sábado, 30 de abril de 2011

Carta ao New York Times: "why the Brazilian Government does not correct its mistakes with VARIG's workers?

Which country is this that deals with issues such as theft case made by the government of Lula and his companions with such negligence, carelessness?
A country that will host a World Cup and that does not correct its mistakes with workers of VARIG??
To date, since 2006 we are expecting our labor rights, our private social security, literally stolen by the government of former President Lula?
Families destroyed, colleagues sickened by shortage ....
It would be better, of course, if not shut the airliner, the best of Brazil with the best crew ...
But to remove national patrimony.
Why GOVERNMENT AND JUSTICE not pay what they owe us?
The magistrate is negligent in this country so much injustice, we are just over 11,000 victims of injustice!
Ana Dzelme de Carvalho, 30-04-2011

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sexta-feira, 29 de abril de 2011

Lula precisa de um antimicótico moral (não só ele!)


Luiz Inácio Lula da Silva declarou que está com “coceira”, com aquela “comichão” para cair nos braços do povo… Na impossibilidade de tomar uma boa dose de simancol, deveria ingerir um antimicótico moral. Talvez lhe fizesse bem. Santo Deus! Esse sujeito não aprende nada nem esquece nada. Agora sabemos por que o silêncio de Dilma parece música aos nossos ouvidos. O Apedeuta participou ontem do 8º Congresso Nacional de Metalúrgicos da CUT, em Guarulhos (SP). Estava desesperado para ouvir de novo o som da própria voz. Falou por mais de uma hora.
Diagnostiquei o seu mal psíquico no fim do ano passado, quando ele afirmou que sentia certa inveja de Dilma Rousseff porque seria ele a passar o governo para ela: Síndrome da Inveja do Próprio Pênis. Lula se adora, mas não se basta. Ele se apaixonou pelo mito. Vive num permanente processo de adoração da personagem que inventou e a inveja. Ontem, lançou um novo bordão: “Nunca antes na história da humanidade” houve um governo como o seu. O “nunca antes na história destepaiz” era só a expressão de sua modéstia decorosa. Em meio a uma pletora de bobagens, ditadas por sua megalomania, disse ao menos uma coisa bastante séria — que não é novidade para os leitores deste blog, em especial para aqueles que seguem as considerações deste escriba desde Primeira Leitura.
Discursando aos metalúrgicos, afirmou, referindo a si mesmo e a Dilma:
“Eu sei que, às vezes, vocês ficaram chateados, ficaram decepcionados, mas, neste momento, vocês têm de dizer: ‘Ele cometeu um erro, mas ele era nosso. Ela cometeu um erro, mas ela é nossa. Portanto, é nossa obrigação dar sustentação para ela [Dilma] para que tenhamos uma Copa do Mundo maravilhosa. Depois vamos fazer uma Olimpíada maravilha”.

"Podengo grande" e "Serra d'Aires" em risco de extinção

O cão da "Serra d'Aires" e o "Podengo grande" são duas das doze raças portuguesas de cães que correm risco de extinção, alertou hoje o Clube Português de Canicultura.
“O Podengo grande e o cão da Serra d'Aires são as raças que estão a ter o menor número de registos e o Podengo grande está quase à beira da extinção”, disse Luís Gorjão Henriques, vice-presidente da organização.
Nos últimos dez anos, o número de registos de podengos grandes tem vindo a decair, sendo 53 em 2005, 39 em 2008 e apenas 17 em 2010, diminuindo cerca de 58 por cento de 2009 para 2010, de acordo com o relatório de contas de 2010 do Clube Português de Canicultura.
“O menor número de registos deve-se, talvez, ao facto de o podengo grande ser um cão grande e de caça, logo é mais difícil tê-lo em casa. Além disso, têm sido colocadas limitações legais à posse destes cães”, justificou Luís Gorjão Henriques.

Podengo grande. Foto: DR
A tendência decrescente também se tem vindo a verificar no cão da Serra de Aires, cujos exemplares registados em 2004 eram 148, 98 em 2007 e 47 em 2010, tendo descido 32 por cento face a 2009.
“Não há uma grande explicação para o Serra de Aires”, explicou o vice-presidente do Clube Português de Canicultura, afirmando que “não há grande procura da raça e os criadores têm feito poucas ninhadas”.

A tecnologia na Educação


Algumas coisas me chamam bastante a atenção quando vejo o excesso de equipamentos eletrônicos à disposição dos jovens, e de como isso vem alterando o aprendizado escolar.
Nenhum jovem sabe mais e, provavelmente nem seus professores, fazer contas manualmente. De cabeça então, nem pensar. Sempre fui bom em contas e até hoje, já perto dos 60, gosto de fazer as minhas contas de cabeça, ou manualmente, e só depois, se entender necessária uma confirmação, uso uma calculadora eletrônica.
Fico abismado de ver como, ao fazer compras no comércio, qualquer que seja a conta a ser realizada para o troco a pessoa usa a máquina, mesmo quando a conta é até ridícula, como uma de R$ 7,00, a serem cobrados de uma nota de R$ 10,00.
Depois das calculadoras haverem se tornado indispensáveis para essa população abaixo dos 30 anos, o computador passou a ser disponibilizado em longas e suaves prestações nas grandes lojas de departamentos.
Sua popularização foi tão grande que atualmente, até para as continhas antes feitas nas calculadoras, já se usam os notebooks, netbooks, tablets, ou qualquer outro equipamento eletrônico portátil como os celulares, mas as contas manuais, ou de cabeça, já não existem.
A criança já se sente inferiorizada ao ir à escola sem um celular que, além de falar, ao mesmo tempo receba mensagens de texto, tenha jogos, GPS, toque músicas, proporcione acesso a todas as redes sociais e aos canais de TV digitais.
A mesma criança precisa chegar em casa e ter à sua disposição um computador, que certamente já não poderá ser o desktop de uso coletivo da família, mas sim um notebook de uso pessoal, para que possa fazer suas pesquisas na internet e depois submetê-las à apreciação dos professores em uma apresentação do Power Point, para que a classe toda possa acompanhar.
Além do consumismo desenfreado desse tipo de equipamento, penso sempre no que entendo ser outro inconveniente nessa utilização: as pessoas deixam de pensar, jogam tudo para as máquinas resolverem e, dessa maneira, subutilizam a mais perfeita delas, o nosso cérebro.
Atualmente, máquinas são incumbidas de gerar outras, desaparecendo a possibilidade de surgirem pessoas que realizem criações geniais como a lâmpada incandescente, criada por Thomas Edison em 21 de outubro de 1879, 132 anos atrás.
A utilização da energia elétrica proporcionou um desenvolvimento tão elevado que, em menos de 150 anos, saímos da era da lamparina para os super e micro computadores atuais.
O consumo desenfreado de máquinas e equipamentos, criados para servir o homem, pode acabar com ele.
Título, Imagem e Texto: João Bosco Leal, 29-04-2011

