terça-feira, 31 de maio de 2011

Oração: Vídeo é reproduzido até pelo 'Washington Post'



Juliana Dal Piva
Poucas vezes uma oração ganhou notoriedade tão rápido. Foram necessários apenas seis dias para que uma pequena, mas curiosa banda de Curitiba virasse o novo sucesso brasileiro do YouTube. O videoclipe alegre, hippie e simples de “Oração” de “A banda mais bonita da cidade” virou febre. Foram mais de 2,6 milhões de visualizações em apenas uma semana. A desinteressada divulgação fez com que a agenda do grupo ficasse cheia e tornou-o conhecido internacionalmente: até o “Washington Post” publicou o vídeo em seu website.
Revista Isto É, 29-05-2011


Um brasileiro honesto


Estava ali, na poltrona 13 do ônibus que faz a rota Friburgo-Rio. Um celular esquecido pelo passageiro. Entre a poltrona e o vidro, havia algo mais. O motorista Joilson Chagas, de 31 anos, abriu o “pacote rústico” e tomou um susto. Nunca tinha visto tanto dinheiro junto: R$ 74.800. Não passou aos superiores. “É tentador. Nessa hora, nem nos colegas a gente confia.” Por sorte ou destino, Joilson conseguiu devolver tudo ao dono. “O dinheiro não era meu. É bom ficar com o que é nosso.”
Joilson levou o dinheiro de volta a Friburgo. Ao chegar ao ponto final, na Ponte da Saudade, avistou um senhor humilde chorando na porta da padaria. “Perdi um celular”, dizia ele, “deve ter sido no centro do Rio.” Joilson perguntou: “O celular é este?”. O senhor, agricultor de 80 anos, emocionou-se: “É esse mesmo. Não tinha mais nada no ônibus?”. Joilson disse que ele precisava explicar direitinho o que perdera. E ele falou: “Eram R$ 74.800 para pagar o transplante de minha filha, que não é coberto pelo SUS”. Joilson entregou o pacote e não aceitou recompensa. “O dinheiro estava contado para a cirurgia e para a passagem. Eu não podia aceitar nada”, ele me disse. “Também sou pai de família.”
A história de Joilson aconteceu no dia 19 de abril e correu mundo. No Facebook, ele recebeu mensagens da Holanda, da Espanha, dos Estados Unidos, do Japão. Foi a programas de televisão. Ganhou plaqueta da empresa elogiando seu ato. Foi homenageado na semana passada no Palácio Guanabara, do governo do Estado. Recebeu cartas de alunos da 2ª à 5ª série de uma escola do Rio, dizendo: “Motorista, foi lindo o que você fez, você foi meu herói”. Num dos envelopes, havia R$ 2 e um bilhete: “Desculpe não dar mais, era o que eu tinha no bolso”. Joilson treme a voz. Quer encontrar e beijar essas crianças. “O que eu fiz era para ser uma coisa normal. O ser humano é repleto de valores, mas não põe em prática.”
Ele começou a dirigir em transportadora quando tinha 18 anos. Concluiu o segundo grau. É casado, seu filho Gabriel tem 14 anos e sua mulher está grávida de cinco meses, de outro menino. Nas enxurradas em Friburgo, Joilson perdeu a casa, os móveis, e mora de favor na casa da irmã. A escola onde sua mulher era professora também foi levada pelas águas.

31 de maio: Dia Internacional do Comissário de Voo (vídeo)

Como prometi ontem aqui, eis um vídeo* que preparei para complementar a Homenagem aos Comissários de Voo no seu Dia: 31 de maio.

Todas as fotos deste vídeo estão nos álbuns pertinentes que montei com a ajuda de amigos e colegas, além das que eu tirei, claro! Os álbuns estão numa das minhas páginas do site webshots. Montei esses álbuns há uns seis ou sete anos...

Gostaria muito de ter tirado muitas mais fotos durante a minha vida profissional: dos locais por onde passei ou visitei e, especialmente, das gentes que, naqueles momentos me fizeram alegre, divertida e solidária companhia. 

Comprei a minha Sony Ciber Digital em Miami (com um cartão de memória suplementar), por 250 "doletas". Mas não tive muito tempo para recuperar... le temps perdu. Meses depois fui convidado a pedir a antecipação da aposentadoria... Enfim, costumo dizer que a minha maior saudade desses 32 anos, voando para ali e acolá, com toda a temática que lembrei no texto postado ontem, é de gente

Sim! De muitos profissionais, amigos ou colegas, com os quais convivi e vivi emoções. A eles, todos eles, o meu beijo e o meu abraço afetuoso e os meus votos de saúde, paz e carinho!


Chads e Richard Arnold
*Atualização, 31-10-2013: Não sei o que aconteceu, mas o vídeo sumiu, não é visível. Atualizei, portanto, o html.

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"Adeus, e obrigado! Nós continuamos por aqui..."
Aos amigos que se foram

