segunda-feira, 13 de junho de 2016

Orlando Terror: Obama fails to mention radical Islam

Photo: Pablo Martinez Monsivais/AP

President Barack Obama addressed the nation Sunday in the wake of the worst mass shooting in U.S. history, calling the massacre at an Orlando nightclub “an act of terror and an act of hate.”

Obama condemned the shooting — which left 50 dead and 53 injured — and addressed the impact that the incident at the popular gay nightclub had on the LGBT community.

“Although its still early in the investigation we know enough to say that this was an act of terror and an act of hate and as Americans we are united in grief, in outrage and in resolve to defend our people,” he said.

Obama clarified that the no definitive judgment for the motive had been determined but that the FBI was investigating the shooting as an act of terrorism.

“What is clear is that he was a person filled with hatred,” Obama said. “Over the coming days we will uncover how and why this happened and we will go wherever the facts lead us.”

The shooting was the most deadly mass shooting in U.S. history and Obama noted that the shooter was armed with a handgun and a high-powered assault rifle.

“This massacre is therefore a further reminder of how easy it is for someone to get their hands on a weapon that lets them shoot people in a school, or in a house of worship, or a movie theater, or in a nightclub,” he said. “And we have to decide if that’s the kind of country we want to be. And to actively do nothing is a decision as well.”

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3 comentários:

  1. E a Hillary (como Banana Barack) está preocupada com a 'facilidade de compra de armas nos EUA'...

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  2. Isto não está nada bem
    Em declarações hoje prestadas, Barack Obama considerou não existirem provas de que o massacre de Orlando tenha sido «direcionado por um grupo no exterior».

    Esta simples frase denota que, ao fim de oito anos de presidência dos EUA, Obama não entendeu nada – ou faz de conta que nada entende – do terrorismo islâmico. Na verdade, ainda que muitas destas acções terroristas sejam incentivadas (não propriamente «dirigidas») do exterior, elas resultam sempre da adesão interior e íntima de cada terrorista aos preceitos fundamentalistas islâmicos, e desnecessitam de mais do que isso para tornar quem os adopta num potencial terrorista. Desse modo, o moderno terrorista islâmico é uma espécie de empresário por conta própria (o tal «lobo solitário»), que se integra, sem necessidade de mais nada, num grande plano universal para combater os infiéis, uma franquia de um grande negócio que lhe dará a vida eterna. Não precisa de ordens, nem de uma organização que lhe diga o que ele sabe que tem de fazer. Cada crente é, ele mesmo, pela natureza das coisas, uma peça dessa causa e dessa organização universal, esteja onde estiver, esteja com quem estiver.

    Barack Obama deixará a Casa Branca com um dos mais baixos status em política internacional de sempre. Com a elevada probabilidade de qualquer um dos seus dois possíveis sucessores vir a fazer ainda pior. Isto não está nada bem.
    Título e Texto: Rui A., Blasfémias, 13-6-2016
    https://blasfemias.net/2016/06/13/isto-nao-esta-nada-bem/

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  3. Num debate sobre a vinculação óbvia do islamismo com o ocorrido em Orlando e a injunção islâmica de execução de homossexuais, sou acusado por um assessor do Dep. Jean Wyllys de COAUTOR dos assassinatos.

    Como manter a compostura e não acusá-lo pela canalhice? Eu não consigo por mais que tente.

    Não é preciso dizer que ao mesmo tempo em que isentava o Islã acusava a homofobia do cristianismo. Realmente, essa militância é patológica.

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