APRUS - Associação dos Participantes e Beneficiários do Aerus (+ considerações)


Thomaz Raposo
Quando participei do processo eleitoral da APRUS, é importante comentar que não me passava pela cabeça ser convidado para exercer o cargo que ocupo hoje, quando visualizei o que poderia vir a acontecer caso não assumisse o cargo de Diretor Presidente da APRUS entendi que não poderia deixar de fazê-lo visto que assuntos que deveriam há muito estar sendo observados e questionados pela APRUS não eram do conhecimento de todos.
Observei que a grande preocupação existente era com a possível regularização do nosso amanhã via justiça ou acordo caso que se arrasta pelos últimos cinco anos sem solução aparente imediata e fiquei bastante impressionado com a ausência de comunicação por parte do AERUS com relação aos objetivos de sua administração.
Quanto escutei a audiência do dia 12/04, falas do Dr. Maia e Sra. Graziela, fiquei bastante satisfeito com o seu conteúdo, visto declararem que não havia transparência por parte do AERUS, nem havia uma preocupação onde nosso capital estava sendo investido, enfim, conhecimento do que ocorria.
Desde que havia deixado de participar da APRUS como Diretor Administrativo-financeiro, nunca fiquei sem conversar com seus interventores sempre buscando estar ciente dos fatos que julgava que estavam ocorrendo, buscando assim ajudar àqueles que por falta de conhecimento técnico não compreendiam medidas que volta e meia eram tomadas.

A primeira privatização de Rousseff

MENTIRA:
“Aqui, o desastre só não foi maior – como em outros países – porque os brasileiros resistiram a esse desmonte e conseguiram impedir a privatização da Petrobras, do Banco do Brasil, da Caixa Econômica ou de Furnas.” (Presidente Dilma Rousseff, então ministra-chefe da Casa Civil de Lula e pré-candidata do PT à presidência, no 4º Congresso do PT, em Brasília, 20/02/2010.)
A VERDADE
Utilizado como acusação contra o PSDB, o assunto privatização sempre foi exaustivamente explorado pelo PT nas campanhas eleitorais. Como repetiu Rousseff, sem medir consequências, para ganhar as últimas eleições.
Discurso vazio, ataque gratuitos, mentiras. Porque o PSDB nunca falou em privatizar os bancos ou as empresas citadas por Rousseff & Cia. Agora, despenca a máscara. E a presidente petista encampa mais uma proposta do PSDB: o regime de concessão de aeroportos, que constava no programa de José Serra, duramente atacado por Rousseff, pelo ex Lula e tantos outros petistas com suas conhecidas propagandas enganosas.
Só que a decisão chega com pelo menos oito anos de atraso. O governo do PT, enganando o país, deixou antes que o caos se instalasse nos aeroportos brasileiros. Agora, com a água no pescoço e depois que o PSDB denunciou o apagão aéreo em sua propaganda eleitoral, o petismo faz o que já deveria ter sido feito.
A essa altura, mais do que pedido de socorro, anunciar a privatização dos aeroportos soa como se Rousseff e sua equipe jogassem a batata quente nas mãos dos empresários, para que eles façam a lição de casa que Lula, Rousseff e o PT não fizeram.
A saturação dos aeroportos brasileiros não é novidade. A corrida é para tentar amenizar a situação. Mas as previsões não são nada otimistas. O Ipea, vinculado à Presidência da República, avalia que, mesmo com a concessão e a execução das obras planejadas pelo governo do PT, os aeroportos brasileiros não conseguirão atender à demanda nem da Copa nem das Olimpíadas de 2016.

A herança maldita (de Lula)

Em julho de 2006, quando o acasalamento do descaso administrativo com a escassez de investimentos pariu o apagão aéreo, o presidente Lula comunicou ao país que o ministro da Defesa, Waldir Pires, cuidaria de matar o monstrengo no berço. O plácido baiano nada fez. Foi substituído em julho de 2007 por Nelson Jobim, que prometeu matar de susto a criatura que acabara de festejar o primeiro aniversário. Além de brincar de general, almirante e brigadeiro, também o gaúcho falastrão nada fez. Em julho de 2008, repassou o filho da inépcia federal a Dilma Rousseff, chefe da Casa Civil.
No país real, as coisas seguiram piorando. No Brasil Maravilha inventado por Lula, não foi pouco o que a Mãe do PAC fez. Só em São Paulo, inaugurou o terceiro aeroporto que até hoje ninguém viu, modernizou Guarulhos sem deixar marcas visíveis da proeza e ampliou Viracopos sem acrescentar-lhe um único metro. Em julho de 2010, durante a campanha eleitoral, deu o problema por resolvido e foi cuidar do trem-bala. No País do Carnaval, não é agosto o mais inquietante dos meses. É julho, confirmou nesta terça-feira a reunião entre Dilma e seus 40 ministros.
Invocando a aproximação da Copa do Mundo, os cardeais do novo e já velho governo resolveram enxergar o colapso da aviação civil. Também decidiram que cabe à iniciativa privada solucionar o problema que conceberam, amamentaram e carregam no colo. Em julho ─ sempre no sétimo mês ─ estarão prontos os editais que instituem nos cinco principais aeroportos o modelo de concessão. Concessão é a privatização que não ousa dizer seu nome.

