quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Manifestação pelos Animais, Lisboa, 2 de fevereiro

Continuamos a matar animais. Porque sim, porque não, porque… porque… porque… Porque podemos! Somente porque podemos! Ensinam-nos que é errado matar alguém, e que, caso isso alguma vez esteja na iminência da acontecer, que seja unicamente numa situação de legítima defesa. Não deveria este ensinamento ser igualmente válido quando se trata de animais não-humanos?
Pelos animais vítimas de más adopções, de más decisões, de um Estado injusto e moralmente criminoso, por favor no dia 2 de Fevereiro, não falte! Venha dizer BASTA!

Só para rir

Alberto de Freitas

Votar em António Costa para a CML (Câmara Municipal de Lisboa), é coisa penosa? Nada disso, é mesmo coisa divertida.
Começaram por proibir a circulação na cidade dos veículos anteriores a 93 (sem catalizador). E toca de gastar dinheiro em sinalização, com os custos acrescidos de fiscalização garantida.
Tudo bem, garantirão os incautos amantes do ar puro. Bom, o ar não será tão puro assim, pois das decisões do socialismo camarário, constam as excepções: táxis, autocarros, autocarros de turismo, os veículos dos residentes, veículos de emergência, de transporte de deficientes, veículos clássicos e veículos classificados com a norma Euro 1 ou superior" - ou seja: 98% dos carros nessas condições em circulação.
Criam-se onerosas burocracias, na procura "agulha em palheiro" de um qualquer pelintra que se decida a vir à cidade.
Depois temos a grande reforma do Marquês de Pombal (mediúnico já garantiu que o homem pediu para sair dali) e Av. da Liberdade. Com êxito - desde que não chova - devido à redução de trânsito... pela desistência. Sei de quem lá entrou e jurou para nunca mais.
Mas para António Costa a coisa não é suficiente. Comprovando-se o fervor no despesismo delirante, com mais obras, mais sinalização e mais polícias. Resumindo: mais perdas de tempo, mais confusão e mais multas para o cidadão... Mas também, quem os manda vir à cidade?
Título e Texto: Alberto de Freitas, 09-01-2013

Desonestidade

Peter Wilm Rosenfeld
Parecerá a quem ler o título do presente artigo que estou exagerando bastante.
Então, vejamos, inicialmente, o que significa “honestidade” e, consequentemente, seu antônimo, “desonestidade”.
HONESTIDADE – 1 – Qualidade ou caráter de honesto, atributo do que apresenta probidade, honradez, segundo certos preceitos morais socialmente válidos; 2- característica do que é decente, do que tem pureza e é moralmente irrepreensível; castidade. (vide dicionário Houaiss da Língua Portuguesa)
Temos, então, que o antônimo de honesto é desonesto.
Por semelhança, podemos dizer sem medo de errar que o cidadão que cumpre a lei, que respeita as leis em vigor em seu e em qualquer outro País, é honesto; quem não cumpre essas mesmas leis, então, é desonesto.
Certamente quem me lê estará se perguntando “por que, diabos, o Peter está abordando esse assunto?”
Explico, sem querer ser cansativo: comecei a trabalhar, com carteira assinada como se costuma dizer, em 1950, aos 19 anos de idade. Ao completar os 35 anos de trabalho (contando-se a época do CPOR como trabalho), aposentei-me pelo INSS (naquele tempo se chamava Instituto Nacional de Previdência Social) com “35 anos 01 meses, 11 dias”, declarando o Instituto que minha renda mensal era de Cr$ 623.424.00, à qual se aplicaria o coeficiente de cálculo de 95%.
O documento do Instituto foi emitido em 09.04.1984, declarando além do que já citei que a aposentadoria me era concedida por “tempo de serviço”.
Em um dos primeiros pagamentos mensais, o então Ministério da Previdência Social me comunica que “Seu benefício está sendo pago já revisado para 10.91 salários mínimos”.
Considerando-se que salário mínimo atual é de R$ 678,00 (no RS esse valor é de R$ 700,00) e que meu benefício atual é de R$ 2.999,00, constata-se que os 10,91 salários mínimos a que já me referi minguaram para 4,42 mínimos!
E a Sra. Rousseff já avisou que essa relação deve diminuir mais ainda!
E aí vem a pergunta: é isso “honesto” para com os aposentados!
Isso, por acaso, acontece com os parlamentares? Com os membros do Poder Judiciário?
Não, certamente que não!
Há situações verdadeiramente escandalosas para essas castas!

