domingo, 8 de setembro de 2019

[Livros & Leituras] “Um Século de Escombros” chegou!

Chegou o livro do professor Gabriel. Fui buscá-lo ontem à agência dos correios.

Em mensagem ao autor escrevi:

Abri o envelope, joguei-o fora (na lixeira adequada), e, enquanto caminhava até ao carro, fui ‘lendo’ aqui e ali...
Gente! Sabe a sensação de folhear um livro e, sem lê-lo, já estar convencido que vai amar?!”

O autor, em recente contato epistolar, revelou ser leitor diário de O cão Que Fuma. (!!)

Muito obrigado, Professor!

Preste atenção na parte final da Introdução, páginas 17, 18 e 19:

(...)

Para que o leitor não compre gato por lebre, o livro não disfarça propósitos. Nos dias que correm, foram reabertas as portas para uma profunda revitalização intelectual por um conjunto circunscrito de pensadores cuja qualidade das intervenções teve a particularidade de romper o cerco que travava a socialização da liberdade de pensamento. Destaco Steve Bannon (EUA), Jordan Peterson (Canadá), Olavo de Carvalho (Brasil), Roger Scruton (Reino Unido) ou Dinesh d’Souza (Índia/EUA).

O alargamento do que é fundamental na liberdade – pensar, escrever, publicar, dizer – permitiu que o campo político passasse a dispor de condições sustentáveis para a afirmação de um conjunto de movimentos que serão defendidos sem ambiguidades nas páginas que se seguem.

Trata-se da Nova Direita Europeia, Donald Trump, Jair Bolsonaro ou da tradição de autorresponsabilidade do povo de Israel, assim como das demais forças sociais, cívicas e políticas que se aproximarem desses movimentos nos respectivos continentes.

Ao contrário do que se debita na opinião pública, o mundo dá os primeiros passos num dos mais significativos ciclos históricos favoráveis à liberdade e à democracia que se distinguem por estarem associadas, com nunca no passado, ao reforço da estabilidade social e política e à prosperidade dos povos, fenômenos que se podem estender além do mundo ocidental dada a sua dimensão.

Este inclui os povos do Ocidente propriamente dito, da Europa e da América do Norte, mas também os demais povos de matriz europeia e judaico-cristã da Oceania (Austrália e Nova Zelândia), da América Central e da América do Sul, nos dois últimos casos nos ciclos históricos em que se filiam aos ideais civilizacionais da sua ascendência europeia ocidental, assim como o povo de Israel, o referente histórico mais remoto das identidades do conjunto de povos referido.

Admitindo que o futuro terá sempre componentes de incógnita, ainda assim não restam dúvidas que o movimento em causa já assegurou a reorientação irreversível da moral social dos povos muitíssimo mais favorável ao respeito pela dignidade humana como não acontecia há um século, a época dominada pela adulteração moral e intelectual da espécie introduzida pelos soviéticos. Razão para a renovação civilizacional emergente que alastra por todo o mundo ocidental comungar a vontade do combate frontal aos últimos e mais perversos resquícios soviéticos da Guerra Fria, ideais nascidos contra tudo o que o Ocidente representa, mas que passaram a prosperar nesse mesmo mundo por responsabilidades diretas das elites que controlam as suas instituições nucleares.

Daí que a força em causa se mova contra o pensamento único que tomou de assalto grande parte da comunicação social, universidades, sistemas de ensino ou meios artísticos, por seu lado escudados nas logicas de atuação de organizações internacionais e supranacionais como a ONU, União Europeia, Mercosul, União Africana, entre outras.

(...)
Gabriel Mithá Ribeiro, junho de 2019

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