O jogo

"A Friend in Need" by Cassius Marcellus Coolidge

A classe política em geral tem dado uma triste imagem de si própria nesta crise. Pondo sempre a táctica eleitoral à frente do interesse nacional, repetidamente recusa a evidência mais patente, fomenta as ilusões mais tontas, omite as reformas mais candentes.
Agora, apesar de instada por múltiplas individualidades, mostra-se absolutamente incapaz de acordar uma estratégia de salvação nacional, insistindo na chicana e agressividade que, na grave emergência, só podem ser infantis.
É essencial compreender que isto é resultado da atitude popular durante décadas. Há muito tempo que jornais, conversas de café, opiniões de blogs têm instilado uma atitude cínica, desconfiada, boçal e quezilenta na nossa vida pública. Como nos tempos de Rafael Bordalo Pinheiro e d' As Farpas de Ramalho, esperamos o pior dos nossos dirigentes. Daí só pode nascer o pior.
Ansiamos por políticos sérios, competentes, dedicados. Mas fazemos tudo para os espantar. Quais são as pessoas sérias, competentes e dedicadas que se prestam ao enxovalho permanente da vida partidária e parlamentar?
O caso de Manuela Ferreira Leite e a estranheza com que foi acolhida e expulsa é disso prova evidente. Um clima destes só atrai equilibristas, manipuladores e ilusionistas, de que José Sócrates é o protótipo. Só assim se explica que ele, tendo acumulado mais fiascos, erros e desgraças do que qualquer primeiro-ministro da história moderna, ainda se apresente ao eleitorado com expectativas de ganhar.
O seu jogo, onde aliás é mestre, nada tem a ver com o interesse nacional.
João César das Neves, Destak, 28-04-2011
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O Estado Social do Engenheiro: Portugal tem uma das taxas mais altas de pobreza infantil na OCDE

A tendência é generalizada: a pobreza atinge cada vez mais as famílias com crianças. Por cá, os valores chegam aos 16,6%, o que nos confere um oitavo posto em mais de 30 países.
Na Europa, só a Espanha, a Polônia e a Turquia têm números mais altos.

A taxa de pobreza infantil em Portugal é de 16,6 por cento, um valor superior à média dos países da OCDE (12,7 por cento) e a oitava maior do grupo, refere um estudo da Organização hoje publicado.
Portugal apresenta a oitava maior taxa de pobreza infantil entre os 34 países da OCDE, atrás de Israel, do México, da Turquia, dos Estados Unidos, da Polónia, do Chile e de Espanha.
De acordo com o relatório "Doing better for families", hoje publicado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), referindo dados da última década, Dinamarca, Noruega e Finlândia têm as menores taxas de pobreza infantil, com 3,7 por cento, 4,2 por cento e 5,5 por cento, respectivamente.
Para a generalidade dos países da OCDE, as crianças que vivem em famílias monoparentais em que apenas um adulto aufere rendimentos tendem a ter taxas de pobreza mais elevadas do que as que vivem em famílias duo-parentais em que apenas um adulto trabalha. No entanto, Portugal configura uma excepção a esta tendência, a par da Dinamarca, da Noruega e da Suécia.
A percentagem de crianças que vivem em famílias em que os dois pais estão empregados é, regra geral, elevada, com destaque para a Eslovénia, Portugal e os Estados Unidos, onde mais de 60 por cento das crianças vivem em famílias cujos pais trabalham a tempo completo.
A taxa de mortalidade infantil caiu em quase todos os países da OCDE, com Portugal a apresentar a descida mais acentuada da mortalidade entre crianças dos 0 aos 14 anos desde 1970, tanto por ferimentos acidentais como intencionais.

Enquanto isso...

A festa e a conta

A economia brasileira continua em festa, e a conta, naturalmente, vai subindo. A inflação passa de 6% e pode superar o limite da banda oficial, 6,5%. Nas contas externas, o déficit em transações correntes bate recordes - US$ 5,7 bilhões em março, US$ 14,6 bilhões no primeiro trimestre e US$ 50 bilhões em 12 meses. A atividade cresce, as empresas lucram, os juros permanecem altos e a inundação de capital estrangeiro continua. Entraram US$ 42,6 bilhões entre janeiro e março, em termos líquidos. Esse dinheiro bastaria para cobrir quase o triplo do déficit em conta corrente do período. O investimento direto estrangeiro, US$ 27,3 bilhões, foi o principal componente da enxurrada financeira. Compensaria quase o dobro do buraco nas transações correntes. Esse tipo de investimento, em geral considerado o mais benéfico para a economia, deve chegar a US$ 60 bilhões em 2011, segundo o governo. Pelos prognósticos oficiais, o setor externo continuará seguro, o ajuste interno será conduzido gradualmente e no fim do próximo ano a inflação estará no centro da meta, 4,5%. Tudo se arranjará maciamente e sem dor.
Seria bom viver nesse mundo imaginado pelo ministro da Fazenda e por seus colegas de governo. Mas o gradualismo, até agora, produziu pouco ou nenhum resultado no combate à inflação. Ao contrário: os indicadores só pioraram desde o trimestre final do ano passado. A inflação tem um importante componente externo - as cotações das matérias-primas, afetadas pela quebra de safras, pela forte procura dos emergentes e pela crise no Oriente Médio. Mas quase dois terços dos preços têm subido, no mercado brasileiro, e esse dado só é explicável se for levada em conta a demanda interna muito forte. Essa mesma demanda se reflete na expansão das importações. A valorização do real sempre afetaria as contas externas, barateando os produtos estrangeiros e encarecendo os nacionais. Mas não há como atribuir o desequilíbrio na conta corrente só ao desajuste cambial, quando todos os dados apontam para um mercado interno ainda muito aquecido.

