terça-feira, 27 de julho de 2021

Heróis do ar, pobre povo, nação doente…

Deixamos de ser Portugal para ser outra coisa qualquer, não sei o quê…


Otto Czernin

Nós sempre tivemos a mania de ser os maiores.

Eu andei muitos anos num colégio interno em Abrantes, o famoso e temeroso La Salle. Quando fui para lá tinha 10 ou 11 anos. Ainda me lembro do dia em que lá cheguei. Foi num domingo, já às portas do Outono, se não me engano em setembro de 1968. Nessa altura morava no Monte Estoril, no Largo Ostende, feio e famoso pelas suas garagens automóveis. Depois da ida à Igreja dos Inglesinhos, como nós lhe chamávamos, por ser maioritariamente frequentada por estrangeiros e porque os padres eram irlandeses dominicanos enviados a Portugal logo após a implantação da república, o que não deixa de ser irónico, Portugal, país de missionários, passar a país de missão…

Enfim, depois da missa, lá partimos para Abrantes, a minha Mãe, nascida e criada em Cascais, a minha Avó inglesa e o meu Pai, austríaco, ao volante de um velho VW. Chegámos por volta das seis da tarde, já o sol ia baixo. Fomos recebidos e conduzidos à longa camarata. Eram para cima de 150 camas, divididas por quatro filas. Fiquei com o número 149, número que se manteve até 1973, data em que me vim embora, após cinco anos de estadia em regime de pensão completa.

Portugal estava nessa altura em plena guerra de África.

E eu lembro-me perfeitamente da primeira sova que levei. Foi no balneário do hóquei, dada por um preto da Guiné, chamado Rui. Era mau como as cobras, mas depois ficámos amigos, pois foi ele o nosso treinador de hóquei. No La Salle havia uma seita de pretos que mandava naquilo. Havia também uma seita de alentejanos e ribatejanos, marialvas da província, com muitos irmãos, que vestiam sempre as melhores samarras e tinham sempre os melhores botins. No Inverno andavam de safões de pele e isso então era “o máximo”, enchendo todos os outros de inveja. Pareciam uns “cowboys” em miniatura.

O incêndio de Borba Gato e o aplauso fanático dos jornalistas

O ódio a Jair Bolsonaro, cada vez mais primitivo, está definitivamente mexendo com os circuitos mentais dos profissionais de imprensa

J. R. Guzzo

Uma das facções terroristas que faz parte do movimento de esquerda, e que tem se mostrado cada vez mais violenta nas últimas manifestações de rua “em defesa das eleições de 2022”, a favor de “Lula presidente” e em prol da “democracia” em geral, incluindo-se aí a “vacinação para todos” e o “Fora, Bolsonaro”, deu um upgrade em si mesma. Até o momento quebravam vidraças, destruíam bancas de jornal e atacavam ônibus, entre outros atos de baderna. Agora, em sua última obra, resolveram tocar fogo na estátua de Borba Gato que há 64 anos se ergue brutalmente na confluência de duas avenidas do bairro de Santo Amaro, onde se tornou um dos mais conhecidos símbolos de toda a cidade de São Paulo.

O Borba Gato, com seus 13 metros de altura e seu revestimento de pedras coloridas, é tido como um dos monumentos públicos mais feios do Brasil, e possivelmente do mundo — um eterno motivo de piada entre os paulistas e, ao mesmo tempo, um ponto de referência que faz inveja a qualquer Waze ou Google Maps que você pode encontrar por aí; é impossível não ver o Borba Gato. É discutível, também, o seu status como coisa horrível. E o Museu da Escultura? E o Hotel Unique? E a Avenida Berrini? É uma discussão que não acaba mais. O certo é que não se pode tocar fogo nas coisas por motivos estéticos, mesmo em causas de pureza extrema como as atuais manifestações em favor da “democracia”. Ou agora é permitido — se Borba Gato for carimbado como “genocida” e amigo de Bolsonaro, como tanta gente fina comemorou na esquerda nacional, vale destruir a estátua do homem?

Sem preservação ambiental, turista não volta, diz ministro do Turismo

Gilson Machado foi entrevistado no programa Sem Censura

Agência Brasil

O ministro do Turismo, Gilson Machado, disse nesta segunda-feira (26) que não é possível dissociar o turismo do meio ambiente preservado, porque se não tiver preservação, o turista não volta. “[É preciso] preservar. O grande patrimônio que a gente tem no nosso país é o meio ambiente que ainda está intacto”, disse Machado durante o programa Sem Censura da TV Brasil, onde falou também sobre outros temas como o potencial turístico do Brasil, ações do ministério e fiscalização ambiental.