A fraude da burguesia do setor público

Geraldo Almendra
O projeto de poder do PT não é, e nunca foi, um projeto para servir à sociedade nas suas necessidades de conviver com um desenvolvimento gerador de oportunidades para quem estuda, trabalha e se relaciona socialmente com honestidade, honra e dignidade.
Esse ato de traição contra o país se trata de um projeto gestado no submundo comuno sindical e que acabou se transformando em um torpe instrumento de vingança continuada contra as Forças Armadas além de se mostrar como um vergonhoso patrocinador do enriquecimento ilícito de milhares de meliantes, de cabos eleitorais, e dos promotores dos estelionatos eleitorais, da corrupção, do suborno moral e financeiro e da prevaricação como instrumentos de tomada do poder.
A nossa capital – o Paraíso dos Patifes – é o local mais seguro do país. É protegida pelo Exército e pelas polícias mais bem pagas da segurança pública, contudo, Brasília não passa de um bunker onde residem corruptos e prevaricadores, tendo nas suas periferias próximas guetos de pobreza com altíssimos índices de criminalidade o que demonstra o caráter sórdido do poder público fascista que controla o Brasil, cujos interesses maiores são proteger a sórdida burguesia público-privada formada durante a Fraude da Abertura Democrática.
O que esperávamos com a entrega do poder aos civis era a construção de uma sociedade capitalista meritocrática – não neoliberal – e, absolutamente, não uma sociedade regida por semelhanças socialistas espúrias construídas com a imposição de uma falência educacional e cultural e formas assistencialistas e corruptas de distribuição de renda, com a finalidade principal de comprar os votos dos ignorantes e dos sem caráter – os esclarecidos canalhas.
Quando comparamos os salários médios e as aposentadorias do setor público e privado fica transparente o principal resultado da Fraude da Abertura Democrática: a construção de uma burguesia de funcionários públicos concursados e não concursados com um padrão de renda muito acima do resto da sociedade.
Não podemos esquecer que os lobbies praticados por atuais e antigos executivos contratados, efetivos, eleitos, ou temporários, dentro do poder público, formam o submundo do enriquecimento ilícito de quase todos os que participam dessa quadrilha que todos sabem que existe, mas poucos são os que têm a coragem ou a disposição de combater ou denunciar.

segunda-feira, 30 de maio de 2011

"Adeus, e obrigado! Nós continuamos por aqui..." Foi uma Homenagem aos aposentados, hoje é uma HOMENAGEM aos Comissários de Voo pelo seu DIA!

(Introdução escrita em junho de 2010)
Comecei a escrever este texto num pernoite no Porto, escrevi-o como uma merecida e singela homenagem às Comissárias e Comisssários de Vôo aposentados. Na época, eu estava em plena ativa, é claro. Foi publicado no jornal do SNA – Sindicato Nacional dos Aeronautas, A Bússola. Depois, na revista da ACVAR - Associação dos Comissários da Varig, Speech.
Anos mais tarde, em 2005, já aposentado como “eles”, fiz um e-mail bonitinho, com a imagem noturna do Arco do Triunfo como papel de fundo e uma musiquinha francesa La vie en rose e mandei para os meus amigos.
Há semanas, e pela segunda vez, recebi por e-mail o meu texto… apócrifo. A remetente escrevia que o encontrou nos seus antigos e-mails, well
Pois então, como julgo que a homenagem aos aposentados permanece atual, embora eu tenha me tornado entretanto um deles, e os acontecimentos posteriores a 2006 nos liquidificaram a todos, sempre caberá fazê-la aos que se despedem da carreira. E para guardar definitivamente na rede, com o devido crédito  à autoria (pronto! menos um texto apócrifo ou, melhor, menos um texto atribuído a… Charles Chaplin), deixo-o abaixo.

Tânia Maria, a atriz Regina Duarte e Gladys Geyer

Brasil é o país que mais cresce no Facebook - Adeus, Orkut (?)


O Brasil foi o país com maior crescimento, em número de usuários únicos, no Facebook durante o mês de maio.
Segundo relatório do site Social Bakers, o número de usuários brasileiros na rede social cresceu 11% em relação a abril e chegou a marca de 19,09 milhões – 1,949 milhão de pessoas se cadastraram no site.
Em seguida aparecem a Indonésia (1,5 milhão de novos usuários), Filipinas (1,3 milhão), México (1,1 milhão) e Argentina (1,06 milhão).
Com isso, o Brasil já é o país sul-americano com maior número de usuários na rede social criada por Mark Zuckerberg, deixando para trás Argentina, Chile e Colômbia, onde o site se tornou popular antes.
Levando em conta a América Latina, o México supera o Brasil com 24 milhões de usuários.
O relatório completo do Social Bakers pode ser acessado aqui.
Vinicius Aguiari, de INFO Online  • Segunda-feira, 30 de maio de 2011

As escolhas e a felicidade

Durante nossas vidas, enquanto uns brincam, passeiam, outros trabalham e estudam. Dentro de uma única casa a diferença entre irmãos é sempre visível.
No futuro, por suas próprias escolhas, sem nenhuma responsabilidade que não a própria, esses irmãos terão mais ou menos amizades, conhecimento, cultura, patrimônio e crédito.
Nada disso porém fará de alguém, mais ou menos feliz que o outro. Não é o patrimônio, o crédito, o número de amigos ou a cultura que torna uma pessoa feliz.
Existem pessoas que se satisfazem com muito pouco, são felizes e sorridentes sem nunca terem estudado ou sequer possuem onde dormir, mas dividem alegremente o pouco que ganharam de alimento com seu único amigo, um cão.
Outras, milionárias, famosas por diversos motivos, são cercadas de falsos amigos, interessados somente em sua fortuna, fama e projeção social, o que as tornam pessoas inseguras e infelizes.
Alguns sempre culpam outros por tudo o que lhes ocorre, esquecendo-se que foram elas próprias que escolheram seu caminho, passo a passo, degrau por degrau, quando fizeram suas opções, e, claro, agora colhem os frutos do que plantaram.
Os que escolheram estudar e trabalhar, tempos depois possuirão maior conhecimento e experiência, o que certamente proporcionará maiores chances de conseguir bons empregos, do que os que só brincavam.

“A vitória do PS em 2009 só ocorreu devido a uma escolha equivocada do PSD: a sua candidata à primeira-ministra.”

“Jangada de pedra”: Portugal e Espanha colam na Europa politicamente!
Cesar Maia 
1. A reação política europeia à crise econômica de 2008-2009 foi virar o leme à direita. Os casos residuais, atentos a essa tendência, terminaram caindo numa armadilha: adotar as mesmas políticas à direita, buscando legitimar-se pela esquerda. Não podia dar certo. Os dois casos residuais mais importantes são os de Portugal e da Espanha. Ambos caminham para se incorporar aos demais, com a provável vitória de seus partidos conservadores, o PSD em Portugal, na próxima semana, e o PP na Espanha, no início de 2012.   
           