Os blogueiros assediam o regime sírio

Num desdobramento da crise no mundo árabe, os insurgentes sírios perseguidos em seu país, promovem os protestos on-line a partir do exterior.
Francisco Vianna
Em Beirute, num quarto silencioso, os dedos dos blogueiros sírios, como Rami Nakhle, dançam freneticamente sobre o teclado do computador, redigindo e enviando às suas listas de amigos em Damasco e outras cidades sírias, a massa de informações escrita e por imagens, da cadeia de TV Al-Jazeera, sobre a jornada mais sangrenta até agora da insurgência na Síria mantendo seus compatriotas a salvo das mentiras distribuídas pela imprensa estatal do regime.

Rami Nakhle, um dissidente sírio escondido em Beirute, coordena a cobertura dos protestos na Síria na sexta-feira direto de seu apartamento.
À medida que os acontecimentos ocorriam, os nomes dos usuários surgiam e repentinamente desapareciam. O Twitter estourava com provocações agitadoras e insultos cruzados. O Facebook sobrepujou o Gmail e o Skype quando Nakhle se uniu a um grupo de discussão de sírios exilados que fomentava, informava e, mais ainda, dava forma ao maior desafio já enfrentado pela família Al-Assad em suas quatro décadas no poder ditatorial na Síria.
Nakhle escrevia: “Escutem isso”, enquanto mostrava um vídeo com uma multidão cantando a exigência da queda do governo. "Isto, na Síria é inacreditável!", dizia ele a todos. Diferentemente das insurgências no Egito, na Tunísia e na Líbia, que foram televisadas para o mundo todo, na Síria ela está caracterizada pela ação de grupo de autodidatas patriotas no exílio, que enviam imagens e notícias que, embora incompletas, são esclarecedoras, e vão formando uma opinião pública subterrânea à repressão ostensiva do regime da ditadura de Al-Assad.
Há semanas um pequeno número de ativistas espalhado pelo mundo, do Oriente médio, passando pela Europa e até nos Estados Unidos, conseguem se coordenar cruzando todos os fusos horários para fazer entrar na Síria, por contrabando, centenas de celulares conectados por satélites, modems, computadores portáteis e câmeras que tanto fotografam como filmam.

Professor Doutor explica o sexo oral

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Enviado por Hilda Torres

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Seu blog foi indicado mais de uma vez ao/para o Prêmio Topblog 2011.

-------Mensagem original-------
Data: 28-04-2011 21:50:46
Assunto: Seu blog foi indicado mais de uma vez ao/para o Prêmio Topblog 2011.

Obrigado!
Bom, já coloquei o selo na barra lateral: agora, agradeço o voto, well...

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Grã-Bretanha

Nos dias atuais, e principalmente nesta semana, o País de que mais se fala é a Grã-Bretanha, ou Inglaterra.
Mais uma vez, depois de muitos anos, um evento festivo da família real está quase que sacudindo o mundo.
O casamento do príncipe William, o segundo na sucessão real, na próxima sexta-feira, será visto ao vivo por milhares de pessoas em Londres e pela televisão por milhões de pessoas ao redor do mundo.
Muitos milhares de pessoas se perguntam se faz sentido que seja mantida toda essa parafernália com a casa real, cujo custo é muito elevado.
E o interessante e curioso é que na última e recente enquete realizada no País, só 13% dos consultados opinou que a casa real deveria ser extinta. Esse índice já foi bem mais alto há alguns anos.
Em minha opinião, e já a justificarei, a situação atual não deve mudar.
Como é sabido, o sistema político na Grã-Bretanha é o parlamentar e o Chefe de Governo é o Primeiro-Ministro, indicado pelo partido majoritário. O Rei (ou Rainha, como é a situação presente), não governa. Só reina e, graças a seu comportamento e exemplo, é uma figura que mantém o povo unido.

David Cameron, primeiro-ministro da Inglaterra
Trabalhei em Londres de agosto de 1952 a fins de janeiro de 1953, quando tinha 20/21 anos. Meu 21º aniversário foi festejado lá. E pude ver, diretamente, quão reverenciada é a família real.
Para a coroação da atual Rainha, em meados de 1953, quando a comunicação que conhecemos atualmente ainda não existia, as redes de televisão dos Estados Unidos fretaram aviões que foram convertidos em laboratórios para revelação de filmes. Imediatamente após o término da cerimônia de coroação, os filmes foram levados para esses aviões e revelados durante a travessia do Atlântico, de tal forma que imediatamente após sua chegada nos EE.UU. puderam ser exibidos para todo o País.