Machado disse que é necessário conscientização ambiental, que precisa ser ensinada desde criança, e que a própria comunidade e as pessoas envolvidas na área do turismo se envolvam na preservação. “O próprio jangadeiro luta para que aquele ambiente fique preservado e que tenha vida marinha, o próprio dono da pousada, o próprio órgão de fiscalização federal, estadual e municipal têm interesse junto com a comunidade nisso aí. E nós temos vários cursos de qualificação de mão de obra no ministério que a gente cede para fazer online e também faz parcerias”, disse.

O ministro disse que a tendência com a pandemia é o crescimento do turismo em ambientes abertos. Ele citou que, em 2019, antes da pandemia, de cada cem buscas por turismo no Google International, dez eram por turismo de natureza. Atualmente, de cada cem buscas, cinquenta e quatro são por este tipo de turismo. “Qual é o país que tem seis biomas, feito nós temos e a Amazônia Azul, qual o país que tem o potencial que nós temos por turismo de natureza?”

Para aproveitar esse potencial, Machado disse que, em primeiro lugar é preciso que a vacinação contra a covid-19 no público acima de 18 anos esteja concluída, com 100% dessa população tendo tomado pelo menos uma dose de uma das vacinas disponíveis.

Vila ao lado do Clube dos Democráticos vira depósito de lixo no Centro do Rio

Moradores denunciam situação de abandono no trecho da Rua Riachuelo, na região central do Rio

Diário do Rio

Moradores do entorno e frequentadores do tradicional Clube dos Democráticos, na região central do Rio, denunciam o abandono e o acúmulo de lixo e entulho de obras em um terreno localizado ao lado da instituição, mais precisamente no número 89 da Rua Riachuelo, uma das vias que dão acesso ao Clube. No 87, vizinho, funciona uma loja Leader.

Entre o Tradicional clube e o edifício número 87 da Rua do Riachuelo – o “Rei da Voz”, em homenagem à velha loja de eletrodomésticos do pai do empresário Roberto Medina – fica uma vila de 28 casas: é a Vila dos Democráticos. Esta vila tem acesso por uma rua estreita – na verdade uma servidão – e esta ruazinha vem sendo transformada em um verdadeiro depósito de lixo, entulho e sujeira.

Segundo os relatos de quem vive no local, o descarte irregular de rejeitos já virou rotina. A situação se agrava, pois a Comlurb, segundo a vizinhança, não está conseguindo dar conta da montanha de entulho que diariamente vai se formando na servidão, tornando insalubres e desvalorizadas as casas da vila.

[Aparecido rasga o verbo] Punctum saliens

Aparecido Raimundo de Souza

O DOUTOR EPAMINONDAS CACHECOL
, advogado, conversa com a filha de seu sócio de escritório, a linda e encantadora Rebeca Bazzoco, sentada bem descontraidamente à sua frente. A jovem usa um vestido azul claro muito curto e justo, que lhe mostra, as belas formas do corpo escultural. Maquinalmente, sem se aperceber, ela cruza e descruza as pernas e, ao fazê-lo, deixa entrever a calcinha branca e minúscula, ao fundo, contrastando com o pecado que, além de inebriar o ambiente, deixa o homem desacomodado, a ponto de um ataque de nervos.
— Rebeca — insiste o causídico meio fora de órbita, tentando não sair do contexto e da seriedade que tem diante de si. — Eu não entendi direito este papo da sua lua de mel. Você falou, falou, mas algo ficou suspenso no ar...
— O que o senhor não entendeu, doutor Epaminondas?
— Seu problema com o Marcelo.

— Não foi um problema, doutor... foi um fato...
— Mas vocês não estavam numa boa? Não correu tudo às mil maravilhas? Percebi que antes de saírem para a viagem de lua de mel, vocês pareciam querer se devorar na frente dos convidados. Estavam num pega me larga, não me solta, nem desgruda, que deixou todo mundo comentando. Eu mesmo me arrepiei com tanta euforia. Em face disto, achei estranho, uma semana depois do enlace, seu pai me ligar e pedir para eu vir às carreiras para a nossa assessoria. Agora, que aqui estamos, você me joga uma granada sem pino no colo e me pede para anular o seu casamento. Assim, do nada?
— Pois é, doutor. Para o senhor ver como são as coisas...
— OK. Vamos repassar. Creio que alguma coisa não foi dita às claras. O que aconteceu no enfim sós? O rapaz não era o amor da sua vida?

