segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026

"Estou enojado por tudo"

• Ataque aos conservadores

• Lula como”herói nacional”

• Bolsonaro tratado como palhaço

• Enredo “sem anistia”

• Pessoas fazendo o L

• Artistas da Rouanet

• Tudo isso passando em rede nacional pela Globo.

Deixando registrado, porque daqui a pouco dirão que é fake news.

Texto e Vídeo: Rubinho Nunes, X, 16-2-2026, 2h35 


4 comentários:

  1. Lula desce pra avenida. Se isso não é autopromoção, uso da máquina pública e cheiro forte de campanha antecipada, eu sinceramente não sei o que é. E não dá pra esquecer: todo esse espetáculo foi bancado com dinheiro do povo. Dinheiro de quem trabalha, paga imposto e sustenta esse teatro político.

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  2. Samba enredo da acadêmicos de Niterói:
    “ nosso sobrenome é Brasil da Silva”
    “13 noites e 13 dias…”
    “da esquerda de Deus pai”
    “Sem mitos falsos, Sem anistia”
    “Olê olê olá Lula, Lula!”
    O presidente de honra é vereador do PT e o governo federal repassou 1 milhão de reais para a escola de samba.
    Mas a ministra Cármem Lúcia não vê propaganda antecipada, deve ser aquela venda na escultura na frente do palácio da justiça.
    Será que o carnaval daqui para frente vai virar um desfile de candidatos para prefeitos, vereadores, governadores e presidentes?
    É isto mesmo que eu estou entendendo ou será que “vai ser só desta vez” @carmenlucia?

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  3. Se esse desfile fosse em 2022: Bolsonaro estaria preso, busca e apreensão no PL, apreensão no barracão da escola, apreensão dos carros alegóricos e inelegibilidade vitalícia.

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  4. Na minha avaliação, o desfile na Sapucaí, pouco tem a ver com uma homenagem a Lula, representa apenas uma clara propaganda política antecipada, ainda que sem o pedido explícito de voto.
    Extrapola qualquer expressão cultural carnavalesca e entra no terreno da pura propaganda eleitoral subliminar .
    E aí aparece o paradoxo da nossa jurisprudência eleitoral: proíbe-se a frase final do pedido de voto, mas tolera-se toda a construção simbólica e emocional que a antecede, justamente a parte mais eficaz da persuasão.
    A propaganda subliminar não depende do “vote em mim”. Ela opera por associação de imagem, narrativa, emoção e repetição. Quando um enredo, personagens e mensagens constroem exaltação política direta de um candidato esse desfile musical e coreográfico já produz o efeito eleitoral sem necessidade de nenhuma palavra mágica.
    A Justiça Eleitoral brasileira incorre num erro crasso ao fetichizar as palavras proibidas e ignorar o conjunto da mensagem: pune o detalhe verbal de pedir voto, mas legitima a campanha permanente, subliminar e disfarçada, exatamente a forma mais poderosa de propaganda.

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