• Ataque aos conservadores
• Lula como”herói nacional”
• Bolsonaro tratado como palhaço
• Enredo “sem anistia”
• Pessoas fazendo o L
• Artistas da Rouanet
• Tudo isso passando em rede nacional pela Globo.
Deixando registrado, porque daqui a pouco dirão
que é fake news.
Texto e Vídeo: Rubinho Nunes, X, 16-2-2026, 2h35
Diferente do desfile eleitoral do Lula, esse vídeo não usou dinheiro dos impostos… pic.twitter.com/duR7c9n89E
— Flavio Bolsonaro (@FlavioBolsonaro) February 15, 2026
Por muito menos (na verdade, por nada), Bolsonaro foi considerado inelegível.
— Ludmila Lins Grilo (@ludmilagrilo11) February 16, 2026
Acabou de acontecer um abuso de poder político e econômico de pré-candidato, ao vivo, com repasse de verba da União, pessoa jurídica controlada pelo homenageado.
O TSE, diferentemente do caso da… pic.twitter.com/u9apPbzWNn
Só para líder popular: toda vez que Lula aparecer de modo mais ostensivo na sacada do camarote ou se ele se arriscar a descer para a pista de desfile para cumprimentar os integrantes da escola, os responsáveis pelo som da Marquês de Sapucaí vão elevar ao volume máximo. pic.twitter.com/PHHnfZrxkK
— Rodrigo Constantino (@Rconstantino) February 15, 2026
Lula e seu cabo eleitoral, prefeito Eduardo Paes, agora na Sapucaí curtindo a Acadêmicos de Niterói que faz enredo em homenagem ao presidente.
— Rafael Satiê (@rafaelsatiebr) February 16, 2026
Um quer reeleição. O outro quer o governo do RJ.
E eu e você pagando a conta.
Mas relaxa… é só “cultura”. pic.twitter.com/reTQUg3LDl
Quando Bolsonaro era presidente, ele foi proibido de divulgar imagens de sua participação no funeral da Rainha Elizabeth II, porém, Lula teve permissão para participar do Carnaval e transmiti-lo ao vivo pela TV, em ano eleitoral. https://t.co/D8fpNRjbk7
— Coronel Amaro (@Amaro_Coronel) February 15, 2026


Lula desce pra avenida. Se isso não é autopromoção, uso da máquina pública e cheiro forte de campanha antecipada, eu sinceramente não sei o que é. E não dá pra esquecer: todo esse espetáculo foi bancado com dinheiro do povo. Dinheiro de quem trabalha, paga imposto e sustenta esse teatro político.
ResponderExcluirSamba enredo da acadêmicos de Niterói:
ResponderExcluir“ nosso sobrenome é Brasil da Silva”
“13 noites e 13 dias…”
“da esquerda de Deus pai”
“Sem mitos falsos, Sem anistia”
“Olê olê olá Lula, Lula!”
O presidente de honra é vereador do PT e o governo federal repassou 1 milhão de reais para a escola de samba.
Mas a ministra Cármem Lúcia não vê propaganda antecipada, deve ser aquela venda na escultura na frente do palácio da justiça.
Será que o carnaval daqui para frente vai virar um desfile de candidatos para prefeitos, vereadores, governadores e presidentes?
É isto mesmo que eu estou entendendo ou será que “vai ser só desta vez” @carmenlucia?
Se esse desfile fosse em 2022: Bolsonaro estaria preso, busca e apreensão no PL, apreensão no barracão da escola, apreensão dos carros alegóricos e inelegibilidade vitalícia.
ResponderExcluirNa minha avaliação, o desfile na Sapucaí, pouco tem a ver com uma homenagem a Lula, representa apenas uma clara propaganda política antecipada, ainda que sem o pedido explícito de voto.
ResponderExcluirExtrapola qualquer expressão cultural carnavalesca e entra no terreno da pura propaganda eleitoral subliminar .
E aí aparece o paradoxo da nossa jurisprudência eleitoral: proíbe-se a frase final do pedido de voto, mas tolera-se toda a construção simbólica e emocional que a antecede, justamente a parte mais eficaz da persuasão.
A propaganda subliminar não depende do “vote em mim”. Ela opera por associação de imagem, narrativa, emoção e repetição. Quando um enredo, personagens e mensagens constroem exaltação política direta de um candidato esse desfile musical e coreográfico já produz o efeito eleitoral sem necessidade de nenhuma palavra mágica.
A Justiça Eleitoral brasileira incorre num erro crasso ao fetichizar as palavras proibidas e ignorar o conjunto da mensagem: pune o detalhe verbal de pedir voto, mas legitima a campanha permanente, subliminar e disfarçada, exatamente a forma mais poderosa de propaganda.