terça-feira, 21 de novembro de 2017

Cem anos de solidão

“Muitos anos depois, diante do pelotão de fuzilamento, o coronel Aureliano Buendía haveria de recordar aquela tarde remota em que o pai o levou a conhecer o gelo.”

Com estas palavras começa Cem anos de solidão, obra-prima da literatura contemporânea, traduzida em todas as línguas do mundo, que consagrou definitivamente Gabriel García Márquez como um dos maiores escritores do nosso tempo.

A fabulosa aventura da família Buendía-Iguarán com os seus milagres, fantasias, obsessões, tragédias, incestos, adultérios, rebeldias, descobertas e condenações são a representação ao mesmo tempo do mito e da história, da tragédia e do amor do mundo inteiro.


Faltou incluir no parágrafo anterior maldade e promiscuidade.

Reli este livro na semana passada. Não me lembro da impressão que me causou quando o li pela primeira vez há longos anos. Provavelmente tenha deixado um “like”...

Desta vez, não gostei. Terminei a leitura por autodisciplina. Muitas personagens, algumas vezes voltava a páginas anteriores para me situar quanto a determinada personagem.

Um detalhe interessante na narrativa: às vezes, num só parágrafo, a ação compreende muitos anos. 

No mais, “choveu durante quatro anos, onze meses e dois dias”. Tempo mais do que suficiente para apodrecer tudo em volta.

Um comentário:

  1. Este livro merece sim ter se tornado um "Best Sellers" concordo que é um pouco devagar e desestimulante no início, melhorando muito depois das primeiras páginas, também é difícil de se relacionar quem é quem no desenrolar da história, isto porque, os personagens perpassam por várias gerações,porém, nos passa uma mensagem muito profunda sobre questões relacionadas a valores familiares, sentimentais. Eu o comparo ao Filme "e o vento levou".

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