Carrilho classifica entrevista de Sócrates como “pura propaganda”, mas gostou do "pupilar dos pavões"

O socialista Manuel Maria Carrilho afirmou esta terça-feira que a entrevista de José Sócrates não revelou nada de novo, classificando-a mesmo como “pura propaganda política”. Do que gostou foi do “pupilar dos pavões”.
Carrilho disse que o problema foram os "seis anos de governação" socialista. Foto: Carlos Lopes/arquivo
No seu comentário habitual na TVI24, Carrilho diz ter achado extraordinário que na entrevista “não se tenha feito o balanço destes seis anos”, nem se tenha mostrado “quais as ideias para o futuro”, já que José Sócrates decidiu concorrer para ficar no cargo mais quatro anos.
Carrilho afirmou também que “não foi por causa do chumbo PEC 4” que “o país está como está”, mas sim “pelos seis anos de governação”.
O ex-embaixador da UNESCO, que deixou o cargo no final do ano passado em confronto com o Governo, acusou ainda José Sócrates de viver em “negação” e de ainda não ter compreendido a crise. Lembrou ainda que o primeiro a falar na possibilidade de haver um corte do 13º mês foi o próprio primeiro-ministro.
Carrilho criticou ainda o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, por não aparecer para dar explicações aos portugueses.
Carrilho manifestou-se socialista, mas acrescentou que lhe dá “muito desgosto” ver “o PS desorientado”.
O socialista diz que tentou encontrar algo de novo na entrevista e não conseguiu. Para ele “o mais engraçado foi ouvir o pupilar dos pavões durante a entrevista”.
Luciano Alvarez, Público, 27-04-2011
Grifos: JP

terça-feira, 26 de abril de 2011

1º de maio: Dia do Trabalhador (inclusive do demitido da Varig, aposentado e pensionista Aerus)

Ex-Trabalhadores da Varig, Aposentados e Pensionistas Aerus, Familiares e Amigos:

Copacabana - Posto 6
Domingo - 1º de maio - 10 horas

Cinelândia, 12 de abril de 2011. Foto: Paulo Resende
A luta continua!

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O partido que estilhaçou este pequeno país acusa o PSD de querer (futurologia) "destruir o Estado Social"



Bom, Portugal está ótimo, o PM deu entrevista à TVI, recusando, refutando, negando TUDO! Ele está lutando muito, nem sei bem para quê, mas tudo bem!
Um grupo de economistas ou "notórios" (Mais Sociedade, acho que é o nome) está produzindo estudos, a pedido do PSD, para elaborar um Programa de Governo. Coisa extremamente difícil para um país em bancarrota, ops! falei besteira! Pois bem, esse Grupo vai soltando algumas conclusões, não sei se é para testar a receptividade da população, ingenuidade política ao divulgá-las neste momento ou veneno de quem as solta para a mídia. E lá vêm os vestais do PS sentar o cacete nessas propostas, idéias, sugestões, seja lá o que for! Veja o que diz Francisco Assis neste vídeo.
Que autoridade moral tem o PS em difamar propostas, eu disse, propostas, ele que governou 12 anos dos últimos 15 anos? Simples, daqui a alguns dias a população portuguesa, feliz, próspera e gordinha, vai fazer eco ao melhor Primeiro-ministro que este país já teve depois da Batalha de São Mamede e cerrar fileiras em torno dele CONTRA os que atacam Portugal, os que não são patriotas: o PSD.
E o pessoal do FMI, do BCE, etc? Mero detalhe, são dominados pelo PM, fique tranquilo!



No Público:
"PS e Sócrates foram os que “mais atacaram” o Estado Social, diz Marco António Costa".

O socialista Manuel Maria Carrilho afirmou esta terça-feira que a entrevista de José Sócrates não revelou nada de novo, classificando-a mesmo como “pura propaganda política”. Do que gostou foi do “pupilar dos pavões”. Aqui.

A apelação contra Barack Obama

Os americanos já se acostumaram aos “birthers”, uma corrente que não acredita que o presidente Barack Obama tenha nascido nos Estados Unidos. O que ninguém tinha visto até a semana passada era uma associação tão ofensiva de racismo e “birtherismo”. O jornal californiano Orange County Weekly vazou uma montagem em que o rosto de Obama foi colado ao corpo de um filhote de chimpanzé, ao lado de dois animais adultos. Na legenda, a frase: “Agora você sabe por que não há certidão de nascimento”, uma referência à pressão para Obama tornar o documento público. O e-mail com a imagem partiu de Marilyn Davenport, integrante do Partido Republicano na Califórnia. Ela disse ter sido mal interpretada: “Quem me conhece sabe que não sou racista”.


Fonte: Revista "Época", nº 675, 23-04-2011

A mistificação da bancarrota da Previdência pública

Oswaldo Colombo Filho
Cidadãos:
Há muito, o Movimento Brasil Dignidade tem colocado a público a midiática campanha que setores interessados fazem em demostrar que a Previdência Pública, e que atina pelos direitos dos aposentados e trabalhadores contribuintes pela iniciativa privada está falida. Trata-se do RGPS – Regime Geral da Previdência Social, e que está inserido no Orçamento da Seguridade Social.
Por mais que muitos, além de nós, se esforcem em chamar à atenção de milhões de aposentados e suas famílias além de mais de 40 milhões de contribuintes do INSS; a nação ‘dorme em berço esplendido’ enquanto o clientelismo busca “trocar” aquilo que é por obrigação constitucional PÚBLICO e compulsão implícita e regulada pelo Estado: saúde e previdência (Seguridade Social), pelo PRIVADO, em seus planos de seguros junto ao mercado financeiro. Esta foi a origem e objetivo da tão decantada reforma previdenciária e que nada reformou aquilo que era necessário; tão apenas surrupiou os direitos de quem por décadas contribuiu para “levar essa clientela para as mãos” dos rentistas.
A matéria abaixo, e a nossa resposta é mais uma dentre as muitas que já ocorreram e provavelmente das que ocorrerão e que atina pelo exposto acima.
Fala-se abertamente que a Previdência Social é a fonte de todos os males na economia deste país, e a cada dia mais um arauto surge e atribui a ela um novo mal. Isto tudo ocorre no país da Copa; das Olímpiadas; dos bilhões em propaganda política; e mais do que isso no país que possuí o Congresso mais caro do mundo, além do que menos trabalha e, por conseguinte menos respeita seus concidadãos; além dos mensalões e da corrupção desenfreada.
Poderíamos e como em mundo todo se faz proceder a uma análise consolidada dos Regimes Previdenciários brasileiros, e de fato encontrar-se-ia uma realidade muito diferente do que parte da mídia e determinados economistas não se cansam de apregoar e tão apenas numa manchete daria um tom derradeiro à questão: 3% DOS APOSENTADOS E PENSIONISTAS BRASILEIROS PRODUZEM 60% DO DÉFICIT PREVIDENCIÁRIO NACIONAL”.

