quinta-feira, 29 de março de 2012

Comissão da Vingança

Julgo a tortura um crime imprescritível. Tenha ela a motivação ou a ideologia que tiver.
No Brasil, ainda no governo do General Figueiredo, houve uma mobilização da sociedade em prol de uma "anistia ampla, geral e irrestrita". No meu entendimento, os três adjetivos queriam frisar o perdão, o enterro de maus tempos. Mas não é esse o entendimento da turma que atualmente governa o Brasil. Aí, como os esquerdeiros adoram promover a cizânia, uns contra os outros, nós (eles, os puros) contra eles… tá instalada a guerra ideológica da década de sessenta do século passado, e está desmentida a secular cordialidade.
O texto que se segue é de  Rivadávia Rosa:

Acho que ninguém em sã consciência é contra a “verdade”, mas pelo que parece quem é contra a “Comissão”, mesmo sendo a favor da VERDADE é tachado de “ultra direita”.
O fato é que pelo viés ideológico em que prevalece a ‘memória seletiva’ finge-se ignorar que nos países do Cone Sul - que quem pegou em armas, assaltou, sequestrou, roubou, assassinou, vitimou civis inocentes, alheios à “ideologia revolucionária” – foi reconhecido pelo poder público como “vítima” – recebe polpudas indenizações, pensões e aposentadorias, enquanto as VERDADEIRAS VÍTIMAS DA SUBVERSÃO ARMADA – foram esquecidas pelo mesmo poder.

público, ou seja, os SUBVERSIVOS enriquecem a custa do dinheiro público e as VERDADEIRAS VÍTIMAS permanecem no limbo jurídico, inclusive como ser humano, o que significa negação da própria pessoa humana.
A revisão crítica do passado – é necessária – mas não é incumbência de políticos ou do eventual governo de plantão, sobretudo de um governo cujos componentes se inspiram na ‘democracia e direitos humanos’ da Ilha Cárcere’, mas de historiadores, investigadores e estudiosos que examinando as ocorrências passadas em seu devido contexto, estabelecem as prioridades e correlações indispensáveis, avaliando as informações necessárias, considerando o seu devido contexto, e assim ajudam a discernir e interpretar o passado, com objetividade e imparcialidade; condená-lo, aprová-lo ou até demonstrar admiração pelos fatos e personagens que o conformaram.

Esta revisão para ser eficaz, deve ser individual, livre, independente e pluralista, sobretudo numa sociedade democrática, em deve coexistir diferentes versões e interpretações dos eventos históricos. Esta diversidade é a melhor maneira de abordagem para deslindar a complexidade dos fatos e buscar a verdade histórica. O domínio ‘hegemônico’ nesse caso revela tão só sua face perversa.

Tal abordagem não exclui a crítica, que é a única que a torna possível e justa, mas aos militares pretende-se interditar esse direito, inclusive o de defesa.
Porém, quando a verdade histórica torna-se monopólio do poder político, como ocorre nos governos de viés totalitário a possibilidade de conhecer a verdade é interditada, pois é substituída pelas mentiras e falsificações históricas que o governante e a facção dominante impõem mediante intensa propaganda midiática e ideológica, para distrair e auto justificar suas próprias mazelas gestadas na ineficiência, ineficácia e incompetência na (in) governança pública. Vide a propósito o discurso da presidente Dilma Vana Русев Russév Linhares, quando da assinatura da lei da verdade sabida, digo Comissão da Verdade, alegando que lutaram pela ‘democracia’ e pela ‘liberdade’, quando na verdade foram treinados e financiados por Cuba/Pequim/Moscou, para tomar o poder pela violência e implantar uma ditadura modelo cubano no Brasil. Os Militares e a sociedade impediram e, por isso não só perdoados, nem mediante a Lei da Anistia.

Pretende-se cínica, hipócrita e perversamente impor pela “memória seletiva” uma só “verdade” - a de que só os Militares e os membros dos Órgãos de Segurança cometeram crimes...
Assim, não se deve confundir memória (seletiva) com História, constituindo-se em imperativo ético-jurídico a advertência de que é bom e saudável para a sociedade que os políticos, principalmente os alinhados com a ditadura democida da familiocracia Castro, não se intrometam no domínio dos historiadores, justamente para evitar a nefasta contaminação político-ideológica.
Abraços ‘ultra direitistas’
Texto e Grifos: Rivadávia Rosa

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