segunda-feira, 3 de novembro de 2014

@AloSenado, aposentados Aerus pedem pressa


Número de parceiras sexuais pode ser determinante para o risco de cancro da próstata

Ter tido relações sexuais com vinte mulheres ou optar pela abstinência pode ter impacto no risco de cancro da próstata. Mas... consegue adivinhar qual das opções pode reduzir o risco em 28%?

“Harem”, quadro a óleo de Sadran-Frigoli Marlène Sadran-Frigoli, 1942, França

Segundo um novo estudo, divulgado na publicação científica Cancer Epidemiology, os homens que tenham tido mais de vinte parceiras sexuais podem reduzir o risco de cancro da próstata em 28 por cento. A ausência de relações sexuais, pelo contrário, duplica o risco da doença.

A conclusão da nova investigação corrobora a teoria de que manter relações sexuais regularmente pode contribuir para expulsar do organismo químicos potencialmente cancerígenos, mas é o primeiro estudo a sugerir que o número de parceiras é que conta, e não o número de relações sexuais.

Dos mais de três mil homens observados para esta investigação, os que tinham tido sexo com mais de vinte mulheres ao longo da vida viram reduzido o risco de todos os tipos de cancro da próstata em 28% e em 19% as suas formas mais agressivas.

Pelo contrário, os homossexuais com mais de vinte parceiros tinham o dobro do risco dos homens que nunca tinham tido uma relação com outro homem.

A idade da primeira relação sexual dos participantes e o número de doenças sexualmente transmissíveis não revelaram qualquer impacto na conclusão. 
Título e Texto: Revista Visão

OITO dicas para defender as manifestações da sordidez bolivariana

Luciano Henrique

A primeira coisa que os manifestantes devem saber (e essa conscientização deve ser levada ao extremo) é que vocês estão diante de bolivarianos, pessoas que possuem todo um arsenal de truques e estratagemas, além de um comportamento dissimulado ao nível da psicopatia.

A parceria com Fidel Castro no Foro de São Paulo tem como um de seus objetivos o aprendizado das principais técnicas de contra-informação, sem as quais esse psicopata não teria se mantido no poder. São as mesmas técnicas já utilizadas em países como Bolívia, Venezuela e Argentina. E agora ampliadas em larga escala no Brasil.

Enquanto alguns manifestantes (uma minoria) estão na fase de pedir demandas politicamente grotescas, veja o que a extrema-esquerda está preparando na mensagem do militante socialista Rogério Silva, de um tal Coletivo XV de Novembro:




Está claro que, embora verdadeiros monstros morais, eles estão décadas (séculos, talvez) à frente em termos de estratégia política. Felizmente, é algo que pode mudar em poucos meses com conscientizações duríssimas, sem medo de machucarmos nosso ego. Diante de psicopatas, é preciso abandonar a ingenuidade política e trocá-la pela verdadeira consciência política.

Na patocracia (dica de leitura: “Ponerologia Política”, de Andrew Lobaczewski), ou você aprende a lidar com os abismos mais profundos da perfídia humana, ou então viverá para alimentar monstros que morrem de rir enquanto você se comporta de forma ingênua diante deles.

Renata Alves desembarca em Goiânia e tenta decifrar o "goiânês"


Renata Alves já viajou por diversos lugares e conheceu muitos sotaques. Desta vez, ela foi até Goiânia com uma difícil missão: falar o "goiânês", que inclui em seu vocabulário palavras que só se ouvem por lá. Confira!

Seremos felizes um dia

Nelson Teixeira
Muitas vezes, carregamos em nossas costas um peso desnecessário, que não nos ajuda em nada…
Não precisamos achar que a vida é um martírio e que só "sofrendo" seremos felizes um dia…

Deus nos criou para a felicidade, e nós acabamos encontrando o sofrimento por procurá-la nos lugares errados…

A felicidade está em cada um de nós, tudo o que precisamos para encontrá-la é aprender a nos conhecer melhor, buscando escutar nossas intuições, respeitando nossas limitações; aceitando-nos como somos e, principalmente, aprendendo a amar incondicionalmente – a nós e ao nosso semelhante.
Como fazer tudo isto?
Inspirando-nos em Jesus….

Ele nos ensinou a vivenciar o amor e todas as virtudes que derivam dele, porém, a natureza humana que não dá saltos, faz com que nossa evolução não dependa somente do nosso esforço mas, principalmente de nossa aceitação.

Somos "humanos" e nossa divindade está em estado latente, esperando por nossa transformação, através de muitas experiências, vivências, mutações, para que possamos ter nosso mérito?