O que pensam os israelenses

A cidadania israelense e suas autoridades estão preparadas para reiniciar as negociações
Beatriz W. de Rittigstein
Apesar da diabólica imagem que o Irã pretende passar do Estado de Israel, difundindo notícias distorcidas, em especial através dos meios estatais Press TV em inglês e Hispan TV em espanhol, a realidade nos mostra una face muito distinta da que apregoa essa ditadura islamofascista.
Em fins de 2012 vimos dois fatos categóricos. O primeiro se refere à atitude da sociedade israelense. Os resultados das enquetes realizadas por organismos acadêmicos coincidem quanto ao fato de, entre os votantes, a direita refletir um apoio majoritário à solução de dois Estados com base nas fronteiras de 1967, com trocas territoriais, que incluam a partição da cidade de Jerusalém.
Sobre essa Cidade Santa, se alega que os bairros judeus fiquem sob soberania israelense e os árabes sob soberania palestina (caso os palestinos consigam criar um ‘estado palestino’, algo que parece ser pouco provável, a não ser que seja um arremedo de estado a funcionar com o dinheiro de outros países). A “cidade velha” ficaria fora de qualquer soberania, e teria uma administração conjunta israelense-palestina, que poderá incluir a ONU como poder moderador.

O segundo evento ocorreu num encontro de Shimon Peres com líderes cristãos, no qual ele afirmou: "Nós estamos dispostos a falar com o Hamas; mas o Hamas não parece disposto a falar conosco". Explicou que, minimamente, “para que haja ‘um diálogo’, o Hamas deve aceitar as condições do quarteto (EUA, Rússia, ONU e União Europeia) que abarcam a cessação do terrorismo, o reconhecimento do Estado de Israel, e a aceitação de todos os acordos prévios firmados pelo Estado judeu e a Autoridade Palestina... Não nos provoca qualquer satisfação ver o quanto os cidadãos da Faixa e da Cidade de Gaza estão a sofrer. Se eles não dispararem contra nós, ninguém disparará contra eles".
Pelo visto, em que pese a propaganda mal-intencionada do Irã, a cidadania israelense e suas autoridades demonstram que estão preparadas para reiniciar as negociações sobre a convivência de dois estados na região e sobre o modus vivendi e operandi de Jerusalém, por mais difíceis e complicadas que elas possam ser em conseguir uma solução se não definitiva, pelo menos duradoura para a região.
Beatriz W. de Rittigstein para o jornal venezuelano ‘EL UNIVERSAL’. Tradução de Francisco Vianna, 08-01-2013

A house is not a home...

Via Pierre Pereira

Kenzo, 05-01-2013

Maronauta – o filho do mar


M. F. A.
Meu amigo, hoje o negócio foi ESPETACULAR! Por muito pouco sua amiga (medrosa!) não saiu voando da praia! Criei coragem e fui sozinha até o final da praia para ver em que lugar o ultraleve parava, aproveitei que tinha visto o avião na festa da Base Aérea esse ano e usei o argumento pra me aproximar e pedir permissão para ver a aeronave de perto. Qual não foi a minha surpresa pois lá estava um amigo que conheci em 1999 (outro dessa época ligado à coisa de avião! Olha só!)
Conheci esse amigo em uma boate, no tal ano de 99, e olhe só como são as coisas na minha vida: a boate estava lotada de gente, sou louca por avião, e eis que eu lá dançando incorporando a "essência da coisa" - as coisas do Oráculo, se aproxima de mim quem? Marquinho, o organizador dos ultraleves da praia do Atalaia! Sem saber que gosto da coisa! Conversamos muito ele arrastou a asinha pra mim e acabou que prometi voltar a vê-lo, chegando montada a cavalo no final da praia. Mas na situação abaixo não deu, é que tá cada vez mais difícil arrumar uma boa montaria na praia. Pô, Duquesa que é Duquesa tem que ter um bom cavalo!
Fui andando e apreciando a beleza da beira do mar, com suas conchas, peixes, garças e gaivotinhas e uma imensidão de céu e nuvens, numa sensação eterna de liberdade e uma imensidão de areia fazendo a alegria da minha genética libanesa... Quando vou às dunas fico igual pinto no terreiro cheio de minhocas, só alegria. Me sinto no deserto do Saara… voltando às origens!
E foi esse mesmo Marquinho que já encontrei hoje no fim da praia, com os cabelos já acinzentados coroando a pele sempre morena do típico paraense - e ele é a tranqüilidade em pessoa. E o Marquinho é famoso como personagem daqui, o cara faz parte de um projeto de esportes ecológicos, curte essa coisa de preservação da natureza. Posso dizer que esse é, literalmente, um legítimo homem alado filho do mar. Um "maronauta" hahahahaha! Ele participa dum negócio maluco, uma espécie de “bonde do Xibé (pirão de farinha) ”, lembrava um pouco a caravana da Fundef... (nem tente entender essa última expressão, isso é coisa de Governo Federal...)
Quando cheguei o avião estava estacionado, e  o tal Marquinho com as mãos sujas de óleo consertando um quadriciclo me cumprimentou com o cotovelo! Apresentou-me o outro piloto, o Raul (que estava com o avião verdinho em questão na BABE. Este Raul é que estava dando voltas sobre as barracas da praia, e haja eu lá de baixo a atentar o coitado...)