— O senhor acabou de colocar bem a frase: era.
— Não me diga que na exultação e na alacridade do vamos ver... o Marcelo...?!
— O que tem o Marcelo?
— Você sabe a que me refiro, mocinha.
—Não, não sei. Ao que o senhor se refere, exatamente?
— Não me diga que ele desfastiou na hora agá?
— Não.
— Você não estava disposta a manter relações naquela noite?
— Pelo contrário, doutor. Eu subia pelas paredes. Chamava urubu de meu ‘loro’. Desculpa o termo. Havia acabado de sair da minha vidinha pacata, do meu quarto, da minha casa, do seio dos meus pais... sabe como é...

—... Entendo! Naturalmente ele bebeu demais e apagou o sonho da primeira noite juntos?
— Não foi isto, doutor. Ele se excedeu um pouquinho sim, mas estava em forma. Saímos aqui da festa, como o senhor mesmo viu, e rumamos diretamente para o hotel. Meu pai, seu sócio foi quem nos levou de carro.
— Estou lembrado. Então me diga, Rebeca, para que eu entenda o motivo, a razão e a circunstância. Por que pretende anular o casamento, se tudo correu às mil maravilhas?
— O senhor não iria me dar razão. Só quero anular e pronto. Tirar, de vez, o Marcelo da minha vida.
— Minha querida, veja bem. Para que eu possa invalidar o seu pedido ao juiz, é preciso levar ao meritíssimo, um fato concreto e incontestável. Se o casamento, por exemplo, não tivesse se consumado...

segunda-feira, 26 de julho de 2021

Claire Koç – Gauloise brune

Emmanuel de Gestas

Claire Koç [photo] aime la France. Passionnément. Fille d’immigrés turcs, ses yeux s’embuent lorsqu’elle parle de sa patrie d’adoption. La trentenaire, journaliste à France Info, raconte, dans un livre bouleversant, Claire, le prénom de la honte (Albin Michel), son chemin de croix pour s’assimiler à la France. « D’aussi loin que je me souvienne, j’ai toujours été fascinée par la France », explique-t-elle.

Née en 1983 en Turquie dans une famille modeste de confession alévie, ses parents émigrent en France l’année suivante. Après un passage à Rennes, la famille Koç s’installe dans la banlieue de Strasbourg à la fin des années quatre-vingt. Le quartier de la Cité nucléaire est classé « sensible ». Comprendre : quartier multiculturel avec une forte majorité de populations immigrées de culture, si ce n’est de religion, musulmane. Et une forte communauté turque. C’est là que la jeune Çigdem, de son prénom d’origine, grandit.

SI DURANT QUELQUES ANNÉES, SES PARENTS SEMBLENT ESSAYER, À DÉFAUT DE S’ASSIMILER, AU MOINS DE S’INTÉGRER, le tournant des années 90 marque une rupture. L’arrivée dans le foyer familial d’une antenne parabolique captant les chaînes télévisées turques déclenche le repli communautaire des parents de Çigdem. Désormais, à la maison, comme en dehors, il faut vivre à la turque le plus possible, et se tenir à distance des Gaulois, ces mécréants.

Seulement, Çigdem Koç aime la France, rêve de France, se sent française, tout simplement, bien loin des tiraillements identitaires de ses parents ou de beaucoup d’immigrés. En classe, elle se découvre une passion pour l’histoire de notre pays, pour ses grands hommes, sa litérature, sa liberté incroyable et inconcevable pour des Turcs déjà en voie de réislamisation.

Peu à peu, Çigdem tombe amoureuse de la France, et commence à suivre un chemin diamétralement opposé à celui de sa famille : l’assimilation. Elle ne désire plus, en secret, que manger, parler, vivre, s’habiller et respirer la France, comme une Française.

En 2006, devenue journaliste, elle saute le pas, demande sa naturalisation. Et choisit un prénom français et chrétien. Adieu Çigdem, bienvenue Claire. La réaction de ses proches est violente. Insultes, crachats, mépris, et en"n, rupture : sa famille la renie, et ne veut plus entendre parler d’elle. C’est de là que lui vient son intransigeance sur l’assimilation: « Il faut aimer la France. Peu importe d’où l’on vient, la France nous donne cette chance incroyable de devenir l’un des siens, pourvu qu’on adopte sa langue, ses valeurs, son histoire magnifique, sa civilisation. Toutes choses que les bien-pensants détestent! ».

Entrevista da Rádio Arapuan - PR com Jair Bolsonaro, 26 de julho de 2021

Chanceleres de EUA, Brasil e mais 19 países repudiam prisões em massa em Cuba

Manifestações contra o regime comunista aconteceram em mais de 40 cidades e deixaram um morto e 600 detidos

Fábio Matos

As chancelarias de Estados Unidos, Brasil e mais 19 países divulgaram um comunicado nesta segunda-feira, 26, no qual repudiam as prisões em massa efetuadas pela ditadura cubana depois da série de manifestações contra o regime comunista na ilha. Os atos ocorreram no dia 11 de julho e foram os maiores registrados no país desde 1994.

