sábado, 28 de dezembro de 2013

Projeto Fênix (I)

José Manuel                          
Após a publicação do texto "A FÊNIX RESSURGE", recebi uma quantidade expressiva de e-mails, com elogios ao projeto, assim como dúvidas a respeito do que é e como irá funcionar.
Temos que ter em mente, apesar da sua urgência, que este projeto está em formatação, em gestação e estudos de viabilidade, por ser uma forma muito ampla de nos juntarmos como fazíamos na VARIG, com todos os departamentos se interligando e funcionando como uma máquina complexa que éramos.

Ao longo destes oito anos, o governo usou e abusou premeditadamente da fórmula "dividir para governar", ao nos forçar a criar "facções", dentro do universo de 20.000 funcionários, jogando uns contra os outros, assim criando uma diáspora em nosso grupo, que jamais poderia ter acontecido.
Ora, se éramos a maior e melhor empresa da América Latina, a quinta do mundo, é porque profissionalmente tínhamos um imenso valor. O governo ao conseguir pela força de seu poder o demoníaco intento de fechar a VARIG, logo após jogou pesado para que nos mantivéssemos dispersos e em luta constante uns contra os outros. Um dos vetores mais famosos e conhecidos dessa forma de desagregação foi esse famigerado acordo, que vem sendo alardeado há algum tempo, por uma das facções, cuja intenção era exatamente nos manter "amarrados" a notícias veiculadas e que a cada "boa" notícia, nos impedia de tomar atitudes, pois sempre se esperava por algo que não viria jamais. O Natal de 2013 já passou e este é um real exemplo do que acabo de descrever.

Isto foi péssimo para o grupo, muitos perderam a vida sem terem alcançado o que tinham direito, suas famílias estão passando necessidades, e temos a nossa parcela de culpa por não termos tido a sensatez necessária e não ter visualizado a catástrofe que se avizinhava. 

Durante este período de sofrimento por que passamos, amadurecemos e hoje temos uma visão bem clara do que fazer, inclusive para mandar uma mensagem muito nítida ao governo de que de agora em diante e a partir de janeiro 2014 agiremos como empresa, estaremos todos juntos novamente, não vamos mais permitir, que nos violentem com promessas que já conhecemos como mentirosas e falsas ilusões que não enganam mais ninguém.

É aqui que surge o  PROJETO FÊNIX, para minimizar o sofrimento de todos, enquanto as nossas ações jurídicas não forem sentenciadas.
Repito, todas as  atitudes doravante, iniciarão a partir de janeiro de 2014, sem data ainda, pois dependem de um grande estudo de como isso poderá ser feito para  chegar a todos com transparência e confiabilidade.

Para isso teremos que ter a adesão de todos aqueles, dos departamentos correspondentes, jurídico, contabilidade, financeiro, escala, administração, operações, marketing, vendas, reserva, enfim, todos para que a FÊNIX ressurja das cinzas e possamos mostrar que jamais algum dia  "FOMOS".
Para mostrar sem dúvidas a este governo que continuamos, que  "SOMOS", e não jamais o que eles achavam que tinham destruído.

No próximo comunicado vamos explicar detalhadamente e por escala de prioridades as atitudes a serem tomadas como exemplo abaixo, repetindo que todo o processo está passando por, inclusive, avaliação jurídica, para que se torne viável, tendo como tônica a sua transparência

1º) Como depositar na conta  de dez participantes  mensalmente pequenos valores, mas vultosos pelo número de  pessoas e que se tornem um desafogo aos débitos e às suas necessidades mais prementes.
2º) Encontrar uma fórmula de fornecer remédios a todos, por preço de custo de laboratório e a viabilidade de novos planos de saúde que atendam às expectativas de todos.
3º) Levar ao conhecimento da Corte interamericana de Direitos Humanos, o que estão passando os idosos do AERUS, através de uma banca de advogados que queira nos patrocinar.
Lembramos que é uma causa internacional, com forte repercussão, por isso viável.
4º) Criação de  "tripulações fixas" em que constarão membros do voo e de terra, para as ações a serem executadas e com comando.
5º) Como usar o nosso departamento de marketing já constituído e atuante.
) Criação de um fundo de reserva, abastecido por doações voluntárias e gerido por um comitê de participantes ligados à área financeira, com a transparência que se tornar necessária, a fim de fazer face a empréstimos a todos que os necessitarem.
7º) A partir do retorno de nossos proventos, criar um departamento constituído por membros do departamento financeiro, capaz de fiscalizar toda a movimentação  de recursos, seja para que fundo for.

