segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

Atitude de Joy Villa é um balde d’água fria nos esquerdistas americanos (não só!)

Luciano Ayan


O que a cantora Joy Villa fez na premiação do Grammy é o tipo de coisa que sustenta exatamente aquilo que foi dito por Paul Joseph Watson, que em um de seus últimos vídeos afirmou que o conservadorismo – ou o libertarianismo – é a nova contracultura.

Ao contrário do que praticamente todos os queridinhos de Hollywood e famosos em geral têm feito, atacando Donald Trump com ou sem motivos apenas para bancarem os “legais”, os cools, Joy teve a ousadia de ir ao Grammy com um vestido que, além de ter as cores da bandeira americana, tinha também o slogan de campanha do republicano, o “Make America Great Again”.


Para somar a tudo isso, tem também o fato de que Joy é negra, o que para os fascistas culturais a deixa, de certa forma, blindada de críticas mais agressivas. Naturalmente, se fosse uma cantora branca ela já teria sido linchada publicamente, mas como não é este o caso as críticas a ela até agora foram relativamente “suaves”.

É difícil dizer se Joy Villa é mesmo uma legítima apoiadora das propostas de Trump, mas o fato de ela ter feito o que fez prova que ser “de direita” é a verdadeira contra-cultura.
Título e Texto: Luciano Ayan, Ceticismo Político, 13-12-2017

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