O que é o vírus HummingBad, que afeta milhões de celulares com Android https://t.co/MsizTjkhBA pic.twitter.com/qTeSZ71egq— BBC Brasil (@bbcbrasil) 7 de julho de 2016
quinta-feira, 7 de julho de 2016
Vírus nos celulares com Android
As melhores piadas sobre a seleção portuguesa
As melhores piadas sobre a seleção portuguesa https://t.co/Yiq5b0ZKkL— Observador (@observadorpt) 7 de julho de 2016
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Foi assim que Benny McCarthy celebrou a vitória de Portugal
Portugal passou às finais do Euro 2016
com golos de Cristiano Ronaldo e de Nani. Ao apito final, Benny Mccarthy não
aguentou o entusiasmo e levantou-se para gritar e dançar. "Vamos à la
final!"
![]() |
Foto: AFP/Getty Images
|
Vamos à la final!” Benny
McCarthy, ex-jogador do FC Porto, estava a comentar em direto o jogo de
Portugal – País de Gales desta quarta-feira, a partir da África do Sul e não se
conteve quando foi garantida a passagem da seleção portuguesa à final do Euro
2016.
Quando soou o apito final o
jogador não se conseguiu conter. Gritou, levantou-se, dançou e gritou eufórico:
“Vamos à la final!”.
Durante os festejos, outro dos
comentadores até incita o ex-jogador do FC Porto a usar uma expressão menos
própria para televisão, em bom português. E McCarthy acedeu ao pedido. Veja no
vídeo abaixo.
Título e Texto: Observador,
7-7-2016
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O que disse Ronaldo a Bale no fim da vitória sobre o País de Gales?
No final do jogo, Ronaldo consolou Gareth
Bale, craque do País de Gales e seu colega no Real Madrid. As palavras que
trocaram deixaram os fãs curiosos.
Cristiano Ronaldo e Gareth
Bale foram ontem adversários, mas estão habituados a ser colegas no Real
Madrid. No final do jogo desta quarta-feira, em que Portugal eliminou o País de
Gales e seguiu para a final do Euro 2016, os dois jogadores encontraram-se para
uma conversa cujo conteúdo deixou os fãs curiosos.
Na sala de imprensa, no final
do jogo, Ronaldo revelou o que disse a Bale, enquanto o consolava.
“Dei-lhe os parabéns”, revelou
Ronaldo, acrescentando que lhe disse que o País de Gales foi a “equipa
sensação” do Euro. No fim, Ronaldo desejou “boa sorte” aos galeses.
Título e Texto: Observador,
7-7-2016
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Farol baixo
Começa obrigatoriedade de farol baixo durante o dia em rodovias https://t.co/gtsku6plTb pic.twitter.com/Npi1ws9fGN— Folha de S.Paulo (@folha) 7 de julho de 2016
Patriotismo? Tenham vergonha
João Miguel Tavares
Por favor, alguém informe os
nacionalistas progressistas e os campeões do patriotismo da figura ridícula que
estão a fazer.
Já ouvem ao longe as
trombetas? Neste momento, a luta contra as sanções não é apenas um combate
político – é um desígnio patriótico ao nível do ultimato inglês de 1890. É a
dignidade de Portugal que está em causa! É a obrigação de reagirmos à chantagem
europeia! É a necessidade de defendermos a alma lusitana e o espírito de
Viriato! Vocês lembram-se do tempo em que o nacionalismo era coisa salazarenta
e o patriotismo uma bandeira poeirenta do CDS? Esqueçam. O patriotismo está
super-fashion e há um novo nacionalismo 2.0. O PCP, o Bloco de Esquerda e o
próprio PS estão embriagados de nacional-patriotismo, e não é por causa do
Europeu de futebol: é porque os alemães – ou melhor: os boches – querem impor a
todo o custo a ditadura da austeridade. Em 1890 cantava-se pelas ruas “contra
os bretões, marchar, marchar”. Com o advento da República passou a cantar-se
“contra os canhões, marchar, marchar”. Chegou a hora de uma nova e
imprescindível actualização: “contra os teutões, marchar, marchar”.
