quarta-feira, 15 de fevereiro de 2017

[O cão tabagista conversou com…] Barros: "A VARIG também viveu a sua época de 'galo' "

Nome completo: Francisco Jose Pinto de Barros

Nome de guerra: Barros

Onde nasceu: Fortaleza, Ceará

Onde estudou: Faculdade de Ciências Políticas e Econômicas do Rio de Janeiro

Quando começou a trabalhar:
Comecei a trabalhar em 1 de agosto de 1963 como contínuo, em uma empresa de investimentos, até 16 de maio de 1967, tempo para o alistamento militar, licenciado do exército em 30 de março de 1968. 

Em 1 de maio de 1969 fui professor na cadeira de "elementos de economia' para o curso letivo de Técnico de Contabilidade.

Em 1 de dezembro de 1969, iniciei a minha carreira na Serviços Aéreos Cruzeiro do Sul S.A., como Auxiliar Técnico de Administração.

Em 1 de janeiro de 1973 fui nomeado para o cargo de Administrador de Empresas e Gerente de Importação e Exportação, por, inclusive, ter me formado com especialização na área.

Em 16 de outubro de 1989, com a aquisição da Cruzeiro do Sul pela VARIG, passei a exercer as minhas funções na VARIG até à sua extinção.

Desempenhei várias funções ligadas à Diretoria nesse campo de atividade. Inclusive, por nomeação, fui conselheiro do conselho de Contribuinte do Ministério da Fazenda, em Brasília. 

Aposentado em 22 de dezembro de 1994 e recontratado na área de comércio exterior, prestando assessoria e assistência no campo de Importação e Exportação de mercadorias e serviços.

Nossa! Que vasto e rico currículo. Vamos recuar até dezembro de 1969. O que o motivou a procurar a Cruzeiro do Sul?


Nesse período eu estava fazendo faculdade pela manhã e lecionando à noite…
Na parada do recreio, onde eu lecionava, um colega professor me ofereceu um jornal... comecei a ler sem maior interesse até chegar à área de emprego. Aí, me chamou atenção o seguinte anúncio: Precisamos de auxiliar técnico de administração (estagiário).
Requisito: estar cursando administração de empresas, nível universitário e esteja cursando, pelo menos, o 2º ano…

Segui logo pela manhã para a Praia do Caju nº 54. Local onde ficava localizada a área de compras e as oficinas das empresas Cruzeiro do Sul S.A. - Serviços Aéreos, além do departamento de ensino, seleção e recrutamento. E lá me submeti a exames e fui aprovado, juntamente com mais nove colegas.

Só para clarear, na penúltima resposta você declara “Em 16 de outubro de 1989, com a aquisição da Cruzeiro do Sul pela VARIG, passei a exercer as minhas funções na VARIG até à sua extinção.” Presumo que a extinção a que você se refere seja a da Cruzeiro, me enrolei?
Referia-me até à extinção da Varig.
Na verdade, fui demitido da Cruzeiro em um dia e admitido na Varig no dia seguinte. Isto é, fui demitido da Cruzeiro no dia 15 de novembro de 1989 e admitido na Varig no dia 16 de novembro de 1989.
Me aposentei pelo Aerus, e imediatamente fui contratado pela Varig.
Trabalhei na Varig até ela ser falida pelo governo.
A Varig foi adquirida pela GOL. Meu contrato foi renovado pela GOL.

Durante aproximadamente um ano e meio, prestei assessoramento à TAM, nos assuntos de vendas a bordo em voos internacionais, através de uma empresa que vendia "a bordo" dentro das aeronaves TAM. Nesse período trabalhei por "contrato de trabalho" particular.

Você notou diferenças (de qualquer sorte) entre a Cruzeiro e a Varig?
Na minha visão, tanto a Varig quanto a Cruzeiro do Sul possuíam em seus quadros de funcionários profissionais altamente competentes e qualificados.

A VARIG tinha orgulho de seus profissionais e era consciente que através deles a empresa conseguiu o sucesso e a sua glória, inclusive o respeito e o reconhecimento mundial pelos seus reais valores…

A Cruzeiro, com sua alma de guerreira e suas limitações, tentava acompanhar e alcançar os seus louros, fazia o seu melhor dentro de suas disponibilidades e limitações.

Observei, sim, algumas diferenças nos aspectos humanos. A Cruzeiro, talvez por ser menor e mais compacta, dava a impressão de ser mais ‘juntos e unidos’. ‘Mais família’ participativa dos problemas pessoais de cada um entre os seus funcionários.

Nesse particular, levando em consideração a minha experiência pessoal, senti que a minha ida para a Varig, como possivelmente a maioria dos funcionários da Cruzeiro sentiu, foi recebida com desconfiança, atos de ciúmes e preconceitos.

