quinta-feira, 4 de agosto de 2011

‘É o lulismo, estúpido!’


Rivadávia Rosa
Parafraseando o marketeiro norteamericano: diria ‘é o lulismo, estúpido!’ (It’s the economy, stupid! James Carville), cuja gênese criminosa encontra-se no bolchevismo mafioso.
Esse messianismo da escravidão coletiva – utiliza-se do princípio da corrupção sistêmica criado pelos ‘profetas’ fundadores do totalitarismo comunista, para auto justificar as ações (i) (a) morais, nesses termos:
Quem luta pelo comunismo tem de poder lutar e não lutar; dizer a verdade e não dizer a verdade; manter a palavra e não cumprir a palavra, etc., etc., etc". Bertolt Brecht a seus camaradas em Die Massnahme;
''O fim pode justificar os meios enquanto houver algo que justifique o fim''; “é moral tudo o que serve a revolução e imoral tudo o que a prejudica.” Davidovich Bronstein (Trotsky); “É moral tudo o que serve para destruir a velha sociedade exploradora para unir todos os trabalhadores em torno ao proletariado que está criando uma nova sociedade comunista”, e, complementa lapidarmente - “O melhor é corromper!
O melhor é corromper!”.
Wladmir Illich Ulianov Lênin (1870-1924), Colected Works (1923), XVI, p. 142-145, mas não fica por aí o ‘gênio inspirador da tragédia comunista:
“1. Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
2. Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
3. Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
4. Destrua a confiança do povo em seus líderes;
5. Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
6. Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico
7. Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
8. Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
9. Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
10. Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa”.
Decálogo de Lênin
, enumerando as ações táticas para a tomada do Poder, escrito em 1913 (Wladmir Illich Ulianov Lênin, 1870-1924, fundador do bolchevismo totalitário soviético).
Título e Texto: Rivadávia Rosa 

Neurociência e característica de um líder!


Cesar Maia        
(David Linden, Professor de Neurociências, Universidade Johns Hopkins - NYT - Clarín, 02)
1. Quando pensamos nas qualidades que buscamos em líderes visionários, pensamos em inteligência, criatividade, carisma e conhecimento, mas também na busca do sucesso, o desejo de inovação e a vontade de desafiar as práticas estabelecidas. Na realidade, porém, o perfil psicológico de um líder é também o de alguém que assume riscos compulsivamente em busca da novidade. Em resumo, o que buscamos nos líderes parece ser o tipo de personalidade dos viciados. Como é possível? Em geral, acreditamos que os viciados são pessoas com pouca vontade, enquanto os empreendedores são pessoas com disciplina e força. Para entender esta aparente contradição é necessário analisar o cérebro e, sobretudo, as funções relacionadas com o prazer e a gratificação.
2. O prazer evoca sinais neurológicos que convergem para um pequeno grupo de áreas cerebrais interconectados conhecido como circuito cerebral do prazer, pequenos grupos de neurônios onde o neurotransmissor dopamina desempenha um papel central. Esse circuito de prazer que utiliza a dopamina também pode ser ativado por algumas - não todas - substâncias psicoativas que implicam um risco de vício, assim como as drogas. Os circuitos de prazer do cérebro também são ativados por meio de recompensas imprevisíveis. Enquanto a roleta gira ou os cavalos correm na pista, temos uma sensação de prazer, ainda que ao final não ganhemos.
3. A incerteza em si pode ser gratificante, o que sem dúvida é um atributo útil para empresas de alto risco e alto rendimento. Será que a personalidade aditiva tem vantagens? Algumas das figuras históricas mais admiradas tinham vícios, e não apenas os mais evidentemente criativos, mas também os cientistas, os guerreiros e estadistas. A personalidade obsessiva, caracterizada pela busca do risco e da novidade que costuma ser apresentada pelos viciados, pode adaptar-se ao trabalho e ser muito eficaz. No caso de muitos líderes, não se trata de serem bem sucedidos apesar de seu vício, mas que a mesma química cerebral que os converte em viciados também lhes confere uma conduta que se mostra paradoxalmente benéfica na liderança.
4. É por isso que, quando a sua empresa precisar de um novo líder, tem de buscar alguém que tenha uma função de dopamina atenuada: alguém que nunca está satisfeito com o status quo, alguém que queira o sucesso mais do que outros, mas que desfrute menos dele.
Título e Texto: ex-Blog do Cesar Maia, 04-08-2011

