terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Macri mostra o crucifixo para 24 mil vampiros estatais

Luciano Henrique

A extrema-esquerda está chorando. E este é um motivo para o povo decente (e trabalhador) comemorar, uma vez que trabalho é uma perdição para os bolivarianos. Segundo a Carta Maior estão histéricos, revoltados, transtornados pois 24 mil vagabundos não conseguem mais vampirizar o estado. Dá até gosto de ler a gritaria da Carta Maior:

Mais de 24 mil funcionários públicos da Argentina foram demitidos pelo novo governo do neoliberal Maurício Macri [foto]. O presidente, porém, durante sua campanha eleitoral afirmou por diversas vezes que seu país teria “emprego para todos”.


Muitos dos trabalhadores demitidos se dedicavam à implementação de projetos do Estado em bairros pobres; outros eram encarregados de analisar preços de produtos de consumo em massa e transmitir estas informações às forças policiais e militares do país.

A política de corte de Macri não afetou apenas os mais de 2 mil trabalhadores do Congresso, que foram despedidos por não compactuar com o pensamento neoliberal, mas também outros 489 funcionários do Ministério da Justiça que se dedicavam aos casos de violência institucional e crimes de lesa humanidade.

A Associação de Trabalhadores do Estado (ATE) afirma que as novas autoridades da Argentina não têm critério para aprovar as demissões injustificadas em um país onde “as oportunidades de emprego são para todos os argentinos, sem distinção política ou religiosa”.

“As demissões foram intempestivas, muitas vezes sem uma comunicação direta com o trabalhador e em inúmeros casos com interrogatórios para os empregados “se entregassem” com alusões à simpatia política ou à militância”, denunciou o jornalista do jornal Pagina/12, Javier Lewkowicz.

Ainda estão reclamando?

Deviam ficar vergonha por terem chupinhado o estado por tanto tempo. Não eram funcionários concursados, mas comissionados, ou seja, apadrinhados.

Reclamam que Macri está em discordância com seu lema de campanha, o qual dizia que o país teria “emprego para todos”. Mas ele falava de emprego para trabalhadores, não morcegadores metidos a espertalhões.

A Carta Maior nem se envergonha de falar que alguns desses chupins “eram encarregados de analisar preços de produtos de consumo em massa e transmitir estas informações às forças policiais e militares do país”. Deviam morrer de vergonha por fazer isso.

No fim ainda reclamam, na caradura: “”As demissões foram intempestivas, muitas vezes sem uma comunicação direta…”
 
Comunicação direta? Deviam agradecer por não sofrerem escracho.

Agora o negócio é correrem atrás de um trabalho decente. Vai ser dolorido para essa gente…

Eis o verdadeiro Van Helsing da Argentina. Já botou para correr 24 mil vampiros do estado. Os 12 anos de noite trazidos pelos Kirchner viraram um dia de sol.´ 

Título, Imagem e Texto: Luciano Henrique, Ceticismo Político, 2-2-2016

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