Certamente, decorrente de termos vindo de uma empresa falida, fracassada. Assim, como consequência nos era permitido duas opiniões: a opinião da VARIG e a errada.

Mas o tempo passou, houve a fase da aceitação e reconhecimento.

Nesse ponto em particular, agradeço, do fundo do coração, essas condições aparentemente desfavoráveis, pois foi graças a elas que alcancei meus valores, minhas conquistas e grande crescimento na minha carreira profissional e humana.

Hoje, como há muito tempo, tenho muito orgulho de ter trabalhado em ambas empresas. Em especial na VARIG que me impulsionou ao conhecimento, aperfeiçoamento e ao sucesso pessoal.

Mas, apesar dos ‘quadros de funcionários profissionais altamente competentes e qualificados’ as duas empresas faliram?

Você acha que uma empresa deve ser uma família?


Não necessariamente, mas acredito que os fortes laços de amizade geram intensa valorização na confiança mútua que, normalmente, são fonte geradora importante no desempenho da empresa.

Manter funcionários juntos, unidos dentro de um propósito comum, certamente não é fácil, entretanto, seu poder é quase infalível nos seus objetivos comuns.

Uma organização desse tipo, em tese, é composta de profissionais leais e dedicados, apesar das dificuldades, e esforços sempre atentos em distinguir o emocional e o intuitivo. A distinção entre a competência de fato com a amizade.

Assim sendo, nesse tipo de gestão, deverá haver um cuidado maior entre o emocional e o racional. Tornando-se indispensável saber a diferença entre amizade e interesse real da empresa. Esse princípio salutar deverá fazer parte integrante da empresa.

A seu ver, a Varig plasmava o tipo de gestão que você descreveu?
Sim, durante muito tempo através dos antigos diretores: líderes carismáticos de valores admiráveis. Usavam a força do exemplo e durante muito tempo foram "atração", contagiando a todos dentro e fora da empresa, principalmente a grande maioria dos seus funcionários e colaboradores interno e externos.

Arquivo pessoal de Francisco Barros
Entretanto, com o prenúncio do fim dos "anos dourados" não havia substitutos à altura desses homens. Essas circunstâncias foram agravadas pelas novas levas de administradores que surgiram. Além de não terem o privilégio de possuir esses fortes valores, tinham como principal característica gerir por "promoção".

Carentes de credibilidade pública, genialidades e, principalmente, de bons exemplos, foram facilitadores do contágio. Principalmente àqueles grupos que nesse momento já apresentavam fortes sinais da síndrome de moral doentia.

Chegamos ao momento de os diretores não mais serem escolhidos por capacidade e competência dentre vários existentes, mas sim entre aqueles "disponíveis".

Essa foi a triste fase derradeira da VARIG…

Então, a ‘fase derradeira’ foi de uma grande incompetência da direção da empresa…
Não necessariamente. Havia o desejo do governo da época cada vez mais latente em apagar o brilho da VARIG, alijando-a do mercado aeronáutico, atendendo assim a vários interesses espúrios de ordem política e da concorrência.

Porém, a grande incompetência da direção da empresa, de maneira bastante eficaz, agravou e potencializou essa "fase derradeira".

Que interesses ‘espúrios de ordem política e da concorrência’?
Devido à reconhecida excelência de suas políticas interna e operacional desenvolvidas ‘in house’, somada ao período de vinte e um anos de exploração exclusiva dos voos internacionais durante o regime militar, sob a doutrina de reciprocidade de oferta de assentos entre as concorrentes internacionais, a VARIG conseguiu se tornar uma das cinco melhores e mais conceituadas empresas aéreas de seu tempo.

Com a abertura política imposta pelas forças e interesses econômicos transnacionais visando, entre outras coisas, frear nosso crescimento (havíamos saltado da 50ª posição no ranking do PIB mundial em 1963 para a 10ª em 21 anos), o Brasil passou a ser cabestrado pela política econômica mundial de acordo com orientações externas, através da gestão de políticos cassados que foram repatriados e assumiram a gestão do país.

Atendendo à agenda externa, os reempossados foram incumbidos de atender a um ‘realinhamento’ das políticas nacionais do setor aéreo, que permitissem a extinção, dentre outras coisas, do conjunto das empresas de aviação existentes, que atenderam às demandas do transporte aéreo até aquele momento, onde só a Varig tinha um faturamento anual de cerca de USD 2,6 bilhões, que sempre foram cobiçados de partilha pela indústria seja nacional como internacional!

“políticos cassados que foram repatriados”… está se referindo a Leonel Brizola e/ou a Fernando Henrique Cardoso, José Serra, José Dirceu…?
Trata-se de políticos de conhecimento público e notório, os quais a história já fez questão de registrá-los como traidores da VARIG…

Você ficou trabalhando até o fechamento da empresa, certo? Foi demitido?
Correto, fiquei trabalhando até o fechamento da empresa.
Não fui demitido. Me aposentei pelo AERUS e fui contratado pela VARIG/Fundação Ruben Berta.