Sem esforço o homem não valoriza suas aquisições, com os valores morais funciona da mesma forma…

Pensemos nisto e sejamos felizes agora! Hoje é a melhor oportunidade que temos para sermos felizes, mãos à obra! 
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 3-11-2014

Aposentado solicita ajuda a senadores

Alberto José, ex-trabalhador da Varig e aposentado Aerus, encaminhou mensagem via correio eletrônico aos senadores Ana Amélia, Kátia Abreu, Aécio Neves, Aloysio Nunes, Cristovam Buarque, Francisco Dornelles, Jarbas Vasconcelos, José Agripino, Pedro Simon, Renan Calheiros e Cícero Lucena.



Excelentíssimo Senhor Senador:
Atenciosas saudações! Em nome de cerca de vinte mil companheiros (idosos) aposentados do Instituto Aerus de Seguridade Social, recorremos a Vossa Excelência rogando os vossos préstimos para fazer cessar o drama que estamos vivenciando e que já custou a vida de quase dois mil companheiros vitimados pelo descaso do governo que, contribuindo para a falência da VARIG, uma das mais respeitadas empresas de aviação do mundo (que gerava divisas para o país) também causou a perda de milhares de empregos, e hoje vem dificultando o ressarcimento das perdas da nossa poupança que estava reservada para a nossa aposentadoria com dignidade.

Os nossos companheiros faleceram não por velhice, mas por decepção e angústia ao ter o benefício contratado reduzido a menos de 10% do que foi homologado, dificultando a vida social e a própria assistência médica indispensável na nossa faixa etária, com mais de 65 anos!

Apesar da vitória obtida na Justiça o governo vem procrastinando o pagamento das perdas, descumprindo o que foi determinado pelo Judiciário! Desrespeitando uma decisão judicial e as orientações da Advocacia-Geral da União, o Ministério do Planejamento não fez o repasse da verba para os aposentados pensionistas do AERUS previsto para o dia 28 de outubro; o pagamento foi adiado porque o Ministério enviou ao Congresso projeto de lei de crédito especial (PLCE31/2014) o qual a Excelentíssima Senadora Senhora ANA AMÉLIA avocou a relatoria da proposta para destinar ao orçamento da Seguridade da União, em favor do Ministério da Previdência Social o valor de R$ 248.265.342,00, verba que viabilizará o cumprimento da execução provisória, requerida pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas e pela Associação dos Funcionários da Transbrasil da sentença proferida no processo 001.029577.2004.4.01.3400 e na Ação Civil Pública 2004.34.00.01.0319-2 proposta contra a União a favor do Instituto AERUS de Seguridade Social.

Esperando contar com a compreensão e a atenção de Vossa Excelência. para reparar essa injustiça social a que estamos submetidos, rogamos que Vossa Excelência. apoie a proposta da Excelentíssima Relatora no sentido de que possamos ter uma aposentadoria digna ao longo dos dias da nossa velhice. Com o mais profundo respeito e confiança subscrevemo-nos,
Atenciosamente,
Alberto Cavalcanti, Aeronauta aposentado do Aerus, 02-12-2014

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domingo, 2 de novembro de 2014

O sr. Feliz e o sr. Contente

Maria João Avillez 

Bagão Félix tem a felicidade iluminada pela banalidade grave com que se imola pela salvação da pátria. Silva Peneda é pior porque lhe subiu ainda mais a cabeça não se percebe bem o quê.

Há muitos anos Herman José e Nicolau Breyner tinham um mano-a-mano cujo muito oportuno humor e a corrosiva verve bebiam na melhor tradição do teatro de revista. Era tão popular que o país se apoderou do sr. Feliz e do sr. Contente, as duas personagens, andavam de boca em boca. Quase quarenta anos depois irromperam em Portugal um senhor senhor tão contente e um cavalheiro tão feliz que me lembrei do Nicolau e do Herman. Hélas, não tenho engenho e a arte para caricaturar já que tais personagens não pedem senão isso mesmo: uma demolidora caricatura. Pode ser que alguém se lembre, eu ofereço o guião.

Falo de Bagão Félix e de Silva Peneda, [foto] pois raramente se viu alguém tão feliz e alguém tão contente.


Para começar, com eles próprios, o que torna o caso intrigante. Esfuziam de felicidade com as suas próprias prestações na media sem lhes ocorrer que o país assiste a elas – quando assiste – entre o pasmo e a pena. Afogam-se de contentamento com as coisas que dizem, ideias que têm, iniciativas que promovem. Não se trata – como apressadamente a má-fé vigente já estará a acusar-me – de “eles terem o direito de pensar o que querem”. Trata-se de não terem o direito de lesar o país, confundindo, enganando, iludindo irresponsavelmente quem os ouve, através das “certezas” que apregoam e das esperanças que vendem

Bagão Félix tem a felicidade iluminada pela banalidade grave com que se imola pela salvação da pátria, mas o mais assustador é que o seu sorriso supostamente beatífico traduz que sim, ele saberia como salvá-la.