O secretário-geral do PCP pede
ao Governo “brio patriótico” para informar Wolfgang Schäuble que “no seu país
manda ele, mas aqui mandam os portugueses”. O Bloco garante que se as sanções
forem para a frente ele lança contra a Europa a sua mais recente canhoneira: o
referendo-a-não-se-sabe-bem-o-quê. Já no final do ano passado, o Bloco discutia
num dos seus fóruns a candente questão: “A esquerda deve ser patriótica?” Luís
Fazenda mostrava o caminho: “Há um nacionalismo progressivo e um nacionalismo
reaccionário. Nós somos do campo do nacionalismo progressista.” Viva, pois, o
nacionalismo progressista, que o PS tem vindo a adoptar com entusiasmo
crescente, cumprindo mais uma das suas promessas eleitorais: ser, nas palavras
de António Costa, “o campeão do patriotismo na Europa”.
A coisa funciona assim: quanto
mais a Europa se desconvence da sanidade mental dos planos económicos de Mário
Centeno, mais o fervor patriótico toma conta do Partido Socialista. Por cada
mapa Excel que se afunda há uma bandeira verde-rubra que se ergue. Pelas ruas,
estão plantados cartazes onde os socialistas prometem “defender Portugal na
Europa” e a destacada Ana Catarina Mendes elogia a “voz grossa” do Governo e do
PS. Os agudos de Pedro Passos Coelho foram substituídos pelos baixos profundos
de António Costa.
Coisas que não mudam
Luís Naves
A leitura de jornais antigos
mostra que há coisas em Portugal que mudaram pouco, sobretudo a forma como
olhamos para nós próprios. Nos anos 70, o que se escrevia nos jornais era
pomposo e pouco sólido, com frases maiores do que o significado que continham.
Nos momentos de maior crise, enfrentavam-se duas teses: a derrotada, que
pretendia moderação; e a vencedora, dos que sonhavam com rupturas mirabolantes
e revoluções imaginárias capazes de desafiar as leis da física. Ganharam sempre
os que gritavam mais alto e, no fim, veio também a pesada factura que os
culpados nunca aceitaram.
Os meios de comunicação de
hoje repetem temas que deviam ter desaparecido. Não se extinguiram o impulso
lírico e a tendência para cairmos numa espécie de regressão infantil, sempre
que enfrentamos um obstáculo aparentemente intransponível. As elites continuam
a olhar para o povo como uma amálgama incompreensível e analfabeta que ainda
anda de carroça puxada por mulas. De maneira teimosa, os dirigentes tendem a
não perceber que a sociedade mudou em todas as suas vertentes e que já não se
revê nesta pequena mentalidade sentimental que tenta tapar o Sol com a peneira
provinciana.
Distribuem-se afectos e
governa-se com optimismo, empurra-se com a barriga, ignoram-se as sombras,
adia-se o inevitável. Foi assim em todas as crises anteriores dos últimos 40
anos, quando os que acreditaram na própria ilusão nos conduziram a desastres
maiores, que a simples prudência podia ter evitado.
Título e Texto: Luís Naves, Fragmentário,
7-7-2016
A caverna da geringonça
Pinho Cardão
Só um renovado sistema eleitoral,
potenciador da ascensão dos melhores e mais dedicados à coisa pública e criador
de lideranças idóneas, poderá abrir a caverna à luz do dia
Na alegoria da caverna, Platão
imaginou um grupo de prisioneiros acorrentados numa caverna desde que nasceram,
olhando o tempo todo para a parede do fundo, iluminada pela luz de uma fogueira
atrás deles colocada. Para além da fogueira circulam pessoas erguendo objetos.
