda restam no caixa do fundo está prestes a acabar. Não à toa, o comissário de bordo aposentado José Paulo Resende, de 62 anos, se diz indignado. Ele recebe R$ 592 por mês. Antes da intervenção no fundo, seu benefício chegava a R$ 3.475. "É inacreditável, mas há pessoas em situação pior do que a minha, recebendo apenas R$ 40 ou R$ 100 mensais. Uma vergonha", protesta.  

Paulo Resende, Copacabana, 24-01-2009. Foto: JP
Paulo Resende, como é conhecido entre os colegas, só consegue sobreviver porque conta com a ajuda da esposa, Júlia, professora aposentada, que faz diversos bicos, como vestidos de noiva e bolos para festas. Muitos colegas e amigos dele já morreram e suas famílias estão na penúria. "Pelo nosso cálculo, perdemos mais de 600 colegas. É uma tragédia que se abateu sobre os trabalhadores da Varig", lamenta.
 
Depressão
Em situação desesperadora está Maria das Graças Carrilho, 57 anos, viúva de um comissário de bordo. O marido, José Luiz, era beneficiário do Aerus. Enquanto ele trabalhava, os dois tinham um padrão de vida excelente. Ela não sabia o que eram contas atrasadas e nada faltava em casa. A situação mudou drasticamente depois que o fundo de pensão quebrou. O marido teve um câncer devastador, que o levou à morte em 2009. "Já durante a doença dele, a situação estava difícil. Não tínhamos plano de saúde e, recebendo tão pouco, havia dias em que não tínhamos dinheiro para comprar nem um pote de geleia de mocotó, que ele adorava", diz, emocionada. 

Antonio Melo e Graça Carrilho, Copacabana, 31 de maio 2009, foto: JP
A morte do comissário só piorou as coisas para a pedagoga com licenciatura em estudos sociais, que, devido às constantes viagens do marido, optou por ser dona de casa e cuidar dos sogros idosos e dos dois filhos. "Minha vida tornou-se um pesadelo", sentencia Graça, que entrou numa depressão profunda, agravada pela difícil situação econômica. O quadro a levou a adquirir outra doença, vitiligo. Constrangida, ela praticamente não sai de casa. "Quem compra comida é minha mãe, uma senhora de 83 anos. Minha filha está desempregada e não pode ajudar com as despesas. Todo dia ligam e mandam cartas cobrando os empréstimos que meu marido fez quando estava doente. Como acertar as contas se não nos pagaram?", pergunta.

Para um domingo...

1.385 acessos... está ótimo!
Muito obrigado!

 

domingo, 2 de setembro de 2012

Mitt Romney apela para a realidade americana e seu plano anticrise para derrotar o delírio onírico de Obama

Romney mostra 'lado humano' e realista de seu plano anticrise para derrotar o 'sonho Obama'

Francisco Vianna
Com o discurso que oficializou a sua candidatura à Presidência dos EUA na Convenção Nacional Republicana, na Flórida, na última quinta-feira, Mitt Romney procurou responder à crítica dos Democratas de que ele não tem "ideias tangíveis" para reativar a economia americana, além de se esforçar para mostrar um lado mais "humano" para os eleitores.
Como explica Mark Madell, correspondente da BBC nos EUA, pesquisas demonstram que Obama atrai mais a simpatia dos americanos, mas Romney é visto como mais preparado para influir na economia.
Para se fortalecer na corrida presidencial, portanto, o republicano tenta vencer um duplo desafio. De um lado, precisa reforçar a sua imagem de bom administrador, convencendo os americanos de que tem um plano para sair da crise. Do outro, tem de conquistar os "corações e mentes" de seus compatriotas (que querem menos interferência do governo em suas vidas) – uma estratégia parecida com a que garantiu a vitória de Obama há quatro anos.
"(O slogan) 'Esperança e Mudança' tinha um forte apelo. Mas, quem se emocionou em votar em Barack Obama, está longe de se sentir assim agora, depois de uma presidência que desagradou a gregos e troianos”, disse Romney, apelando, como definiu o comentarista John Kass, do Chicago Tribune, para a “desilusão com o sonho Obama”. "Obama prometeu conter o aumento dos oceanos e curar o planeta. Os oceanos não aumentaram e o planeta está mais frio do que antes, sem que qualquer coisa tenha sido feita pelo homem ou por Obama... Meu compromisso é ajudar a família americana a sair de uma crise que não foi criada por ela", prometeu Romney.