Silva Peneda é pior porque lhe subiu ainda mais a cabeça não se percebe bem o quê. Sempre cheio de si, acha-se “indispensável” (a quê?) e exibe-se como tal. Um mistério, cuja raiz inteiramente ignoro mas do qual não quero ser vitima. Peneda rebenta dele próprio. Emite pareceres salvíficos, publica comunicados, e quando reúne conselhos e conselheiros geralmente da quarta idade, limita-se a promover os interesses instalados dos quais depende. Exagera tanto as cores negras com que há três anos pinta o pais que, estando na política como julga que está, devia seguir Talleyrand: “tudo o que é exagerado torna-se insignificante”.

Alguém tem dúvida do projeto divisionista do PT?

Valdemar Habitzreuter

Não resta dúvida que o PT alimenta o divisionismo da sociedade brasileira. Seu pseudo socialismo transforma-se numa luta de classes entre pobres e ricos, num confronto entre norte e sul, numa aposta de vitória de um indistinguível modelo de regime para o Brasil (um tupiniquismo bolivariano?) sobre a normalidade constitucional que vivíamos antes de o PT chegar ao poder.

É grave a situação. Os doze anos em que o PT está no poder sinalizam um afastamento dos ideais democráticos e um crescendum de divergências de vozes surgindo no seio da sociedade brasileira.

Os brasileiros estão divididos. Irmãos contra irmãos. A inimizade está aos poucos envenenando o tecido social brasileiro. E a causa se encontra na estapafúrdia e tola ideologia petista, voltada a uma revolução sem visão política autêntica e sem nexo, com sua bandeira da igualdade social, mas com método espúrio e desagregador.

As últimas eleições presidenciais deram o alerta da gravidade do problema. Os ânimos estão acirrados. A população está dividida entre voltar à normalidade democrática ou entregar-se à radicalidade socialista proposta pelo PT.

Os quatro anos de governo pela frente de Dilma nos darão o rumo dessa desavença. Caso não consiga governar para todos os brasileiros e persistir na ignomínia de um Brasil diferente de sua vocação democrática, então o futuro será negro e uma nuvem de intolerância pairará sobre o cenário político brasileiro.

Dilma, em seu discurso logo após a vitória nas eleições, pregou a união. Mas como? se, em toda sua campanha e nos quatro anos no poder, fez justamente o contrário? Será apenas um sofismático palavreado de jogo político para conter os ânimos revoltosos de 50 milhões de brasileiros que contestam os rumos que estão sendo desenhados para o Brasil pelo PT?

Dificilmente teremos, a curto prazo, uma vivência harmoniosa entre as forças políticas que se digladiaram mortalmente durante a campanha eleitoral. Se a agonia da economia piorar; se a inflação ressurgir com força e fora de controle; se a reforma política não acontecer; se as exigências por mudanças manifestadas nas ruas no ano passado não serem consideradas e implementadas, então o caos se instalará. E isto é bem previsível, tomando-se em conta o fraco desempenho de Dilma nos quatro anos de seu governo.

O regresso do anti-americanismo

MST queima bandeira norte-americana durante ato em defesa da Venezuela, Recife, Pernambuco, julho de 2010, foto: Alexandre Gondim/JC Imagem/Agência Estado

João Marques de Almeida
Quando chega o momento de atacar a relação transatlântica o Bloco de Esquerda e o Público estão dispostos a aceitar a hegemonia alemã e a seguir Berlim. Nunca é tarde para revelações interessantes.

Com a partida de Bush já nos tínhamos esquecido do anti-americanismo de alguma esquerda mal-pensante europeia (a que devemos juntar, verdade seja dita, muita da direita populista e anti-capitalista). E agora que o entusiasmo do “yes, we can” se foi, já nem Obama consegue esconder o ódio aos Estados Unidos. Certas coisas nunca mudam. Em Portugal, o anti-americanismo da esquerda mal-pensante regressou esta semana através da velha aliança Bloco de Esquerda-Público.   
O pretexto foi uma carta assinada pelo governo português, juntamente com mais 13 governos da União Europeia, a apelar à nova Comissão Europeia para se manter fiel ao mandato recebido do Conselho para negociar com os Estados Unidos um tratado comercial e de investimento (conhecido pela sigla TTIP). A assinatura da carta pelo governo português foi vista como uma manifestação de uma política de direita e excessivamente pró-americana.