Um muro esconde as pessoas de tal modo que os prisioneiros apenas podem ver as
sombras que tais objetos projetam e ouvir o barulho exterior, que naturalmente
associam às sombras, pensando ser ele as falas das mesmas. Para os
prisioneiros, as sombras são a realidade.
Se um dos prisioneiros fosse
libertado, a luz ofuscaria a sua visão e ele não veria distintamente a nova
realidade. E se lhe dissessem que aquilo que agora distinguia era o real e as
imagens que anteriormente via eram fantasmas, ele não acreditaria. Se voltasse
à caverna, os seus olhos, entretanto sensibilizados à luz, ficariam cegos
devido à escuridão. E se revelasse aos companheiros a situação que pudera
contemplar, tomá-lo-iam como louco. Temendo ficar possuídos de ideias assim tão
absurdas, ameaçariam mesmo de morte alguém que tentasse tirá-los da caverna.
Lembrei-me da alegoria (alegoria da Caverna, de Platão) quando,
faz um ano, os economistas do PS elaboraram um programa com vista às eleições.
Nele apresentavam um novo paradigma para a economia e finanças públicas,
baseado num estímulo da procura interna, que levaria a um crescimento do investimento
de 7,8% e do consumo privado, situação que, alavancada por um aumento das
exportações de 5,9%, potenciaria um crescimento do PIB de 2,4%, possibilitando
a diminuição do défice e até o aumento dos gastos públicos. Perante tal
fantasia, pensei que só poderia ter sido elucubrada por personagens encerradas
numa caverna, recebendo de uma qualquer malévola geringonça imagens turvas,
sombras do mundo real.
O que se confirmou quando
alguns desses personagens, momentaneamente libertados, foram por tal geringonça
encarregados de elaborar um programa de governo. E se a sua visão já era a das
sombras desfocadas, a luz que puderam vislumbrar mais obscureceu essa visão.
Pois só uma visão confusa poderia levar ao aumento de gastos públicos
eleitoralistas, ao desfazer de privatizações efetuadas, ao lançamento de novos
impostos, máxime sobre o consumo, gripando o seu próprio alegado motor do
crescimento, com prejuízo da economia. E reduzindo o défice, pasme-se!
Aprendendo a ouvir
Nelson Teixeira
Gostamos de falar para os
outros das nossas histórias de vida, sejam elas tragédias, vitórias, de
qualquer assunto onde somos os atores principais.
Há pessoas que não suportam
ouvir. As dificuldades dos outros não lhes interessam. O assunto só tem graça
se elas forem o centro das atenções.
Essa é uma maneira egoísta de
viver. Pessoas que agem assim são orgulhosas, egoístas e vaidosas.
Temos de aprender que ouvir o
outro é caridade também. Assim como em muitos momentos queremos e necessitamos
que alguém nos ouça, os outros também têm a mesma necessidade.
Estamos aqui para nos
auxiliarmos uns aos outros de todas as maneiras.
Aprendamos a ouvir em qualquer
situação. Talvez se atendermos uma ligação telefônica de alguém que é chato
para nós, estaremos salvando uma vida.
Tenhamos sempre nos lábios uma
palavra de ânimo, estímulo, esperança e fé para dizer a quem vem a nós em busca
de socorro. Agindo assim, não teremos motivos para sentirmos remorso mais
tarde. Também não passaremos pela dor de não ter alguém que nos ouça. Recebemos
aquilo que doamos. Pensemos!
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 7-7-2016
quarta-feira, 6 de julho de 2016
“Caso VARIG”
Já faz algumas semanas que li
“Caso Varig – A história da maior tragédia da aviação brasileira”. O autor,
Marcelo Duarte Lins, ex-piloto na Varig e ex-dirigente da APVAR – Associação de
Pilotos da Varig, relata – o que entendeu dever relatar – a atuação da APVAR,
posteriormente a TGV – Trabalhadores do Grupo Varig, nos últimos anos da
existência dessa companhia aérea.