Foto: Redes Sociais

Além de EUA e Brasil, assinam o documento representantes dos governos de Áustria, Colômbia, Croácia, Chipre, República Tcheca, Equador, Estônia, Guatemala, Grécia, Honduras, Israel, Letônia, Lituânia, Kosovo, Montenegro, Macedônia do Norte, Polônia, Coreia do Sul e Ucrânia.

“As democracias de todo o mundo estão se unindo para apoiar o povo cubano, conclamando o governo cubano a respeitar as demandas dos cubanos por direitos humanos universais”, afirmou o secretário de Estado norte-americano, Anthony Blinken, ao comentar o posicionamento dos 21 países.

No sábado 24, autoridades da ditadura cubana confirmaram que cerca de 60 pessoas estão sendo processadas por terem participado dos protestos. As manifestações aconteceram em mais de 40 cidades e deixaram um morto e mais de 600 detidos.

Título e Texto: Fábio Matos, revista Oeste, 26-7-2021, 14h17

Vereadora em Lisboa, Vogal no Museu Berardo (e Esposa de António Guterres)

A vereadora da Cultura e das Relações Internacionais da Câmara de Lisboa, Catarina Vaz Pinto, é desde janeiro de 2017 representante do Estado, com o título de Vogal, na administração da Fundação de Arte Moderna e Contemporânea, que gere a Coleção/Museu Berardo – o que, segundo o jornal ‘Observador’, constitui uma violação de uma norma municipal.

Segundo o jornal, um plano interno contra a corrupção publicado pela autarquia em fevereiro de 2017, e ainda hoje em vigor, estabelece como “norma de conduta” para os dirigentes e trabalhadores do município “não solicitar ou aceitar ofertas, convites ou favores que possam influenciar a imparcialidade no exercício das suas funções.”

Uma porta-voz da autarca disse ao ‘Observador’ que Catarina Vaz Pinto, casada com o ex-primeiro-ministro socialista e atual secretário-geral da ONU, António Guterres, “entende que a função não está abrangida pelas normas em apreço, pois tem assento na administração do Museu Berardo “a nível individual” e “não como vereadora ou representante da Câmara”.

Vaz Pinto foi nomeada pelo ministro socialista, Luís Filipe Castro Mendes, em 2017, e confirmada em 2020 pela ministra socialista, Graça Fonseca.

Texto: o Diabo, nº 2325, 23-7-2021

Sententia mortis

FratresInUnum.com

“A mão que balança o berço” é um filme de 1992, que conta a história de uma babá vingativa e psicopata que manipula uma mulher ingênua com a pretensão de roubar a sua família. No começo, Peyton, a babá, aparece como uma cuidadora perfeita, mas, aos poucos, o seu comportamento vai se mostrando estranho e, por fim, demoníaco.

O sucesso do filme se deve ao fato de que ele descreve condutas que vemos com certa frequência na realidade: pessoas maquiavélicas que disfarçam as suas más intenções através de palavras doces e bonitas, travestindo-as com os sentimentos mais cristãos e piedosos, mas que, no fundo, são predatórias, homicidas.

É esta a meiguice do art. 3 §5-6 de “Traditionis custodes”: o bispo, nas dioceses nas quais até agora existe a presença de um ou mais grupos que celebram segundo o Missal antecedente à reforma de 1970: proceda, nas paróquias pessoais canonicamente erigidas em benefício desses fiéis, a uma côngrua verificação em ordem à efetiva utilidade para o crescimento espiritual, e avalie se deve mantê-las ou não; terá cuidado de não autorizar a constituição de novos grupos”. 

Ou seja, de um lado, mostra gentilmente a preocupação com o benefício dos fiéis tradicionais e, de outro, chega já com a sentença de morte e de não reprodução: acabe-se com as paróquias pessoais e tome-se cuidado para que elas não se multipliquem, para que não haja novos grupos como esses.

Ilhas artificiais na Amazônia são comparáveis às pirâmides do Egito

ABIM

Pesquisadores desvendaram na Amazônia obras comparáveis às pirâmides do Egito, por sua dimensão e conhecimentos de engenharia. Trata-se das ilhas artificiais da Amazônia, cuja construção exigiu conhecimentos complexos, e que desmentem mitos sobre a origem dos índios amazônicos, levando a supor que eles descendem de civilizações decaídas antes da chegada dos europeus.

Foto: Márcio Amaral

Foram identificadas 22 dessas ilhas no Alto e Médio Solimões — número que pode ser ainda maior. Elas são hoje conhecidas como “aterrados”, cada qual com mais ou menos seis metros acima do nível da várzea e um a três hectares de superfície, onde se instalavam aldeias, plantações e se criavam peixes e animais.