Experiências pessoais
O discurso de Romney foi o ponto alto da convenção republicana, de três dias. Romney, falou, emocionado, sobre as suas experiências como pai de família e dos tempos em que ele e sua mulher, Ann, encontravam "um monte de crianças dormindo no quarto". Também lembrou da infância em uma família mórmon e dos pais, descritos como um casal "amoroso".
Depoimentos de amigos de Romney sobre seu trabalho como pastor mórmon levaram parte da plateia às lágrimas. Um casal contou como o candidato consolou o seu filho adolescente à beira da morte, por exemplo. O evento terminou com a família do candidato inteira no palco: sua esposa, seus cinco filhos e noras e a maioria dos 18 netos.

Reajuste dos militares sai na segunda-feira!


Colaboração: Janda Mendez

A "liberdade de expressão" dos "estudantes universitários"... E tem muita gente, lá e cá, que diz acreditar nestes "valores" (e os espalha...)

O texto que se segue é um comentário do leitor Luiz Oliveira a propósito do post de Reinaldo Azevedo Comédia involuntária – Os delírios da revista “Ego Capital” sobre o mensalão

Foto: A.Hołownia, 2007
Reinaldo, desculpe pelo longo texto, mas este é um assunto que interessa a todos que lutam para evitar que se instale, definitivamente, uma sociedade totalitária de esquerda neste país. Este episódio ilustra muito bem como está o Zeitgeist neste país do mensalão governado pelo PT há dez anos. Esta é uma amostra da Weltanschauung das chamadas “elites” esquerdistas que mandam e desmandam neste infeliz país já há anos.
Eu, como brasileiro e cidadão, sinto-me envergonhado e estupefato pela horrível e violenta agressão verbal, brutal intimidação psicológica, a qual quase derivou para a agressão física; levadas a efeito por vários estudantes esquerdistas radicais da Universidade Estadual Júlio de Mesquita Filho, de Franca, (São Paulo) contra o representante da Casa Imperial brasileira, e Príncipe Imperial do Brasil, Dom Bertrand de Orleans e Bragança, e ao seu assessor, no dia 28 de agosto de 2012, quando D. Bertrand faria uma palestra sobre a história do Brasil. Impediram, com gritos histéricos, chamando, caluniosamente, Dom Bertrand de “assassino”, dentre outras muitas ofensas, xingamentos, palavrões, a ele e ao seu assessor de permanecerem na universidade.
D. Bertrand é uma pessoa de notória reputação ilibada, cidadão honrado, ilustre, conhecido nacional e internacionalmente, um ancião probo e íntegro, dedicado aos estudos dos problemas brasileiros, mas mesmo assim, foi acusado, de forma enfática, aos gritos e berros, por vários “estudantes”, de ser assassino, o que configura o crime de calúnia, tipificado no artigo 138 do Código Penal. Além disso, D. Bertrand foi chamado de fascista e de outros insultos e impropérios, o que constitui crime de difamação, previsto no Código Penal em seu artigo 139.
Tanto D. Bertrand e seu assessor tiveram que se retirar do recinto onde o primeiro iria fazer uma palestra, e irem embora, já que estavam sob fortes ataques verbais e o clima era demasiadamente hostil e a tensão psicológica resultante extremamente intensa. A segurança e integridade física de ambos estava fortemente ameaçada. Creio que os responsáveis pela administração da Unesp não agiram de modo conveniente de modo a evitar, previamente, tais manifestações e neutralizar aqueles ataques à pessoa de D. Bertrand e de seu assessor.
Tal atentado demonstra o quanto esses estudantes esquerdistas, se é que são estudantes, ou apenas ativistas políticos atuantes na comunidade discente, que tem uma mentalidade absolutamente distorcida por suas ideologias totalitárias, não respeitam a liberdade de expressão do outro. Onde está o respeito pela liberdade de pensamento, de expressão, de ir e vir garantida pela Constituição? Estas liberdades, asseguradas constitucionalmente, foram subtraídas violentamente, de modo brutal, a D. Bertrand de Orleans e Bragança, e ao seu assessor. Foram ambos privados de seus direitos e de suas liberdades constitucionais, de modo agressivo e covarde, por uma malta de indivíduos radicais fantasiados de estudantes. E, pior, tais pessoas brutais e grosseiras não tem o mínimo de educação ou respeito por pessoas idosas, como é o caso de D. Bertrand, um ancião de 71 anos de idade. O Estatuto do Idoso também foi violentamente desrespeitado nesse episódio, jogado na lata de lixo.

