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Leandro Ruschel
Pra quem não lembra, Jorge Messias ficou conhecido
como "Bessias", o menino de recados de Dilma que foi levar o termo de
posse ao Lula para impedir uma possível prisão dele, no auge da Lava Jato, em
2016.
Ironicamente, a indicação de Lula como ministro de Dilma foi anulada por Gilmar Mendes, por desvio de finalidade. À época, a Lava Jato ainda não havia batido à porta do Supremo e do próprio Gilmar, e o ministro era um entusiasta da operação.
Depois da descondenação de Lula e sua alçada à presidência, o Descondenado levou "Bessias" para a AGU, para consolidar a blindagem do establishment.
Na AGU, uma das primeiras medidas do sujeito foi criar uma estrovenga chamada "Procuradoria Nacional da Defesa da Democracia", na prática mais um aparelho petista para censurar e perseguir adversários políticos.
Sempre que possível, "Bessias" se alinhou ao estado de exceção vigente, não apenas defendendo todo o autoritarismo do Supremo, como participando ativamente das ações persecutórias.
Vale lembrar: quando os Twitter Files Brasil expuseram a campanha de censura secreta de Alexandre de Moraes e do TSE, revelando como a Justiça pressionava o Twitter para censurar perfis e entregar dados privados de cidadãos brasileiros, "Bessias" reagiu em 20 dias.
Enviou uma notícia-crime contra os jornalistas responsáveis pela reportagem ao PRÓPRIO Moraes, pedindo que o ministro cuja censura foi denunciada investigasse quem a denunciou. Na prática, usou a máquina da AGU para enquadrar jornalismo investigativo como "crime contra o Estado Democrático de Direito".
"Bessias" não passa de um soldado petista, um militante de extrema-esquerda que consolidaria um Supremo aparelhado e politizado, utilizado como instrumento de repressão, e não como uma corte constitucional.
É preciso ser muito otário para acreditar que o
sujeito atuará de forma "imparcial" assim que assumir uma cadeira no
Supremo.
Título e Texto: Leandro Ruschel, X, 2-4-2026,
17h25
Esses são os ministros "di direita"? Fazendo campanha para colocar mais um militante de extrema-esquerda e soldado petista no Supremo. 🤡 pic.twitter.com/NkS6zuJJdV
— Leandro Ruschel 🇧🇷🇺🇸🇮🇹🇩🇪 (@leandroruschel) April 2, 2026


A indicação de Messias para o Supremo é querosene jogado no fogo. Em um momento de grave crise reputacional do STF — enrolado com o caso Master, com o Vorcaro e com o absurdo inquérito das fake news —, emplacar um ministro altamente ideológico e não técnico é um erro que o Senado tem o dever de barrar.
ResponderExcluirA chave está no Alcolumbre. Contrariado com a indicação, e com histórico de sentar em cima de sabatinas, ele pode enrolar o processo se quiser. Mas o ponto central não é só o tempo — é a qualidade da sabatina. Historicamente, são sessões de puxa-saquismo explícito, sem perguntas sérias. Até Toffoli, reprovado duas vezes no concurso para a magistratura, passou. Isso precisa mudar.
O momento é crucial. Se Lula for reeleito em 2026, indicará mais três ministros até 2030 — as vagas de Gilmar, Fux e Carmen Lúcia. O aparelhamento do STF é uma das razões mais concretas para não repetir esse governo. E tudo começa agora, com o Messias.
kikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikiki.
ResponderExcluirde novo, viva o novo bandido....
kikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikikiki
Aparecido Raimundo de Souza (no Sitio Shangri-la, em Pequiá ES