segunda-feira, 30 de março de 2020

A religião da CNBB: o anti-bolsonarismo fanático com cheiro de…

FratresInUnum.com

Todos estamos acompanhando com viva apreensão o desenvolvimento da pandemia de coronavírus no Brasil, ao mesmo tempo em que vemos a sua ampla difusão pelo hemisfério norte do planeta. Aqui, embora as condições climáticas e sociológicas sejam mais benéficas, temos vivido dias de pânico, especialmente pela ação de autoridades civis e eclesiásticas que determinaram o isolamento social radical, com o consequente fechamento do comércio, a proibição do culto religioso e outras medidas.

Nos últimos dias, alguns editoriais dos principais jornais brasileiros começaram a recuar no alarde.

Contudo, como não poderia deixar de ser, a CNBB apressou-se em marcar a sua oposição.

O presidente da conferência episcopal brasileira, Dom Walmor Oliveira e Azevedo [foto], em homilia na Solenidade da Anunciação do Senhor, disse:


“Nós repudiamos, criticamos veementemente, autoridades do executivo nacional, quando minimiza (sic!) aquilo que precisa ser realizado com responsabilidade por todos nós. A pandemia do covid-19 e muitas outras pandemias não podem se compor agora mais e mais com outras pandemias de irresponsabilidade, de inconsequências e de falta de sentido humanístico e respeitoso para com a dignidade da pessoa humana. (…) Fique em casa! Esta é a indicação das autoridades competentes, sanitárias e sensatas. Fique em casa!”

Na tarde da quinta-feira (26), o secretário da CNBB emitiu uma nota em que afirmou que, embora tenha havido um decreto do Executivo que considera as atividades religiosas como essenciais, a Igreja vai continuar mantendo “as orientações emanadas pelas autoridades competentes do Ministério da Saúde”, que “indicam o distanciamento social”; portanto, “as igrejas, se os bispos assim o considerarem, podem permanecer abertas, porém, do modo como tem sido feito: orações individuais, transmissões online etc. Não há como entender que os instrumentos legais acima referidos possam obrigar a reabertura das igrejas, muito menos para a prática de qualquer tipo de aglomeração”.

Em outras palavras, a CNBB está dizendo que só voltaria o culto caso fosse obrigada pela força da lei civil!

É totalmente falacioso o equacionamento do problema da pandemia e do sustento do país como se fosse uma escolha entre “a vida” e “a economia”, como discretamente sugere a nota. O caos social favorecerá em muito a esquerda, ocasionará a completa falência do governo e é este o posicionamento de fundo da presidência do nosso episcopado. Eles não estão preocupados com o Brasil, mas apenas com o avanço da sua própria ideologia socialista.

O anti-bolsonarismo se tornou a verdadeira religião da CNBB. Não importa para onde vá o presidente, a conferência dos bispos sempre irá ostensivamente pelo caminho oposto. A inquisição implacável que padres e bispos têm movido contra ele é o espetáculo do fanatismo político mais cego que jamais se viu, demonstração de um totalitarismo psicológico impenetrável.

Enquanto isso, porém, recebemos notícias de que há bispos com paradeiro desconhecido. Desde antes do início da “quarentena”, por pertencerem ao grupo de risco, há prelados que não atendem ninguém, a não ser por telefone, que estão escondidos sabe-se lá onde, por puro medo de morrer. Dom Claudio Hummes chegou, mesmo, a cancelar uma conferência na PUC de São Paulo sobre o Sínodo da Amazônia, e isso antes que o pânico geral se alastrasse pela população.

Os bispos brasileiros fecham igreja antecipadamente, removem qualquer vestígio de religiosidade em suas declarações, privam os fiéis do mais básico e mínimo atendimento espiritual e, no campo da militância “por um mundo melhor”, fazem exatamente aquilo que sempre condenaram: desunião, agitação, politicagem!

Pois é, embora sejam valentes para sustentar a confissão escrita do seu esquerdismo fracassado, os nossos bispos tremem quando o tema é ter “cheiro de ovelhas”. Como já notamos, a Igreja em saída está trancada e agora, no máximo, a CNBB tem cheiro de… WhatsApp
Título e Texto: Fratres In Unum.com, 30-3-2020

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