É ambicioso? É, mas temos que nos lembrar de quanto profissionais éramos, de que pertencíamos a uma empresa reconhecida internacionalmente e por isto temos o dever de manter o seu nome cada vez mais vivo em nossos corações.
É também, e acima de tudo, um modo de podermos suportar melhor nossas necessidades, enquanto a justiça não se faz presente.
Por falar em justiça, quero lembrar mais uma vez que a justiça anda ou não, ou melhor, é sempre diretamente proporcional às nossas atitudes.
E por final e até ao próximo comunicado, Aposentados, certamente por direito. Velhos e inoperantes, jamais!
Título e Texto: José Manuel, 28-12-2013
P.S.: Espero por sugestões que serão analisadas e, se forem boas para o grupo, serão claramente anexadas ao projeto. O meu e-mail é   jmdrdc@gmail.com
"Maior que a tristeza de não haver vencido é a vergonha de não ter lutado!" (Rui Barbosa)

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Um comentário:

  1. a) “Senhor, daí-me força para mudar o que pode ser mudado... Resignação para aceitar o que não pode ser mudado... E SABEDORIA para distinguir uma coisa da outra...”

    b) São Francisco de Assis

    Lendo atentamente todos os itens do PROJETO FÊNIX, analisando as entrelinhas e meditando sobre sua provável conseqüência, a minha conclusão foi favorável ao projeto. – Não existe uma solução melhor, não existe outra saída enquanto permanecer esta situação em que o caso AERUS se encontra. O projeto foi lançado à análise de todos os envolvidos nesta trama diabólica perpetrada pelo podre poder que aí está. Todos testemunharam a ardilosa atuação de um sindicato desacreditado atrelado à CUT – (inimiga declarada do trabalhador brasileiro). Realmente, até agora, somos uma categoria fracionada, fragilizada e perdida num emaranhado de mentiras e falsas promessas... Ora, vamos atuar perigosamente sobre este mar de lama, mas vamos com cuidado, muito cuidado para não se afundar mais do que já estamos afundados. Vamos fazer pipocas mas numa panela aberta, vendo a pipoca estourar e se tornar um alimento saudável e de fácil digestão e, se a UNIÃO FAZ A FORÇA, este governo petista faz o sal ou o açúcar, de acordo com o gosto do freguês? É chegado o momento de praticar a união, já que o diálogo faz o entendimento. Este projeto FÊNIX está aberto ao entendimento para se distanciar do (DES)entendimento. Estamos fracos justamente porque não praticamos o entendimento e, desunidos, nunca seremos fortes. Alguns se rebelarão contra este projeto, serão sempre os mesmos que protestaram e protestam contra toda e qualquer idéia salvadora e que visa agregar TODOS os participantes do AERUS numa única missão salvadora e por uma justa reivindicação. Para estes detratores, cumpre saber que, RIR do mal é NUNCA estar disposto a combatê-lo, é querer que todos se afundem sem a menor contemplação. Rir dos que procuram fazer o BEM é desconhecer a força com a qual o bem se fortifica e se propaga a si próprio. Afinal, o probo desta contenda, o que nada contra a correnteza forjada por opressores, sabe a força que essa correnteza possui, e, ao mesmo tempo, aprendeu os meandros de defesa e ação. O mal dos falsos defensores do AERUS é utilizar a força e a fraude e, em contrapartida, este projeto FÊNIX apresenta uma força superior às demais forças, é a força do pensamento lúcido, sincero e transparente. Afinal, nada que seja difícil de superar, poderá resistir eternamente diante da força de tentativas. Steve Jobs diz uma afirmação concernente a este estado de coisa: “Na maioria dos casos, forças e fraquezas são dois lados da mesma moeda. Uma força em uma situação é uma fraqueza em outra, mas freqüentemente as pessoas não conseguem trocar as marchas”. Vamos perseverar para conquistar pois o ideal é um grande remédio que duplica a nossa força e mata as fraquezas dos que semeiam a desunião e o fracasso. Sinceramente, acho a idéia de José Manuel inteligente, conciliadora e aberta ao diálogo. Neste momento crucial, não cabem críticas e objeções visando esvaziar o brilhantismo de uma idéia inovadora. Qualquer objeção, deve ser direcionada a seu e mail. Com certeza, José Manuel irá responder com clareza e calma, virtudes que lhe são peculiar.

    “A força do direito deve superar o direito da força” já dizia Ruy Barbosa.

    Carlos Lira

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