Não tenha medo de lhe dizer que sempre odiou a escola

Isabel Stilwell

Temos a mania de dourar a nossa infância, de contar umas histórias muito cor de rosas, inclusive a nós próprios, de que fizemos sumir as injustiças, as ansiedades e as angústias, e tudo parece tão fácil e feliz. E a vida na escola é um desses mitos que insistimos em incluir nas romarias aos tempos que nunca foram e que queremos impingir aos nossos filhos. Até ao dia em que um deles, perante a insistência de que não faça fitas para ir para as aulas, nos pergunta de chofre: Mas a mãe gostava assim tanto da escola?”. Assim, à queima-roupa, a questão suscita o efeito desejado e damos por nós a confessar: “Eu? Eu odiava a escola!”.
Embora a escola seja hoje um lugar mais acolhedor do que era, a verdade é que raramente é o lugar preferido de uma criança. E a criança até aceita que o mundo não pode ser perfeito todos os dias, desde que os pais também aceitem ouvir os seus desabafos, se solidarizem com as suas dificuldades e não queiram à força que acordem todas as manhãs eufóricas. E cá para mim é essa a questão: suportamos mal, mas mal a um nível patológico mesmo, ver os nossos filhos infelizes e, por isso, tentamos catequiza-los à força para a maravilha que os espera para lá daquelas portas, na esperança de que acreditem e não nos façam sentir culpados. E para além disso, tememos que não estudem e não sejam nada na vida! Mas é mil vezes preferível a sinceridade. Não tenha medo de dizer que não gostou da escola ou que não tinha boas notas. Não disfarce a irritação que lhe causa levantar cedo, arrumar lancheiras e enfrentar o trânsito. Fale das frustrações do seu trabalho. Mas fale também de como foi capaz de superar o tédio, as dificuldades e os conflitos. Explique-lhe que não há nada que não seja bom todos os dias, mas que o esforço acumulado rende. Porque é essa a única moral da história.
Título e Texto: Isabel Stilwell, Destak, 31-8-2012

France: plus de trois millions de sans emploi…

Le Figaro
La barre des trois millions de chômeurs a été franchie

Photo: François Hollande/Le Figaro
Le ministre du Travail a affirmé que le nombre de demandeurs d'emploi allait encore augmenter, mais que la situation était réversible.
Le seuil symbolique a été dépassé. Le ministre du Travail, Michel Sapin, a affirmé ce dimanche sur Radio J que la barre des 3 millions de demandeurs d'emploi sans activité était désormais franchie, ainsi que le taux de 10 % de chômeurs. «Les chiffres que vous commentez, qui sont les chiffres du mois de juillet, sont aujourd'hui dépassés, on est en septembre (…) C'est déjà fait», a-t-il asséné.
En juillet, plus de 41.000 personnes supplémentaires s'étaient inscrites à Pôle emploi. La plus forte hausse depuis plus de trois ans, et surtout le quinzième mois consécutif d'augmentation. Le nombre total de demandeurs d'emploi avait alors atteint 2,987 millions de personnes dans la catégorie de référence, en progression de 8,5 % sur un an. «Ne nous battons pas sur des symboles qui sont des symboles déjà dépassés», a poursuivi le ministre, rappelant qu'en prenant en compte les statistiques de l'outre-mer, le seuil avait déjà été dépassé au mois de juillet. 4,7 millions de demandeurs d'emploi étaient alors recensés avec l'outre-mer, dont 3,232 millions sans aucune activité.
«La question est: est-ce que cela va augmenter encore beaucoup? Oui, cela va augmenter. Est-ce qu'à un moment donné on peut l'inverser, oui on peut l'inverser. Ce sont des décisions économiques, ce sont des décisions européennes qui sont là», a-t-il ajouté. Une réponse à François Chérèque qui, inquiet, lançait ce dimanche dans les colonnes du JDD un message au gouvernement pour qu'il accélère ses réformes?