Mais uma vez, os factos são ignorados. Dos 14 governos que assinaram a carta, cinco são de esquerda e dois outros resultam de uma grande coligação entre a esquerda e a direita. Ou seja, metade dos signatários representa a esquerda europeia. Há ainda uma contradição natural, pelo menos neste momento, entre assumir uma política de direita e uma posição pró-americana. Se a carta pode ser interpretada, o que é altamente discutível, como uma posição pró-americana, isso significaria um alinhamento com uma administração democrata, logo de esquerda. Por outro lado, seria também entendida como um manifesto contra um governo liderado pelo centro-direita, a coligação alemã.

É ainda mais curioso que os ataques ao governo venham de quem passou os últimos três anos a gritar contra a subordinação a Berlim. Por uma vez, o governo critica a Alemanha, e a nossa esquerda mal pensante sai em defesa dos alemães. A polémica começou precisamente porque a Alemanha começou a questionar o mandato de negociação atribuído à Comissão, o qual resultou de um difícil consenso entre todos os Estados membros. Ficou claro para todos que quando chega o momento de atacar a relação transatlântica o Bloco de Esquerda e o Público estão dispostos a aceitar a hegemonia alemã e a seguir Berlim. Nunca é tarde para revelações interessantes. 
Título e Texto: João Marques de Almeida, Observador, 2-11-2014

Ó Portugal, volta para trás


Helena Matos
Mas o tempo não volta para trás. Apresentar isso como possível é manifestamente vender ilusões. Na vida estas pagam-se caro. Em política o custo é diluído por todos. Chama-se decadência.

O PS está a beira de cometer um erro que nos pode custar muito caro a todos, socialistas ou não: longe de querer governar o país no ano de 2015, o PS quer voltar ao passado. Quer voltar ao tempo em que foi feliz. E quando foi isso?

Vieira da Silva e Ferro Rodrigues no parlamento e Santos Silva na entrevista que aqui, no Observador, deu a Maria João Avillez desenham esse Camelot algures antes do chumbo do PEC IV. Nada falta nesse retrato imaginário: um país que por si mesmo não tinha crise alguma sendo sim vítima da crise internacional; um pedido de ajuda externa negociado e celebrado pela oposição; um país em que investimento público e crescimento económico eram sinónimos…

Enfim, toda esta recreação do passado não passaria de um argumentário para a próxima campanha eleitoral caso o PS ao lado dessas imagens susceptíveis de arrebatar as bases explicasse o que quer fazer em 2015 se for governo. E é aí que está o busílis da questão: até agora o que temos como propostas claras por parte do PS são invariavelmente reposições: reposição das pensões; reposição integral dos salários na função pública; reabertura de serviços entretanto fechados…

Ora governar não é voltar ao passado. É estar atento ao presente. A não ser, claro, que não se seja um partido de governo mas sim um lobby organizado sob a forma de grupo etnográfico como é o PCP. Para esse efeito e para aquele eleitorado serve na perfeição. Mas para governar não. Do imaginário do PCP faz parte a ideia de que os trabalhadores estão sempre a perder direitos e rendimentos face a um tempo que ao certo não se sabe bem quando foi mas que de algum modo corresponderá aos governos de Vasco Gonçalves. (Na verdade Vasco Gonçalves foi o primeiro chefe de governo do pós 25 de Abril a sublinhar reiteradamente a necessidade de vivermos em austeridade). O tempo daquilo a que o PCP chamava conquistas e que numa tentativa de congelar o tempo foram constitucionalmente consagradas como irreversíveis.

António Nóvoa, extremista e esquecido

Ramiro Marques
O que leva um historiador prestigiado, um antigo reitor da Universidade de Lisboa, a dizer tanta asneira numa única entrevista? O fanatismo ideológico. O marxismo cega.
Nunca tivemos uma política educativa tão extremista e tão fundamentalista, pelo menos desde os anos 50, afirmou António Nóvoa ao Jornal de Negócios do dia 31 de outubro de 2014.

É preciso descaramento. O que Nóvoa [foto] diz é que as políticas educativas impostas durante o PREC, em 1975 e 1976, e que foram corrigidas pelo ministro da educação, Sottomayor Cardia, não foram extremistas nem radicais ou, pelo menos, não o foram por comparação com o pretenso radicalismo e extremismo das políticas educativas do atual Governo (2011-2014). Com esta afirmação, Nóvoa passa uma esponja pelo processo de destruição do ensino técnico em Portugal, feito de uma assentada, em 1975, era Rui Grácio secretário de estado da orientação pedagógica no III Governo Provisório, presidido por Vasco Gonçalves, que tomou posse em 30 de Setembro de 1974 e chegou ao fim em 26 de Março de 1975.