Os arqueólogos destacam a necessidade de cálculos avançados de engenharia para serem sustentáveis tais construções em locais estratégicos, de fauna rica e plantações diversificadas, além de conhecimentos botânicos e tratamento dos alimentos para multiplicar as variedades e modificar as paisagens.

Muitos ossos de peixes e mamíferos, dezenas de fragmentos de cerâmicas e outros vestígios recolhidos no local remontam a mil anos antes de Cristo. A verdadeira história da Amazônia está para ser escrita, e nada permite acreditar que seu rosto final tenha algo a ver com as mistificações do comuno-missionarismo. Mas o ditatorialismo ecologista insiste em propostas utópicas e sempre mais estatizantes.

Título e Texto: ABIM, 26-7-2021

Israel vai testar a primeira vacina oral contra a Covid-19

Segundo o fabricante, ela seria melhor que a vacina injetável por vários motivos

Dagomir Marquezi

O jornal Jerusalem Post confirmou que Israel deverá ser o país a lançar uma vacina oral contra a Covid-19. A vacina, batizada como Oravax, foi desenvolvida pela empresa Oramed Pharmaceuticals em parceria com o Centro Médico Sourasky, em Telavive e a Hadassah-University Medical Center em Jerusalém.  A vacina está esperando a aprovação do Ministério da Saúde israelense para poder chegar ao mercado. E estão particularmente interessados na América do Sul.

A Oravax usou três proteínas estruturais do novo coronavirus, ao invés de apenas uma, como acontece com as vacinas injetáveis da Moderna e Pfizer. Segundo a Oramed, essa característica deverá deixar a Oravax mais eficaz às novas variantes da Covid-19. 

Nadav Kidron, CEO da Oramed, destacou vantagens adicionais da vacina oral: ela pode ser enviada a qualquer lugar, até pelo correio, pode ser armazenada sem refrigeração especial, e não precisa de nenhum “aplicador” profissional, como um enfermeiro.

O vídeo de divulgação da Oramed:

Título e Texto: Dagomir Marquezi, revista Oeste, 25-7-2021, 22h

Barra da Tijuca, o melhor lugar no Rio para quem ama shoppings centers

Grande variedade de shoppings na Barra atrai tanto os moradores locais quanto quem faz questão de ir ao bairro passear nos empreendimentos

Raphael Fernandes 

Certamente um dos bairros mais conhecidos do Rio de Janeiro, ideal para se morar e cada vez mais propício também para o trabalho, a Barra da Tijuca, na Zona Oeste da cidade, além de suas belezas naturais que abrangem as praias, parques e ilhas, é famosa por sua extensa variedade de shoppings centers. Ao todo, dos de maior porte aos menores, são mais de 10 empreendimentos à disposição da população, com uma vasta opção de lojas e estabelecimentos.

Só na Avenida das Américas, por exemplo, uma das mais movimentadas da região, são 9. Possivelmente o mais conhecido de todos e um dos principais do Rio, o BarraShopping é bastante completo e dispõe de lojas de todos os segmentos. Anexo a ele, está o NewYorkCityCenter, com um cinema bastante ”aclamado” e sua procurada praça de alimentação. Além disso, a réplica da Estátua da Liberdade na entrada dá uma cara ”estadunidense” ao local.

Vizinho aos 2, o VillageMall, inaugurado em 2012, trouxe – ainda mais – exuberância e requinte à Barra. Além do seu teatro muito procurado, o shopping tem muitas lojas consideradas de luxo e um clima agradabilíssimo para se passear.

[O cão tabagista conversou com…] – 100ª! – Lourenço Bray: “Temos um problema de independência dos media em Portugal, agravado com a penúria financeira e perda de relevância…”

Nome completo: Lourenço Farrajota Cristina Bray

Nome de Guerra:  Lourenço, mas na playstation e outras plataformas de gaming online é aguia77

Onde e quando nasceu?

Bruxelas, Bélgica, 1977.

Onde estudou?

Instituto Superior de Economia e Gestão, curso de Matemática Aplicada à Economia e Gestão.

Onde passou a infância e juventude?

Passei a infância numa pequena aldeia a 12km a sul de Torres Vedras, as Carreiras [foto abaixo], vindo de Bruxelas com 5 anos. Depois, com 9 ou 10 anos fui para Torres Vedras onde fiquei até ir para a universidade.

Qual (ou quais) acontecimento marcou a sua infância e juventude?