Fighting Grassroots Terrorism: How Local Vigilance Can Help



In the wake of the July 22 Oslo attacks, as I have talked with people in the United States and Europe, I have noticed two themes in the conversations. The first is the claim that the attacks came from an unexpected source and were therefore impossible to stop. The second theme is that detecting such attacks is the sole province of dedicated counterterrorism authorities.
As discussed in last week’s Security Weekly, even in so-called “unexpected” attacks there are specific operational tasks that must be executed in order to conduct an operation. Such tasks can be detected, and unexpected attacks emanating from lone wolf actors can indeed be thwarted if such indicators are being looked for. Alleged Oslo attack perpetrator Anders Breivik reportedly conducted several actions that would have made him vulnerable to detection had the authorities been vigilant and focused on those possible actions.
This is why it is critical to look at the mechanics of attacks in order to identify the steps that must be undertaken to complete them and then focus on identifying people taking such steps. Focusing on the “how” rather than the “who” is an effective way for authorities to get on the proactive side of the action/reaction continuum.
Considering this concept of focusing on the how, one quickly reaches a convergence with the second theme, which involves the role and capabilities of dedicated counterterrorism resources. The primary agency tasked with counterterrorism in most countries tends to have limited resources that are stretched thin trying to cover known or suspected threats. These agencies simply do not have the manpower to look for attack-planning indicators — especially in a world where militant actors are increasingly adopting the leaderless-resistance model, which is designed to avoid detection by counterterrorism forces.
When these factors are combined they highlight the fact that, as the threat posed by militants adhering to the leaderless-resistance model (whom we frequently refer to as “grassroots militants”) increases, so does the need for grassroots defenders.

Argentina & Brasil

Cristina Kirchner, foto:  Marcos Brindicci/Reuters

Peter Wilm Rosenfeld
Acompanho o Mercosul desde antes da entidade começar a funcionar, como membro que era do Conselho de Comércio Exterior de uma Federação de Indústrias (deixo de citar a entidade por razões óbvias).
Sempre externei abertamente as minhas dúvidas de que a organização cuja instalação se cogitava funcionasse, por mais de uma razão, mas a mais importante me parecia o fato da Argentina não ser confiável.
Poder-se-ia pensar que o Mercosul não funcionaria pela grande disparidade de tamanho entre seus participantes, o que pareceria lógico (mas não aconteceu); pelos antecedentes éticos dos países, onde a diferença entre, por exemplo, o Uruguai e o Paraguai era monumental; o primeiro um país sério, cumpridor de seus deveres e obrigações e o Paraguai o paraíso dos “trambiques”, onde nada acontecia se não se pagasse um “por fora” adequado.
Não estou nada preocupado em ser mal visto, pois o comportamento a que refiro era de conhecimento geral.
Mas pouca gente mencionava abertamente o problema argentino como entrave ao bom funcionamento de uma entidade de escopo internacional.
Tenho a convicção de que muitos pensavam como eu, e só não o externavam para não ficarem mal com os “hermanos”.
Mas pensemos bem: uma nação que já fora a quinta maior economia do mundo; que, em muitos aspectos, queria se assemelhar à Grã-Bretanha, com seus costumes, seus trajes, seus esportes e que, efetivamente, tinha sido a maior potência das Américas Central e do Sul, não podia aceitar tranquilamente o fato de ter retrogredido muitas posições e de ter, em seu próprio continente, um Brasil que, no concerto das nações, havia se tornado muito mais importante do que a Argentina.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

O "véio" M/V Gonçalves não fez o 810...

Nelson Pereira Ribeiro
Ontem recebi a notícia do falecimento de um velho companheiro de trabalho. Quando eu era controlador da Escala de Voos da VARIG, nos idos de 1962, assumindo o meu turno de serviço a partir das 18 horas, naquela tarde/noite de 27 de novembro, o colega que me antecedia ao serviço, informou-me sobre os voos internacionais da noite (854, 800, 810, etc). Naquela época ainda não voávamos para a Europa, já estavam fechados com as suas tripulações todas confirmadas, exceto o 810, B-707, GIG/LIM/LAX, isto porque o M/V escalado, NUNHOFER, base POA, não havia se apresentado no Rio de Janeiro para efetuar o voo. Ele estava previsto vir POA/RIO no voo 100 e segundo relato do colega não tinha vindo. Naquela época, falar-se ao telefone era muito difícil, mas assim mesmo consegui contato com a Escala de Voos POA e me informaram que ele havia vindo fazer o voo, mas não sabiam de que maneira, pois não tinha embarcado no voo 100 como era de praxe. Diante disto acionei o M/V de prontidão, que era o M/V GONÇALVES. Este era um dos mais antigos na senioridade de M/Vs da empresa, morava no Rio e um dos poucos que tinha telefone em casa. Diante da emergência liguei para ele e o coloquei "stand-by" para fazer o voo, e ele de pronto confirmou, ficando muito feliz por se tratar de fim do mês, e uma ida noturna a Los Angeles garantiria um bom somatório nas suas horas extras. O voo, se não me engano, decolava às 23 horas e isto já era por volta das 19 horas e o "véio" GONÇALVES insistia para que eu tomasse logo uma decisão pois tinha que se preparar para a jornada. Ao redor das 20 horas me telefonam do Galeão (DO dizendo-me que o M/V NUNHOFER já estava lá, cerca de 3 horas antes da decolagem, se apresentando para o voo, e ao falar comigo disse-me que havia vindo via São Paulo e tinha avisado à Escala POA, só quem estava lá em POA à tarde, não avisou-nos. Diante disso confirmei ele no seu voo de Escala Fixa e telefonei novamente para o GONÇALVES liberando-o da programação, sendo a reação dele de muito aborrecimento, alegando, principalmente, o prejuízo financeiro que ele teria, inclusive ameaçando-me de comunicar à chefia esta minha decisão, na ótica dele, errada. Tudo bem, à meia-noite encerrei o meu turno, com serviço 100%, voos previstos decolando e com os voos da manhã todos "checados", indo para casa, pois no dia seguinte assumiria na Escala o turno das 12 horas.