2. As eleições regionais e locais na Espanha, na semana passada, com vitória histórica do PP, já apontaram nessa direção, incluindo a tomada de redutos tradicionais sob controle dos socialistas do PSOE. Com isso, o georreferenciamento da política europeia em 2012 deverá mostrar uma enorme mancha azul, desde a Alemanha, a França, a Itália e o Reino Unido, chegando agora à península Ibérica.

3. O escritor José Saramago fez a figuração do retorno ibérico à Europa desde as Américas, onde a "jangada" aportou no final do século 15. Esta "jangada de pedra", com a democratização dos anos 1970, voltou a colar no continente. Agora, ela aporta politicamente na Europa pós-crise. 
            
4. Portugal e Espanha têm um sistema parlamentar de poder binário. No caso da Espanha, de forma mais pronunciada: PSOE e PP têm em torno de 90% dos 350 deputados. Em Portugal, o PS e o PSD têm um pouco menos, em torno de 85% dos 230 deputados. Na eleição de 2009, tal soma caiu para 77%, com o PS perdendo 20% de seus deputados e tendo que coligar-se para formar o gabinete ministerial. A vitória do PS em 2009 só ocorreu devido a uma escolha equivocada do PSD: a sua candidata à primeira-ministra.

domingo, 29 de maio de 2011

Fazer o quê? O cara escreve sempre MELHOR e mais rápido o que julgo e fico pensando em escrever.....

FHC e as drogas: a opinião desastrada de um grande brasileiro. Ou: Por que a descriminação seria ainda mais desastrosa do que a legalização
A petralhada está enchendo o meu saco, e nem poderia ser diferente. A Folha deste domingo traz uma entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso em que ele faz a defesa veemente da descriminação — e não da legalização — das drogas, de todas elas. No Fantástico, a alguns milhões, defende a mesma tese. O evento que marca tanta falação é o lançamento do filme “Quebrando o Tabu”, do diretor Fernando Andrade, irmão de Luciano Huck e amigo de muita gente influente e, segundo ele, “inteligente”. Por meio dos tais mecanismos de incentivo, conseguiu arrecadar R$ 2,4 milhões, bastante dinheiro para o gênero, e não terá dificuldade nenhuma para divulgar a sua obra. Ponto parágrafo.
Vamos começar do básico. Petralhas torram a minha paciência porque, sendo quem são, sentem-se na obrigação e no dever de defender todas as bobagens que seu mestre diz. E isso os faz meter-se em operações impossíveis. A do momento consiste em justificar o “enriquecimento lícito” de Antonio Palocci.Eu não tenho partido e, sendo quem sou, não tenho tarefas. O FHC que defendo é aquele que eles dizem abominar: o do Plano Real e o da abertura da economia.E seguirei fazendo essa defesa. À medida que passa o tempo, estou cada vez mais convencido da grandeza de sua obra; quanto mais fico sabendo sobre aquele período, mais me dou conta das dificuldades que ele e a equipe do Real tiveram: trocaram as asas de um avião sem deixar o bicho cair. Salvaram o Brasil do desastre. O país só não reverencia, e a palavra seria essa, o que foi feito porque passou pelo trabalho sistemático de depredação da verdade, promovido por Lula e sua turma.
Mas não! Eu não concordo com a opinião — e se trata disto: de opinião apenas — de FHC sobre o que fazer institucionalmente com as drogas e considero a tese que ancora filme uma fraude lógica, amparada no achismo de algumas figuras de relevo internacional, como o próprio ex-presidente brasileiro e Bill Clinton, um seu homólogo americano. Aliás, note-se: segundo vejo no trailer do filme, o grande argumento de Clinton em favor da descriminação está num exemplo familiar: um irmão drogado. Aí já é fraude sentimental. A fraude lógica se expressa no argumento tolo de que, se a repressão não consegue eliminar o problema das drogas, talvez o contrário resolva; a sentimental nos informa que os drogados são pessoas que amamos (alguém sempre as ama, claro!). E daí?
Nas entrevistas, o ex-presidente faz a devida distinção entre descriminação e legalização — que é o que defende, por exemplo, a turma da Marcha da Maconha. Ok, são coisas diferentes, e penso que a simples descriminação é ainda mais temerária.

Aos amigos que se foram

Foto: AD

Ever Botelho
Quando Charles de Gaulle disse que “O Brasil não é um país sério”, e Pelé “Brasileiros não sabem votar”, ficamos indignados. Infelizmente, eles estavam certos. Este é o País do faz-de-conta. Fingimos que a miséria está sendo debelada; “Que nunca neste país” tivemos um desenvolvimento extraordinário, que a nossa música é de melhor qualidade e inteligência que a dos outros povos. Que nossas mulheres são as mais belas, que a pedofilia não é alarmante como dizem. Que o machismo está acabando, pois as mulheres estão tendo uma liberdade igualitária à dos homens, que não temos preconceitos com as minorias, que não temos atitudes discriminatórias com os negros. Mentira! E mentimos tanto que acreditamos que a nossa mentira é a verdade. Faz-de-conta que não pagamos tantos impostos, faz-de-conta que não estamos sendo lesados pelos corruptos, faz-de-conta que a justiça tarda mas não falha. E vamos às mentiras e dissimulações. Dizem: - olhemos para o futuro. Merda! EU NÃO QUERO FAZER- DE- CONTAS! Somos o resultado do nosso passado. E o passado não se esvai da nossa consciência facilmente. Não vira fumaça como fizeram com a Varig.

Não existe passar uma borracha e apagar mais da metade de nossa existência. Nunca esquecerei o que fizeram conosco. Podem abrir a caixa do cofre da vergonha e despejar todo o dinheiro que lá existe em cima de mim, porém, não vou fazer-de-contas, que neste mês de maio estamos chegando à triste cifra de 571 mortos. Eles fazem a diferença. Faleceram desiludidos com tudo. Quem substituirá o bom humor e caráter do Reinaldo Teixeira? E as peculiaridades dos outros 570? Não seguirei citando nomes, para não me emocionar mais do que estou. E dos vivos que estão pregados à cruz que há na Terra só esperando a piedade do momento supremo de acenderem velas? Desculpem-me os crédulos, “Deus não é brasileiro”

Julio Iglesias: Hey!