Corrente de orações a pedido de um amigo Venezuelano

Orar com fervor!

A TODOS:
El Comandante Hugo Chávez se encuentra en Cuba en grave estado de salud por culpa de una bacteria.
Los invitamos a todos a orar por la salud de la bacteria, que resista los antibióticos y que sea fuerte para que pueda culminar con éxito su missión!!
Via Carlos Lira

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

A mão do diabo


“A crise atingiu Tomás Noronha. Devido às medidas de austeridade, o historiador é despedido da faculdade e tem de se candidatar ao subsídio de desemprego. À porta do centro de emprego, Tomás é interpelado por um velho amigo do liceu perseguido por desconhecidos.

O fugitivo escondeu um DVD escaldante que compromete os responsáveis pela crise, mas para o encontrar Tomás terá de decifrar um criptograma enigmático.


O Tribunal Penal Internacional instaurou um processo aos autores da crise por crimes contra a humanidade. Para que este processo seja bem-sucedido, e apesar da perseguição implacável montada por um bando de assassinos, é imperativo que Tomás decifre o criptograma e localize o DVD com o mais perigoso segredo do mundo.

A verdade oculta sobre a crise.

Numa aventura vertiginosa que nos transporta ao coração mais tenebroso da alta política e finança, José Rodrigues dos Santos volta a impor-se como o grande mestre do mistério. Além de ser um romance de cortar o fôlego, A Mão do Diabo divulga informação verdadeira e revela-se um precioso guia para entender a crise, conhecer os seus autores e compreender o que nos reserva o futuro.

A Mão de Diabo é o décimo romance de José Rodrigues dos Santos, autor da Gradiva que já vendeu mais de um milhão de exemplares e está publicado em dezoito línguas.



Recomendo vivamente a leitura.
Abaixo, deixo-vos alguns canapés: 


Fundo de Desemprego
“O historiador tudo entendeu, mas foi com sentimentos mistos que abandonou o balcão; estar sem trabalho dava, pelos vistos, algum trabalho. Além disso, aquela ideia de se apresentar quinzenalmente na junta parecia-lhe própria de um presidiário em liberdade condicional. Mas enfim, o que poderia fazer?

Ao cruzar a porta e sair para a rua quase chocou com outra pessoa que também abandonava o edifício. Olhou para ela e reconheceu o rapaz barbudo com quem conversara na fila matinal para a senha.

"Isso dos comprovativos é simples", explicou o jovem quando o ainda perplexo Tomás o questionou sobre as burocracias relacionadas com a actividade de desempregado. "Vá ao portal Sapo Emprego na internet e envie o seu currículo por e-mail às empresas lá registadas. O próprio computador lhe dá o comprovativo de que enviou o e-mail. Guarde-o."
"E depois?"

India's War on Its Women

Every Indian media outlet has a name for her: Amanat (Treasure). Nirbhaya (Fearless). Braveheart. India's Girl. She can't be named, but she bears the name of every woman in India.

Suketu Mehta

If she had been allowed to live, she would have been a paragon of the progress Indian women are making. She was studying to be a physiotherapist. She was the only person supporting her rural family. She was going to marry a software engineer in February. She was 23. She was, for God's sake, only 23. But she lived — and has now been cremated — in Delhi.

Every one of my female friends who's visited or lived in New Delhi has a story about the men there. Christine from Paris was walking in Connaught Place, the heart of the city, with her mother. Christine is an anthropologist who wanted to show her mother, who was in India for the first time, what a wonderful country it was. A man came up to them and thrust his hand between Christine's legs, grabbing her crotch. He laughed and sauntered off. "My mother had to watch this," Christine said, weeping. But she knows that Indian women — especially the poor and the low caste — suffer worse.


In Delhi, marchers face water spray from police. Photo: Daniel Berehulak/Getty Images/TIME
New Delhi isn't the only Indian city where bad things happen to women, but it has a special reputation. Perhaps it's the political corruption that transforms into moral corruption; perhaps it's North Indian machismo; perhaps it's the skewed sex ratio — 866 females for every 1,000 males, because many girls are killed at birth by parents who'd rather have a son. The numbers bear it out: New Delhi has more rapes than Mumbai, Kolkata, Chennai, Bangalore and Hyderabad put together.

All over the country, the gang rape has galvanized Indians into an agonized national discussion about how badly we treat our women. But some of the proposed solutions are wildly off the mark. Internet forums seethe with demands for the death penalty for rapists. Given the promptness with which Indian police round up the usual suspects in any high-profile case, this would result in many innocent men being hanged. "Enforcement is more important than a new law," pointed out the victim's fiancé, who was attacked with her.