No prólogo ‘Do sonho ao
pesadelo’, páginas 21 e 22, Marcelo Duarte inicia a narrativa em maio de 2001,
quando aceitou o “convite para compor a chapa ‘Mais Apvar’ na função de diretor
administrativo e financeiro, para disputar as eleições da diretoria que iria
comandar os rumos da maior associação de pilotos da América Latina para o
biênio ne maio 2001 a 2003.”
A partir daí e até ao último
capítulo “2008” o autor elenca os movimentos e convocações da Apvar/Tgv.
Vale transcrever o que o autor
escreve à página 45, quando descrevendo a palestra “Perspectivas da Varig”,
proferida pelo (então) vice-presidente de operações da Varig, Comandante
Alberto Fajerman, e pelo diretor de relações com os investidores da FRB-Par,
Manuel Guedes.
“Segundo Guedes, o objetivo
daquela apresentação era de antecipar os dados de operações e da Varig do ano
2000 que iria ser apresentado ao mercado ainda naquele mês.” (Abril de 2001).
“Sobre a dívida com o Aerus,
informaram que estava por volta de R$ 450 milhões e havia sido negociada. Iria
começar a ser paga a partir do próximo ano, com um prazo de 18 anos para
quitá-la, com a aprovação, inclusive, da
Secretaria de Previdência Complementar. (Grifo do Editor).
Foi salientado que devido à
importância da Varig no mercado, constantemente a mídia associava o nome da
empresa a fatos que não conferiam com a realidade e que, apesar dos problemas
políticos do Aerus, realmente existirem, não havia problemas técnicos
estruturais e financeiros que pudessem afetar a segurança do sistem do
Instituto e prejudicar a Varig e seus funcionários.”
Logo na página seguinte, 46, “Questão
sindical e o FAD”, somos apresentados ao clima – que irá perdurar até aos dias
de hoje – entre o SNA-Sindicato Nacional dos Aeronautas e a APVAR e demais
associações por ela convidadas ou convencidas:
A tática de Dilma reforça a permanência de Temer
Cesar Maia
1. Os representantes de Dilma na comissão especial do Senado que
analisa o impeachment adotaram a tática de quanto mais retardar a votação final
melhor. Contam reverter votos de senadores ou fatos novos que possam
desmoralizar o presidente Temer. Essa é uma tática suicida.
2. Temer governa como presidente efetivo olhando os dois anos e
meio que tem à frente. Com isso, aprova leis, aplica políticas, introduz ações,
reconstrói a máquina federal, os cargos em todos os escalões e empresas,
redireciona a execução orçamentária...
3. Estabelece-se a cada dia mais o consenso que a equipe
econômico-financeira – liberal – de Temer é uma esperança das coisas mudarem.
Mesmo setores de centro e centro-esquerda têm essa percepção. Nesse sentido, o
governo Temer – por enquanto – não tem oposição “interna”, seja política, seja
social.
4. A oposição de fato se dedica a denunciar um suposto “golpe”, se
organiza e se mobiliza em função disso. Ou seja, a oposição de fato radicalizou
à esquerda sua postura. Com isso, ela se torna antípoda às medidas e ações do
governo Temer.
5. Ou de outra forma: a hipótese do retorno de Dilma – com a base
que lhe dá sustentação no PT, PCdoB, CUT, MST, et caterva e suas palavras de
ordem – cria a certeza que aquele hipotético retorno de Dilma significará uma
implosão da situação atual: remudarão tudo. Ou seja, o poço das crises
política, econômica, social será muito mais profundo que hoje. Será como a ação
de uma perfuradora de poços de petróleo do pré-sal.
QUIZ: Taj Mahal
A quem foi dedicado o famoso Taj
Mahal, o mausoléu jainista situado em Agra?
a) Ganesh
b) Shiva
c) Uma criada
d) Uma rainha
Charada (265)
Cada uma das páginas
deste livro reúne animais com
uma particularidade comum.
Porém, na primeira página está um animal
Porém, na primeira página está um animal
que pertence à segunda e na segunda está um animal
que pertence à primeira.