Ofertaço dos meus filhotes (genro e nora) assisti ontem, sábado, 28 de maio de 2011, àquele que, seguramente, foi o último show de Julio Iglesias em Portugal. (Apresentou-se anteontem, sexta-feira, 27, no Casino de Espinho). E como verão abaixo, os próximos concertos serão na Rússia, Canadá, EUA e Espanha, encerrando-se aqui a brilhante carreira deste inigualável cantor romântico. Sou suspeito, porque sempre gostei das canções dele, especialmente as cantadas em espanhol. Claro que algumas em inglês, como "Crazy" (que ele cantou ontem) e "To all the girls I've loved before", em dueto com Willie Nelson, são, também, antológicas.

A prova

Corruptocracia de covardes

Geraldo Almendra
Quem o ex-presidente Lula e a presidente Dilma pensam que estão engando dizendo que o ministro Palocci vai dar os esclarecimentos de sua absurda multiplicação de riquezas aos órgãos controlados que não controlam e são dominados pelo corporativismo sórdido que protege o ilícito praticado pelos canalhas dos lobbies que habitam o poder público para ludibriar que o sustenta, tendo a cara de paisagem de uma Justiça degenerada no palco da canalhice nacional?

Antonio Palocci e Dilma Rousseff, 26 de maio de 2011, foto: Marcelo Camargo/Folhapress
O ex-presidente e a presidente não precisam ficar praticando a politica da hipocrisia, e da leviandade, destilando enganações para uma sociedade que tem se comportando como covarde diante de um poder público cada vez mais próximo de um Covil de Bandidos depois que o país foi entregue nas mãos dos esclarecidos canalhas que, juntos os patifes da política, transformaram o Brasil em um Paraíso de Patifes.
Ao permitir que o ex-presidente apague os incêndios do seu desgoverno, a presidente Dilma assina em baixo de sua absoluta incompetência no exercício de suas funções e confirma as suspeitas de que não passa de um fantoche do projeto de poder perpétuo do PT.

Saúde mais cara a partir de setembro

O jornal "Correio da Manhã", um jornal editado em Pinocolândia, fronteira com a Disneilândia, terra de José, o Sócrates, traz hoje, domingo, estas manchetes:
Saúde mais cara a partir de setembro
Acordo secreto com a Troika
Transportes públicos aumentam
Cortes nas indenizações e despedimentos mais baratos 
Portugal obrigado a acelerar redução da Taxa Social

sábado, 28 de maio de 2011

22º capítulo: Dolisie

Capítulo anterior:

Penso que era 1º de setembro de 1967 quando peguei o trem para Lisboa na Estação Ferroviária de Campanhã, no Porto.
Em Lisboa fui aos fados, aos copos e… otras cositas más (first time, indeed!). Foi meu companheiro de borga um cara que era controlador de voo no aeroporto de Lisboa, o de Portela de Sacavém. No dia seguinte, antes do embarque para Nice, esse companheiro me levou à Torre de Controle do aeroporto. Muito maneiro!

Hotel Negresco
Horas depois aterrissava em Nice. Fiquei maravilhado com aquela cidade, a Promenade des Anglais… Fiquei num dos melhores hotéis do mundo, o Negresco! Ainda tenho a sensação do frisson que senti ao entrar no restaurante para jantar… (As refeições e o pernoite correram por conta da Air France).
Três dias depois peguei um avião da Air Afrique para Brazzaville, com escala em Abidjan, Bangui…

Porra, Sócrates!

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FC Porto assume a direção e gestão do "Porto Canal"

Rui Cerqueira, actual director de comunicação do FC Porto, passará a ser o director-geral do Porto Canal a partir de 1 de Julho.


Ao que o Diário Económico apurou, até o início do mês de Julho, será ainda escolhido um jornalista para director de informação, sendo que já foram identificados três potenciais candidatos, aos quais ainda não foi feita uma proposta formal.

Serão ainda contratados dois jornalistas de desporto para dar resposta às exigências da nova grelha de programação que, apesar de praticamente inalterada, terá conteúdos adicionais com informação desportiva centrada no actual campeão da Liga Portuguesa de Futebol.

O clube do Dragão assume a direcção e gestão do Porto Canal também no dia 1 de Julho, à semelhança do que comunicou hoje a Mediapro, empresa proprietária do canal.

Em declarações à agência Lusa, o administrador Francisco la Fuente disse que o acordo é "progressivo" e consiste em duas fases, uma anterior à transferência efectiva de acções e uma segunda, já após a passagem das acções da Mediapro para o FC Porto. Ainda segundo o administrador, essa transferência deverá acontecer até 2014 e não vai afectar a compra nem o conteúdo que o clube queira colocar no ar, uma vez que o acordo já está estabelecido.