Elvis Presley – 78º aniversário


Elvis Aaron Presley nasceu em East Tupelo, a 8 de janeiro de 1935. Faleceu em Memphis, 16 de agosto de 1977.
Hoje, comemoraria o seu 78º aniversário.


As touradas: Violência, Crueldade, Ignorância, Futilidade - A vergonha de Portugal

Claudia Vantacich

O touro "bravo" ou de "lide" não é agressivo. Estes animais são, por natureza, tão ou mais afáveis do que os cães. O Fadjen, um mediático touro "bravo", salvo de um ganadeiro Espanhol, é neste momento, um excelente exemplo de que a agressividade genética do touro, se encerra num mito propagandeado pela tauromaquia.

A etologia como ramo da zoologia, explica que o comportamento não é determinado pela genética, mas pelo ambiente e interacções do animal.
Ou seja, independentemente das características genéticas, o seu comportamento será sempre condicionado, em última análise, pelo propósito e personalidade de quem os cria, tal como acontece com os cães.

Para os tornarem, não agressivos, mas mais reactivos de modo a que seja possível toureá-los (ou lidá-los), os ganadeiros criam-nos em sistema extensivo, com pouco contacto com humanos, sujeitando-os a duros "treinos" a todos os níveis, sendo os físicos, dignos de um atleta de alta competição e, de vez em quando, alguns morrem subitamente devido ao exagerado esforço a que são sujeitos.

Por vezes, os touros são drogados com Rompum e Calmivet, duas substâncias anestésicas que administradas em pequenas quantidades, causam um efeito calmante. Mas nem sempre a dose "certa" é bem calculada, levando a que alguns sucumbam à dose excessiva, mesmo antes de entrar na arena.

Há muito que a ciência provou o sofrimento do touro. Todos os seres sencientes, ou seja, os que possuem um sistema nervoso central, grupo do qual faz parte o ser humano, têm a capacidade de experimentar sofrimento físico e psicológico, tal como stress, medo, pânico, angústia e tristeza. Sofrem ainda traumas psicológicos e desenvolvem depressões, bem como afectos e constroem ainda relações com outros seres, incluindo o Homem.

Na capacidade de sentir, os animais não são diferentes do ser humano.

O touro "bravo" tem direito à sua integridade física e psicológica e principalmente tem direito a não ser utilizado como objecto de tortura para gáudio de uma minoria que nem sequer é representativa do povo português. À semelhança de tantas outras espécies, o touro poderá perfeitamente viver em liberdade e em paz no seu habitat, nem que seja em zonas protegidas, não sendo também por isso, aceitável o "argumento" da sua preservação como justificação da tauromaquia.

Não é portanto admissível que no século XXI, um país civilizado como Portugal, acolha ainda uma tradição que viola 90% (!) dos pontos considerados na Declaração Universal dos Direitos dos Animais da UNESCO:

Pedimos o seu voto

Sim, estamos pedindo o seu voto, por favor!
É o seguinte: inscrevemo-nos no concurso de Blog do Ano de 2012, promovido pelo blogue “Aventar”. Estamos inscritos em duas categorias:
Atualidade Política – Blogue Individual e
Generalista
Na verdade, bem vistas as coisas, deveríamos nos ter inscrito como blogue coletivo, pois somos alguns que contribuímos para o blogue… foi falta de atenção, pedimos desculpas, particularmente aos colaboradores.


“Dado o elevado número de participantes a votação na sua primeira fase, a decorrer até 19-01-2013, vai-se dividir por quatro urnas, ou seja, por quatro páginas, acessíveis a partir da página principal do concurso.
Cada leitor pode votar em todas as categorias a concurso, em cada categoria uma vez. O controlo da votação é o do WordPress/PollDaddy , impedindo a repetição do uso do mesmo IP no espaço de 24h. Sim, toda a gente pode votar uma vez por dia.”

Página de votações 1/4:  De “Actualidade política – blog colectivo” a “Erotismo” (Estamos na letra A – Actualidade…)
Página de votações 2/4:   De “Escolares e jornais de escola” a “Transportes” (Estamos na letra G – Generalista…)

Muito Obrigado! 

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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

[Varig/Aerus] "Não somos vítimas de genocídio"