Iraq, Iran and the Next Move


The United States told the Iraqi government last week that if it wants U.S. troops to remain in Iraq beyond the deadline of Dec. 31, 2011, as stipulated by the current Status of Forces Agreement between Washington and Baghdad, it would have to inform the United States quickly. Unless a new agreement is reached soon, the United States will be unable to remain. The implication in the U.S. position is that a complex planning process must be initiated to leave troops there and delays will not allow that process to take place.
What is actually going on is that the United States is urging the Iraqi government to change its mind on U.S. withdrawal, and it would like Iraq to change its mind right now in order to influence some of the events taking place in the Persian Gulf. The Shiite uprising in Bahrain and the Saudi intervention, along with events in Yemen, have created an extremely unstable situation in the region, and the United States is afraid that completing the withdrawal would increase the instability.

José Lello escreve que o Presidente é "foleiro". (Este é socialista dos bons!)

O dirigente socialista José Lello justificou esta segunda-feira à noite o facto de ter chamado “foleiro” ao Presidente da República como uma “arreliadora deficiência tecnológica”.
“Este presidente é mesmo foleiro. Nem sequer convidou os deputados para a cerimónia do 25 Abril”, afirmou José Lello na sua página no Facebook.
Mais tarde, em declarações à Rádio Renascença (RR) justificou como uma anomalia técnica o facto de ter classificado de foleiro o comportamento do Presidente da República.
“Eu estava a enviar mensagens a um colega meu de bancada e, naturalmente, a utilizar uma linguagem que entre amigos é corrente”, afirmou.
“Se estivesse a exprimir-me publicamente utilizaria o politiquês e diria que o Presidente da República não foi suficientemente abrangente e, portanto, aquilo que eu disse senti”, acrescentou à RR.
Agora, acrescenta o dirigente socialista, classifica essa formulação, como “uma arreliadora deficiência tecnológica, que passou a público”.
Público, 26-04-2011
e no Jornal "i"
Não compreendo a surpresa. Este senhor "de puta do" sempre se exprime dessa maneira vulgar acompanhada de caretas e outras guturalizações no programa televisivo em que participa... Além do mais escreve errado o insulto que dirige ao Presidente da República. Não é "foleiro" é "fuleiro".

Raw Intelligence Report: A View from Syria

Editor’s Note: What follows is raw insight from a STRATFOR source in Syria. The following does not reflect STRATFOR’s view, but provides a perspective on the situation in Syria.

Syrian protesters march in the northeastern town of Qamishli on April  1
Photo: AFP/Getty Images
People are scared. An understatement, no doubt, but my friends — both foreign and Syrian — are worried about the developments. Almost all of my foreign friends are leaving and many have moved departing flights up in light of the recent events. Most Syrians don’t have this option and are weighing their options should sustained protests move to inner Damascus. Everyone is thinking along their sect even if they aren’t open about it. Much of the violence is attributed by Syrians to these mysterious “armed gangs.” Many are still placing hope in “Habibna” (literally “Our Love,” a nickname for the president) to bring about enough reforms to placate the demonstrators. A point that I was forced to make over and over is that a lot of the people protesting are doing so because someone they knew was killed and not because they were anti-government, although they are now. Privately, my Syrian friends admitted that Bashar [al Assad, the Syrian president] needs to make some major, major concessions quickly or risk continued protests and bloodshed of which would be attributed to him and not merely “the regime.”
By now we are all familiar with the cycle of protests reaching their high point on Fridays, after prayers. This Friday, however, was different for Syrians. Having seen the infamous emergency law lifted, albeit with serious caveats, Syrians were hoping for a relaxing of the security responses to the demonstrations. What they got was half as many demonstrators killed in one day as in all the days of demonstrations preceding it combined. It was almost as if things had been safer when the emergency law had been in effect. (On a side note, my friend guessed that maybe two out of every 100 Syrians could actually tell you what the emergency law was.) What was most striking about the demonstrations was that there were two in Damascus itself (Midan on Friday, April 22, and Berze on Saturday, April 23). While not in the city center these are by no means the far suburbs and countryside of Daraa or Douma. There were also protests in Muadamiyeh, which is right outside town next to the main bus station. I’ve heard that tanks along this road were seen April 24 pointing their guns not in the direction of the road but toward the city. The regime and everyone is terrified about protests in the city itself.

Eu quero que a Copa do Mundo 2014 vá para a Inglaterra - O Brasil tem outras prioridades


O Brasil não é o país do futebol. O país do futebol é a Inglaterra, pois foi lá que o esporte nasceu. Claro que o Brasil pode ter orgulho de ser um grande campeão mundial, mas isto não é motivo para que a Copa 2014 seja realizada aqui. Aliás, a única vez em que isto ocorreu, em 1950, sofremos uma derrota histórica. No entanto, o grande motivo para mandar a Copa de 2014 para a Inglaterra é que não temos dinheiro, não temos competência e não temos honestidade para realizar um evento deste porte.
O Brasil é o país da corrupção no futebol. A presidência da Confederação Brasileira de Futebol é praticamente vitalícia e nem com CPI, que comprovou dezenas de ilícitos, conseguiu ser mudada. Os clubes, na sua grande maioria, são dirigidos por políticos corruptos ou por agentes de jogadores, usados como currais eleitorais ou como fonte de bilionários negócios pessoais. A estrutura para a prática do futebol é um fiasco, tanto é que a realização da Copa está exigindo investimentos de mais de U$ 3 bilhões apenas em estádios. Tudo com financiamento a fundo perdido pelo BNDES ou dá para acreditar que os clubes, maiores devedores de INSS e FGTS, vão pagar estes empréstimos? E o BNDES vai fazer o quê com um estádio de futebol confiscado para pagamento de dívida?