Passa também uma esponja – será que aplaude agora como aplaudiu na época? – pelo processo de criação de matrizes curriculares e programas de ensino inteiramente baseados na dialética marxista, no materialismo histórico e na teoria marxista da construção do comunismo. Como historiador da educação, Nóvoa sabe que os manuais escolares foram integralmente substituídos por panfletos, designados de textos de apoio, elaborados pela secretaria de estado da orientação pedagógica e inteiramente focados na teoria marxista. Sabe, com certeza, que, durante o PREC, foram saneados milhares de docentes sem que eles tivessem tido possibilidades de defesa. E não pode ignorar que, no PREC, se assistiu à queima de bibliotecas inteiras com a justificação de que os liceus da época estavam “infestados” de literatura “fascista”.

Quando a jornalista interrompe Nóvoa para afirmar que o saber não é o mesmo que saber trabalhar, o antigo Reitor da Universidade de Lisboa, diz o seguinte: Exactamente. Não se pode ficar na primeira parte. Isto em Portugal está a perder-se devido às políticas dos últimos três anos.

Dia de Finados

Ivan Ditscheiner


Peguei o dicionário, que é um daqueles bem gordos. Vamos ver o que quer dizer esta palavra neste mundo.
Finados: Dia de finados. Não está me dizendo nada. Ah! Encontrei aqui:
Finar: Acabar, findar.... morrer, falecer.
Dia dos findados? Dos acabados? Que invenção é essa? Que barreira enorme é essa que inventaram? Com que fim? Não seria o tempo de "finar" isso?

A Vida... Pede Passagem

Para dar força e poder aos teus dizeres, em que a Vida é algo esplêndido e infindável.
Passando por infindáveis experiências. Infindáveis escolhas. Livre arbítrio, causa e efeito infindáveis.
Sem nenhuma lei, porque não há nenhuma lei para a Vida.

É quando rompemos com a barreira da morte,
Tendo a coragem de romper com tudo que nos dizem aqui.

Porque tudo é muito além do que dizem aqui.
Tremendos bloqueios de quem somos todos
Enorme prisão que criou este enorme desconhecimento da Vida
Em que são então duas prisões.

Uma em nossas gaiolas físicas,
Que estão presas à grande prisão criada neste mundo
E que é a grande gaiola que a tudo bloqueia.

O bom, o mau e o vilão

Alberto Gonçalves

O bom
Um homem para a eternidade
Pelas conquistas académicas, pelo gosto arquitectónico, pela visão política, pela eficácia económica, pela sensatez financeira, pela educação filosófica, pelo amor à liberdade de imprensa, pela sofisticada retórica, pela ética, pela moral, pela honestidade e pelo ser humano plural e riquíssimo que sem dúvida é, o “eng.” Sócrates merecia a condecoração presidencial, dois ou três Nobel, cinco Grammy latinos, o Pritzker e pelo menos uma beatificação.

O mau
Os choninhas
Quando, nas escolas do meu tempo, os mais velhos ou mais fortes humilhavam os mais novos ou mais fracos era a vida. Agora é o bullying, tragédia para a qual os professores exigem uma secretaria de Estado específica. E por que não um ministério? Interessa é preservar no ensino a ilusão que os pais modernos alimentam em casa, ou seja, a de que os petizes são imunes às agruras do mundo. Com sorte, e governantes zelosos, o mundo nunca lhes saltará à frente.

O vilão
Novas do terceiro mundo
A dona Dilma ganhou as “presidenciais” brasileiras, contra os 48% de ricos locais e com os votos dos 52% de pobres, como Chico Buarque ou os peritos do PT em corrupção. No primeiro mandato, a senhora aumentou a dívida pública em 31% e a inflação em 14%.
O segundo mandato promete continuar a afastar o país do Ocidente capitalista e a aproximá-lo do progressismo igualitário, género Bolívia e Venezuela. 
De facto, ninguém segura esse Brasil. E é pena. 
Título e Texto: Alberto Gonçalves, Sábado, 30 de outubro a 5 de novembro

PROTESTO EM SP – Como a imprensa ridiculariza e distorce um protesto simplesmente por não concordar com ele. Em horas assim, a isenção e a objetividade que se danem!