Paulo Felske de Moura
Antes de mais nada quero logo me identificar com um dos milhares trabalhadores - no meu caso, Varig - muitíssimo prejudicado com a intervenção de declaração de liquidação do Aerus. Entretanto, não acredito que podemos nos enquadrar como vítimas de genocídio.
Não somos um grupo étnico, religioso, o governo sempre usará a desculpa de que a nossa causa é apenas uma questão jurídica pecuniária e que o governo tem que proteger o tesouro público por que este pertence a todos os cidadãos.
O que o Governo e a Justiça têm feito conosco é grave, acho que pode ser chamado de muita coisa, mas não genocídio. Por sermos idosos e estarmos em condições de menos vantagem, é o argumento da solicitação de "antecipação de tutela" que o governo tem recorrido e postergado em obedecer. Acredito que é perda de tempo tentar enquadrar o governo brasileiro como genocida perante órgaos de direitos humanos internacionais, ou mesmo a justiça brasileira, baseado no argumento de genocídio, temos a figura jurídica da "antecipação de tutela", temos o Código de Defesa do Idoso", a antecipação de tutela usa entre seus vários argumentos que trata-se de pensão de alimentos, pessoas idosas precisando voltar a receber para não morrer de fome e ainda assim o governo não se rende. Acredito mesmo que tentar enquadrar o governo por genocídio não procede pelas razões que falei antes: não somos um grupo étnico, com cultura própria ou língua própria ou religião própria. Nossa causa é pecuniária, temos que apelar para a antecipação de tutela e mostrarmos e provarmos à opinião pública que justiça lenta é falta de justiça, e só isso já é gravíssimo, principalmente tratando-se de um grupo frágil com é o caso dos aposentados e pensionistas do Aerus.
Título e Texto: Paulo Felske de Moura, 07-01-2012

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Quadratura do Círculo?

Maurício Barra
Após uma semana em que o contraditório foi inexistente na avalanche anti-governo, na qual as televisões do costume com os comentadores do costume anunciaram um fim do mundo atrasado em relação ao calendário Maia para a actual situação política portuguesa (impressiona como é prevalecente o argumentário do BE e do PCP no questionário dos jornalistas e nas “certezas” dos comentadores), a realidade bateu forte com o discurso do Presidente (e com a sua entrevista ao Expresso).
Não vai haver eleições antecipadas. Repito: não vai haver eleições antecipadas.
Este facto, que condicionará tanto o Governo como a oposição democrática (e eliminará as expectativas putchistas da esquerda não democrática e dos amigos do Mário Soares), obrigará ambos a percorrer o caminho diversas vezes anunciado em entrelinhas tanto pelo FMI e pelo BCE: a solução para diminuir os constrangimentos económicos e financeiros que estamos a sofrer não está em copiar as condições oferecidas à Grécia, que as prolongariam, mas estão sim em aplicar a Portugal o que está a ser oferecido à Espanha, ou seja, suporte financeiro “ sem troikas “.
O que significa que a corrida contra o tempo em que o Governo está lançado para regressar aos mercados é a verdadeira questão nacional do momento. Para todos os democratas.
Quadratura do círculo? Não é preciso. Nem existe. Basta não desistir do caminho que se começou e que começa a dar frutos.
Título e Texto: Maurício Barra, Forte Apache, 07-01-2012
Edição: JP

Doença esquerdista

Não é novidade para ninguém que o esquerdismo é um tipo de desordem psicológica. As evidências são muitas.
Vejamos mais uma:
O sujeito, de considerável influência na internet, nada conhece de biologia e por isso crê no “mito” ou “dogma” de que somos uma mera tabula rasa preenchida por uma cultura “machista”...
É de uma insanidade mental de fazer inveja a qualquer paciente do PINEL!
Título e Texto: Vitor Grando Pereira, 07-01-2013

Passos: "Estamos a vislumbrar a saída de um período difícil"

Passos Coelho e sua mulher, foto: José Sena Goulão
Primeiro-ministro defende que já há "luz ao fundo do túnel" e deseja um bom ano "mesmo àqueles que gostam pouco do Governo".
O primeiro-ministro desejou hoje que os portugueses em dificuldades consigam ver "a luz ao fundo do túnel" este ano e percebam que Portugal não está num "ciclo vicioso", mas a "vislumbrar a saída de um período difícil".
Pedro Passos Coelho deixou esta mensagem ao país depois de ouvir dois grupos folclóricos cantarem as janeiras, nos jardins da residência oficial de São Bento, em Lisboa, contestando assim a ideia de que a economia portuguesa está numa "espiral recessiva" defendida pelo Presidente da República, Cavaco Silva, na sua mensagem de ano novo.
"Aproveito esta oportunidade para, por vosso intermédio, desejar a todos, a todos mesmo, mesmo àqueles que gostam pouco do Governo, que tenham um ano à altura de todas as suas expectativas", começou por afirmar o primeiro-ministro.

Há esperança, diz Passos
Pedro Passos Coelho, que estava acompanhado pela sua mulher, Laura, deixou votos especiais para os desempregados, para os idosos e para aqueles que estão dependentes de outros.
Depois, dirigiu-se a todos os portugueses que vivem dificuldades, dizendo-lhes: "Que consigam vislumbrar ao longo deste ano aquilo que se chama a luz ao fundo do túnel, quer dizer, o motivo de esperança para perceberem que nós não estamos a iniciar um ciclo vicioso de que não conseguimos sair, mas apenas a vislumbrar a saída de um período difícil que estamos a completar, porque outra forma não há senão passar por ele e resolver os problemas".