Mas, depois do fechamento a empresa continuou contratando?
De certa forma sim, através da Fundação Ruben Berta.
Inclusive, minha aposentadoria pela VARIG/AERUS já estava condicionada a firmar um contrato junto à Fundação Rubem Berta.

A VARIG havia fechado, porém, dela ainda existiam diversos assuntos pendentes na área de comércio exterior, que ainda perduraram durante muitos anos, mesmo após a sua falência e aquisição por outra empresa aérea.
Assuntos inclusive ao amparo de "Termo de Responsabilidade" pactuado pela VARIG junto às autoridades brasileiras de Comércio Exterior.

Como viveu (e conviveu) a falência da Varig?
A falência da VARIG para mim foi muito traumatizante, e profissionalmente muito desgastante, principalmente com relação aos contatos com as autoridades.
O tratamento mudou rápida e drasticamente, passamos logo de "sempre bem-vindo" e recebido com cortesia, para ser tratado com indiferença e, posteriormente, de forma "dura" e a receber sempre os rigores da Lei.

A forma de tratamento mudou de "solene" para ríspida, desconfiada e grosseira.

Triste…
Na minha visão deficiente, a nossa querida VARIG, também teve a sua fase do "galo":
Toda a vez que o galo cantava, amanhecia. O galo pensava que só amanhecia porque ele cantava. Um dia, ele dormiu demais e quando acordou o dia já tinha amanhecido há muito tempo! Até hoje o galo é triste. Até hoje o galo é deprimido.

A VARIG também viveu a sua época de "galo":
Achava que as coisas somente funcionavam se ela estivesse participando ou envolvida!
Mas percebeu que as coisas funcionavam sem o seu "dedo", sem a sua participação ou envolvimento.

Acredito que existe um "galo" desses em cada um de nós.

Pelo menos em mim, ele, de vez em quando, quer dar o ar de sua graça!
Mas eu trabalho em cima dele, dou-lhe uns "chega para lá".
Cada um que cuide de seu "galo"! Se julga que tem. Se julga que pode. 

Depois de 2006 você abraçou outra atividade?
Sim, após algum tempo parado fui convidado para trabalhar nessa atividade em uma empresa internacional que prestava serviço de "Vendas a Bordo" no interior das aeronaves em voos internacionais.

Particularmente servia de intermediário entre a TAM e a empresa, nos assuntos de minha especialidade. Foi muito difícil essa convivência com a TAM.
Orgulho em demasia, opiniões únicas e mentes bloqueadas e preconceituosas, além de não haver mais a sombra da VARIG, não permitiram uma convivência superior a um ano, um ano e meio, nessa referida empresa, pois a TAM não me permitia ser muito útil.

Encerando minha atividade na área, sem mais trabalhar, vivendo da aposentadoria do INSS e do AERUS, que reduzia a cada mês e auxiliado por minha esposa, professora aposentada.

A TAM ainda tem inveja da Varig?
Na minha visão, sim. Ela continua se sentindo perseguida pelo brilho do fantasma da VARIG.



E o Aerus, hein? Até quando a decisão do juiz Jamil vai se sustentar? Quer dizer, até quando o Governo vai transferir fundos ‘obedecendo a uma decisão judicial’?
Meu caro, essa é a sua pergunta mais complexa. O momento atual nos impõe viver um dia de cada vez e entregar a Deus esse assunto, que no momento, todos nós somos impotentes!

Dar asas à imaginação não é boa parceira!
A resposta em questão está em "S D S": Só Deus Sabe!

E o Brasil, para aonde vai?
O Brasil vai crescer ainda este ano e vai surpreender muita gente!

E Donald Trump, para aonde vai?
Trump tenta colocar em ação tudo o que os seus antecessores sabiam que tinha que ser feito e preferiram procrastinar.

Uma pergunta que não foi feita?
Como satisfação profissional e graças à experiência única na VARIG no campo internacional, pudemos, em colaboração com as autoridades envolvidas, ter participado ativamente de inúmeras alterações e criações de regras, normas de procedimentos e legislação de comércio exterior brasileiro, no campo do transporte aéreo internacional. Objetivando a dinâmica imprescindível à importação e exportação das nossas peças e equipamentos, diminuindo o estoque de materiais importados e, por conseguinte, menor capital imobilizado.

Tais procedimentos se tornarão imprescindíveis para a redução dos custos das empresas aéreas, nessa época já bastante penalizadas com os altos tributos, a concorrência desleal das poderosas congêneres internacionais, o apoio maciço dos seus países de origem, o alto preço do querosene de aviação e a morosidade na reposição de nossas peças e equipamentos importados.

