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segunda-feira, 26 de novembro de 2018
Ser feliz
Nelson Teixeira
Ser feliz é muito mais do que
chamam de felicidade
É estender a mão sem esperar
nada em troca.
É dar valor à vida e
aproveitar estar ao lado de pessoas que são suas raízes.
Ser feliz não tem preço, nada
se compra, tudo se conquista, ser feliz é conquistar!
Ser feliz é sonhar e realizar,
é buscar e encontrar e, acima de tudo, acreditar.
É dedicar tempo para vida, é
viver o hoje, é cultivar o ontem e plantar o amanhã.
E mais do que tudo, ser feliz
é perdoar e jamais guardar mágoas.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz,
26-11-2018
domingo, 25 de novembro de 2018
[Foco no fosso] Liberdade de expressão
"Política e religião não
merecem discussão". Esta "máxima" deve ter sido elaborada de
comum acordo entre políticos e religiosos. Se tal conceito ficar inserido na
mente da população por longo tempo, eles poderão editar as normas que bem
entenderem sem o receio de serem contestados. Criarão mecanismos que preservem
seus interesses corporativos e o rebanho não ousará contestar tais atos com
receio de serem castigados pelo "pecado" de questionar os condutores
de seus destinos. Ninguém deseja ficar fora do “paraíso” depois de mudar de
plano.
Efetivamente, devemos investir
não só nestes assuntos como em todos os demais que influenciam nosso cotidiano
e que afetam a formação de nossos herdeiros, que desejamos ver moldados no
sentido de desfrutar de uma vida equilibrada e com pequenos riscos que afetem as
suas felicidades. A forma de orientar os jovens dentro deste cenário cruel está
cada vez mais difícil e as ideias lançadas aqui devem produzir não uma cartilha
genérica, mas alguns balizadores flexíveis que darão orientação a cada família.
Como o espaço virtual é mais
voltado para os versos e prosas, nada impede que os mesmos sejam calcados em
temas políticos, sociais, protestos, elogios e agregados. Não perderão beleza
por isto. Elogios ao céu, aos rios, às matas, aos pássaros e a outras belezas
da Natureza estão perto do esgotamento. No ramo da contestação existe um
deserto a ser explorado com inteligência e beleza. Dentro deste contexto editei
o poema “palha no pulha” premiado em concurso literário em 2013!
Estamos numa época de pesquisa
(não uma contestação gratuita) de dogmas. É um direito natural que um jovem ao
receber uma mensagem de um familiar ou amigo mais idoso, pergunte "por quê?" tem de ser assim e até onde
existe flexibilidade para ultrapassar a "linha" da fronteira que
delimita o direito de terceiros. E temos de ter bases lógicas para tentar
explicar o fato anunciado como "lei" incontestável. Não adianta
gritar com a criança para ficar longe do fogão.
Ela vai ficar curiosa e um dia
vai se queimar. Então, é preciso fazer uma demonstração do porquê da orientação.
Aqueça seu forno por trinta segundos, coloque o braço da criança lá dentro e
quando ele fizer menção de se afastar, explique porque é perigoso estar perto
do equipamento. Ao invés de gritar para a criança largar a caixa de fósforos,
coloque álcool dentro de uma xícara de café, risque um fósforo e mostre as consequências
e como é possível eliminar um foco de incêndio usando artefatos existentes no
lar. Estas são orientações que deveriam existir dentro da escola, ao invés de
perderem tempo obrigando os alunos a decorarem os nomes de parentes (ainda bem
que não pedem CPFs dos mesmos) do rei do Egito 800 A.C. ou dos 245 afluentes
dos 25 principais rios do Brasil.
[As danações de Carina] Ovelha negra
Carina Bratt
Mamãe foi a primeira a
perguntar como é que eu estava me virando. Logo eu, Sofia, uma moça de vinte
anos nas costas que não possuía nenhum senso prático de organização. Uma
bagunceira nata. Tinha mania de deixar tudo jogado pela casa – desde as
calcinhas no chão do boxe do banheiro, aos sapatos e sandálias, cada um para um
lado, no hall da sala. Não lavava um copo. Ao comer, fazia uma lambança dos
diabos, além de deixar os pratos amontoados em cima da pia, até juntarem
baratas.
Todos em casa orbitavam sistematicamente
metódicos. A começar pelo Luiz, meu irmão mais velho. No guarda-roupa dele,
dividido com o Valdir, meu outro irmão, podia se achar uma agulha no escuro,
sem precisar do palheiro, ou acender a luz. O mesmo acontecia com as tralhas de
Paulinho, um primo nosso que fazia faculdade de medicina e morava no interior.