Reinaldo Azevedo

Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress

Ontem à tarde, houve dois protestos em São Paulo. Um deles reuniu, segundo a PM, pelo menos 2.500 pessoas na Avenida Paulista — e não mil, como está no UOL. A outra, uns 200, no Largo da Batata. Ambas foram convocadas pelo Facebook. O primeiro cobra uma auditoria na eleição presidencial de 2014 e pede o impeachment de Dilma; a segunda, pela enésima vez, culpa o governador Geraldo Alckmin pela crise hídrica em São Paulo. Não funcionou no primeiro turno, não funcionou no segundo turno, tenta-se agora o terceiro turno. Não está funcionando de novo… Mas sigamos.

A esmagadora maioria das pessoas que se manifestavam na Avenida Paulista cobrava a auditoria e defendia o impeachment de Dilma na suposição de que ela conhecia a roubalheira na Petrobras, conforme afirmou à Polícia Federal e ao Ministério Público o doleiro Alberto Youssef. Nem é necessário demonstrar — mas, se for preciso, demonstro com facilidade — que a imprensa paulistana trata com simpatia todos os protestos das esquerdas, as marchas em favor da maconha e até os black blocs. Alguns de seus defensores são alçados à condição de intelectuais. Já um protesto que não é organizado por “progressistas”, bem, aí cumpre ridicularizar as pessoas, transformá-las numa caricatura, enxovalhá-las, reduzi-las à condição de golpistas.

Foto; Eduardo Anizelli/Folhapress
Vamos lá: a esmagadora maioria dos cartazes da Paulista trata de uma suposta fraude na eleição, pede a auditoria na eleição e defende o impeachment (dada aquela suposição, claro!, que tem de ser comprovada). Um senhor, no entanto — e ainda que houvesse 10, 20 ou 100 —, pede uma intervenção militar. A prova de que é “avis rara” no protesto é que foi, ora vejam!, entrevistado pela Folha e pelo Estadão, que, milagrosamente, publicam quase a mesma matéria, com diferenças que estão apenas no detalhe. Seu nome é Sérgio Salgi, tem 46 anos e é investigador de polícia. E por que ele foi achado pelos repórteres dos dois jornais? Porque carregava um cartaz “SOS Forças Armadas”. Bastou esse cartaz para que a Folha Online desse o seguinte título: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção militar”. Se algum maluco estivesse na passeata cobrando ajuda aos marcianos, o título poderia ser: “Ato em SP pede impeachment de Dilma e intervenção dos ETs”.

A austeridade econômica e a prosperidade

Francisco Vianna

A AUSTERIDADE ECONÔMICA SÓ GERA CRESCIMENTO ECONÔMICO COM UMA ESTRUTURA FEDERALISTA QUE PRIVILEGIE A INICIATIVA PRIVADA E LIMITE AO MÁXIMO O CAPITALISMO DE ESTADO.

Existe um dito popular antigo que diz: “Em casa que não tem pão, todo mundo grita e ninguém tem razão”. A economia, enquanto ciência da escassez, presume que os recursos naturais, financeiros e humanos sejam tratados com um misto de respeito e austeridade. De outra forma, caminha-se para a ruína.

Fala-se muito de “austeridade” na Europa, com a Alemanha – o país que mais leva isso a sério – sendo criticada por defendê-la acima de tudo. Mas, hoje, se questiona se essa austeridade pode, de fato, fazer a economia de uma nação crescer. 

Para início de conversa, é preciso que se diga que o termo "austeridade" é indistintamente usado para caracterizar duas práticas de governo que são totalmente distintas e até opostas, se não contraditórias: a de elevar impostos sem considerar contribuições para os serviços públicos, e reduzir gastos do governo através da diminuição do tamanho do estado central e aumento dos estados locais.

A antagonicidade entre essas práticas consite em reduzir os gastos do governo central e permitir que numa escala importante os governos locais adquiram mais capacidade de gerar e de gerir a riqueza que produzem, criando uma dimunuição acentuada do fluxo de recursos escassos da economia para o governo central o que significaria haver mais recursos disponíveis para pessoas e empresas e seus governos locais. E aí chegamos ao nó da questão: o que deve ser da alçada do governo central e dos governos locais e o que deve ser atributo da iniciativa privada.

Os keynesianos estão sempre imaginando motivos e desculpas para afirmar que “os gastos do governo são bons para todos” e, entre essas desculpas, a maioria esfarrapada, alegam que é "impossível prosperar cortando".

Golpismos

Merval Pereira
Acho que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) agiu corretamente ao recusar o pedido de auditoria do sistema eleitoral feito pelo setor jurídico do PSDB, pois não há nenhum motivo realmente grave para que se duvide do resultado das urnas.

Mesmo afirmando que não contestavam a legitimidade da eleição da presidente Dilma, os tucanos fizeram um gesto político sem maiores conseqüências. Daí a chamar de golpismo vai uma diferença muito grande, que também se deve levar na conta de uma resposta política do PT. Chumbo trocado.

