sábado, 8 de julho de 2017

O cupim no sistema previdenciário

Almir Papalardo

Amigos, a verdade é uma só: depois que a praga chamada "cupim" se instala num móvel, difícil se torna a sua retirada! Você o combate com repelentes, bota remédios específicos, encharca-o com querosene, e quando pensa que o eliminou, ele aparece de novo mais fortalecido do que nunca, obrigando sempre os donos dos móveis a substituí-los! É a mesma coisa que acontece no sistema previdenciário.

Nós, os aposentados, representamos um móvel infestado pela praga. Como madeiras fragilizadas pelo uso, e desgastados pela exploração contributiva, somos roídos facilmente pelo desprezo, discriminação, má vontade política, preconceito e ódio que os poderosos nutrem por nós!

O Congresso Nacional composto por 594 parlamentares, que deveriam defender a sociedade, principalmente os trabalhadores mais fracos, representam o indesejável cupim! No entanto, para os desalentados aposentados, a categoria mais prejudicada e humilhada de trabalhadores, só conseguimos o apoio de alguns poucos gatos pingados, que se dispersam no dia-a-dia da política.

Quando conseguirmos de fato reunir algumas dezenas de aliados, aí sim, poderemos acreditar na salvação...
Título e Texto: Almir Papalardo, 7-7-2017

Relacionados:

3 comentários:

  1. Prezado Almir, é este Cupim que temos que atacar, é ele e o funcionalismo Público, que inchado e onoroso à nossa Previdência, corroem os Fundos da Mesma, e quem paga este preço somos nós da Previdência Privada!!!
    A Sociedade não vê, não se manifesta e não tem olhos para um futuro, porque os jovens de hoje serão os aposentados de amanhã! Urge uma mudança!
    Abs,
    Heitor Volkart

    ResponderExcluir
  2. Prezados, digo oneroso, e muito, é o Funcionalismo Público ao deficit da Previdência.
    Abs,
    Heitor Volkart

    ResponderExcluir
  3. Como recentemente veio à baila o assunto "Sonetos", publico um soneto que me serviu como desagravo, para retratar a covardia sofrida pelos indefesos aposentados:

    ** EXORTAÇÃO DE UM APOSENTADO **

    Se por acaso este soneto
    Pelo governo fosse ouvido
    Podes crer eu não duvido
    Sairia o nosso alento.

    Tendo sempre boa intenção
    É certo que nos atenderia
    E a alforria nos concederia
    Pois somos como qualquer cidadão.

    O governo aceitando o comprometimento
    Terá a nossa presente e futura gratidão
    Com muita paz, justiça e merecimento.

    Com mais respeito aos nossos direitos
    Sairemos dessa incômoda morbidez
    Passando de amuados à satisfeitos.

    Almir Papalardo.

    ResponderExcluir

Por favor, evite o anonimato! Mesmo que opte pelo botãozinho "Anônimo", escreva o seu nome no final do seu comentário.
Não use CAIXA ALTA, (Não grite!), isto é, não escreva tudo em maiúsculas, escreva normalmente.
Obrigado pela sua participação!
Volte sempre!
Abraços./-