[Varig/Aerus] Genocídio

Deportação de Armênios
O que é genocídio?
Airson Vendemiatti
O termo "genocídio" não existia antes de 1944; ele foi criado como um conceito específico para designar crimes que têm como objetivo a eliminação da existência física de GRUPOS nacionais, étnicos, raciais, e/ou religiosos. Em contraste, "direitos humanos", tais como definidos pela Declararação dos Direitos do Cidadão nos Estados Unidos ou pela Declaração Universal dos Direitos Humanos das Nações Unidas de 1948, dizem respeito a direitos INDIVIDUAIS.
Em 1944, Raphael Lemkin (1900-1959), um advogado judeu polonês, ao tentar encontrar palavras para descrever as políticas nazistas de assassinato sistemático, incluindo a destruição dos judeus europeus, criou a palavra "genocídio" combinando a palavra grega génos, que significa raça ou tribo, com a palavra latina caedere, que quer dizer matar. Com este termo, Lemkin definiu o genocídio como "um plano coordenado, com ações de vários tipos, que objetiva à destruição dos alicerces fundamentais da vida de grupos nacionais com o objetivo de aniquilá-los". No ano seguinte, o Tribunal Militar Internacional instituído em Nuremberg, Alemanha, acusou os líderes nazistas de haverem cometido "crimes contra a humanidade", e a palavra "genocídio" foi incluída no processo, embora de forma apenas descritiva, sem cunho jurídico.
Em 9 de dezembro de 1948, sob a sombra recente do Holocausto e em grande parte pelos esforços incansáveis de Lemkin, as Nações Unidas aprovaram a Convenção para a Prevenção e Punição de Crimes de Genocídio. Esta Convenção estabeleceu o "genocídio" como crime de caráter internacional, e as nações signatárias da mesma (inclusive o Brasil) comprometeram-se a "efetivar ações para evitá-lo e puni-lo", definindo-o assim:
Por genocídio entende-se quaisquer dos atos abaixo relacionados, cometidos com a intenção de destruir, total ou parcialmente, um grupo nacional, étnico, racial, ou religioso, tais como:
(a) Assassinato de membros do grupo;
(b) Causar danos à integridade física ou mental de membros do grupo;
(c) IMPOR DELIBERADAMENTE AO GRUPO CONDIÇÕES DE VIDA QUE POSSAM CAUSAR SUA DESTRUIÇÃO FÍSICA TOTAL OU PARCIAL;
(d) Impor medidas que impeçam a reprodução física dos membros do grupo;
(e) Transferir à força crianças de um grupo para outro.

No Brasil, 22 garimpeiros foram condenados por crime de genocídio contra o povo Yanomani de Roraima, no episódio conhecido como Massacre de Haximu, os indígenas foram atacados por garimpeiros de ouro brasileiros, resultando na morte de 12 indígenas. Este crime foi confirmado em 9 de agosto de 2006 pelo Supremo Tribunal Federal.

Minha opinião
Será que esta demora para resolver o caso dos Aposentados da Varig não poderia ser qualificada como uma forma de Genocídio? Se aqui no Brasil, os garimpeiros foram condenados por matar 12 indígenas, o que dizer do fato de quase 1.000 trabalhadores terem falecidos nos últimos 6 anos. Outra pergunta é: Será que o governo está nos impondo o ítem (c) acima?
Airson Vendemiatti 
Via Nelson Ribeiro, 07-01-2012

PSD e CDS sobem. PS é o único partido que desce

Ana Sá Lopes
E agora algo radicalmente diferente: na véspera da entrada em vigor do “enorme aumento de impostos”, os partidos do governo conseguem aumentar os seus níveis de apoio popular, segundo os dados do barómetro i/Pitagórica.

Foto: António Pedro Santos
Segundo os manuais, notícia é quando um homem morde um cão – mas a imagem de raridade, surpresa, facto extraordinário é aplicável quando um governo que está a aplicar o Memorando da troika – e que aprovou o “enorme aumento de impostos” e reduziu os apoios sociais – vê os partidos que o compõem subir nas sondagens. Foi isso que aconteceu entre Novembro e Dezembro, segundo o barómetro i/Pitagórica. Tanto o PSD como o CDS conseguiram aumentar as intenções de voto entre o mês da discussão do Orçamento – Novembro – e o mês em que o centro da decisão passou para o Presidente da República. O PSD, que tinha atingido os 26,9% em Novembro, recupera para os 29%. Quanto ao CDS, que tinha estado nos 8,3% em Outubro, subindo em Novembro para os 9,8%, consegue agora ultrapassar a simbólica fasquia dos dois dígitos, atingindo os 11,4%. A relação entre os dois partidos do governo teve o seu momento mais baixo em Outubro durante o Orçamento e isso pode ter prejudicado o CDS, que agora, com as divergências adormecidas, está a recuperar terreno. No texto ao lado, verifica-se que a maioria dos inquiridos pelo barómetro i/Pitagórica está contra as divergências dentro da coligação porque considera que isso cria “instabilidade”. E é um facto que as coisas entre Passos e Portas acalmaram em Dezembro.
(…)
Tão surpreendente como a subida nas intenções de voto do PSD e do CDS é o facto do PS não aumentar as suas perspectivas eleitorais na sequência do voto contra ao Orçamento. O partido de António José Seguro desce no mês de Dezembro para valores equivalentes ao resultado obtido em Outubro. Está agora nos 34,6% – tinha 34,1% em Outubro – mas diminuiu face ao score de 36,2% que tinha conseguido em Novembro, em pleno pico do debate sobre o Orçamento do Estado.
(…)
Título e Texto: Ana Sá Lopes, jornal “i”, 07-01-2013, 13h47