Fatos marcantes na minha vida da Varig foram através do vasto aprendizado e aperfeiçoamento na área de comércio exterior, dessa conceituada empresa, que me permitiu  ter tido o  privilégio de ser, durante muitos anos, presidente da Comissão Permanente de Importação (COPI) do Sindicato das Empresas Aeroviárias, cuja atividade principal era representar as empresas aéreas em geral, nos  assuntos de importação e exportação de produtos e serviços, junto às autoridades aduaneiras e de comércio exterior e, principalmente, a honra de ser indicado, por mérito, pelas autoridades de comércio exterior, a participar como membro ativo do 3° Conselho de Contribuinte do Ministério da Fazenda. Órgão que julgava em última instância administrativa os litígios fiscais ligados ao Comércio Exterior. Atividade exercida com muita honra.

Muito obrigado, Francisco.

Conversas anteriores:

16 comentários:

  1. Gratidão e reconhecimento
    Através de sua real capacidade,empatia e discernimento soube dar vida e brilho a minha humilde entrevista.
    Francisco Barros

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  2. Nosso querido colega e amigo Francisco Barros, além de um dedicado e competente profissional, sempre foi um sincero e afável colega, que certamente muito contribuiu para a harmonia do ambiente de trabalho (com seus iluminados provérbios e "tiradas" sempre muito oportunas ao contexto de cada momento), assim como para o crescimento e excelência de nossa inesquecível VARIG!
    Um forte abraço do amigo que o estima,
    Hermann

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  3. Parabéns!
    Sua vida profissional foi marcante e deu muitas vitórias a Empresa VARIG.

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  4. Prezado irmão,
    Que linda lição de vida, não poderia esperar outras glórias suas!
    Obrigado por ser meu amigo. abraços fraternos!
    Soria.

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  5. É um grande prazer falar do Sr. Francisco Barros.Homem de conduta ilibada e profissional integro, competente, resiliente, sempre atuando de forma eficiente e eficaz.Sou testemunha viva de seu empenho incansável em ajudar a resolver os problemas de seus clientes internos , durante muitos sábados, domingos e feriados em horários diversos.Sempre se mostrando prestativo e disposto a ajudar a todos , independente de cargo ou função.
    Finalizando destaco que apesar de não falar com você a mais de uma década muito me honra sua amizade.
    Um Forte Abraço.
    Atenciosamente,
    Cesar Curi

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    1. Grande Amigo Curi,belíssima convivência de lutas e vitorias.É um privilegio ter convivido junto todo esse tempo.

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  6. Apesar de não me recordar do Sr Francisco Barros, a entrevista está muito bem colocada, equilibrada e esclarecedora .
    Há um ponto comum a todos os que deixaram a empresa , seja por demissão ou aposentadoria .
    O empregado ,ocupante de qualquer cargo de chefia , até mesmo um diretor, era valorizado durante a permanência na organização .
    A partir da data do desligamento, a coisa mudava de figura ... o indivíduo nada mais importava ; tornava-se um ilustre "desconhecido" ; muitas portas se fechavam . Até o tratamento, antes cordial, respeitoso e de relação como em uma simbiose, passava a ser desdenhoso , frio e , em alguns casos , antipático . Toda aquela importância antes dispensada ao insubstituível funcionário de carreira e um "grande chefe" era dissipada como por encanto.
    Cremos que o entrevistado atuou com brilhantismo e grande profissionalismo enquanto atuou em ambas companhias aéreas . A Cruzeiro do Sul brilhou garbosamente nos céus da América do sul , anos sessenta e setenta .
    Parabéns pelo trabalho executado pelo Sr. Barros!
    Grande abraço.

    Sidnei Oliveira

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    1. Fiquei muito feliz em receber esse seu carinhoso e sincero comentário.
      Grato.
      Francisco Barros

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  7. Olá,
    Sempre achei Entrevistas, tanto jornalística, televisiva, ao vivo ou como hoje virtual, muito interessantes, generosas onde o Entrevistado mostra e nos dá exemplos de vida, que muito nos soma, admiro muito. Parabéns ao Blog e a Vc Barros, muito grato por sua Entrevista, são exemplos que transcreves e que devemos observar em nossas vidas.
    Um grande Abraço,
    Heitor Volkart

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    1. Muito gostoso receber seu agradável Comentário.
      Abraços Fraternos
      Francisco Barros

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  8. Fantástica entrevista! Competência e determinação sempre foram os pontos fortes do meu pai.
    Parabéns pela trajetória brilhante, Barros!
    Um beijo enorme, meu carinho, respeito e admiração,
    Vanessa Barros

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    1. Tem um poder enorme em minha alma um elogio partindo de uma pessoa que amo muito,minha filha,meu orgulho.

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  9. Parabéns Francisco,sempre brilhante e competente!!!!

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    1. Gratidão minha cunhada,cuja a consideração transformou em irmã

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