Esta informação confirma a notícia avançada pelo Diário Económico em Março. Nessa altura, o Futebol Clube do Porto afirma que o negócio só e concretizaria caso o FC Porto conseguisse assegurar o financiamento dos três primeiros anos de actividade.
Rebeca Venâncio e Catarina Madeira, Diário Económico, 27-05-2011

Jorge Nuno Pinto da Costa, presidente do Futebol Clube do Porto. Foto: Económico
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Coronel PM escreve ao Deputado Jair Bolsonaro

Exmo Sr Deputado Federal JAIR BOLSONARO.
É com orgulho, satisfação e prazer que me dirijo a V Exa para elogiá-lo e exaltá-lo pela causa que abraçou. Desconheço a formação religiosa de V Exa, mas de uma coisa tenho a certeza, que V. Exa abraçou uma causa cristã cuja essência está firmada na Palavra de Deus, ou seja, nas Escrituras Sagradas. Em MARCOS capítulo 10, Versículo 13 a 16 e PROVÉRBIOS 22 Versículo 6 JESUS ressalta exatamente o que V Exa com coragem e determinação defende: a preservação da família, a infância e a formação moral, ética e religiosa do homem. V Exa não está sozinho: - DEUS é contigo. Comparo V Exa a DAVI diante de GOLIAS. Maior que os nossos problemas e tribulações é o nosso DEUS. JESUS CRISTO enfrentou o Tribunal Romano diante de PILATOS, que se julgava o dono do mundo e senhor todo-poderoso da terra; parecia imbatível, mas teve que curvar e foi derrotado por um único homem que se chama JESUS CRISTO. O poder que V Exa exerce lhe é dado pelo mandato parlamentar conquistado nas urnas eleitorais por uma parte da sociedade, mas a autoridade vem de DEUS, que está com V Exa. Quando PILATOS disse para JESUS: - “Não sabeis vós, que eu também tenho poderes para te libertar ou para te condenar”. JESUS lhe respondeu: - “Nenhum poder terias sobre mim se de cima não lhe fosse dado”. A autoridade vem de DEUS e DEUS é contigo. Essa não é somente uma simples batalha ou debate parlamentar, jurídico ou dos homens. Trata-se de uma “Batalha Espiritual”. A mais tenaz delas. É o bem contra o mal; onde DEUS chama a todos e escolhe alguns. V Exa é um escolhido de DEUS; tenha certeza. Vossos colegas parlamentares (evangélicos, católicos, espíritas) podem ter sido chamados por Deus, mas não escolhidos. Os fariseus, os falsos profetas existem e são omissos nesses momentos. Espero, oro e torço para que meus irmãos evangélicos, principalmente, que foram aí colocados abracem com coragem e certeza da obra de DEUS, a bandeira que V Exa com coragem levantou. Eles não podem abandonar uma causa tão importante e fundamentada nas Escrituras Sagradas. Que tenham coragem e se unam com V Exa, independente de credo religioso ou de ideologias políticas. A coragem não é a ausência do medo. É agir apesar do medo. Às vezes achamos que fomos derrotados porque perdemos uma batalha, mas na verdade perdemos porque deixamos de lutar. Tenho acompanhado V Exa no plenário da Câmara e nos meios de comunicação e me alegro quando vejo que ainda existem homens de coragem que defendem os ideais patrióticos, morais e éticos de uma Nação. Diante da imoralidade e corrupção que assistimos, lamentavelmente, todos os dias chegamos até quase ao desânimo e ao descrédito pelas autoridades e os próprios homens. Em ROMANOS 13: DEUS diz que toda autoridade vem de DEUS. A Bíblia nos mostra quando GIDEÃO com 300 homens enfrentou os MEDIANITAS que eram mais de 100 mil e foram derrotados pela coragem e determinação do que DEUS disse para GIDEÃO: - “Vá homem valente na tua força, que Eu o teu DEUS estou contigo”. Tenha certeza V Exa que a tua força, também vem de DEUS e faça uso destas palavras que Ele, também está lhe dizendo...

sexta-feira, 27 de maio de 2011

A peçonha socialista - veja exemplos:

Estimadíssimo leitor, por favor, assista a este vídeo com atenção:




Você viu?
Eu dividi em 5 momentos:.
O Partido Socialista (o Partido que governa Portugal há seis anos) faz um comício;
Do OUTRO LADO da rua, DEMOCRATICAMENTE, está um pequeno grupo de manifestantes contrário   ao PS ou ao Primeiro-Ministro, tanto faz;
No comício, o PM critica/acusa o PSD;
Depois, um outro dirigente socialista critica/acusa/insinua...;
No quarto momento, um manifestante é detido. Estranho, muito estranho...
No quinto momento, o ainda PM, declara que tem gente que não sabe viver em democracia...

Domingo, vá votar. Na segunda, vamos trabalhar. Portugal merece (o nosso) melhor!


Foto: Pierre Pereira
Portugal é capaz em muitas áreas de negócio, investigação e inovação. Somos (também) um país que faz, inova, vence. Este vídeo foi feito por um grupo multipartidário de cidadãos e pretende dar Força, Esperança, Confiança a Portugal e aos Portugueses. Para tal, é preciso votar: interessar-se pelos destinos do país. E depois, trabalhar, dar o nosso melhor. Se esta mensagem o interessou, ajude já com um pequeno gesto: partilhe este vídeo. A esperança é contagiosa.


Texto e realização do vídeo: ExcentricPT
Indicação: Hilda Pereira Torres
Edição: JP

Um mundo de mentiras – As manipulações das mídias


Álvaro Cuadra
Durante muitos anos ensinou-se nas universidades que o conceito de “manipulação” da informação se referia a certas ações do tipo estratégicas tendentes a persuadir ou dissuadir determinados públicos, cuja marca tratava-se de ações levadas a cabo por governos ou empresas de maneira “consciente” e “encoberta”.
A manipulação de públicos em escala mundial é, de fato, uma estratégia em marcha. Dizendo de forma brutal: na era da “hiperindústria cultural”, todos os habitantes do planeta estão expostos, em maior ou menor grau, a uma vasta operação de desinformação.
Os instrumentos privilegiados desta “manipulação-mundo” estão constituídos, com toda certeza, pelas grandes empresas internacionais de informação. São estas redes de informação, páginas-web, rádio, agências de notícias e jornais de grande prestígio e tiragem os que articulam dia a dia, em tempo real, a história oficial da humanidade.
Trata-se, desde o início, de todo um sistema complexo cujos filtros operam a partir dos países mais desenvolvidos da orbe, mas cujos ecos repercutem por toda parte. Trata-se, podemos agregar, de um sistema de mídia coordenado em rede que fala todas as línguas do planeta. Assim, por trás de cada “marca registrada” - BBC, CNN, NBC, FOX e muitas outras - se decide o que é e o que deve ser uma “notícia”, o que é que tem direito à visibilidade e o que deve permanecer opaco e invisível.