Cristina Kirchner, Lula e Dilma: o beijo da morte!


Cesar Maia                 
1. Cristina Kirchner vir ao Brasil se encontrar com os presidentes Lula e Dilma e imaginar que o prestígio de Lula possa lhe dar votos em outubro, é um grave erro. Fere a memória argentina. Alguém já imaginou um presidente ou ex-presidente chileno ir ao Peru ou Bolívia apoiar um candidato? É morte eleitoral certa. A memória da guerra do Pacífico está mais que nunca viva.                   
2. Brasil e Argentina disputaram as fronteiras numa guerra que só terminou em 1828 com a criação de um estado tampão, o Uruguai. Antes, Portugal, via Brasil, ocupou naquela região, a Colônia do Sacramento. D. João VI determinou ao general Lecor - herói da expulsão dos franceses de Portugal em 1808  -, ocupar a banda oriental e anexou ao Brasil como Província Cisplatina. Brasil queria expandir as fronteiras sul, nas barbas de Buenos Aires.                   
3. Em 1852, o ditador argentino Rosas foi derrubado na Batalha de Monte Caseros pelo general Urquiza, com ajuda do Brasil. O exército brasileiro exagerou, e desfilou no centro de Buenos Aires. Na segunda guerra mundial, as opções de Argentina e Brasil terminaram excluindo a Argentina das preferências estratégicas dos EUA. A rivalidade aumentou. Essa rivalidade passou a outros campos, e o futebol é um exemplo disso.                   
4. Os litígios comerciais atuais entre Argentina e Brasil ganham destaque na imprensa argentina. Os brasileiros flanam com seu dólar baratinho em Bariloche e na "calle" Florida, como primos ricos dos argentinos. E as gracinhas são ouvidas nas esquinas. Para quem, durante boa parte do século 20, era o primo rico, esses desfiles doem no peito portenho.                   
5. É claro que o nacionalismo argentino e suas rivalidades com o Brasil estão vivos e presentes. Dessa forma, dizer que Cristina Kirchner se espelha no exemplo brasileiro de Lula e Dilma, para governar, é mexer com a memória "porteña". Fotos, jornais, imagens e TVs destacaram "los amigos". O eleitor sentiu o golpe. E dará a resposta na eleição de outubro. "Fué el beso de la muerte". Quem viver, verá!
Título e Texto: Ex-Blog do Cesar Maia, 03-08-2011

Do filme "O poderoso chefão"

Em protesto contra a palestra de Lula, conferencista devolve Certificado da ESG

Excelentíssimo General de Exército Túlio Cherem
Comandante da Escola Superior de Guerra
Lamento muito ter que devolver a esta tradicional e antes prestigiosa instituição militar o "Certificado de Conferencista" a mim concedido em 03 de abril de 2007, pela minha insignificante contribuição ao tema "Amazônia Brasileira: Ameaças e Defesa da Soberania" ministrado dentro do Ciclo de Extensão - Amazônia Brasileira no Século XXI abordando especificamente "A Questão de Alcântara", uma afronta ao Brasil e humilhação para nossas FFAA.
Nesta oportunidade fui informado que todo o participante das atividades da ESG, fosse ele ouvinte, aluno, conferencista ou professor teria que no mínimo possuir o 3º grau completo, isto é, um diploma universitário e como esta regra e a disciplina agora foram quebradas com o convite para um apedeuta sem o curso primário completo e que transformou o Estado Brasileiro no maior lupanar de todos os tempos - (Comandante do Exército vira alvo de investigação-31/07/2011) - abordar no dia 29 de julho de 2011, uma quinta-feira negra, o tema "Brasil o Pais do Futuro", também me dou ao direito de fazê-lo devolvendo tal certificado.
Sei que meu ato é estéril e patético, porém, muito mais patético foi transformar a Escola Superior de Guerra em um anti-circo onde desta feita a platéia foi colocada no picadeiro.
CMC - Saudações Garanças
Ronaldo Schlichting, Curitiba, 31 de julho de 2011

Imagem: Blog macverdão
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Até 2002 sempre torceu contra o Brasil - e voltará a fazê-lo!

O que uma Sociedade espera do seu presidente


Geraldo Almendra
A cumplicidade ou a omissão diante da corrupção do poder praticada pelos canalhas esclarecidos que montaram seus barracos da imoralidade na administração pública tem sido uma característica marcante de postura dos presidentes da República depois da devolução do poder aos civis. Ninguém que tem a honestidade como valor fundamental de sua vida elege um presidente para manter ou transformar o país em um Paraíso de Patifes.