[Aerus] "Ainda espero que a JUSTIÇA se cumpra e os que partiram encontrem a PAZ, e seus familiares a DIGNIDADE."

Graça Carrilho
Sou viúva do Comissário Carrilho, falecido em 13-03-2009.
Contibuinte do Instituto AERUS de Seguridade Social e por conta disso fui forçada a abrir inventário para receber os créditos que ele tinha.
Descobri que não tinha mais o direito a ser pensionista e sim credora, nem o direito ao seguro de vida que ele pagava. Até hoje o inventário não terminou. Fui casada por 33 anos e fui nomeada meeira, porém a juíza dividiu em 1/3 para cada um (eu e meus dois filhos), mas segundo o AERUS não está correto. Vivo da ajuda de minha mãe idosa, me encontro acometida de depressão e vitiligo. Perdi o plano de saúde e acompanho a tragédia que atingiu a nossa família variguiana. Pessoas humanas que arriscavam suas vidas e abriam mão do convívio familiar, sei que por conta do trabalho, porém todos almejavam uma velhice tranquila.
Ainda espero que a JUSTIÇA se cumpra e os que partiram encontrem a PAZ, e seus familiares a DIGNIDADE.
Avenida Atlântica, Copacabana, 30 de agosto de 2009. Foto: JP
Na mesma linha de entendimento disserta Brito Filho, para quem “a dignidade deve produzir efeitos no plano material”. Isso porque não se pode falar em dignidade da pessoa humana se isso não se materializa em suas próprias condições de vida.
Como falar em dignidade sem direito à saúde, ao trabalho, enfim, sem o direito de participar da vida em sociedade com um mínimo de condições?

O país (de Dilma Rousseff) que vive de miragens aboliu a fronteira entre a ficção e a realidade

Foto: DR

Sem saber atirar, Dilma Rousseff virou modelo de guerrilheira. Sem ter sido vereadora, virou secretária municipal. Sem ter sido deputada estadual, virou secretária de Estado. Sem ter sido deputada federal ou senadora, virou ministra. Sem ter inaugurado nada de relevante, virou gerente de país. Sem saber juntar sujeito e predicado, virou estrela de palanque. Sem ter tido um só voto na vida, virou candidata à Presidência. Eleita, não precisou fazer nada para virar, em 100 dias, uma superadministradora obcecada pela perfeição. O Brasil nunca foi um país sério. Mas só neste começo de século virou piada.
Há algo errado nesta história de “exímia gerente”, ironiza o jornalista J. R. Guzzo na edição de VEJA desta semana (leia a íntegra na seção Feira Livre)“A presidente Dilma Rousseff, como todo mundo está cansado de ouvir há pelo menos dois anos, teria a grande vantagem de ser uma gerente, ou mesmo uma “gerentona” – embora já não se saiba, quando falam assim, se é ou não um elogio”, registra um trecho do artigo. “No campo da imaginação comum, em todo caso, gerente é aquele que realmente resolve as coisas. Faz acontecer. Entrega o serviço combinado. Põe a mão na massa e o pé no barro. É um leão (ou uma leoa) para tocar uma obra”.

25 de abril de 2011: Desfile e Manifestação em Lisboa


Atendi à convocação e fui ao Desfile do 25 de abril de 2011. A concentração foi na Praça do Marquês de Pombal, o pessoal (milhares) desceu pela Avenida da Liberdade até à Praça D. Pedro IV, vulgo Rossio.
Eu desci na Estação da CP do Rossio, fui aquecer as turbinas com uma ginginha (sem elas) e me encaminhei para a Avenida da Liberdade. Lá fiquei esperando a malta.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Portugal: As eleições como referendo da culpa. Ou: "O Injustiçado - Capítulo XXXII"

No momento em que o Governo assinar com a troika o acordo que permitirá a assistência financeira do FEEF (Fundo Europeu de Estabilização Financeira) à economia portuguesa, quem ficará na "fotografia"? Só o Governo? Ou o Governo, o PSD e (eventualmente) o CDS? A questão está longe de ser meramente coreográfica. A UE e o FMI sabem bem que é preciso que Pedro Passos Coelho se co-responsabilize pelo acordo porque pode vir a ser ele o próximo primeiro-ministro. E tudo aponta para que esse eventual futuro governo - liderado pelo PSD ou pelo PS - integre também o CDS.
Não se passa um cheque a quem não dá garantias preto no branco de o querer pagar. Mas o que também se percebe, para já, com a maior das clarezas, é que José Sócrates vai fazer tudo o que estiver ao seu alcance para que Passos não fique de fora. Só que os motivos de Sócrates para querer Passos na "fotografia" são os da troika, mas não só. O tempo do primeiro-ministro e secretário-geral do PS é de campanha eleitoral. Por isso, quer poder dizer, daqui até ao dia das eleições, que o líder do PSD chumbou o PEC, provocou eleições antecipadas, obrigou o País a pedir ajuda externa e agora assina um acordo que será pior do que o PEC que já estava acordado com Bruxelas.
Isto conjugar-se-á na perfeição com aquilo que o PS quer das eleições: transformá-las num referendo à culpa da crise. O discurso já foi ensaiado e será repetido até à exaustão. A dúvida, agora, é a seguinte: tal discurso passará no eleitorado? Ou o jogo do passa-culpas já só resulta numa espécie de match nulo indiferente para a opção eleitoral de cada um?
A resposta só a saberemos a 5 de Junho, quando o País for a votos.
Editorial, Diário de Notícias, 25-04-2011