Herança pesada

Males morais e prejuízos materiais sensíveis para o futuro da nação foram deixados pelos oito anos de governo Lula para a presidente Dilma Rousseff
Fernando Henrique Cardoso

A presidenta Dilma Rousseff recebeu uma herança pesada de seu antecessor. Obviamente, ninguém é responsável pela maré negativa da economia internacional, nem ela nem o antecessor. Mas há muito mais do que só o infortúnio dos ciclos do capitalismo.
Comecemos pelo mais óbvio: a crise moral. Nem bem completado um ano de governo, e lá se foram oito ministros, sete dos quais por suspeitas de corrupção. Pode-se alegar que quem nomeia ministros deve saber o que faz. Sem dúvidas, mas há circunstâncias. No entanto, como o antecessor jogou papel eleitoral decisivo, seria difícil recusar de plano seus afilhados. Suspeitas, antes de se materializarem em indícios, são frágeis diante da obsessão por formar maiorias hegemônicas, enfermidade petista incurável.
Mas não foi só isso: o mensalão é outra dor de cabeça. De tal desvio de conduta, a presidenta passou longe e continua se distanciando. Mas seu partido não tem jeito. Invoca a prática de um delito para encobertar outro: o dinheiro desviado seria “apenas” para o caixa dois eleitoral, como disse Lula em tenebrosa entrevista dada em Paris, versão recém-reiterada ao “New York Times”. Pouco a pouco, vai-se formando o consenso jurídico, de resto já formado na sociedade, de que desviar dinheiro é crime, tanto para caixa dois como para comprar apoio político no Congresso. Houve mesmo busca de hegemonia a peso de ouro alheio.
Mas não foi só isso que Lula deixou como herança à sucessora. Nos anos de bonança, em vez de aproveitar as taxas razoáveis de crescimento para tentar aumentar a poupança pública e investir no que é necessário para dar continuidade ao crescimento produtivo, preferiu governar ao sabor da popularidade. Aumentou os salários e expandiu o crédito, medidas que, se acompanhadas de outras, seriam positivas.
Deixou de lado as reformas politicamente custosas: não enfrentou as questões regulatórias para acelerar as parcerias público-privadas e retomar as concessões de certos serviços públicos. A despeito da abundância de recursos fiscais, deixou de racionalizar as práticas tributárias, num momento em que a eliminação de impostos poderia se fazer sem consequências negativas: a oposição conseguiu suprimir a CPMF, cortando R$ 50 bilhões de impostos, e a derrama continuou impávida.
É longa a lista do que faltou fazer quando seria mais fácil. Na questão previdenciária, o único “avanço” não se concretizou: a criação de uma previdência complementar para os funcionários públicos que viessem a ingressar depois da reforma. A medida foi aprovada, mas sua consecução dependia de lei subsequente, para regulamentar os fundos suplementares, que nunca foi aprovada.
As centenas de milhares de recém-ingressados no serviço público na era lulista continuaram a beneficiar-se da regra anterior. Foi preciso que novo passo fosse dado pelo governo atual para reduzir, no futuro, o déficit da Previdência.

Os canalhas esclarecidos protegem o petismo

Geraldo Almendra
“Será preciso mais tempo para avaliar a contribuição de Lula, mas é indiscutível que, sem haver mudado o rumo das coisas, ele ampliou os programas sociais e incluiu mais os setores populares na vida nacional.”
Para o país, os canalhas esclarecidos são tão ruins ou piores do que os ignorantes sórdidos e corruptos. Essa gente é eleita pelos votos comprados pelas bolsas qualquer coisa, pelo suborno, pela prostituição da política, e pela corrupção generalizada.
Em pleno julgamento do maior escândalo de corrupção da nossa história, pelo STF, em que estão arrolados alguns dos melhores e mais íntimos amigos de Lula, a frase acima dita por FHC reforça ou confirma a degeneração cultural, educacional e moral do Brasil, seja na camada dos menos favorecidos, ou nas sórdidas burguesias e oligarquias que patrocinaram a Fraude da Abertura Democrática.
FHC foi o responsável direto pela blindagem de Lula na época da denúncia do Mensalão, livrando o ex-presidente, seu cúmplice dessa esquerda nojenta que domina o país, de um impeachment, após um pedido pessoal de ajuda conforme já divulgado pela mídia.
Com a primeira impressão de uma inesperada condenação da maioria dos acusados, motivada pelos votos dos togados no STF em relação aos temas já colocados em julgamento, se apressa FHC a enaltecer Lula, provavelmente preocupado com o reconhecimento coletivo do tipo de ser humano que o ex-presidente realmente representa depois do julgamento do mensalão, e com um risco cada vez maior de alguém, do meio dos acusados, denunciar Lula como o verdadeiro chefe da gang dos quarenta.
Não precisa ter muitos neurônios para se perceber que, assim como Lula tentou peitar o STF com ameaças sub-reptícias a um de seus togados, FHC, certamente, está usando a sua influência com os togados indicados por ele durante seus dois mandatos para, principalmente, garantir a impunidade dos mais chegados a Lula, especialmente José Dirceu, o suposto primeiro homem da hierarquia do mensalão que já declarou no passado que Lula tinha conhecimento de todos os seus atos.
Seu esforço sórdido poderá ser, certamente, em vão, pois dos quarenta prováveis condenados, alguém, por revolta ou vingança, poderá dar com a língua nos dentes em uma entrevista exclusiva à Revista Veja, por exemplo.
FHC esqueceu-se de acrescentar que o saneamento básico, a saúde, a educação, a cultura e a segurança pública estão falidos, em um país já sem infraestrutura econômica para gerar os milhões de empregos necessários para evitar uma catástrofe social. Enquanto isso Lula, seguindo os passos do segundo mandato de FHC praticava sucessivos estelionatos eleitorais com o maior programa de compra de votos de nossa deprimente história.
Que sociedade predominantemente ignorante, covarde e canalha em que vivemos!