A busca pela realização dos sonhos

Desde os tempos mais remotos conhecidos da história o homem busca alternativas para construir um mundo melhor para si, seus filhos e netos.
Analisando qualquer dos meios utilizados para isso, sejam físicos, econômicos, científicos, médicos, emocionais ideológicos ou religiosos, percebemos que a busca do homem é sempre a mesma: uma vida mais feliz.
Fatos históricos como o descobrimento ou a invasão de novos territórios, saques, crimes e até guerras sempre ocorreram por motivos religiosos ou em busca de riquezas e poder.
Os homens acreditavam, e muitos ainda acreditam, que mesmo ocorrendo muitas mortes para se atingir esse objetivo, quando de posse daquele território, daquela riqueza, ou imposta sua religião como a única, teriam um futuro melhor, mais abundante, pacífico e feliz.
Sabendo serem mortais, Imperadores e Faraós mandavam construir seus próprios jazigos com muitos ambientes e salas onde guardavam fortunas, acreditando que em uma provável e desconhecida vida posterior à morte poderiam continuar poderosos com seus tesouros.
O homem também sempre buscou prolongar sua vida, motivo pelo qual recorreu a pagés, curandeiros, magos, bruxos e aos médicos e cientistas atuais, que estão conseguindo realizar grande parte dessa ambição.
Cada vez mais as doenças estão matando menos, e os remédios prorrogando o fim e diminuindo o sofrimento daqueles para quem ainda não se conseguiu a cura.

O país que o senhor engenheiro, em visita, oferece-se para salvar!

Estado entrega abortos a privados
Não entendi!? Mas não é o Belzebu que vai privatizar, privatizar, privatizar??
319 mil pessoas que precisam de ajuda alimentar??
Só pode ser uma inverdade do Jornal de Notícias

Socialistas de araque

Adriano Benayon
Poder-se-ia dizer que foram socialistas os regimes presididos por Lênin e Stalin, goste-se ou não de suas características. Claro que uma pessoa pode ser socialista sem considerar-se adepto dos modelos econômicos e políticos adotados durante o tempo em que esses chefes governaram a União Soviética. O mesmo em relação a Mao-Dze-Dong.
Eu, por exemplo, não sou fã desse modelo, mas reconheço que ele deixou alguma coisa importante nesses países, como dispor de tecnologia própria em algumas indústrias, como a aeronáutica e a aeroespacial, ter formado mais engenheiros e técnicos do que a maioria dos países. Sobretudo dispor de armas nucleares e outras de poder dissuasório diante da violência das potências hegemônicas. A China, embora não seja mais comunista, nem socialista, tem hoje isso tudo, e foi um dos países mais saqueados e humilhados do mundo, no século XX e toda a primeira metade do Século XX: “no dogs nor chinese allowed”.
 Sem defender um regime comunista, pois defendo o sistema de economia de mercado nacional, com regras para evitar a concentração, como está escrito em meu livro “Globalização versus Desenvolvimento”, pergunto:
O que é que o Brasil tem de poder de defesa, se resolver deixar de entregar seus recursos naturais de graça e resolver reindustrializar-se, desenvolvendo tecnologias próprias? Praticamente nada. Vai ficar exposto aos mísseis, às bombas com pontas de urânio (depleted ou não, contaminando tudo), aos porta-aviões e a tudo mais, indefeso.
Lula nunca teve nada de socialista, a não ser que a CIA quisesse implantar um regime socialista no Brasil, através de seu agente Golbery, que lançou Lula na política brasileira. Mas não é por ter sido lançado por Golbery que Lula não deve ser considerado socialista. É porque sempre defendeu as empresas transnacionais sediadas no exterior que foram tomando conta da economia brasileira, e porque nos oito anos de mandato de sua presidência nada fez no Brasil que tivesse alguma relação com socialismo.

Mesquinhez (ou: Sordidez)

“Pessoas normais falam sobre coisas, pessoas inteligentes falam sobre ideias, pessoas mesquinhas falam sobre outras pessoas.” Esta frase, atribuída a Platão, corre nas redes sociais e reúne um consenso razoável. Eu também concordo.
Na verdade, tenho saudades do tempo em que se discutiam ideias. Ideias pensadas, escritas, lidas, faladas, ouvidas, argumentadas, criticadas, mas sempre ideias com alguma coerência e projectadas no futuro. Até tenho saudades das campanhas eleitorais em que se propunham ideias sem protagonistas.
Nesta campanha eleitoral só se discutem pessoas. Como se dizia noutros tempos, caiu-se na falácia dos argumentos ad-hominem. Já nem os partidos interessam, os programas muito menos, as ideias são coisas avulsas. Aliás, já todos esqueceram a crise do sub-prime e a queda do Lehman Brothers. Ninguém repara que a Europa é incompetente para travar o ataque especulativo à sua moeda e que a Grécia, aqui ao lado, se está a transformar na pedra que afundará o sonho de uma comunidade europeia.
Com tanto ruído na paróquia, ninguém já consegue olhar para fora. Tudo se resume a saber quem foi o paroquiano que nos afundou e qual a pessoa que nos vai salvar. A salvação até está escrita e assinada, mas aguarda por calendas. O que entretanto se vê é o espectáculo dos vizinhos desentendidos na catalogação de santos e vilões. No fundo, só falam de pessoas. Se concordamos com a máxima de Platão, deixaram a inteligência de lado para abraçar a mesquinhez. (Ou a sordidez)
J. L. Pio Abreu, Destak, 26-05-2011

Escultura de Antonio Berni, "A Sordidez"; The Museum Of Fine Arts, Houston (MFAH); Photo:  Art Knowledge News

quinta-feira, 26 de maio de 2011

Em Portugal, atualmente, nada se pode debater, nada!