Criação: Silsaboia
As posturas e as faltas de posturas dos presidentes da Fraude da Abertura Democrática contribuíram definitivamente para degeneração moral do poder público.
Um verdadeiro presidente tem que ter os mais rigorosos atributos da dignidade e da transparência dos atos do poder público, não aceitando exercer o seu cargo com os instrumentos da manipulação da miséria educacional e cultural que produz os ignorantes que se tornam objetos humanos úteis para a prática de estelionatos eleitorais em um ambiente de prostituição da política no jogo sujo do poder pelo poder.
Um presidente eleito para defender os interesses do submundo comuno sindical e de oligarquias ou burguesias corruptas, assim como dos praticantes do ilícito como valor fundamental não passa de um delinquente que foi colocado no poder por um estelionato eleitoral fundamentado na corrupção e pela ignorância das massas, vítimas da falência educacional e cultural.
Colocar um presidente despreparado no poder é o mesmo que responsabilizar um imbecil pela vida dos cidadãos, isto é, alguém que nunca saberá avaliar corretamente o seu papel se colocando no lado da mentira, da hipocrisia, da demagogia e do lado dos que fazem do poder público um covil de bandidos.
Os presidentes civis têm sistematicamente contrariado a famosa colocação de um dos mais notáveis homens públicos dos EUA, Abrahan Lincoln: "Você pode enganar algumas pessoas todo o tempo. Você pode também enganar todas as pessoas algum tempo. Mas você não pode enganar todas as pessoas todo o tempo".

Anões bolivarianos


Rafael Correa demanda a EL UNIVERSO

El Presidente de Ecuador Rafael Correa ha presentado una querella criminal contra el periodista Emilio Palacio, los directores del Diario ecuatoriano El Universo, señores Carlos Pérez Barriga, Cesar Pérez Barriga y Nicolás Pérez Lapentti, y contra la compañía anónima El Universo, que edita Diario El Universo. A todos ellos los acusa del de ser los autores del delito de injuria grave a la autoridad, por un artículo de opinión firmado por Emilio Palacio, “No a las mentiras”, publicado en diario El Universo el 6 de febrero de 2011.

Luis Felipe Pondé
Ao contrário do que pensam os paleontólogos, fósseis estão renascendo na América do Sul 

O DITADOR do Equador, Rafael Correa, "mandou prender" alguns jornalistas de seu país porque eles o chamaram de ditador. Será que vai mandar um grupo secreto de "Kommandos" equatorianos me prender também porque eu estou dizendo que ele é ditador?
Ao processar os jornalistas (com a ajuda de seu criado, "o juiz"), provou que a hipótese do periódico "El Universo" (sobre ele ser um ditador) estava certíssima. Aliás, o mesmo caso de poder judiciário vítima de um ditador ocorre na Venezuela.
Ainda bem que o Brasil (ainda) é uma democracia e não uma ridícula república bolivariana como alguns anões políticos estão querendo criar na América do Sul.
Devemos ficar atentos aos abusos de poder que este "señor" está praticando em seu país porque, ao contrário do que pensam os paleontólogos, fósseis estão renascendo nas Américas. Duvidas?
A democracia não é um regime baseado na "aprovação popular", ou como dizia o ancestral de todo populista de esquerda, Jean-Jacques Rousseau, "vontade popular".
Democracia é um regime que busca institucionalizar as tensões múltiplas de uma sociedade criando condições históricas de um convívio o menos violento possível (em termos físicos) entre os diversos grupos de interesse.
E, neste sentido, criar órgãos de controle da mídia baseados em ideias vagas como "preconceitos", "justiça social", "honra", "igualdade política", "consciência social", e outros croquetes ideológicos é papinho de fascista.
O novo "gênero" de fascismo é se travestir de "fascismo do bem". Um bom governante não é alguém que se acha redentor de um povo, pelo contrário. Quanto menos "ideia" tiver sobre "o que deveria ser" a sociedade que governa, melhor, diz o filósofo inglês Michael Oakeshott, morto em 1990.
Redentores políticos facilmente corrompem a liberdade, como é o caso de Rafael Correa e Hugo Chávez, em nome do que eles chamam "justiça social" -tenho alergia a esse mantra.