Uma carta, talvez uma decisão

Roberto DaMatta e Richard Moneygrand

Recebi ontem uma carta assinada pelo meu amigo, o famoso embora aposentado brasilianista, Richard Moneygrand.
Diz a missiva:

Caro DaMatta,
Aproveito o julgamento do mensalão para manifestar o que penso como estudioso e apaixonado pelo Brasil. Sendo um marginal relativamente ao universo brasileiro, enxergo com mais clareza aquilo que vocês apenas veem. E ver, como dizia o nosso velho professor Talcott Parsons, é ter uma angulação especial.
Daqui do velho Norte, onde tudo se faz ao contrário - estou, imagine, com o meu ar-condicionado ligado ao máximo e não sei se o meu fundo de pensão (estourado na infame bolha financeira descontrolada por Bush e seus asseclas) vai segurar a conta - quero, data vênia, e com o devido respeito, dar minha pobre opinião.
Primeiro, uma consideração sobre a organização do vosso STF. Ele aposenta seus ministros após 70 anos, o que dissocia, de modo negativo, a pessoa do papel numa área onde isso não deveria ocorrer. Numa democracia igualitária cuja tendência é a anarquia organizada, como dizia Clifford Geertz, os juízes são como os antigos sacerdotes: o seu papel de julgadores do mundo não pode ser limitado pelo tempo. Eles têm de ser juízes para a vida e por toda a vida. O papel não pode ser esquecido e deve ser um fiel e simultaneamente uma faca permanente na cabeça de quem o indicou e do comité legislativo que aprovou o seu nome. A vitaliciedade tira do cargo essa bobagem brasileira de uma aposentadoria compulsória aos 70 anos o que, num mundo de idosos capazes faz com que o presidente pense muitas vezes antes de indicar um indivíduo para esse cargo. Aquilo que é vitalício e só pode ser abandonado pela renúncia simboliza justamente a carga do cargo. Tal dimensão - a vitaliciedade - é mais coercitiva do que a filiação a um partido ou a crença numa religião. É exatamente isso que, no caso americano, faz com que ser um membro da Suprema Corte seja algo tão sério ou sagrado, tal como ocorre com o papado ou a realeza.

Perth, a metrópole mais isolada do mundo

Otacílio Guimarães

Imaginem uma cidade onde você chega e começa a sentir aquela sensação de bem-estar, de segurança, de conforto e onde seus olhos não se cansam de procurar as mais agradáveis visões, sejam belos parques, avenidas monumentais, edifícios projetados observando as necessidades humanas de bem viver, belíssimas praias e um rio que divide a cidade em duas formando algumas ilhas e o por do sol mais espetacular do planeta. Esta é Perth, a metrópole mais isolada do mundo, com pouco mais de um milhão de habitantes, situada no extremo oeste da Austrália às margens do oceano Índico.
Sempre que preciso ir à Perth, já entro feliz no avião certo de que vou ter uma estadia maravilhosa numa cidade linda e acolhedora onde tudo funciona às mil maravilhas e onde as pessoas parecem ser as mais bem-educadas do mundo. As palavras que mais se ouvem em Perth são I’m sorry, excuse me, please, thank you e por ai vai. A qualquer lugar onde se vá o atendimento é primoroso, muito cortez e eficiente. O trânsito flui como as águas do rio que corta Perth, rapida e ordeiramente e o transporte coletivo, seja de ônibus ou trens, é excelente.
Perth está entre as quatro cidades australianas classificadas entre as vinte do mundo que oferecem melhor qualidade de vida. Isto não é pouco e é motivo de orgulho para os australianos.
Perth destaca-se das demais grandes cidades da Austrália devido a sua posição geográfica, pois é rota de passagem dos navios que entram ou saem do oceado Índico em direção ao ocidente e oriente, bem como rumo à Ásia e Sudeste da Ásia, além de toda a Oceania. É comum ver-se no grande porto de Perth navios com bandeiras de diversos países que ali aportam para se reabastecer ou faser reparos. Assim, a cidade está sempre cheia de marinheiros do mundo inteiro. É rota também dos grandes transatlânticos turísticos que estão sempre chegando e saindo, deixando a cidade com um aspecto cosmopolita.
É sempre um prazer passear pelas ruas de Perth, todas muito arborizadas e bem cuidades, pelos seus bairros residenciais com belíssimas residências e mansões que não se escondem atrás de muros como em alguns lugares que conheço e pelos seus aprazíveis parques sempre repletos de animais que ali vivem em harmonia com os humanos. As marinas são lugares para deliciosos passeios de barco. São várias e Perth deve ser a cidade com a maior concentração de barcos da Austrália. Chama a atenção também a quantidade de lojas de alto luxo da Europa e Estados Unidos, como a Louis Vuitton, a Gucci, a Prada e muitas outras.