A diferença é que o PT passa a experimentar agora uma oposição atuando no mesmo diapasão que ele sempre usou, cometendo até mesmo exageros semelhantes aos que o PT já cometeu, embora sem o aval da direção nacional do partido.

O candidato derrotado Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, foi o primeiro a reconhecer a vitória de Dilma, e teve a gentileza de lhe telefonar desejando sorte na difícil tarefa de unir o país, no que não foi seguido pela presidente reeleita, que não se lembrou de citá-lo em sua fala da vitória.

Mas há movimentos sendo marcados pelo país pedindo o impeachment de Dilma, o que mostra uma militância tucana disposta a não dar trégua ao futuro governo, repetindo o mesmo erro já cometido pelo PT. Até o momento não há motivo para um pedido de impeachment de Dilma, apenas a indicação, a ser comprovada, pelo doleiro Yousseff de sua participação e do ex-presidente Lula nos escândalos da Petrobras.

Quando escrevi, analisando as denúncias reveladas pela revista Veja e depois reafirmadas pelos jornais Folha de S. Paulo e Estado de S. Paulo, que, caso fossem comprovadas, elas gerariam uma crise institucional grave podendo ensejar o pedido de impeachment da presidente, o candidato derrotado ao governo do Rio Grande do Sul Tarso Genro citou minha coluna como exemplo do “golpismo” contra a presidente Dilma que ele detectava na campanha eleitoral.

Logo ele, que no dia 19 de janeiro de 1999 escreveu um artigo na Folha de S. Paulo cobrando a renúncia de Fernando Henrique Cardoso, que assumira há 19 dias o seu segundo mandato. Tarso, em nome do PT, exigiu a saída de FHC do poder e a convocação de uma Constituinte, falando em lucros exagerados dos bancos graças a “informações privilegiadas” que teriam sido vazadas pelo governo.

O Corpo que uso...

Ivan Ditscheiner

Tu me pões a escrever e eu escrevo.
Só que hoje te falarei de mim com tua aquiescência para dizer-te dos infortúnios que Tu provocas em mim. Por favor! Deixe que eu escreva, e não comeces já em tua insegurança a pensar o que os outros dirão do texto. O texto é meu!
O diálogo hoje é nosso, é particular (se quiser publique para que colegas meus tomem conhecimento).

Este sistema central que possuo chamado cérebro é que traz a todas as minhas partes, os Teus desejos, propósitos e aspirações, como Tu bem o sabes.
Tu és meu Senhor, sou teu servo.
Por que me maltratas tanto? Tu que és infinitamente superior a mim porque me desprezas? Por que procuras tantas panacéias, se Tu és meu remédio? Meu médico? Meu guru?

Por que me fazes andar ridiculamente enfeitado para atender Tua vaidade? Olhe com que dificuldade escrevo e esta mão treme. Não podes vislumbrar que és Tu e não eu que tremo? Até quando deverei esperar pacientemente a felicidade que tantos e tantos outros colegas anteriores esperaram, e voltaram à terra deformados e tristes?
No momento Te sinto querendo colocar minhas palavras a teu modo.
Rogo-te outra vez, deixe que eu escreva. Viu como parou de tremer a mão que usas?
Não, não me faças chorar senão não consigo escrever.
Faz-me andar, e eu te obedeço. Levas-me a lugares escusos e te obedeço.
Em Tua insanidade quebraste-me os ossos das pernas e de um braço.
Não querias sentir dor, mas que culpa tenho eu?
Tenho que dar um tempo... Lá vem Ele querendo falar Dele e não de mim!
É a tal mente que é Dele e que me perturba muito.

Agora começou com espiritualismo, esquecendo-se sempre que também é um Espírito. Já começa a querer voar mais alto (acho que é coisa de aviador apressado), e quem leva as trombadas sou eu!

O Brasil numa encruzilhada

André Azevedo Alves

O sucesso do segundo mandato de Dilma depende da sua capacidade para corrigir o rumo da governação: se o Brasil continua a ter uma das economias mais promissoras do mundo, o prognóstico é reservado

As recentes eleições no Brasil apresentam o retrato de um país profundamente dividido, com a Presidente reeleita a conseguir 51,64% dos votos contra 48,36% para o candidato derrotado. Dilma Rousseff conquista a sua reeleição através de um apoio maioritariamente concentrado nas zonas mais rurais e pobres do Brasil. Aécio Neves, por seu lado, levou vantagem essencialmente nas zonas mais urbanas e desenvolvidas do Brasil, com destaque para o Estado de São Paulo, onde o candidato do PSDB recebeu a preferência de mais de 64% dos eleitores, quase atingindo o limiar dos dois terços do total de votos expressos.