A necrose definitiva do Projeto de Abertura Democrática – I


Geraldo Almendra
O Brasil está em estado terminal da doença da corrupção generalizada tudo indicando ter contaminado também as Forças Armadas conforme o que começa a ser divulgado na mídia.
Recebi um relato com riqueza de detalhes do envolvimento de oficiais em um inacreditável escândalo de corrupção dentro das Forças Armadas em uma associação com o Ministério dos Transportes.
Sendo comprovada que a degeneração moral também contaminou, da forma que está sendo descrita, oficiais de diversas patentes, somente restará para soldados e oficiais não envolvidos uma união com civis dignos e honestos para promover a constituição do GCC – Grupo de Caça aos Corruptos para agir abertamente junto à sociedade com o objetivo de lutar da forma que for possível contra os canalhas que mostram uma capacidade de subornar pessoas e instituições sem limites, com a complacência da Justiça servil aos covis de bandidos.
Essas novas denúncias, se confirmadas, nos trarão uma justificativa plausível da omissão ou cumplicidade de oficias de alta patente diante das humilhações sofridas em nome das FFAA, do absurdo apodrecimento moral do poder público, e da aceitação pacífica do ex-presidente Lula como palestrante na ESG.
Vou aguardar os acontecimentos ou comprovações formais para continuar esta crônica, pois o tema ultrapassa em gravidade tudo o que se viu até agora em termos de corrupção.
Título e Texto: Geraldo Almendra, 01-08-2011
Sobre a Palestra:

Acerte o seu relógio!


Clique e confira se o(s) seu(s) relógio(s) está(ão) certo(s):
Colaboração: Celesti Higa

As 10 mais do blogue

Imagem retirada daqui

Até hoje e desde a inauguração desta galeria virtual eis as 10 postagens (ou posts, ou artigos, ou matérias) mais vistas/lidas: 

20/12/2010, 23 comentários
2.337 Visualizações de página

21/09/2010, 14 comentários
1.083 Visualizações de página

08/01/2011, 16 comentários
1.053 Visualizações de página

31/08/2010
1.007 Visualizações de página

19/02/2011, 2 comentários
839 Visualizações de página

23/07/2011, 8 comentários
622 Visualizações de página

10/10/2010, 2 comentários
507 Visualizações de página

22/06/2011
443 Visualizações de página

08/04/2011
416 Visualizações de página

07/06/2011, 7 comentários
405 Visualizações de página

Obrigado!

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Um dia em Narita, Japão (em 1997!)


Narita é o nome da vila que "hospeda" o Aeroporto Internacional de Tóquio. A VARIG quando voava para o Japão, alternava os destinos, isto é, uma vez em Tóquio (Narita), outra vez na cidade de Nagóia. Não me lembro qual era a frequência, acho que quando eu conheci o Japão (1998), era de dois vôos para Nagóia por semana. Bom, mas o que nos trouxe aqui foi Narita. Hoje de manhã recebi o vídeo, que vocês vão ver abaixo, do ex-Comissário de Voo, Jorge Cunha. Me trouxe ou provocou muitas saudades desse voo para o Japão. Embora eu não tenha ficado especialmente maravilhado com o Japão, não moraria lá, ao contrário de Hong Kong que me fascinou, tenho enorme respeito pela cultura e pela "educação" do povo.

Vídeo de Jorge Cunha, cujo canal no Youtube você acessa aqui!

Vilnius, Lituânia: exemplo a ser seguido! (fotos e vídeo)


Prefeito esmaga com blindado carro de luxo que estava parado em ciclovia
Cena foi registrada em Vilnius, capital lituana.
Prefeito esmagou um Mercedes-Benz S-Class.
Irritado com um motorista que estacionou o carro em uma ciclofaixa, o prefeito de Vilnius (Lituânia), Arturas Zuokas, de 43 anos, passou por cima do veículo, um Mercedes-Benz S-Class, com um blindado, segundo o site de notícias lituano "15min".
Do G1, em São Paulo, 02-08-2011
As fotos e o vídeo são da Prefeitura de Vilnius





Edição: JP

Amizades, paixões e amores


Antes da primeira palavra ser dita entre pessoas que estão se conhecendo, normalmente já surge uma afinidade maior ou menor entre elas. Alguns são mais alegres que outros, mais ou menos carismáticos e possuem expressões faciais que nos agradam ou desagradam desde o primeiro momento.
Conscientemente, ao conhecer novas pessoas ninguém pretende se afastar, mas se aproximar e esse primeiro contato pode nos levar tanto a uma nova amizade, como a um desinteresse sequer por um segundo encontro.
Sentimentos assim, inexplicáveis, movem toda a vida sentimental dos seres humanos em suas buscas, descobertas, aproximações, afastamentos, alegrias e tristezas em seus relacionamentos, de quantidades e intensidades diferentes em cada um, mas sempre estamos buscando conhecer novas pessoas e lugares, sentir novas emoções, realizar aventuras, corrrer mais ou menos riscos.
Nessas tentativas podemos conhecer pessoas que nos provoquem sensações desconhecidas ou não sentidas ultimamente, tanto de um verdadeiro asco, como o desejo de maior aproximação, de aprofundar o conhecimento, ou ainda atrações físicas e fantasias.
As que provocam o desejo de maior conhecimento podem se tornar nossas amigas, namoradas e até esposas, enquanto as que provocam atrações físicas podem até se tornar qualquer uma dessas coisas, mas certamente não serão suficientes para sustentar nenhuma amizade ou um relacionamento mais duradouro, que ultrapassem os momentos de prazer que poderão nos proporcionar.
Em outros períodos, mais raros, a nossa procura tende a ser mais interior, sem buscar nenhum conhecimento externo além do nosso próprio Eu. São ocasiões em que dirigimos nossas buscas para nosso interior, querendo saber mais sobre o nosso próprio ser, entender o porque somos dessa ou daquela maneira e os motivos que nos tornaram assim.