Aposentado denuncia quinze anos de genocídio

Copacabana, 24-01-2009
Meu nome é Odoaldo Vasconcelos Passos, sou aposentado pela Previdência Social, Regime Geral Urbano, tenho 70 anos de idade, moro em Belém-PA. Inconformado com o genocídio perpetrado pelo governo federal contra a nossa classe quero externar o meu mais profundo sentimento de revolta contra esse comportamento deletério de um governo que se diz popular. Somos mais de nove milhões de aposentados e pensionistas que contribuímos acima de um salário mínimo por décadas, enquanto estávamos na ativa. Somos mais de nove milhões de famílias!
Aproveito este grande veículo de comunicação que é a internet e através do Youtube, para denunciar, com a gravidade que o fato merece que o governo federal, com a sua política previdenciária perversa, está matando a míngua os aposentados e pensionistas da Previdência Social, do Regime Urbano que recebem benefícios acima de um salário mínimo. Se assim recebem foi porque para isso contribuíram! Não nos fariam favor algum em nos pagar na justa proporção.
Desde FHC, passando por Lula e chegando a Dilma, são quinze anos de genocídio. Estão matando os “velhinhos” tirando-lhes a alegria de viver seus últimos anos com dignidade, após uma lida produtiva de 35 e até 40 anos de trabalho e de contribuição previdenciária compulsória. Estão nos tirando o direito a uma velhice condigna; estão nos tirando o que há de maior que Deus possa ter legado ao homem que é a vida em sua plena qualidade.
Nesse período, já perdemos 46,9% tão apenas em relação àquilo que foi concedido ao piso previdenciário nos nossos minguados benefícios. A cada ano, nos tiram um percentual através de reajustes diferenciados para com o salário mínimo. Alegam para justificar esse comportamento tão condenável, que haja déficit na Previdência Social. A Previdência tem déficit sim, porém, no nosso Regime Urbano é superavitária. Em 2011, registrou-se um saldo positivo de R$20,5 bilhões, um crescimento de 144,1% em relação a 2010.
O déficit existe para o Regime Rural que em 2011 registrou um saldo negativo de R$56,0 bilhões. O Regime do Funcionalismo Público registrou um saldo negativo em 2011, de R$57,0 bilhões. Compete ao governo resolver os seus problemas e nos libertar desse compromisso de pagar prejuízos dos outros Regimes.

sábado, 1 de setembro de 2012

Obamanation



Liz Klimas
Jon McNaughton, a painter with a edge for political commentary, has released his latest image: “Obamanation.”
The painting depicts President Barack Obama standing on a podium while around him are artifacts of his term as president thus far: Osama Bin Laden, a Fort Hood tombstone, a trashcan representing the Solyndra scandal, an unemployed man, toilet humor he used at the White House Correspondents’ Dinner and more.
McNaughton writes on his website, “I am just one person, a citizen of this country using my first amendment rights to speak out through my art. This is my declaration that we have never had a president do more to harm our country than Barack Obama.”
He describes “Obamanation” as representing ”all the subtle, mindless, radical and dangerous atrocities of the Obama administration” in a single painting.
No stranger to McNaughton’s work, TheBlaze first reported on his “The Forgotten Man” piece in 2010 and then again earlier this year as it was making its round on the Web.
Like all of McNaughton’s works, he has posted his latest image online and made it interactive. Viewers can hover over various elements of the painting and information regarding what it represents pops up. Try it here.
“There are over 60 [symbols] in the painting,” he writes on his website. “No person can analyze this image and learn about these facts and still, in good conscience, vote for Obama in 2012.”
Watch this video to see McNaughton’s development of the piece with voice-over of his thoughts regarding what it represents:
Liz Kilmas, The Blaze