O cara vinha para casa de
quinze em quinze dias. Um porre! Chegava a dar nos nervos, de tão limpo e
organizado. Viviane, minha irmã, (depois de mamãe e nossa empregada Regininha,
a quarta mulher da casa. Viviane mais nova que eu dois anos), também não ficava
atrás. Seu quarto podia se classificar como um desses bons exemplos para
qualquer adolescente rebelde e metida a patricinha.
Puxou a mamãe e, como tal,
nada rolava fora do seu devido lugar. Na verdade, me transformara na ovelha
negra da família havia anos. Desde pequena meus pais viviam pegando no meu pé
para tomar juízo e botar na cabeça um pouco de modos. Qual o quê! Os conselhos entravam por um
ouvido e na mesma hora saiam por outro numa velocidade incrível.
Na verdade, eu não serviria
jamais como exemplo para qualquer tipo de família, fosse ela de classe média,
rica ou pobre e acredito, tenha sido esta a razão maior que os meus pais me
jogaram com todas as bagunças e bugigangas para o quartinho da Regininha, a
nossa secretária do lar, que ficava lá nos fundos do quintal, bem longe da casa
principal. Regininha se deu bem. Passou
de mala e cuia, a dividir os aposentos com a Viviane. Massa! Foi nesse
quartinho que me soltei. Que me desamarrei e extravasei as taras escondidas.
Nada no meu novo pedaço estava em ordem. Tudo era uma confusão só. Uma baita,
diga-se de passagem.
Triunfo de Jair Bolsonaro muda o panorama da América Latina
No mês de outubro
passado, Jair Bolsonaro foi eleito Presidente do Brasil. Seu amplo e
inquestionável triunfo levanta uma série de interrogações que são radicalmente
ignoradas por quase todos os meios de comunicação do mundo, merecendo por isso
uma análise profunda. Vejamos, então, algumas das razões que explicam a
preferência do eleitorado por ele.
Bolsonaro foi durante muitos
anos membro do Parlamento brasileiro, onde se deu a conhecer ao País, embora
sem destaque especial ou liderança significativa. Quando foi lançado como
candidato à Presidência — como ele mesmo explicou após ser eleito —, não tinha
partido político, dinheiro, nem tampouco qualquer meio de comunicação que o
apoiasse.
No entanto, esta não foi a
maior dificuldade a superar. Muito piores foram as perseguições, difamações, calúnias
e tentativas de ridicularizá-lo por causa de suas ideias. Sem a menor
consideração, com os termos mais depreciativos, lançaram contra ele os epítetos
de fascista, nazista, extremista, fanático, ditador, e muitos outros,
igualmente gratuitos e infundados. Quando procurava explicar os princípios da
sua campanha presidencial, todos os meios de comunicação, como se tivessem
feito entre si um pacto secreto de difamação, desacreditavam-no, dizendo que
ele era contra as mulheres, os negros, os índios, os pobres, os comunistas, os
imigrantes, a liberdade de expressão, e muitas outras tolices. Os jornais, os
canais de TV, as rádios, não só no Brasil, mas na América Latina, nos EUA e na
Europa, repetem e continuam repetindo a mesma cantilena mentirosa, com evidente
má-fé.
A perseguição contra Bolsonaro fê-lo
crescer
Como explicar ao mundo que, apesar de tamanha perseguição, de tantas ofensas, difamações e ataques pessoais, Jair Bolsonaro tenha acabado ganhando amplamente as eleições no Brasil? Esta é a questão que todos aqueles que atiraram pedras e infâmias contra ele não se atrevem a responder. Além disso, para a fúria e perplexidade de seus detratores esquerdistas, eram precisamente as mulheres, os negros, os pobres, os índios, e também todas as vítimas do socialismo, que votavam nele.
Então, o que levou Bolsonaro a
ser catapultado à Presidência do Brasil?
Primeiro, a derrocada do
Partido dos Trabalhadores (PT), que durante 13 anos destruiu a economia
brasileira, criando uma espiral de corrupção e pilhagem sistemática de ativos
estatais que levou o Brasil à maior crise econômica de toda a sua história.
Dois períodos presidenciais de Lula da Silva e pouco mais de um de Dilma
Rousseff foram suficientes para desmantelar o aparato produtivo do País. Sem
falar dos oito anos de Fernando Henrique Cardoso, que pavimentou o caminho para
Lula e o PT.