Porque logo, imediatamente, o senhor engenheiro - que é, além de outros dois PMs dos 27 da Europa também um orgulhoso sacado de tantas promissórias -, esbraveja contra!
O candidato Pedro Passos Coelho, do PSD (o Belzebu do senhor Engenheiro), disse hoje, em entrevista à Rádio Renascença, que não tinha nada contra a revisão da Lei do Aborto, que admitiria um novo referendo... Pronto! Lá vem o senhor engenheiro lançar perdigotos de ira! Ele adora! Todas as declarações/respostas do Sr. Pedro Passos Coelho a jornalistas lhe servem à perfeição para, mais do que dissimular, EMPURRAR para o esquecimento a atual e invejável crise deste país à beira-mar plantado.  
"Portugal é o único país em recessão no próximo ano", escreve o Económico hoje
Enquanto isso o senhor engenheiro vai gritando que está chocado, ó coitado! Os do "Económico" devem estar loucos!


Esclarecimentos deste escrevinhador:
1) Sou favorável ao aborto, em tese. Mas sou mais favorável a que só as mulheres possam opinar, quando quiserem!
2) Na língua portuguesa, antes e durante o Acordo Ortográfico, admitir é muito diferente de propor!
Leia A máquina de desinformação socialista ataca novamente

The Bin Laden Operation: Tapping Human Intelligence

Since May 2, when U.S. special operations forces crossed the Afghan-Pakistani border and killed Osama bin Laden, international media have covered the raid from virtually every angle. The United States and Pakistan have also squared off over the U.S. violation of Pakistan’s sovereign territory and Pakistan’s possible complicity in hiding the al Qaeda leader. All this surface-level discussion, however, largely ignores almost 10 years of intelligence development in the hunt for bin Laden.
While the cross-border nighttime raid deep into Pakistan was a daring and daunting operation, the work to find the target — one person out of 180 million in a country full of insurgent groups and a population hostile to American activities on its soil — was a far greater challenge. For the other side, the challenge of hiding the world’s most wanted man from the world’s most funded intelligence apparatus created a clandestine shell game that probably involved current or former Pakistani intelligence officers as well as competing intelligence services. The details of this struggle will likely remain classified for decades.
Examining the hunt for bin Laden is also difficult, mainly because of the sensitivity of the mission and the possibility that some of the public information now available could be disinformation intended to disguise intelligence sources and methods. Successful operations can often compromise human sources and new intelligence technologies that have taken years to develop. Because of this, it is not uncommon for intelligence services to try to create a wilderness of mirrors to protect sources and methods. But using open-source reporting and human intelligence from STRATFOR’s own sources, we can assemble enough information to draw some conclusions about this complex intelligence effort and raise some key questions.

The Challenge
Following the 9/11 attacks, finding and killing bin Laden became the primary mission of the U.S. intelligence community, particularly the CIA. This mission was clearly laid out in a presidential “finding,” or directive, signed on Sept. 17, 2001, by then-U.S. President George W. Bush. By 2005 it became clear to STRATFOR that bin Laden was deep inside Pakistan. Although the Pakistani government was ostensibly a U.S. ally, it was known that there were elements within it sympathetic to al Qaeda and bin Laden. In order to find bin Laden, U.S. intelligence would have to work with — and against — Pakistani intelligence services.
Finding bin Laden in a hostile intelligence environment while friends and sympathizers were protecting him represented a monumental intelligence challenge for the United States. With bin Laden and his confederates extremely conscious of U.S technical intelligence abilities, the search quickly became a human-intelligence challenge. While STRATFOR believes bin Laden had become tactically irrelevant since 9/11, he remained symbolically important and a focal point for the U.S. intelligence effort. And while it appears that the United States has improved its intelligence capabilities and passed an important test, much remains undone. Today, the public information surrounding the case illuminates the capabilities that will be used to find other high-value targets as the U.S. effort continues.

Ninguém quer ou gosta de falar errado. Muito menos de escrever.

Falar errado, pode. Escrever, não! Quem fala incorretamente ou “errado” fá-lo porque não sabe o correto ou porque quer falar “errado”. Neste grupo uns falam errado por banga, outros, por sarro, outros ainda, por jargão próprio. Direito deles!

Já escrever errado não pode ser um direito, de quem quer que seja, mesmo dos economicamente pobres ou socialmente não cultos.

Do livro “Por uma vida melhor”, de Heloísa Ramos:


Os livros ilustrados mais interessantes estão emprestados.

Você pode estar se perguntando: “Mas eu posso falar ‘os livro?’.”
Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico. Muita gente diz o que se deve e o que não se deve falar e escrever, tomando as regras estabelecidas para a norma culta como padrão de correção de todas as formas linguísticas. O falante, portanto, tem de ser capaz de usar a variante adequada da língua para cada ocasião.

Ninguém deve ter o direito de escrever errado. Porque a escrita, a ortografia, é patrimônio coletivo, nacional. Deve o coletivo ter orgulho da língua comum. A Língua, como a Bandeira, identifica o indivíduo no mundo das nações.

Deve o indivíduo se esforçar por escrevê-la bem, o melhor que souber. Deve o indivíduo dar a mão a quem não escreve bem, ou melhor, a quem não a escreve corretamente, puxando-o para cima, para o melhor. Pode até parar para ensinar a quem não sabe e quer aprender. Mas deve resistir à puxada para baixo, para a mediocridade; não dar a mão ao medíocre, nem ao preguiçoso.

Se não houvesse tantos esclarecidos canalhas...

Geraldo Almendra
Essa moça está muito bem treinada pra falar em tribunas, principalmente quando a governante do seu estado é de um partido como o DEM, que eles tanto odeiam e tentam exterminar. PSTU, como já disse aqui é uma falange do PT ou uma filial alinhada aos interesses petistas.

