terça-feira, 2 de agosto de 2016

Treze fatos que você precisa saber sobre a criminalidade racial americana

Rodrigo Constantino

No que depender da nossa imprensa e de boa parte da americana, quase toda com viés de esquerda, as informações que chegam sobre criminalidade nos Estados Unidos pintarão a polícia como racista e as armas como responsáveis pelos crimes. Pouco ou nada será dito sobre a proporção muito maior dos negros nos crimes e daquela que parece ser a principal causa essencial por trás disso: a desestrutura familiar deles.

Colocar o dedo nessa ferida foi o que Heather Mac Donald fez em War on Cops, livro em que disseca a narrativa oca “progressista” sobre a criminalidade, com base nas falácias do Black Lives Matter, movimento que tem instigado a tensão racial no país e que faz “demandas” típicas de um PSOL para resolver os problemas. A seguir, 13 fatos que a autora destaca na obra e que você não verá na grande imprensa:

1.      Os negros corresponderam a 60,5% de todas as prisões por assassinato no Missouri em 2012 e 58% das prisões por roubos, apesar de representarem apenas 12% da população do estado;

2.     Em Nova York, os negros são apenas 23% da população, mas cometem cerca de 75% dos crimes envolvendo tiroteio na cidade, enquanto os brancos, que são um terço da população, praticam 2% dos crimes com tiroteio;

3.       Em Los Angeles, os negros praticam 42% dos roubos, mas são 10% da população;

4.      Os negros corresponderam a 78% das prisões juvenis entre 2003 e 2008 em Chicago, contra 18% dos hispânicos e 3,5% dos brancos;


5.      Homens negros entre 14 e 17 anos têm até 6 vezes mais chances de morrer em tiroteios do que adolescentes brancos e hispânicos juntos, graças a uma taxa dez vezes maior de assassinatos cometidos por adolescentes negros;

6.       Em 2013, os negros foram responsáveis por 43% dos assassinatos de policiais, nos casos cuja “raça” era conhecida, apesar de os negros corresponderam a somente 13% da população americana;

7.       Os negros foram acusados por 62% dos roubos, 57% dos assassinatos, e 45% dos assaltos nos 75 maiores condados americanos em 2009, apesar de representarem aproximadamente 15% da população nesses locais;

8.   Somente 4% dos homicídios de negros são pela polícia, comparados a 12% das vítimas brancas e hispânicas;

9.    A taxa per capita de policiais mortos por negros é 45 vezes maior do que a de negros “desarmados” mortos por policiais, mesmo considerando a valor de face o conceito de “vítima desarmada” da imprensa, já que várias dessas vítimas tentavam agredir o policial em questão e roubar sua arma;

10.  Em 2006, os negros eram 37,5% da população carcerária estadual e federal, apesar de representarem 13% da população total: um em cada 33 negros estava na prisão na época, ou 11% de todos os homens negros entre 20 e 34 anos;

11.   De 1976 a 2005, os negros foram responsáveis por 52% de todos os assassinatos na América;

12.   Em 2006, os negros eram 37,5% dos 1.274.600 presos estaduais do país, e se forem retirados os presos por drogas, essa taxa cai apenas 0,5 ponto, para 37% do total;

13.   Mais de 72% dos negros americanos nascem de mães solteiras, fora do casamento, uma taxa três vezes maior do que uma análise feita em 1965, antes da “guerra contra a pobreza” dos democratas “progressistas”, que já gastou mais de $20 trilhões em 80 diferentes programas de welfare state voltados para resolver o problema. Em Chicago, essa taxa chega a 80% das crianças nascidas!

Diante desses fatos, o leitor pode fazer como um típico “progressista”, e ignorar o problema essencial, preferindo atacar as “desigualdades”, as armas ou a polícia “racista”. Mas em nada vai ajudar fechar os olhos para a verdade, principalmente os que mais sofrem com essa triste realidade: os negros jovens e mais pobres, em famílias destruídas.

Não é culpa da “guerra às drogas”, como mostra a autora. Não é um problema de viés policial. Tampouco é algo que pode ser resolvido com cheques estatais e assistentes sociais. Esse remédio fracassou. Ou pior: ampliou o problema!

Negros são presos em proporção maior do que hispânicos, brancos e asiáticos, e sofrem uma abordagem policial maior pelo mesmo motivo: praticam mais crimes. Eis o fato inegável. Resta encontrar as causas disso. E as famílias sem estrutura dão uma boa dica do caminho.

Obama foi um “ativista social” em Chicago, e toda a sua narrativa era coletivista, isentando o indivíduo de responsabilidade por seus atos, culpando bodes expiatórios e delegando ao estado a capacidade de resolver tudo. Não funcionou. O Black Lives Matter foi mais longe, com o endosso do próprio presidente, e passou a condenar o suposto racismo da polícia, em vez de falar da maior criminalidade dos negros.

Um movimento que efetivamente se importasse com esses negros deveria ensinar que a polícia deve ser respeitada, que suas ordens devem ser obedecidas, que resistir é um ato irresponsável e perigoso e, acima de tudo, que os jovens precisam de boas referências e limites em suas vidas, ou seja, de bons pais. Mas se fossem nessa linha seriam conservadores, não “progressistas”. E isso é inaceitável para essa turma. Melhor continuar ignorando os fatos… e os negros vítimas desse descaso todo. 
Título, Imagem e Texto: Rodrigo Constantino, 2-8-2016

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