[As danações de Carina] Apresentação
Carina Bratt
Eitaaaa!... estou me sentindo
feliz e realizada. A partir de hoje, 25 de novembro de 2018, a convite do
Editor Jim Pereira, faço a minha estreia aqui na revista “Cão que Fuma”.
Ganhei uma coluna, um espaço
só meu. Não é legal? Todos os domingos, os leitores poderão ler as minhas
“Danações”. Na verdade, “As Danações de Carina Bratt”. Escreverei para a galera
de um modo geral, sem distinção de idade. Assuntos? Os mais diversos e
triviais. Televisão, literatura, música, curiosidades, política, novela,
fofoca, enfim, procurarei ser eclética sem declinar ou descambar para o lado
ortodoxo.
Deixem, por favor, me
apresentar: sou Carina Bratt, nascida em Curitiba, no Paraná, no dia 1º de maio
de 1989. Formada em jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero, em São Paulo.
Minha única faculdade. Desde que peguei o canudo, nunca escrevi uma linha
profissionalmente. Vez em quando, por bondade do amigo Jim e do meu patrão,
vieram a público alguns textos meus.
Desde os 17 para 18, trabalho
como secretária e assessora de imprensa do jornalista e escritor Aparecido
Raimundo de Souza. Por sinal, minha primeira experiência de carteira assinada.
Amo o que faço. De paixão.
![]() |
| Carina Bratt e Aparecido Raimundo de Souza, foto: arquivo pessoal |
Era o que precisava dizer para
começo de conversa. No mais, sejam bem-vindos. Espero que gostem e participem
dos meus escritos deixando as suas opiniões.
Carinhosamente,
Carina Bratt, 25-11-2018
PAZ!
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O caminho da vida
Nelson Teixeira
O caminho da vida pode ser o
da liberdade e da beleza, porém, nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos
homens… levantou no mundo as muralhas do ódio… e tem-nos feito marchar a passo
de ganso para a miséria e morticínios.
Criamos a época da velocidade,
mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância,
tem-nos deixado em penúria.
Nossos conhecimentos
fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos
bem pouco.
Mais do que de máquinas,
precisamos de humanidade.
Mais do que de inteligência,
precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e
tudo será perdido.
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz,
25-11-2018
[Pensando alto] Fatos históricos, o Brasil colossal, a esquerda caviar e Dom Sebastião
When in doubt tell the truth
Mark
Twain
Parafraseando Mark Twain, como estou
sempre em dúvida, condenado estou a dizer sempre a verdade, mesmo que, como de
costume, não politicamente correta.
No geral, os livros de história não
passam de uma narrativa linear de fatos e acontecimentos tidos como relevantes.
Vou tentar ser mais específico. A forma complexa, os encadeamentos sutis e o
enlaçamento de situações ou ações que, na primeira visada, não parecem estar
imbricados, são determinantes daquilo que ganhou relevo histórico. Quando
alguém constrói um prédio de vários andares vai sobrepondo andaimes para que os
trabalhadores envolvidos no empreendimento possam erguer as diversas etapas da
obra. O arquiteto fez um projeto e um engenheiro fez os cálculos necessários
para que a o prédio não colapse no curso ou ao término da edificação. Concluída
a obra, os andaimes são retirados, as plantas e os cálculos são engavetados, os
trabalhadores, as máquinas e o material desaparecem, como se nunca tivessem
sido necessários à completitude da iniciativa.
Assim é a História. Somente as obras
mais meditadas e os autores mais argutos conseguem lançar luz sobre aquilo que
não se vê, quando se contempla aquilo que é visível. Mas não só isso. Às vezes,
há algo mais complexo para explicar as resultas do fato sabido. Por exemplo: o
que a descoberta das Américas, Brasil junto, tem a ver com a tomada de
Constantinopla pelos turcos otomanos? Tem muito a ver, mas essa vinculação fica
para uma abordagem futura, que nosso foco agora é por que esse Brasil grandão
ganhou dimensão continental e por que estamos sempre esperando alguém
providencial.
O processo de descobrimento do Novo
Mundo foi uma epopeia desencadeada por Portugal e Espanha.
Por volta de 1494, a Espanha já tinha
descoberto algumas ilhas caribenhas, e Portugal, o arquipélago de Cabo Verde.
Nesse mesmo ano, ambos os países assinaram um tratado que levou o nome da
cidade de Tordesilhas, da Espanha, onde celebrado, traçando uma linha
imaginária, no sentido Norte-Sul, a 370 léguas a Oeste das ilhas de Cabo Verde.