Na infância, salientaria mesmo a transição de vida de uma grande metrópole europeia, num país rico e desenvolvido como a Bélgica em 1981, para um contexto de aldeia no Portugal rural pós-revolucionário. Nem falava português. Tinha apenas 4 ou 5 e anos e recordo-me com grande nitidez da mudança, da viagem, das primeiras interações com miúdos da minha idade, de ouvir português e não entender nada. Felizmente tinha um amigo, o Marco, filho de emigrados em França regressados à aldeia, que sabia falar francês e foi intérprete.

Foram sempre todos muito amistosos e ainda hoje os considero amigos e sigo-os - vantagens de plataformas como o facebook. Nem me recordo de aprender português, em poucas semanas ou meses estava a falar. E com pronúncia local, para desespero do meu pai que me corrigia. Foi um período muito feliz. A vida na aldeia nessa época era algo mágico.

Depois há uma série de acontecimentos, como na biografia de toda a gente… Por exemplo, a morte do meu primeiro cão, o Garoto, algo trágica, abatido pelo meu próprio pai. Era um cão muito mau, muito perigoso, já me tinha atacado uma vez e arrancado uma unha de um dedo, embora eu tenha sido palerma ao fazer-lhe uma festa enquanto comia.

Adorava o cão, toda gente tinha medo ele. Um dia atacou uma vizinha, felizmente sem gravidade, mas teria de ser abatido e o meu pai recusou-se a levá-lo a um matadouro ou ao veterinário e fez o serviço ele próprio. Ainda me lembro de o ver com o corpo do cão num lençol, nos braços.

Enfim, tenho mais memórias, penso que as crianças registam “cenas” assim.

A juventude teve muitas memórias, saliento ter saído de Torres Vedras para Lisboa e, portanto, começado a viver sozinho. Também salientaria a primeira vez que beijei uma rapariga, foi muito tarde, porque sou uma pessoa das que vai para cursos de matemática, faz parte.

Vai frequentar que faculdade?

ISEG, Instituto Superior de Economia e Gestão, curso de matemática aplicada à economia e gestão. Era uma universidade bastante simpática no centro de Lisboa, convenientemente perto dos bares da 24 de julho e do Bairro Alto.

Escolhi o curso porque me parecia muito difícil, apareceu num artigo qualquer de uma revista que o colocava nos três mais difíceis do país a par de engenharia aeroespacial no técnico e outro que não me recordo. Confirmo que era difícil. Nunca tinha tido uma só negativa na vida e logo no primeiro exame a uma das cadeiras tive 3 em 20. Fiquei em choque.

Miseráveis, mas bem-educados

Veneramos simpaticamente os ladrões e incompetentes que nos desgovernam…

Pedro Caetano

Os Portugueses são economicamente miseráveis, mas gostam de ser muito bem-educados para quem os faz miseráveis. A maior parte dos povos do mundo tratam mal e mandam verbalmente a sítios poucos recomendáveis qualquer ladrão que os roube, ou incompetente que desperdice o seu dinheiro. Assim, nesses países há vergonha e fim de carreira política e pública para quem roube ou desperdice enormemente o erário público. 

No entanto, isso não acontece em Portugal. Os Portugueses, relembremos, são quem inventou um slogan único no mundo para, bem-educados, desculparem políticos que os roubam: o famoso “rouba mas faz”, que começou com Isaltino de Morais em Oeiras mas agora é aplicado a quase todo o regime dos políticos e seus protegidos de honra em Lisboa. 

Muitos dos nossos compatriotas não percebem que nos outros países os políticos e quem eles nomeiam ou apoiam para instituições públicas ou emblemáticas nacionais, se são bem pagos, têm é de fazer e não precisam nem devem roubar para fazer.

Uma multidão de Portugueses não percebe também que muitos dos nossos políticos e figuras públicas a eles associadas, do futebol à banca, além de potencialmente roubarem ainda por cima fazem muito poucochinho. Tão poucochinho que estamos economicamente estagnados há mais de vinte anos e cada vez mais em últimos da Europa.

Igualmente, o Benfica há quase sessenta anos que não é campeão europeu nem obtém nenhum outro título europeu. Nem já no futebol, apesar de termos excelentes jogadores, somos primeiros, de tal forma a cultura de lideranças sem ética nem mérito singrou na política e nas comissões de honra dos políticos a apodrecerem Portugal por todo o lado.

Notamos a forma educadíssima como as nossas televisões deram enorme tempo de antena ao advogado empinocado de Luís Filipe Vieira para este atacar interminavelmente heróis nacionais como Carlos Alexandre e Rosário Teixeira. Muitas prima-donas da nossa imprensa e do regime também lamentam que estes valentes procurador e juiz tenham sido tão mal-educados para com Vieira, com “métodos desagradáveis”.