Ex-policial brasileiro se decepciona e resolve ser policial no Canadá


Colaboração: Rafael Picate

Cuba prepara a transição na Venezuela

Francisco Vianna
O caudilho socialista Hugo Chávez está com “insuficiência respiratória” devido a uma “severa pneumonia pós-operatória”, segundo o seu ministro da “informação”, Ernesto Villegas, que não disse se ele tem metástases pulmonares ou não.

Foto cedida pelo Palácio Miraflores que mostra o vice de Chávez, Nicolás Maduro (esq.), e o presidente da Assembleia Nacional, Diosdado Cabello (dir.), participando em 3 de janeiro de 2013, da inspeção de uma torrefação estatal de café, em Caracas (Venezuela). Maduro asseverou que Hugo Chávez, que se encontra em Havana num estado de saúde delicado após se submeter a uma nova operação por causa do seu câncer nos dia 11 de dezembro último, deverá voltar ao país "o mais cedo possível”. EFE
O Presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Diosdado Cabello, deverá assumir temporariamente a presidência do país até a realização de novas eleições, nas quais o atual vice-presidente, Nicolás Maduro, deverá ser o candidato do comunismo chavezista caso o mandatário reeleito não esteja vivo ou em condições de exercer a presidência, de acordo com o plano concebido em Havana com uma ampla participação do PCB de Havana, segundo fontes próximas ao governo. Tal plano, cujos detalhes teriam sido ultimados esta semana em Cuba, esboça a ordenação interna dentro do ‘politburo’ chavezista diante da expectativa de que Chávez não esteja em condições de saúde para assumir o novo mandato para o qual foi eleito em função do adiantado estado do câncer que padece.

Hugo Chávez exibe uma cópia miniaturizada da Constituição venezuelana durante uma conferência de imprensa em Caracas em 9 de outubro de 2012. Os venezuelanos estão interpretando de modo diverso o que diz a Carta magna do país no tocante ao que fazer caso Chávez não esteja em condições de saúde para tomar posse de seu novo mandato presidencial em 10 de janeiro próximo / AP Foto.
Uma das fontes consultadas informou que os preparativos da transição começaram há meses conforme planejado pelo próprio Chávez — cujo estado de saúde é desconhecido pela imensa maioria dos venezuelanos — e que agora apenas determinará a sucessão dos fatos finais do drama chavezista. Outra fonte, que teve acesso à informação diretamente das reuniões em Cuba, explicou que a ditadura de Raúl Castro exerce uma grande influência sobre as decisões que estão sendo tomadas pelo governo venezuelano neste momento. Essas fontes só puderam ser ouvidas sob a condição de anonimato.

1988 – A greve dos aeronautas


Luiz Coelho
A APVAR - Associação de Pilotos da VARIG - já havia determinado diversas "Operações Padrão", em protesto contra atitudes tomadas pela Chefia.
Os pilotos deveriam restringir-se apenas à pilotagem estritamente padronizada, sem solicitarem, por exemplo, "proas diretas", prioridades em acionamento de motores, enfim tudo o que era comum ser sugerido na época, com a finalidade de agilizar os voos, mantendo os horários. Muitas indefinições de despachantes e funcionários de terra, que resultavam em atrasos, eram resolvidas pelos comandantes, e assim o voo saía.

Nos períodos de Operaçâo Padrão, os comandantes deveriam só pilotar.
Como "fiscais" muitos tripulantes eram convocados para "piquetes" nos aeroportos. Eu sempre escolhia o Santos Dumont. Mais conforto, muito papo no cafézinho, e principalmente perto de casa. Cumpria o meu período geralmente conversando com os colegas e o Sr. Henrique, o "chefe" da Ponte Aérea. Fazíamos pose para as fotos mandadas fazer pela Diretoria de Operações da Varig. Eram muitas fotos...