Intervenção da professora Amanda Gurgel na Audiência Pública sobre o cenário atual da Educação no Estado do Rio Grande do Norte:


Tem sido um hábito, quase que cultural, responsabilizar os menos favorecidos – bem mais da metade da população – pelo fato do Brasil ser um típico exemplo de sociedade degenerada e corrupta, além de ser governada por um Covil de Bandidos.
A Fraude da Abertura Democrática colocou o país nas mãos de patifes da política de alta periculosidade de suborno moral ou criminoso, que trabalharam arduamente para fomentar no país um processo de instrumentalização de uma falência cultural e educacional “exemplar” para nenhum corrupto, prevaricador ou bandido na acepção da palavra, que queira usufruiu de uma “boquinha”, botar defeito.
Um país com uma maioria ignorante sempre vira um instrumento de fortalecimento de oligarquias políticas que transformam cargos eletivos - que deveriam ser temporários para servir à sociedade que os sustentam - em uma atividade profissional de longo prazo que se mantém, explorando, com cada vez mais competência, a corrupção e a prevaricação como seus instrumentos fundamentais de perpetuação nas suas atividades meliantes.

Deslocamento de órgão



Encontram-se dois amigos. Um diz pro outro:
- Você está com aspecto horrível! Você está doente?
- Sim, estive no médico e ele diagnosticou deslocamento de órgão.
- Deslocamento de órgão? Nunca escutei falar. O que é isso?
- Meu fígado foi pro caralho!



Enviado por Lolita Massignani

quarta-feira, 25 de maio de 2011

TAP: voo de Lisboa, Porto e Faro/Porto Alegre

São dois tipos de "suporte" publicitários, as fotos foram tiradas hoje, 25 de maio de 2011.
Massamá, Queluz.


Flagelo da classe média


Luiz Felipe Pondé
Não sou bem resolvido, tenho muitos preconceitos. Um deles é contra a classe média.
Além disso, sou cheio de maus hábitos: charutos, cachimbos, álcool, comida com sangue e não ando de bike. Para mim, o vício e a culpa são o centro da vida moral.
Enfim, não sou uma pessoa muito saudável. Por isso, não sou de confiança. Mas não pense que sofro do fígado; sou apenas um fraco.
Tenho uma amiga, muito inteligente, que costuma me chamar de "flagelo da classe média".
Quando falo "classe média", não olhe para seu saldo bancário, olhe para dentro de si mesmo. Classe média é um estado de espírito, e não apenas uma "alíquota" do imposto de renda ou o tipo de cartão de crédito que você tem.
Uma das marcas da classe média é pensar que, quando se fala de classe média, pensa-se essencialmente em saldo bancário.
Você pode ter muita grana e pensar como classe média, quer ver? Vou dar um exemplo de um surto de classe média em alguém que não era da classe média.
O sociólogo húngaro radicado na Inglaterra Frank Furedi, em seu livro "Therapy Culture", comenta como a Lady Di (morta tragicamente em 1997), a "princesa da classe média inglesa" ou a "princesa do povo", lamentou para a mídia o fato de seu então marido, príncipe Charles (herdeiro do trono da Inglaterra), ter uma amante.

Nação perdida

Peter Wilm Rosenfeld
Parece estranha a afirmativa acima. Qual nação? Perdida como? Por quê?
Analisemos os acontecimentos dos últimos meses, desde a posse da Sra. Rousseff na Presidência, e vejamos se algo faz sentido.
Começando pela própria cerimônia de posse, para a qual é convidada uma contraventora sabida, destituída da chefia da Casa Civil pelas ações ilícitas de sua família, as quais conhecia e até devia coordenar. Na já referida cerimônia, trocou carinhosos beijinhos com a recém-empossada Presidente da República quando, na realidade, deveria estar atrás das grades.
Continuando, a Presidente mantém no Ministério pessoas que notoriamente se houveram muito mal no governo anterior, causando enormes prejuízos ao País, já que as suas ações prejudicaram milhares de pessoas.
Refiro-me, como todos já devem saber ao Sr. Fernando Haddad, da pasta da Educação (?). Os episódios havidos com o ENEM, em dois anos seguidos, causaram prejuízos vários: prejudicaram milhares de jovens, custaram caríssimo aos cofres públicos e nenhuma medida corretiva foi tomada.
Como se isso não bastasse, apóia e aprova a distribuição de um livro (“Por uma vida melhor”), escrito a peso de ouro por uma Senhora Helena Ramos (R$700.000,00 foram-lhe pagos), que ensina, afirma, prega, que o certo é falar errado; que concordâncias e a grafia correta são coisas que já não mais têm qualquer importância (nóis pega os peixe é o carro-chefe desse novo idioma), e o livro é distribuído para 475 mil estudantes (creio que esse foi o número mencionado).

Os 'livro' do MEC

“Nós pega o peixe”, ensina o livro didático de língua portuguesa “Por uma vida melhor”,* de Heloísa Ramos.

Mas desse jeito a vida não vai melhorar tão cedo. O governo popular precisa ser mais ousado. Por que não “nós pega o dinheiro”?

Ou “nós faz caixa dois”, ou ainda “nós é companheiro, por isso nós ganha umas boquinha nos governo”.

Aí o português estaria errado. Como se sabe, a partir da norma culta do nosso Delúbio, não existe “caixa dois”, e sim “dinheiro não contabilizado”.

Da mesma forma, os intelectuais do MEC explicam que “nós pega o peixe” não é erro de português, mas “variação lingüística”.

Se o dinheiro pode não ser contabilizado, por que o plural tem que ser?

O Brasil finalmente caminha para a felicidade plena, com essa formidável evolução cultural “progressista”. As variações lingüísticas e as variações éticas vão formando esse novo país igualitário, que nutre orgulhosa simpatia pela ignorância.

O ministro da Educação, Fernando Haddad, faltou à audiência pública no Senado sobre os livros didáticos. Está coberto de razão.

Se ele se recusa a recolher um texto que ensina os estudantes brasileiros a falarem “os livro”, tem mais é que se recusar a cumprir “os compromisso”.