"64 meses de calote no Aerus, mais de dois mil e cinquenta longuíssimos dias."

José Carlos Bolognese
Prezados colegas,
Em 12 de agosto já serão 64 meses de calote no Aerus, mais de dois mil e cinquenta longuíssimos dias. E assim será a cada dia 12, de cada mês, de todos os meses e talvez anos, enquanto não nos devolvem o que é nosso. O que fazer? Tocar a vida do jeito que der? Inevitável, pois viver é preciso. Mas viver, mesmo nas piores condições implica em nunca abandonar a luta pela justiça, mesmo quando esta não nos alcança ainda em vida física. As pessoas com um mínimo senso de solidariedade, seja familiar ou social, sabem que muito do que realizam na vida ultrapassa suas próprias existências, para alcançar seus descendentes. É assim. a "chamada ordem natural das coisas". Da mesma forma, se o tocar a vida para muitos está dando certo, graças a Deus, para muitos outros continua dando errado, muito errado com o passar do tempo e a falta de solução para o Aerus. Assim, eu, Bolognese, pediria encarecidamente a todos os colegas que receberem este e-mail, onde se encontra o link da veja.com, que o abrissem para acessar, ler e - principalmente - postar um comentário sobre a matéria que fizemos e que foi publicada no dia 12 de abril deste ano pelo grande amigo, jornalista Ricardo Setti. Como vocês sabem, os jornalistas se realizam pela reação das matérias que publicam. Se não queremos que nosso problema caia no esquecimento, nós temos de ser essa reação e dar ao jornalista o valor pelo que faz por nós.
Ontem o jornalista me mandou um e-mail dizendo que haveria uma surpresa pra nós no seu no blog. Bem, a primeira surpresa foi não poder ler o blog, pois fiquei o dia inteiro sem eletricidade. Mas quando fui ver, lá estava desde as 9 horas da manhã, a republicação da matéria de 12 de abril.
Nessa altura das coisas, eu, Bolognese, não faço a menor idéia de como estão na justiça as ações que haverão de devolver nossos direitos e nossa tranquilidade. Mas, uma vez que até agora, nada se sabe de concreto, penso que devemos continuar na luta e a republicação da matéria sobre nós demonstra que outros fora do nosso grupo, como o Ricardo Setti, pensam da mesma forma.
A Internet não faz revoluções, ao contrário do que se pensa. Mas daquí pra frente, nenhuma revolução se fará sem ela. Nós, com toda a carga de iniquidades lançadas às nossas costas temos sido tímidos em aproveitar todo esse potencial que a tecnologia atual nos permite. Façamos a nossa parte; vamos acessar a matéria, postar comentários, pedir a parentes e amigos que façam o mesmo pois, do contrário, as pessoas que lerem a matéria, muitas sem conhecer o assunto, outras com evidente má vontade, dirão que não cuidamos do nosso direito e agora mandamos a conta para o governo. Vocês e eu sabemos que não é assim. Mas a nossa omissão poderá lhes dar razão. Não vamos deixar que isso aconteça.
Um abraço a todos e fiquem com Deus,
Título e Texto: JC Bolognese, 01-08-2011. Ex-Comissário de Voo na Varig.
A matéria republicada aqui.
Edição: JP
Copacabana, 1º de maio de 2011 - Dia do Trabalhador
Sobre o mesmo (triste) assunto:

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A jumenta fogosa (da Série "Casos policiais" - 3)

Ilustração: Gustavo Saldanha (?)

Archimedes Marques
A concepção antiga de que a Polícia tudo pode, tudo revolve, ainda hoje é vivenciada por muitas pessoas, em destaque na classe mais pobre e com pouca cultura da nossa sociedade que sempre está entre os moradores das periferias das cidades ou nas zonas rurais.
Nos meus 25 anos de atuação policial me deparei com situações inusitadas que tive que sair da letra fria da Lei e usar de bom senso para evitar males maiores, como é o presente caso que além de tudo é muito engraçado.
Estava eu há muitos anos atrás como titular de uma das Delegacias periféricas da chamada grande Aracaju, então responsável pela segurança de diversas localidades, dentre as quais o povoado Oco do Pau, hoje denominado Madre Tereza de Calcutá no município de São Cristóvão.
Do então Oco do Pau me apareceu um cidadão, dono de um pequeno sítio, morador de uma casinha de taipa situada numa estradinha de chão entre as brenhas do povoado, querendo registrar uma ocorrência policial contra o seu vizinho que também vivia em condições semelhantes de miséria, alegando que o mesmo estava mantendo relações sexuais com a sua jumenta.
Tentei de todas as maneiras explicar e convencer a ele que se o cidadão não estivesse fazendo aquele tipo de sexo abertamente para configurar um possível crime de atentado violento ao pudor a Polícia não tinha como interferir. Contudo, o queixoso não se conformou de jeito algum e me falou que então iria matar o dito cujo de qualquer maneira, pois só assim ele aprenderia a respeitar os animais dos outros.
No sentido de evitar a consumação da ameaça com o provável homicídio que ele afirmou que iria cometer, então resolvi interferir no problema mandando uma intimação para o cidadão “zoomaniaco sexual” e, no dia marcado lá estavam os dois no meu gabinete, na minha frente, para que eu resolvesse aquele diferente entrave.
Assim, o queixoso repetiu toda a história que já me havia contado anteriormente e acrescentou:

Aposentado Aerus pede ajuda à OAB

Waldo Deveza
À Secretaria da OAB-SP
Em primeiro lugar quero esclarecer que não sou advogado, mas sim, um cidadão que trabalhou por mais de 30 anos na Varig, que se aposentou em 1993, que durante anos pagou do seu salário um percentual para o instituto AERUS, no qual em 2006 foi decretada a intervenção e liquidação dos planos 1 e 2 da Varig e planos 1 e 2 da Transbrasil.
De lá para cá, já se passaram 5 anos, 3 meses e 19 dias, sem que tenha havido qualquer acordo com o governo para que fosse restituído o nosso direito. Poderiam até argumentar que a Constituição Brasileira proíbe que o governo ajude os planos de previdência privada, o que é certo. No nosso caso, o Governo, através da antiga SPC, foi responsabilizado, por ter permitido que dinheiro do AERUS fosse retirado pela Varig, através de 21 repactuações e 8 realizadas pela Transbrasil, num verdadeiro atentado contra o Instituto e logicamente contra nós que nada sabíamos. Esse dinheiro nunca em hipótese alguma poderia ter sido desviado para salvar qualquer uma das empresas.
A desembargadora Neusa Alves da Silva, em 2006, acolheu o processo do dr. Castagna Maia e determinou que a União restaurasse a liquidez do AERUS, principalmente em virtude do risco às nossas vidas, por termos na maioria idade superior a 70 anos, o que simplesmente nada se conseguiu, muito pelo contrário. Hoje, tal processo que ganhou o nome de SL-127 está em Brasília, na 14ª Vara Federal aguardando julgamento. O processo da Defasagem Tarifária está também parado no STF nas "mãos" da Ministra Cármen Lúcia e nós, por conta disso, estamos doentes e morrendo. Até ao momento quase 600 colegas já se foram, sendo que grande parte desse número foi devido ao grave problema que estamos enfrentando, onde o governo, insensível protela ad infinitum qualquer tipo de acordo. Em vista disso e mais, é que tomei a liberdade de entrar em contato com os Senhores para fazer a consulta quanto à possibilidade de levar o nosso problema, o nosso genocídio, a uma corte internacional, para que o mundo saiba de que forma trabalhadores aposentados e da ativa, foram e são tratados por um governo conhecido como Partido dos Trabalhadores.
Gostaria de saber dentro do possível quem nos possa ajudar.
Chamo a atenção dos Senhores de que a situação é extremamente grave, principalmente em relação ao Plano 1 da Varig (ao qual pertenço), pois estamos recebendo em média, cerca de 10% do nosso benefício legal, se... Se tivesse havido um acordo com o governo.
Por favor, nos ajudem!!!!
Sem mais,
Texto: Waldo Deveza

Sei que alguns companheiros já escreveram/contataram entidades internacionais. Há dois meses, Ana Dzelme Carvalho enviou uma carta ao New York Times... também o ex-Comissário José Carlos Bolognese escreveu para entidades internacionais... outros também o fizeram, mil desculpas por não me lembrar dos nomes...
Relacionados:
[Aerus] “Não vou mais me calar. Socorro! Eu quero o meu dinheiro! 
Nas asas do descaso ("Milhares de famílias esperam uma decisão")

O idiota que fala inglês


"Devo confessar o meu horror aos intelectuais ou, melhor dizendo, a quase todos os intelectuais. Claro que alguns escapam. Mas a maioria não justifica maiores ilusões. E se me perguntarem se esse horror é recente ou antigo, eu diria que é antigo, muito antigo. A inteligência pode ser acusada de tudo, menos de santa.” - Nelson Rodrigues