O que daí em diante fosse descoberto a Oeste dessa linha pertenceria à Espanha,
a leste, Portugal. A permanecer tal divisão, a Portugal somente caberia mais ou
menos o que hoje identificamos como o Nordeste brasileiro, pois a linha traçada
de polo a polo atingiria o país que veio a ser chamado Brasil a leste da foz do
Amazonas, caindo como um raio na altura do Rio de Janeiro. Isso quer significar
que, a se manter aquele status quo, seríamos hoje um nordestão.
QUIZ: Chechênia
Em
1994, com a intenção de pôr cobro às sucessivas reivindicações separatistas,
Ieltsin ordenou a invasão de uma das repúblicas caucasianas que proclamara a
independência. A que república nos referimos?
A – Azerbaijão
B – Geórgia
C – Chechênia
D – Armênia
sábado, 24 de novembro de 2018
QUIZ: Criação da União Europeia
Em
fevereiro de 1992, os Estados-membros da Comunidade Econômica Europeia
assinaram o Tratado – redigido em dezembro de 1991 – que daria luz verde à
criação da União Europeia e que fixava a moeda única, introduzida nos mercados
financeiros em 1999. Que nome recebeu esse Tratado?
A – de Lisboa
B – de Maastricht
C – de Roma
D – de Bruxelas
Charada (674)
lugar
ficou
o piloto
Nico
Rosberg
depois
de ultrapassar
o
2º classificado,
na
última reta
do
circuito de
F1
do Mônaco?
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
Entrevista de Michelle Bolsonaro à Rede SUPER de Televisão
Márcia Resende conversa com a futura
primeira-dama do Brasil, Michelle Bolsonaro, que fala sobre sua vida com Deus,
ministério, chamado, família, entre outros temas.
Consulte os textos sobre os principais temas e grandes desafios a serem enfrentados pelo novo Governo do Brasil
A EQUIPE DE TRANSIÇÃO DE BOLSONARO criou um site específico para
tornar os documentos de transição públicos. Vale a pena ver e divulgar para que
saibamos quais serão as lutas que virão.
As informações
disponibilizadas objetivam contribuir para o conhecimento sobre o funcionamento
do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Propõe-se subsidiar o
processo de Transição de Governo 2018-2019, de forma transparente e
republicana, num compromisso com a institucionalidade do Estado Brasileiro.
Conheça abaixo os 15 textos sobre temas estruturantes e grandes desafios a serem enfrentados pela nova equipe de Governo quanto às principais decisões sob competência do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Os textos se entrelaçam para fornecer à nova equipe visão abrangente e estratégica, mas podem ser lidos e entendidos separadamente.
Conheça abaixo os 15 textos sobre temas estruturantes e grandes desafios a serem enfrentados pela nova equipe de Governo quanto às principais decisões sob competência do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão. Os textos se entrelaçam para fornecer à nova equipe visão abrangente e estratégica, mas podem ser lidos e entendidos separadamente.
[Aparecido rasga o verbo] Amnésia fenomenológica
Aparecido Raimundo de
Souza
NÃO ESTOU CONSEGUINDO ME ACHAR. Em canto nenhum eu
estou. Já me procurei em casa, em residência de amigos, parentes mais chegados,
no cafofo das duas namoradas, nos lugares onde compro a crédito, no
supermercado, na farmácia, na padaria, no salão onde corto o cabelo e faço a
barba. Enfim, eu sumi, desapareci misteriosamente do mapa. Como se tivesse sido
tragado. Estou diante da vacuidade da minha própria imbecilidade vivendo, ou
melhor, vegetando o desprezível da pior parte da existência humana. O não saber
quem sou.
Tudo aconteceu por
conta da última saída que fiz até à estação do Metrô Barra Funda. Em algum
lugar ali, ou lá, não sei, perdi todos os documentos. Não restou sequer um que
desse conta de mim. Ao menos a carteira de habilitação com uma foto, para
provar que, realmente, eu sou eu. Eu quem? Aparecido, 65 anos, nascido em
Andirá, Paraná, filho de meu pai e da minha mãe, ambos enterrados vivos,
trancafiados na falsa lucidez maçante de uma burguesia truncada.
- Sabe ao menos o nome
de seus genitores – perguntou uma policial do posto de atendimento ao cidadão
que disse ser minha amiga e querer me ajudar?
Meu lado curioso
dentro do inevitável deu sinais de vida.
- Que diabo venha a
ser isto, genitores? Algo que se mastigue?