Indique a particularidade comum de cada
página e quais são os
dois animais que estão trocados.
E a Dilma se acovardou
Almir Papalardo
Ao longo deste processo de
impeachment da presidente Dilma, onde imperou e ainda imperam as hostilidades,
o desejo de vencer no grito, criação de tumultos desnecessários, muitas
mentiras e contradições, caiu por terra mais uma hilária queixa dos defensores
da mandatária afastada, que alegam com veemência, que querem dificultar ou
negar o sagrado direito da presidente se defender.
Foi com este argumento que
seus confusos e agressivos aliados, principalmente seu advogado José Eduardo
Cardoso, acusando um cerceamento nos direitos de defesa da presidente,
recorreram ao STF porque queriam de toda maneira apresentar à Comissão Especial
do Impeachment um absurdo e inaceitável total de quarenta testemunhas provarem
que Dilma é pura e inocente das acusações que pairam sobre o seu comportamento
presidencial.
Pois bem, como a mentira tem
pernas curtas, a presidente, espantosamente, declinou de apresentar
pessoalmente a sua defesa, quando poderia, com olhos nos olhos, com a altivez
da certeza da inocência, enfrentar seus acusadores, chamando-os de golpistas
como sempre o faz quando está cercada de fanáticos adoradores! Teria a
oportunidade de derrubar, uma a uma, todas as acusações sofridas, com respostas
convictas, firmes e convincentes.
Não me venham mais seus
desorientados defensores alegar que a presidente não teve o direito de se
defender. Recusando-se de se apresentar pessoalmente diante daqueles senadores
que a arguiriam, mostrou-se acovardada e incerta de não ser culpada.
Fugindo de se apresentar à
frente da Comissão de impeachment, assinou sua própria confissão de culpa,
decepcionando toda a população, principalmente aqueles cidadãos que ainda
tinham dúvidas!
Título e Texto: Almir Papalardo, 6-7-2016
Super bactéria
Descoberta ‘super bactéria’ nas águas do Rio de Janeiro https://t.co/Eml37rvLUz— Observador (@observadorpt) 6 de julho de 2016
APLAUSOS! Governo Temer, por intermédio de Serra, tenta impedir o tirano Maduro de presidir o Mercosul
Ditadura venezuelana ataca ministro;
Brasil precisa se unir ao Paraguai para suspender a Venezuela do Mercosul
enquanto aquele país for uma ditadura
Reinaldo Azevedo
Ah, que bom haver um governo
que tem a democracia como princípio, como fundamento e como regra. O ministro
das Relações Exteriores, José Serra, viajou ao Uruguai para tentar convencer o
presidente daquele país, Tabaré Vásquez, a manter até setembro a presidência
rotativa do Mercosul, que, calculem, deveria passar no próximo dia 12 para
Nicolás Maduro, o ditador venezuelano que tem as mãos sujas de sangue.
Qual é o ponto? O valente
governo paraguaio evocou as cláusulas democráticas do Protocolo de Ushuaia e pede que a Venezuela seja
suspensa do bloco. Antes que continue, uma informação. O que dizem as tais
cláusulas? Seguem em azul:
ARTIGO 1
A plena vigência das instituições democráticas é condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração entre os Estados Partes do presente Protocolo.
A plena vigência das instituições democráticas é condição essencial para o desenvolvimento dos processos de integração entre os Estados Partes do presente Protocolo.
ARTIGO 2
O presente Protocolo se aplicará às relações que decorram dos respectivos Acordos de Integração vigentes entre os Estados Partes do presente protocolo, no caso de ruptura da ordem democrática em algum deles.
O presente Protocolo se aplicará às relações que decorram dos respectivos Acordos de Integração vigentes entre os Estados Partes do presente protocolo, no caso de ruptura da ordem democrática em algum deles.
ARTIGO 3
Toda ruptura da ordem democrática em um dos Estados Partes do presente Protocolo implicará a aplicação dos procedimentos previstos nos artigos seguintes.