Vídeo: McNaughtonArt

Cora Coralina e "O Ouro de Goiás"

Carlos Lúcio Gontijo
Há um ditado filosófico que diz que “um homem com um relógio sabe que horas são, mas um homem com dois relógios nunca tem certeza”. Seria como servir a dois senhores ou a Deus e ao diabo num só instante. É exatamente assim que vivem e se sentem as pessoas nos dias de hoje, quando a quantidade de informação é tão volumosa que elas não têm condições de apreender, decodificar ou processar escolhas com segurança, uma vez que o cérebro humano permanece escravo da experimentação e incapaz de atender ao imediatismo exigido pelos tempos modernos. Daí a sensação de insatisfação generalizada, os transtornos psicoemocionais, as pílulas antidepressivas e os divãs, sobre os quais nos jogamos impotentemente frágeis e fracos, aos cuidados de profissionais tão inseguros quanto os pacientes, pois também se acham integrados a esta época de virtualidades cada vez mais reais que a própria realidade.
Nem mesmo a literatura, na qual nos confessamos mergulhados há tantos anos, escapa da cobrança de sucesso no formato fast-food, apesar de toda obra literária e artística ser apenas semente, que na maioria das vezes é dependente da análise dos olhos do futuro, que a Deus pertence. Prova disso pode ser detectada na biografia de muita gente famosa: o pintor holandês Vicente van Gogh nunca vendeu um único quadro durante toda a sua trajetória de vida; o grande poeta português Fernando Pessoa era obrigado a trabalhar em diversas firmas comerciais de Lisboa para sobreviver.
As coisas no Brasil andam complicadas, com o partidarismo político, o preconceito, a intolerância, a desabrida opção pelo grotesco, o individualismo exacerbado e toda a espécie de radicalismo predominando nas instituições, nas entidades, na grande mídia e na indispensável convivência social, que marcada pela violência vem sendo substituída pelas salas de bate-papo na internet, como se tivéssemos medo do contato pessoal, do olho no olho.
Não cremos, desprovidos de sugestões e receitas ideológicas do passado, na possibilidade de podermos resolver tudo através do voto, dentro de um processo democrático caro o suficiente para gerar compromissos e comprometimentos inconfessáveis entre candidatos e financiadores de campanhas eleitorais. E como no capitalismo quem paga tem o comando, não há qualquer indicativo de mudanças profundas advindas do encaminhamento democrático da busca de soluções.

Colunista católico ameaçado por crítica à "paternidade dupla" em certidão de nascimento

Centenas de pessoas se uniram por meio das redes sociais, como Twitter e Facebook, para defender a liberdade de expressão do colunista, Carlos Ramalhete, professor de filosofia que publica artigos semanais no jornal paranaense, Gazeta do Povo.
Em seu artigo mais recente, “Perversão da Adoção”, Ramalhete criticou o abuso de autoridade do Estado em conceder certidão de nascimento em que constem como “pais” duplas do mesmo sexo, como recentemente foi noticiado pela imprensa brasileira a respeito do casal de lésbicas que ganharam na justiça o direito de serem reconhecidas como mães biológicas na certidão de nascimento de duas crianças.
O colunista classificou o abuso como impossibilidade biológica e afirmou que a prática tem como mera intenção a descontrução da família tradicional. “O Estado reconhece a família porque é nela que a vida é gerada. O Estado pode entregar a criança a outra família, que a adota como nela houvesse nascido. Conventos, comunidades hippies e uniões de pessoas do mesmo sexo, contudo, podem ser modos de convívio agradáveis para quem neles toma parte, mas certamente não são famílias. Isso é abuso, não adoção”, afirma Carlos Ramalhete em sua coluna.
A opinião contrariou grupos de homossexuais militantes que rapidamente mobilizaram seus apoiadores para perseguir e intimidar o colunista por meio de e-mails dirigidos ao jornal Gazeta do Povo exigindo a retirada da coluna. Além disso, diversos apoiadores da causa homossexual publicaram comentários agressivos na página do colunista, no Facebook.
As agressões são registradas por leitores de Carlos Ramalhate na página Ramalhete Livre, criada na noite de quinta-feira em apoio à continuação da coluna no jornal.
Em solidariedade ao colunista, leitores também criaram um abaixo-assinado a favor da liberdade de expressão e mensagens de apoio são divulgadas em diversos blogs e fóruns da internet.
Para participar dessa iniciativa, entre nos seguintes links:
www.facebook.com/ramalhetelivre
http://pud.im/carlosramalhete

Aerus: "uma situação totalmente nova, uma coisa que nunca aconteceu antes..."