A estranha ponderou
carinhosa:
- Genitores. Quero
dizer seus pais. Sabe o nome deles?
- Não, respondi seco.
- Dos seus avôs,
prosseguiu ela?
- Deu branco.
- Algum irmão?
- Devo ter, mas não
sei o nome de nenhum, assim de momento...
- Tem esposa? Filhos? Sabe
sua idade?
- Estou mais por fora
que peixe à larga do cardume.
- Estranho!
Concordei com a jovem.
Muito estranho. Além de estranho, esquisito também. Como podia uma pessoa, de
repente – pelo fato de perder a sua carteira com os documentos pessoais ir
junto, de roldão, e escafeder na poeira, sumir de vez, no ar? Nunca vi fato
igual. Nada parecido. Nem aparecido. Parecia loucura. Pensei estar em outro
mundo. O pior, nessa confusão toda – não me recordei de ter sido abduzido.
Virei uma espécie de Holden Caulfield moderno, aquele personagem de J.D.
Salinger evidentemente sem a voz do Apanhador no Campo de Centeio, todavia de
um apanhador de um campo de sem telhas.
Sem telhas, sem capa e sem guarda chuva. Tentei o celular. Não deveria
deixar nada ao acaso. Quem sabe ele não me direcionasse para algum lugar. Qual
o quê! Bateria descarregada.
Cacildis! Black Friday na Worten, Braga, Portugal
Bom, a imagem acima é uma captura de tela de um vídeo, entretanto apagado, na página de Daniel Gonçalves.
Aí, fui procurar outro. Achei este filmado na loja de Matosinhos:
Charada (673)
Cada um dos seguintes
grupos reúne clubes desportivos
com uma particularidade comum.
Porém, no primeiro grupo está
um clube que pertence ao segundo
e no segundo está um clube
que pertence ao primeiro.
Atlético C.P.
|
Rio Ave F.C
|
C. F. Belenenses
|
Boavista F.C.
|
G.D. Aves
|
Leixões S.C.
|
Sporting C.P.
|
Vitória S.C.
|
S.L. Benfica
|
F.C. Porto
|
G.D. Estoril Praia
|
Varzim S.C.
|
G.D. Estrela
|
F.C. Penafiel
|
Indique a particularidade comum
de cada grupo e quais são
os dois
clubes que estão trocados.
quinta-feira, 22 de novembro de 2018
[Coluna do Almir] Queremos um ministro abolicionista para aposentados
Prezado
Presidente, Senhor Jair Messias Bolsonaro:
Sou
um aposentado octogenário do RGPS, um atuante emissor de e-mails para todos os
parlamentares do nosso Congresso Nacional, como vossa excelência mesmo não deve
ignorar pelas incontáveis mensagens que há muito venho lhe dirigindo.
Tomando
a liberdade para mais uma vez voltar à sua presença, peço vênia para lhe fazer
um novo pedido um tanto inusitado, em nome também de aproximadamente dez
milhões de aposentados, que em duas décadas vêm sendo esquecidos e massacrados
por governos de coração empedernido, alijando dos velhos trabalhadores o
direito de usufruir também uma digna cidadania.
É
notório também que autoridades políticas não veem este segmento de
trabalhadores idosos com bons olhos, quando, só contamos na realidade, com dois
parlamentares que ainda partem em nossa defesa, sendo eles: o senador Paulo
Paim (PT-RS) e o deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP).
Para
tristeza dos aposentados, o deputado Arnaldo Faria de Sá [foto abaixo] não conseguiu a sua
reeleição! Dado a sua abnegação por esses segurados do INSS e antiga lealdade
pelos velhos de cabelos brancos, inquiro a Vossa Excelência, sem segundas
pretensões, a viabilidade de lhe ser concedido um cargo de relevância do seu
futuroso governo, dando-lhe uma eventual oportunidade de continuar na nobre
missão de defender e apoiar aposentados e pensionistas.
Respeitosamente,
Almir Papalardo, 22-11-2018
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Eurodeputado português, Nuno Melo, põe os pingos nos is sobre a narrativa da mídia contra Bolsonaro
Uma voz dissonante, uma voz
lúcida num ninho de marxistas inveterados e invertebrados.
De resto, acrescento que nem o
Maduro alguma vez foi chamado de "extrema-esquerda".
Contos moucos loucos (XXXV) – Chuva
Estava chovendo. Colocou a
coleira e a trela no cachorro. Pegou o guarda-chuva. Saíram do apartamento os dois,
o homem e o cão. Pegaram o elevador. Saíram para a rua. Tinha parado de chover.
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