Toda ruptura da ordem democrática em um dos Estados Partes do presente Protocolo implicará a aplicação dos procedimentos previstos nos artigos seguintes.
ARTIGO 4
No caso de ruptura da ordem democrática em um Estado Parte do presente Protocolo, os demais Estados Partes promoverão as consultas pertinentes entre si e com o Estado afetado.
No caso de ruptura da ordem democrática em um Estado Parte do presente Protocolo, os demais Estados Partes promoverão as consultas pertinentes entre si e com o Estado afetado.
ARTIGO 5
Quando as consultas mencionadas no artigo anterior resultarem infrutíferas, os demais Estados Partes do presente Protocolo, no âmbito específico dos Acordos de Integração vigentes entre eles, considerarão a natureza e o alcance das medidas a serem aplicadas, levando em conta a gravidade da situação existente.
Quando as consultas mencionadas no artigo anterior resultarem infrutíferas, os demais Estados Partes do presente Protocolo, no âmbito específico dos Acordos de Integração vigentes entre eles, considerarão a natureza e o alcance das medidas a serem aplicadas, levando em conta a gravidade da situação existente.
Tais medidas compreenderão
desde a suspensão do direito de participar nos diferentes órgãos dos
respectivos processos de integração até a suspensão dos direitos e obrigações
resultantes destes processos.
Cabeça fria
Péricles Capanema
O Reino Unido está
potencialmente fora da União Europeia (UE), 51,9 a 48,1% a favor da saída. No
fundo, ninguém acreditava que depois de uma permanência de 43 anos, ele lhe viraria
as costas. O mundo amanheceu em estado de choque.
Ou foi apenas a Inglaterra?
Ela pode sair só, pois os dois outros países da Grã-Bretanha votaram pela
permanência. Nicola Sturgeon, primeira-ministra da Escócia anunciou “discussões
imediatas” com Bruxelas e países da UE para “proteger o lugar do país no
bloco”. Confirmou: “O segundo referendo de independência é claramente uma opção
que deve estar sobre a mesa, e está sobre a mesa”. Por sua vez, a Irlanda do
Norte também abriga setores importantes que desejam se unir à República da
Irlanda, membro da UE. Esta mesma divisão se manifestou candente quanto a
regiões, grandes cidades versus interior, faixas de idades, faixas de renda,
faixas de escolaridade.
Ou seja, esfacelou-se política
e socialmente o Reino Unido e já apareceram iniciativas querendo consertar o
estrago. Circula petição ao Parlamento para que novo plebiscito seja convocado,
e já passam de 2,5 milhões as assinaturas (na hora em que escrevo). Esperam que
o inglês, repensando o voto, anule o antes impensável, por ora aparentemente
irreversível.
O terremoto inglês causou
tremores na Europa inteira: existem movimentos reclamando plebiscitos em vários
países. Putin dispõe de momento de mais liberdade de ação.
O que virá? Ninguém sabe,
confusão nos mercados, nas chancelarias e nas cabeças. Pensar é distinguir.
Então, vamos pensar, distinguindo, destacando em particular dois pontos.
18º Encontro de Violoncelos do Rio Grande do Sul
O XVIII Encontro de
Violoncelos do Rio Grande do Sul tem como propósito possibilitar ao público o
encontro e o aperfeiçoamento dos estudos de violoncelo com profissionais que
são referência tanto no Brasil quanto no exterior. A tônica do Encontro é a
diversidade: reúne estudantes de diversas localidades e de diferentes níveis,
além de músicos e professores universitários.
No StudioClio acontece o
recital com Matias de Oliveira Pinto,Hans Twitchell, Milene
Aliverte e Nuria Rosa.
