segunda-feira, 27 de julho de 2020

[Aparecido rasga o verbo] Enquanto a caravana passa...

Aparecido Raimundo de Souza

SE AS SENHORAS E OS SENHORES tiverem a paciência de Jó, para assistirem ao vídeo abaixo, verão, ou melhor, perceberão  porque constantemente vivemos botando a boca no trombone e gritando aos quatro cantos que o brazzzil não é um país sério, um país onde se possa acreditar em seus políticos, ou melhor, nas ratazanas que se dizem “nossos representantes”.

Estes vermes, que teimamos em chamar de “excelências”, a cada dia se nos apresentam em números maiores. São  chagas e flagelos que vivem infestando e não só infestando, manchando a honra, a moral, a dignidade e o decoro (não da capital do capital de todos nós), mas igualmente o alinho dos brasileiros, notadamente daqueles seres humanos honestos que vivem do suor do seu trabalho.

O Brazzzil se tornou uma privada enorme, uma latrina imunda e suja de merda e bosta. Se transformou num enorme penico repletado de cagalhões e excrementos, onde os nossos pseudos-parlamentares (ou seja, aquelas figuras carnavalescas, asquerosas e nojentas, que se dizem ilibadas e acima de quaisquer suspeitas) mamam a goles fartos, nosso sangue.


Na verdade, caros leitores e amigos, estas lacráias e bactérias as mais diversificadas, abundam, com suas bundas e traseiros, nas cadeiras chiques do senado, nas poltronas airosas da câmara, nas camas estilosas dos palácios, bem ainda nos quartos e nas mansões confortáveis de outras pocilgas existentes), e pior, todo santo dia, esses cânceres nos dão mostras, ou melhor, nos trazem ostentações e alardes  de que não estão nem ai para a total desmoralização deste abençoado território.

A pátria, diga-se de passagem, está de cara suja faz bom tempo. Ela, portanto,  que se exploda com as suas tramóias e sujidades, remelas e porcarias, manchas e conspurcações. Que a federação se vire como puder. Entendam, amadas e amados, não estamos aqui fazendo apologia ao anarquismo, à desordem, ou à balbúrdia. Jamais.

Tampouco propagando, a nosso bel prazer, a bagunça com todas as suas putarias e  sacanagens, seus descaminhos e vagabundices. Lembrem, senhoras e senhores, que todo esse imenso carrossel gira em torno de uma elite de composição pirotécnica falida, fragmentada, qual seja o povo.  Ele, o povo,  a banda pobre, explode num show de falsa alegria e é só.

É em nome desta classe fodida que trazemos à público as fofoquinhas e as lorotas, os babados e cochichos, os mexericos e as maledicências  pinçadas aqui e ali, ou como os cafajestes e pirigas do STF apelidaram de FAKE NEWS. O vídeo que aqui trouxemos, está correndo o mundo, se esgueirando pelas órbitas devassas das redes sociais.


Contudo, vejam pelo lado prático, estas preciosidades dão provas robustas e cabais das mazelas, dos problemas sociais, das enfermidades e dos achaques pelos quais nosso pobre e querido Torrão vem passando dia após dia. Sem falar na exposição da pouca vergonha e na falta de alinho e compostura, da decência e do pundonor dos senhores que estão à frente da nossa JUSTIÇA, PERDÃO, JUSTISSSSSSA.

O vídeo que estamos veiculando com este texto, está por aí. Só não assiste ou só não toma conhecimento quem não quer. Ou dito de forma mais ampla: só tomam conhecimento do conteudo deles, os crápulas que se melindram, que se sentem atingidos em sua moral. Moral, para certos senhores tem outra definição.

Pois bem. Só se sentem importunados e amuados, enraivecidos e ojerizados os que não tem nenhum senso de moral e se prestam a moldar um quadro lindo e maravilhoso, com florzinhas cor de rosa, para se fazerem de vítimas e aparecerem bem nas fotos. Estes ainda não se decidiram se saem de vez, do armário.

Por todo o acima exposto, cambada de pilantras, de ladrões, e de filhos da puta, em face de não termos outros qualificativos mais amenos... Um dia ainda veremos todos vocês purgando suas carnes podres nos quintos do inferno.

Título e Texto: Aparecido Raimundo de Souza, de Vila Velha, Espírito Santo, 27-7-2020

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