segunda-feira, 5 de junho de 2017

O perverso e desumano critério de corrigir aposentadorias com dois percentuais diferenciados

Almir Papalardo




Não querendo ser chato ou repetitivo, mas já sendo, indago a quem possa se interessar:

** Há justificativa convincente para a esquisita variação nos pagamentos de benefícios do INSS/RGPS, demonstrado na planilha acima?

** Existe algum gênio econômico ou mente privilegiada capaz de explicar tamanha balbúrdia sem querer confundir cidadãos que não aceitam tamanha sandice?

** Não é apenas preconceito ou sórdida discriminação contra aposentados que ganham mais de um salário mínimo? Não me venham com essa fanfarronice de afirmar que é para salvar a Previdência, porque atualizar as aposentadorias com apenas um percentual de correção, ela não resiste, quebra! Sabemos que não é verdade!...

** A verdadeira e oculta intenção dos governos, não é apenas nivelar todas as aposentadorias da iniciativa privada, com apenas um salário mínimo?

** Não seria mais fácil para eliminar este propalado déficit cobrar dos contumazes devedores da Previdência, que segundo estatísticas sérias, já atingem um somatório de alguns bilhões de reais?

** Ou destinar os recursos da Previdência somente para os trabalhadores e aposentados? Enfim, usarem os recursos somente para o sistema previdenciário?

** Não se sentem envergonhados e responsáveis pela criação das aposentadorias com dois índices de correção, sandice esta que vem se perpetuando já há dezoito anos, prejudicando um indefeso segmento de cidadãos idosos?

** Dá-lhes prazer mórbido assistirem a cada novo reajuste das aposentadorias, caírem de 250 a 300 mil aposentados e pensionistas para a vala do salário mínimo?? 
Título e Texto: Almir Papalardo, 5-6-2017

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Um comentário:

  1. Amigos, insisto neste assunto talvez já um tanto irritante, na expectativa e esperança de espantar esta teimosia de não considerarem o aposentado idoso como um cidadão simples do povo, portanto, com direitos também de usufruírem uma digna cidadania! Estamos esquecidos, indefesos, jogados às traças, sem legítimos defensores, excetuando-se apenas uns dois ou três parlamentares, sem projetos aguardando votação no plenário do Congresso, quando existem mofando na Câmara três projetos que nos fariam um pouco de justiça.
    Almir Papalardo.

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