Informações deste Evento:
Docente(s): Milene Jorge Aliverti, Hans Twitchell, Matias de Oliveira Pinto, Nuria Rosa
Quando: Dia 07 de julho de 2016,
quinta-feira, às 20h
Vagas disponíveis: 100
Duração: 1h30
Valor(es):
R$ 30,00 (público geral)
R$ 15,00 (estudantes e
sêniores)
Colaboração: Jorge Alberto dos Santos, Porto Alegre,
5-7-2016
Rio: segurança pública e o estresse do prefeito
Cesar Maia
1. Pode-se compreender o estresse na forma de desabafo, do prefeito
do Rio, à imprensa nacional e estrangeira sobre a segurança pública no Rio.
Afinal, o recrudescimento dos índices de criminalidade no Rio ocorre exatamente
no momento da Olimpíada.
2. O prefeito sonhava com a consagração de sua administração tendo
como emblema os Jogos Olímpicos. Isso não ocorrerá mais. E não apenas em função
da segurança pública. Não é um ciclo favorável. A começar pela crise econômica,
política, ética e social que atinge especialmente o Rio.
3. As taxas de desemprego afetam duramente o Rio. A aposta nos
royalties do petróleo e no endividamento ruiu. Poderia se prever em 2014? Se
sim, o próprio prefeito deveria ter alertado. O fato é que os serviços públicos
foram muito atingidos por essa crise e, é claro, a segurança pública.
4. A crise ética chegou ao Rio e as investigações e delações
começaram a ter também sotaque carioca. Problemas com obras que não ficarão
concluídas no prazo criaram um clima de insegurança. O Metrô e a fotografia da
ciclovia partida ganharam destaque.
5. Mas com a criminalidade crescendo, a segurança pública foi
escolhida pelo prefeito para lavar as mãos e dizer: não tenho nada com isso, é
problema dos outros do Estado em primeiro lugar. E escolheu palavras fortes
para dizer isso: vergonha na cara, desmando, terrível, horrível.
Eduardo Paes fala o óbvio sobre a segurança no Rio. É horrível mesmo! Por que os faniquitos?
Em entrevista, prefeito diz o que todo
mundo sabe: a Olimpíada deve ser segura em razão das forças federais que
atuarão na cidade durante os jogos
Reinaldo Azevedo
Que coisa, né? Se o prefeito
do Rio, Eduardo Paes, tivesse concedido uma entrevista
à CNN e dito que a segurança pública do Rio é exemplar, estaria, a esta
altura, sendo chamado de louco, marqueteiro e irresponsável. Mas ele disse
justamente o contrário, como a todos é óbvio: é horrível! Parece que se prestou
pouca atenção ao aspecto mais importante de sua fala: ele saudou o fato de que,
durante os jogos ao menos, a área estará entregue ao governo federal: Forças
Armadas, Força Nacional de Segurança e reforço da Polícia Federal.
Paes é, para todos os efeitos,
o anfitrião do maior evento do mundo. Não há nada que se compare. Já são tantas
as inseguranças no país — e no Rio em particular — que me parece que é um dever
do prefeito fazer tanto a crítica como emitir um sinal de tranquilidade. E, não
por acaso, ele o fez numa emissora de alcance internacional.
Sim, há a lamentar, e ele
próprio o fez, que, antes e depois da Olimpíada, tudo se dará no padrão de
sempre.
Goste-se ou não do estilo de
Paes, conheço pouca gente que não o considere um bom prefeito do Rio. A exceção
é o socialismo deslumbrado da linha Freixo. Ou seja: animador de festa da
esquerda do Leblon. A gestão, em escala municipal, é operosa, sim. “Ah, mas ele
está no PMDB há nove anos e só descobriu agora que a segurança pública e a
saúde não funcionam?” Não vejo mal nenhum que lideranças políticas, em algum
momento, façam autocrítica.
Mas isso é com ele. Sempre que
petistas lambem por aí suas feridas, isso é visto como um sinal de humildade e
realismo. Também haveria a saída Dilma: “Não há nada de errado com o Rio, e as
críticas todas são coisa da oposição que gosta do quanto pior, melhor”.
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