Por motivos que já nem me lembro mais, tão insignificantes eram, o SNA - Sindicato Nacional dos Aeronautas - resolveu fazer uma greve - coisa que não havia há 22 anos*. Marcou então uma reunião geral na sede da OAB no Rio de Janeiro.

Três horas antes, a APVAR fez uma reunião, e por grande maioria os pilotos desaprovaram a greve. Todos, então, foram para a reunião do SNA.
O enorme salão estava cheio de tripulantes das principais Empresas Aéreas.
Tomou a palavra o deputado (PTB) Sebastião Nery.

Sebastião Nery. Foto daqui.
Todo de branco, gravata vermelha, meias e sapatos pretos (full carirí), fez um discurso inflamado, incentivando a greve. Parecia até que era tripulante, injustiçado por todas as Companhias Aéreas.
A maioria dos presentes era de comissários. O Papagaio, presidente da APVAR, informou o resultado de nossa reunião preliminar, os votos prós e contras.

Maior que gente grande

Imagem daqui

Carlos Lúcio Gontijo
Fazer literatura com pelo menos uma pequena dose de convite à reflexão é o mesmo que apressar a chegada da solidão, que geralmente é a fiel companheira dos que exercitam a arte da palavra escrita.
Basta uma visita a qualquer feira de livro para detectar que os autores que obtêm a atenção dos poucos leitores são aqueles que se enveredaram pela literatura de autoajuda afora, ou optaram por historinhas de sexo, violência e altas doses de vampirismo banhado em insossa água com açúcar, que alcançam sucesso, a exemplo de tantos best-sellers, que certamente se perderão ao longo do caminho, substituídos por outras páginas igualmente comerciais e descartáveis.
Resguardado na trincheira da literatura independente, assistimos ao avanço das dificuldades à medida que a visão cultural se restringe ao espetáculo, ao entretenimento de massa que na maioria das vezes (para não sermos radicais) nada soma ou nada deixa de positivo, a não ser latinhas de cerveja, mau cheiro de urina e toda espécie de sujeira pelo chão, além de inevitáveis ocorrências policiais. Contudo, temos que admitir, à medida que o povo perdeu suas raízes culturais e capacidade de manifestar suas tradições por conta própria, o Estado, por intermédio das prefeituras, se viu na obrigação de investir no entretenimento, que se transformou em indústria de alto custo para os cofres públicos.
Vivemos uma época bem acima ao que no passado chamávamos de mundo cão, com a expressão se transformando numa afronta aos cachorros, cada vez mais, na falta de confraternização social efetiva, amigos do bicho homem, que ao seu turno se nos apresenta cada vez mais animal e animalesco.
Não faz muito tempo postaram algumas ofensas contra nós em rede social, relativamente ao nosso trabalho literário. E gente que nunca foi sequer a um dos lançamentos de nossos 14 livros veio com jeito e ar de piedade nos dizer coisas como: “nossa, que injustiça, você não merecia!” Contudo, logo em seguida, sem que procurássemos, pois trabalho literário costuma andar com as próprias pernas, fomos bafejados com algumas boas notícias, sobre as quais poucos se manifestaram.
Para nossa alegria a poetisa Efigênia Coutinho, a qual não conhecemos pessoalmente (ela reside em Camboriú e é fundadora-presidente da Academia Virtual Sala de Poetas e Escritores), levou exemplar de nosso romance “Quando a vez é do mar” até o prestigiado recanto cultural New York Home Poets. Enquanto isto, a revista paulista “zaP!”, conceituada publicação no âmbito das artes, editada por Elizabeth Misciasci, jornalista, humanista, pesquisadora, escritora, palestrante, crítica literária, jurada de diversos concursos de literatura, membro ativo de grupos culturais e intelectos, voltados às áreas de educação, arte-terapia, reabilitação, inserção social e literatura, acoplou nosso nome entre os “Cem mais de 2012”.

EUA: suicídio mata mais que acidentes automobilísticos

Paulo Roberto Campos

O suicídio já ocupa o primeiro lugar das causas de morte violenta nos EUA, superando os acidentes de carro. “Acho que o problema é muito pior do que os dados oficiais fazem supor”, disse o autor do trabalho, Ian Rockett, professor de epidemiologia na Universidade de West Virginia. As mortes violentas deliberadas aumentaram 10% em 2009 com relação ao ano 2000, enquanto as mortes violentas involuntárias diminuíram 25%. O número de auto-envenenamentos cresceu 128%, e o de quedas mortais 71%. O ex-senador Gordon Smith disse em ato público que lutar contra o suicídio “na realidade, é uma tarefa dos anjos”. As mortes acidentais não provêm na sua maioria de causas morais, porém o suicídio em geral constitui uma falsa saída para a decadência moral derivada de uma vida desordenada.
Título, Imagem e Texto: Paulo Roberto Campos, Agência Boa Imprensa, 04-01-2013