domingo, 26 de novembro de 2017

[Ferreti Ferrado suspeita...] Apresentação

Haroldo P. Barboza

Prezados colegas que conduzem este belo cão!

Tive um texto editado no link abaixo:


Por motivos diversos não enviei novos materiais. Perdi contato até com Plinio Sgarbi e Maria João.
Mas se tiver perdão e oportunidade, espero colaborar regularmente com novas matérias.

Na esperança de ajudar leitores a debaterem sobre temas que possam elevar nossa qualidade de vida, já envio o texto abaixo para uma polêmica saudável.

Se não for muito atrevimento meu, solicito a criação de uma “seção” chamada “Ferreti Ferrado Falou” onde eu possa editar “críticas” sob forma de “tiras”. Segue um anexo para estreia (ousadia) do espaço. Não cobrarei pela participação, a não ser que minha coluna agregue mais 500 leitores ao periódico. Aí passarei a receber “royalties” a nível de “foca”.


Que o sucesso continue seguindo a equipe.

Haroldo P. Barboza, Rio de Janeiro, 25 de novembro de 2017

Conto da carochinha: pedimos ajuda à SIRIA

ANTES
Para que a cidade do RJ fosse dada como "segura" para abrigar a copa de 2014 e olim...piadas de 2016, foi montado um circo em 2009 com ajuda da TV.

Certo dia uma emissora ficou por mais de 4 horas exibindo ao mundo a retomada de uma comunidade na zona sul, onde policiais "perseguiam" bandidos (previamente avisados) para "fugirem" da "temível" UPP que se proliferou em dezenas de localidades para resolver os problemas locais.

A partir da edição de tais vídeos acoplados com obras mirabolantes (pelo triplo do valor) de equipamentos esportivos que seriam abandonados após setembro de 2016, o fluxo de estrangeiros deslumbrados deu para gerar alguns empregos temporários para nossos nativos.

Estes visitantes jamais perguntaram para onde foram os bandidos que "fugiram" com "medo" da polícia (que abriga alguns comparsas dos escalões superiores) "eficaz". Talvez já saibam que eles se abrigaram na região dos lagos e cidades serranas, a menos de 150 km do perímetro definido para o deslocamento de atletas, jornalistas, veículos públicos e "ortoridades" locais.

Talvez também já saibam que o povo "entusiasmado" pela tv não percebeu a encenação que apenas permitiu que os signatários dos polpudos contratos elevassem suas contas bancarias. E com certeza já sabem que a dívida para levantar "elefantes brancos" ficaria por conta dos inocentes úteis adoradores do BBBB e baboseiras semelhantes.

Também sabem que o programa UPP faliu já em 2010 por não ter implantado os serviços sociais REALMENTE necessários para cativar e tranquilizar a população que serve de escudo aos
malfeitores locais.

DEPOIS
Terminados os eventos esportivos, os mentores que não foram apanhados pela operação "lava jato" deram no pé e estão esbanjando dinheiro desviado em passeios por terras civilizadas da Europa.

Agora em 2017 a pressão dos quadrilheiros das drogas elevou-se além do tolerável por saberem que a propina corre solta nos gabinetes do podre poder. A força policial não tem mais ímpeto
para impor respeito e manter a segurança pública em nível suportável. Estão abandonados à própria sorte pelos seus comandantes que se escondem nos gabinetes refrigerados.

Os incidentes agora no início de maio último exibem o seriado de terror que vamos assistir com frequência no decorrer do tempo. Em quatro ou cinco pontos da cidade começaram tiroteios pela madrugada entre três facções (os milicianos não entraram) que desejam controlar áreas de vendas de drogas. Pneus queimados, arrastões em coletivos e automóveis, vias interditadas em dois sentidos por ônibus em chamas, civis (que pagam impostos) ilhados no meio do fogo cruzado e contingente de abnegados policiais desnorteados tentando oferecer tranquilidade à população abismada com a falência dos comandos do Estado que enviam agentes (em menor número) da lei ao extermínio provável.

As verbas destinadas a coletes, veículos (terra e ar), armas, comunicação, alimentação, primeiros socorros e demais itens não são suficientes para sustentar esta guerra cruel e desigual.

Estamos numa guerra civil (não declarada) ao nível de Iraque ou Haiti. Nossas crianças não conseguem sobreviver nem dentro das escolas ou igrejas.

E estamos enviando recursos para as crianças da Síria sem termos nenhum plano imediato para salvar as nossas. 
Haroldo - V. Isabel / RJ - 2017 
 Autor dos livros: Brinque e cresça feliz (*) / Sinuca de bico na cuca 
(*) já editado.

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