Waldo Luís Viana
A civilização brasileira foi seduzida pelo idiota que fala inglês. O brasileiro, que quase não fala português – haja vista a dificuldade das empresas em captar bons profissionais que manobrem nosso idioma – preferiu ser tomado em todas as fímbrias de sua atividade pelo idioma forasteiro, de tanto êxito.
Assim, o idiota que fala inglês anda por todas as empresas, personagem pequeno e de alma comum, quase um barnabé sem nenhum conteúdo. Apenas fala a bela língua de Shakespeare, na base do capitis diminutio, umas duas mil palavras com pompa e circunstância de idiota, sem qualquer conteúdo preocupante.
O idiota que fala inglês faz sempre o que mandam, normalmente executando as ordens do malandro-mór mais de cima que detém o capital e ronca bem grosso em português. Ele é fluente, negociador e serviçal, como qualquer secretária que marca e desmarca reuniões...
Aliás, Chesterton, o monumental inglês dizia que num belo dia as mulheres de seu tempo quiseram ficar independentes. E no outro, apareceram duzentos milhões de datilógrafas!
No entanto, o idiota que fala inglês quer crescer, tornar-se trilíngue ou até mais: um poliglota que diga um monte de besteiras em diversos idiomas. Como não pensa com independência, não pode verter ou expressar-se livremente, tendendo apenas a absorver e lamentar-se. No fundo, seria um grande homem ou mulher se lhe dessem alguma chance, mas que se há de fazer...
Um torneiro-mecânico em Nova Iorque fala bem inglês, mas quase não tem ideia nenhuma. O maior torneiro-mecânico daqui não tem ideia nenhuma, tampouco fala inglês, mas, sobrando-lhe esperteza, soube escolher com muito tirocínio os adversários: os idiotas que falam inglês – os tucanos...
Os tucanos são bons adversários do nosso torneiro-mecânico. Sonhando sob os mesmos métodos de convivência, fizeram o torneiro sangrar, em 2005, esperando almoçá-lo, nas eleições seguintes.

120 passageiros brasileiros presos pela TAP em Lisboa


Recebido esta manhã (1º de agosto) por e-mail de Kenneth Corrêa - Passageiro:
O voo TAP (TP835) previsto para sair de Roma/Italia (30.07) com destino a Lisboa/Portugal as 6h15 (horário de Roma) teve seu embarque atrasado para 6h45 por problemas técnicos. Com meia hora de atraso, o embarque foi realizado, porém ao seu término, fomos informados da continuidade deste problema técnico e não foi possibilitado aos passageiros retornar a área de embarque. Durante o tempo de espera, nenhum funcionário da empresa soube fornecer informações.  Uma hora e cinquenta minutos depois a aeronave foi possibilitada de realizar seu voo.
Cerca de 80% dos passageiros tinham conexões para outras cidades e durante o tempo de espera a única informação era de que tudo seria resolvido em solo. Chegando em Lisboa as 11h35, as pessoas que fariam conexão para Salvador e Recife foram indicadas a entrar em um ônibus e seguir diretamente para seu avião. Os passageiros cujos destinos eram: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília e Porto Alegre, foram informados que não existiam voos e teriam de aguardar até o próximo dia. Uma hora e meia após o desembarque, passageiros ainda esperavam por suas malas, e cerca de 30 bagagens foram extraviadas. Quem aguardava ainda verificou a presença de malas cujos destinos eram Salvador e Recife.
Duas horas após o desembarque em Lisboa, os passageiros foram direcionados para um hotel onde estão há mais de 24 horas. A companhia não forneceu informação nenhuma, e somente a noite uma funcionária da TAP compareceu ao hotel, porém sem noticias e resoluções.

A garotinha Rachel virou anjo de quem tem sede


Rachel Beckwith

Pouco antes de completar 9 anos, a garotinha americana Rachel Beckwith fez um pedido incomum para uma criança: disse a seus pais que, em vez de presentes, gostaria que as pessoas a ajudassem a juntar US$ 300 que ela destinaria à organização charity: water – leva água potável a populações carentes na África. Faltavam apenas US$ 80 para que Rachel alcançasse o seu objetivo quando sofreu um acidente de carro que a deixou entre a vida e a morte – na semana passada os pais optaram por desligar os aparelhos que a mantinham em estado vegetativo. A repercussão foi imediata e a última vontade de Rachel em vida ganhou milhares de adeptos. Até a quinta-feira 28 havia sido arrecadado cerca de meio milhão de dólares.
Texto: Antonio Carlos Prado e Laura Daudén, revista Isto É, nº 2177, 29-07-2011

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Moradores de rua ganham "bicicloteca"


Revista Isto É

Truman Capote, Lima Barreto e George Orwell estão circulando pelas ruas de São Paulo na garupa de Robson Mendonça. É ele o responsável por conduzir a bicicloteca, que fez sua estreia na capital paulista na semana passada. Ela visa incentivar a leitura junto aos moradores de rua – essa população carente pode pegar o livro e depois repassá-lo a um colega ou devolvê-lo. Em um dia a biblioteca itinerante emprestou 80 obras. O veículo foi desenvolvido pelo Instituto Mobilidade Verde e doado para o Movimento Estadual da População em Situação de Rua de São Paulo.
Título e Texto: Antonio Carlos Prado e Laura Daudén, revista Isto É, nº 2177, 29-07-2011

Croc, croc, croc...

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