José Carlos Bolognese
Prezados colegas,
Talvez, devido ao estado emocional criado por essa sacanagem que fizeram conosco, a gente não se dê conta do significado de certas mensagens que chegam até nós. Às vezes é preciso isolar um tópico dessas mensagens e olhar para ele por um ângulo diferente. Para mim, este parágrafo do último comunicado do Aerus mostra uma situação totalmente nova, uma coisa que nunca aconteceu antes e sinaliza quase para a normalidade que tanto esperamos.
“Como até o momento o Aerus não recebeu nenhum aporte da União, informamos que estamos fazendo o adiantamento de crédito na forma adotada até então. Esclarecemos que estamos adotando as medidas necessárias no sentido de realizar o pagamento tão logo receba o repasse da União.”
Traduzindo para português minha fala à bolognesa:
É a primeira vez que o Aerus pode falar que só não regularizou nossos benefícios e pensões, porque “não recebeu nenhum aporte da União”. Ora, poder dizer isto significa que já temos patamar jurídico assegurado, de onde o governo não tem como retroagir para continuar nos prejudicando. Mas como o dinheiro ainda não chegou às nossas mãos, e vivemos no país da incerteza jurídica, penso que o nosso papel é continuarmos alertas até mesmo depois de começarmos a receber, como vigilância para o pior não acontecer de novo.
Assim, fazendo aquilo que posso, trabalhei junto com o Thomaz, da Aprus, na matéria que o Ricardo Setti publicou e que volto a pedir a todos vocês que se esforcem com seus familiares e amigos para que atinja - como sugere o próprio jornalista em mensagem de hoje para mim – o número de comentários que fará o artigo permanecer por muito tempo na homepage entre os mais lidos. 


... Aproveito pra lhe dizer que seu post teve 1.274 acessos ontem e está com 652 hoje.
Os comentários somam 154. Ainda precisa haver mais de 100 para entrar na lista dos mais.
Vou manter o post na homepage mais algum tempo, ainda.
Abração e bom fim de semana!
Setti


Como podem ver, é tudo de bom para manter a nossa causa vista pelos milhares de leitores da veja.com
Abraços a todos e por favor, participem!
Título e Texto: José Carlos Bolognese, 01-9-2012

Pastor viciado em drogas pesadas

O projeto evangélico da Igreja Missão Evangélica, em Vila Velha, no Espírito Santo, chamou a atenção ao expor o pastor Lúcio Barreto, mais conhecido como Lucinho, cheirando a Bíblia no convite para o culto de jovens que reúne 1.500 jovens semanalmente para estudar o livro sagrado dos cristãos.
O culto, realizado todas as quartas-feiras pelo pastor Lucinho, líder nos estudos feitos com os jovens na igreja, é chamado de “Quarta Louca por Jesus”. Para o também pastor e presidente da Igreja Evangélica Missão, Simonton Araújo, o convite tem o objetivo de alcançar a juventude que está sem rumo e sem direção.
Polêmico, o convite ganhou destaque nas mídias sociais devido à alusão ao consumo de drogas, mas, segundo o pastor, o convite apenas fugiu do padrão comum. De acordo com ele, a Igreja Evangélica Missão luta pela modernidade sem abrir mão do conteúdo evangélico.
Criticada nas redes sociais, a foto foi associada pelos internautas ao consumo de cocaína.
O pastor também chegou a comer a bíblia em cultos.
Título, Imagem e Texto: Plínio Sgarbi, 01-9-2012

Asteróide em rota de colisão

Segundo descoberta de um astrônomo norte-americano, um asteróide com 2 km de diâmetro está em rota de colisão com a Terra, devendo se chocar com o planeta em setembro de 2019, daqui a apenas sete anos. Vejam o que acontecerá se esse asteróide realmente se chocar com a Terra:
Otacílio Guimarães

Vídeo: irsoarts

Efeito dominó...

Ilustração: Amarildo

Atila Nunes, em Editorial, sobre o caso Aerus


Publicado em 31/08/2012 por Reclamara dianta