domingo, 15 de setembro de 2019

[Aparecido rasga o verbo] Roberto. Vamos continuar “BATENDO O PÉ”. De onde você estiver, “ARREBITA”

Aparecido Raimundo de Souza

Senhoras e senhores, infelizmente, mais uma vez, em “edição extraordinária”, a nossa coluna “RASGA O VERBO” das terças e sextas-feiras volta a público, desta feita para comunicar o falecimento de ROBERTO LEAL [foto], aqui em São Paulo, no Hospital Samaritano.


O cantor luso-português, ROBERTO LEAL, ou (António Joaquim Fernandes), nos deixou aos 67 anos, vítima, segundo sua assessoria de imprensa, de um câncer de pele do qual vinha se tratando por mais de dois anos.

Roberto Leal nasceu aos 27 de novembro de 1951, na adeia de Vale da Porca (Macedo de Cavaleiros), norte de Portugal. O cantor, intérprete de uma dezena de sucessos, será lembrado pelas inesquecíveis obras, como  “Baté o pé”,  “Arrebita”,  “Caninha Verde”,  “Verde Gaio,  “Que bela a vida” entre outras mais, que o fizeram ser um dos melhores artistas desde a década de setenta, quando surgiu em nossas telinhas pela primeira vez.

Roberto Leal deixa a esposa Marcia Lúcia, de 58 anos (sua parceira em várias músicas gravadas pelo cantor), e três filhos, Manuela Fernandes, atriz, Vitor Diniz e o produtor musical Rodrigo Leal. Em anos de carreira, vendeu mais de 17 milhões de discos, conquistando dois álbuns de diamante, cinco de platina, e trinta de ouro.

Deixa uma discografia com mais de 400 músicas.

Nossos pêsames e nossa saudade eterna ao amigo Roberto Leal (que fazia questão de nos receber toda a vez que aparecíamos em seu restaurante o “Marquês de Marialva” na entrada de Alphaville, em Barueri), extensiva essa saudade e essa dor à família, admiradores e amigos. 

A VERDADE DOI, MACHUCA, MAS, ENFIM... PORTUGAL E BRASIL ESTÃO DE LUTO.
Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, do aeroporto de Viracopos, em Campinas, São Paulo, 15-9-2019

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Um comentário:

  1. Roberto Leal foi "meu passageiro" na Executiva do B-767, num voo para Lisboa, acho que o ano era 2000.
    Me impressionou a sua educação e humildade!
    Passageiros como ele, eu adorava servir.

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