Notamos sobretudo que  Michael O’Leary, o CEO da Ryanair, que tem propriedade e paga impostos em Portugal, deu uma conferência de imprensa onde chamou  Pinóquio e desenhou o famoso nariz de mentiroso na cara do ministro das infraestruturas Pedro Nuno Santos. Esta “falta de educação” vinda de um herói de sucesso da aviação internacional horrorizou vários jornalistas das rádios, televisões e jornais da nossa praça, que não negaram que o CEO da Ryanair tinha razão.

domingo, 25 de julho de 2021

FC Porto bateu o Lille por 2-0 no primeiro teste da nova temporada

A versão 2021/22 do FC Porto apresentou-se a bom nível no Estádio do Algarve. No primeiro jogo de preparação do estágio no Sul de Portugal, os azuis e brancos derrotaram o Lille por 2-0 e deram excelentes indicações para a época que se avizinha. De regresso a uma casa que tão bem conhecem, Bruno Costa e Fernando Andrade fizeram o gosto ao pé e selaram uma merecida vitória diante do campeão francês.

Com Diogo Costa, João Mário, Mbemba, Marcano, Sérgio Oliveira, Bruno Costa, Otávio, Pepê, Mehdi Taremi e Toni Martínez de início, foi mesmo este último quem se criou perigo pela primeira vez, na sequência de um canto cobrado pelo capitão Sérgio Oliveira. Ao segundo poste, o avançado espanhol cabeceou rente ao ferro gaulês. Em jeito de resposta, um grande remate cruzado de Luiz Araújo, sobre a direita, acabou por ser travado com estrondo pelo travessão portista. Cinco minutos volvidos, saiu da bota de Sérgio Oliveira o primeiro remate enquadrado azul e branco. Do outro lado, Diogo Costa ia recolhendo com segurança todas as tentativas de golo do Lille.

De regresso das cabines para a etapa complementar, os vencedores da última edição da Ligue 1 fizeram meia dúzia de alterações e os Dragões mantiveram os mesmos onze. Ao minuto 53, uma grande arrancada de João Mário sobre o flanco direito culminou num cruzamento para o coração da área. Toni Martínez ainda tentou faturar de primeira, mas o 1-0 para o FC Porto viria a ter a assinatura de Bruno Costa, na recarga. Antes da hora de jogo, Pepe, Diogo Leite, Fábio Vieira, Fernando Andrade e Evanilson renderam Mbemba, Marcano, Pepê, Toni Martínez e Mehdi Taremi. Já dentro do derradeiro quarto de hora, Otávio sofreu falta a meio-campo, mas deu seguimento à jogada. Depois de galgar metros pela esquerda, o 25 portista soltou em Fernando Andrade, que correspondeu ao excelente passe com uma excelente finalização, dilatando para dois golos a vantagem dos da Invicta. De seguida, Sérgio Conceição fez entrar Nanu, Zaidu, Vítor Ferreira e Francisco Conceição para os lugares de João Mário - protagonista de uma bela exibição dos dois lados do campo -, Wilson Manafá, Sérgio Oliveira e Otávio. Perto do apito final, Romário Baró foi lançado para a posição ocupada por Bruno Costa, o último resistente da equipa titular.

Segue-se novo embate de preparação em terras algarvias, desta feita diante de um conjunto orientado por José Mourinho. O Estádio da Bela Vista, em Lagoa, será palco do FC Porto-Roma a partir das 20h00 da próxima quarta-feira, dia 28 de julho. O encontro entre portuenses e romanos terá transmissão em direto e em exclusivo na FC Porto TV e no Porto Canal.

Fonte: FC Porto, 25-1-2021, 21h43

Viral video shows man confront Tucker Carlson in fishing store — but it doesn't go as man hoped: 'Tucker wins again'

Chris Enloe

A video going viral on social media shows an enraged man confront Fox News host Tucker Carlson inside a outdoor equipment retail store, condemning Carlson as "the worst human being known to man."

What happened?

The enraged man, Dan Bailey, posted the video to Instagram showing the confrontation that happened on Friday.

"You are the worst human being known to man. I want you to know that," Bailey told Carlson. "What you have done to this state, to the United States, to everything else in this world. I don't care that your daughter's here. What you have done to everybody else in this world."

Carlson, who was laughing at Bailey, said, "Settle down, son."

Bailey shot back, "'Son?' Don't call me son!"

Carlson then walked away from Bailey, who continued to follow and berate the Fox News host.

What was the reaction?

Como se chama este veículo?

 E o seu motorista?