O Injustiçado. (JP) Foto: Nuno Pinto Fernandes/Global Imagens
"O cabeça de lista do PS por Lisboa, Ferro Rodrigues, defendeu hoje a negociação pós-eleições de um 'acordo político que dê uma maioria forte no Parlamento', mas reconheceu que 'é completamente impossível' qualquer acordo dos socialistas à esquerda."
Outro esplêndido boy – que viveu em Paris, nos últimos anos – vem agora dizer que… blá-blá-blá…
 (Aqui)

Os excessos de consumo e o nosso futuro


Está aumentando bastante em nosso país o consumo do que antes era conhecido como supérfluo, e as pessoas passaram a usar, em volume muito maior, carros importados, roupas, bolsas, sapatos e relógios de grife, e em suas novas casas podemos ver aparelhos de som e televisões enormes instalados em vários ambientes.
A inflação mais baixa e o crédito mais fácil certamente alavancaram a economia popular, e melhorou bastante o padrão de vida do brasileiro ao permitir maior consumo em todas as camadas sociais. A melhor alimentação, a aquisição da casa própria e a aquisição de diversos produtos antes nem sonhados, passaram a ser possíveis.
Esse consumo maior pode ser facilmente observado em nossa sociedade, que com a política econômica atual, a globalização da economia, a abertura de mercados e a informação via internet, certamente foi influenciada pela política consumista norte americana e pela moda européia.
Entretanto essas facilidades de informação e de crédito estão sendo pouco controladas pela população brasileira, não acostumada a elas nas últimas quatro décadas, durante as quais teve pouca educação, a informação era restrita às classes sociais mais abastadas que podiam viajar ao exterior, e conviveu com muita inflação.
A grande maioria da população economicamente ativa do país nunca viveu em uma economia sem inflação e, consequentemente, nunca absorveu o hábito da poupança, do seguro-saúde, da estabilidade econômica em seu envelhecimento e da garantia da escola universitária para os filhos.

Só pode ser alucinação!

Porto Alegre, RS, abril de 2011. Foto: Marcelo Noll Prudente
Deve ser um terrível equívoco! Como a Sra. Dilma Rousseff - que tanto aterrorizou o imenso Brasil ao alertar o povo brasileiro das intenções privatistas ou privatizadoras do candidato José Serra - pode estar querendo privatizar os Correios do Brasil?? Claro que não! Pelo contrário, vai lá "empregar" 20 mil companheiros!

Filmes Sem Cartaz


domingo, 24 de abril de 2011

Ainda faz sentido comemorar o 25 de abril?

Foto: DR

A Revolução dos Cravos foi um período da história de Portugal, desencadeado por um golpe de Estado militar ocorrido a 25 de Abril de 1974 que depôs o regime ditatorial Estado Novo, vigente desde 1933 e iniciou um processo que viria a terminar com a implantação de um regime democrático com a entrada em vigor de uma nova Constituição a 25 de Abril de 1976.
Este golpe, normalmente conhecido pelos portugueses como 25 de Abril, foi conduzido por um movimento militar, o Movimento das Forças Armadas (MFA), composto por oficiais intermédios da hierarquia militar, na sua maior parte capitães que tinham participado na Guerra Colonial e apoiados pelos oficiais milicianos, estudantes recrutados, muitos deles universitários. Este movimento nasceu por volta de 1973, baseado inicialmente em reivindicações corporativistas como a luta pelo prestígio das forças armadas, acabando por se estender ao regime político em vigor. Sem apoios militares, e com a adesão em massa da população, a resistência do regime ao golpe foi praticamente inexistente, registando-se apenas quatro mortos.
(...)
Fonte: Wikipédia
Foto: DR

Atentado no Riocentro vai fazer 30 anos.

Anúncio do Show publicado no JB. Autor: Raphael Garcez

Agenda do sargento que morreu no atentado no Riocentro revela, após 30 anos, rede de conspiradores do período
Deixar que a bomba explodisse em seu colo não foi o único erro do sargento Guilherme Pereira do Rosário na noite de 30 de abril de 1981, no Riocentro. O "agente Wagner" do Destacamento de Operações de Informações do 1º Exército (DOI I), principal centro de tortura do regime militar no Rio, também levava no bolso uma pequena agenda telefônica, contendo nomes reais, e não codinomes, e respectivos telefones, de militares e civis envolvidos com tortura e espionagem. Quatro deles eram ligados ao "Grupo Secreto", organização paramilitar de direita que desencadeou uma série de atos terroristas na tentativa de deter a abertura política.

Havia ainda nomes-chave da polícia fluminense, como o chefe de gabinete do secretário de Segurança e o chefe da unidade de elite policial da época, o Grupo de Operações Especiais, mais tarde Departamento Geral de Investigações Especiais, setor especializado em explosivos que tinha a responsabilidade de investigar justamente atentados a bomba como os patrocinados pelos bolsões radicais alojados na caserna.

Trinta anos depois do atentado que vitimou o próprio autor e feriu gravemente o então capitão Wilson Machado, O GLOBO localizou a agenda e identificou metade dos 107 nomes e telefones anotados pelo sargento. De oficiais graduados a soldados, de delegados a detetives, Rosário tinha contatos em setores estratégicos, como o Estado-Maior da PM e a chefia de gabinete da Secretaria de Segurança, além de amigos ligados a setores operacionais, como fábrica de armamento e cadastros de trânsito.