Deu Gigante! Vascão vence o Guarani por 4 x 1 na estreia de Lisca

O Vasco da Gama venceu o Guarani por 4x1 em São Januário, no jogo que marcou a estreia do técnico Lisca na Colina

Anderson Montalvão

O Vasco da Gama venceu o Guarani por 4×1 em São Januário, no jogo que marcou a estreia de Lisca. A partida, válida pela quarta rodada da Série B do Campeonato Brasileiro, foi uma das mais disputadas pelo Gigante da Colina, que soube se impor jogando em casa.

Com a vitória, o Cruzmaltino subiu quatro posições na tabela, ocupando a quinta colocação no momento, a apenas um ponto do G4, composto atualmente por Náutico, Coritiba, Goiás e Guarani.

Lisca mandou a campo a seguinte escalação: Vanderlei, Leo Matos, Ernando, Leandro Castan e Zeca; Bruno Gomes (Juninho), Galarza e Marquinhos Gabriel (Sarrafiore); Léo Jabá, Gabriel Pec (Arthur) e Germán Cano (Daniel Amorim).

O Guarani, de Daniel Paulista, jogou com: Gabriel Mesquita, Pablo, Thales, Titi (Lucão do Break) e Bidu; Bruno Silva, Rodrigo Andrade, Bruno Sávio e Régis; Matheus Souza (Andrigo) e Davó.

Primeiro tempo

O Vasco da Gama começou bem o jogo, com uma participação mais efetiva de Marquinhos Gabriel jogando ao lado de Léo Jabá no meio-campo, mas com uma tímida presença de Gabriel Pec e Germán Cano, que poderiam oferecer mais perigo à defesa adversária.

Mas, aos oito minutos, após o goleiro do Guarani errar e sair jogando mal, Léo Jabá tentou de primeira e após o desvio de Bruno Gomes, Marquinhos Gabriel recebeu sozinho e finalizou para abrir o placar para o Cruzmaltino.

[As danações de Carina] Receita de domingo

Carina Bratt

ACORDAR CEDO, bem cedinho, antes das galinhas. Tomar café com leite, comer pão com manteiga, ligar o som costumeiro e ouvir as músicas que nos inebriam a alma. Particularmente amo a saudosa Vanusa cantando manhãs de setembro, apesar de não ser setembro. Em seguida, colocar uma roupa caseira, andar de pés no chão, sair, ver pessoas, sem aquelas formalidades horrendas e desconfortáveis dos blazers, dos terninhos de giz, dos sapatos altos, das maquiagens, enfim, nos vermos livres das necessidades que os outros dias da semana nos impõem goela abaixo, como se fosse uma pena imposta por alguma lei mal digerida.

Caminhar no calçadão da praia, sem pensar em nada, depois na areia, molhar os pés nas ondas que rebentam de encontro ao nosso encantamento. Não há nada mais reconfortante que entrar em sintonia meridiana com a natureza e com o infinito disponível bem ali diante dos olhos. Escancarar, nestas horas, as portas do coração, abrir as janelas da alma e deixar que o sol radiante, ainda embalado nos braços ternos da noite venha, de mansinho e entre, leve e solto e se sinta livre e senhor de tudo, para invadir cada cantinho oculto existente dentro de nós.

Sentir o ar, o vento batendo no rosto, ouvir os pássaros nas árvores... e nada de preocupações insanas ou sequer pensar que o dia seguinte será segunda-feira. O dia de domingo deve ser sagrado, sempre, intocável, venerável, santo, intangível e completo. É o dia em que a gente pode ouvir os conselhos da mamãe, comer uma comidinha feita por ela na hora, rever os demais consanguíneos, se divertir com os gritos dos sobrinhos correndo pela casa, rever os amigos, abraçar cada familiar ausente que se achava indisponível em face das correrias e das obrigações cansativas e massantes do cotidiano enfadonho.

O cotidiano, embora não pareça, mata aos poucos, e antes de nos levar para o buraco, de vez, fere. Deixa marcas profundas e indeléveis. Às vezes montam cicatrizes que não somem e grudam na gente pelo resto da existência. O dia a dia de algumas pessoas que conheço está longe do que Ivan Lins canta na música Vitoriosa. O fato é que se formos colocar tudo na ponta do lápis, tipo assim, em pratos limpos, fazermos um retrospecto profundo de tudo que nos envolve, que nos castiga, de segunda a sábado, chegaremos à conclusão de que os percalços deste rotineiro nos mostram claramente que a via crucis desastrosa da repetitividade das coisas inúteis e banais que nos escravizam nos sinalizam o contrário.

Onde fica e qual o nome?

[Antigamente] Quem (não) brincou de pique-esconde?


Anteriores: 

Como chamava este brinquedo?
Pião 
Telefone 
Telégrafo 
Anterior ao fax 
Fax 
[Antigamente] Computador

Ésta foto va dedicada a todos aquellos que no quieren perros en las playas