A grande disparidade da votação entre Estados (que configura essencialmente uma divisão entre o Norte e o Sul) juntamente com a agressividade intensa da campanha levou a que as clivagens dominantes acabassem por ser maioritariamente regionais e pessoais. Para uma parte importante dos votantes no candidato do PSDB, o fundamental era remover o PT do poder – fazer eleger Aécio Neves era a condição para que tal pudesse acontecer. Para uma parte significativa dos votantes em Dilma, o fundamental era precisamente dar seguimento ao ciclo de governação do PT iniciado por Lula da Silva, que aliás mantém elevados níveis de popularidade e poderá ser um forte candidato em 2018.

Vale a pena recordar, por exemplo, que Aécio Neves  defendeu durante a campanha a “reestatização” da Petrobras e a ampliação do programa Bolsa Família. Posições que evidenciam as dificuldades do Partido da Social Democracia Brasileira, tradicionalmente ancorado no centro-esquerda, para reagir à governação do PT. O certo é que, apesar dos notórios sinais de desgaste do governo PT (basta recordar os sucessivos escândalos de corrupção e as manifestações populares de 2013) e do arrefecimento económico da economia brasileira, a estratégia do PSDB não resultou.

Venezuela 2: PT tenta iniciar um golpe de estado ao lançar rotulagem desonesta e antecipada sobre o PSDB

Luciano Henrique

As evidências começam a aparecer em grande quantidade de que o PT de fato está usando o mesmo truque contra o PSDB que o partido de Nicolas Maduro iniciou contra o partido de Henrique Capriles na Venezuela.




Observe então, em detalhes, a afirmação deles: “Aécio Neves é como Henrique Capriles, o PSDB é como o Primeiro Justicia. Logo, o PSDB e Aécio são tão golpistas como Capriles e o Primeiro Justicia”.

Era disso que eu precisava! Que eles reconhecessem, em público, a tal equiparação. Assim, finalmente podemos estudar o caso brasileiro para entender os eventos ocorridos na Venezuela em 2002, quando Chavez venceu Capriles por 55% a 45%. Após a morte de Chavez, em 2013, seu sucessor Maduro teve 50,66% dos votos, contra 49,44% de Capriles.

Como se nota, o pedido de recontagem de votos gerou extrema irritação nos chavistas. Tudo isso enquanto o governo ia destruindo cada vez mais a liberdade de expressão e devastando a economia do país. Hoje, Venezuela já é uma ditadura, onde as eleições são apenas uma fachada para um governo totalitário e bárbaro que só sobrevive no poder por ter controlado a mídia. Os chavistas efetivamente deram um golpe de estado, enquanto Capriles agiu dentro dos parâmetros democráticos o tempo todo.

A coisa fica pior ainda quando vemos, pelas palavras dos próprios bolivarianos (e eu citei dois exemplos de textos de bolivarianos do Brasil), que Capriles é exatamente igual a Aécio, e que o Primeiro Justicia agiu exatamente igual ao PSDB. Assim, ao estudarmos o comportamento de Aécio e do PSDB, estudamos também como funcionaram as falsas acusações de “golpismo” usadas pelos chavistas na Venezuela contra Capriles. Guimarães e Nogueira, obrigado por facilitarem meu trabalho!

Atenção! A próxima tarefa é resistir à reforma política do PT, que golpeia a democracia, com a ajuda das batinas da CNBB e dos terninhos mal cortados da OAB Nacional

Reinaldo Azevedo
Vai prosperar? Não sei! Considerando a simpatia meio bovina com que já conta na imprensa, é até possível que o petismo — disfarçado de OAB, de CNBB e de um tal MCCE (Movimento Contra a Corrupção Eleitoral) — consiga levar adiante a sua impressionante pauta da reforma política. Trata-se de uma estrovenga que, se aprovada, avançará nos cofres públicos, aumentará brutalmente o dinheiro clandestino nas campanhas e entregará o país, definitivamente, a burocracias partidárias — ainda que fantasiadas de “movimentos sociais”.

Essas entidades que cito formaram uma tal “Coalizão para a Reforma Política”, sob a inspiração do PT, sim, senhores! Segundo pretensão noticiada pela Folha, os valentes acham que podem criar um “movimento como as Diretas-Já” e intimidar o Congresso. A turma quer se apresentar como voz da sociedade civil — curiosamente, essa “sociedade civil” tem a mesma pauta de Dilma, que é a pauta do… PT. Eu sinto uma vergonha alheia da OAB!…

Querem ver que mimo? Se for para fazer uma reforma política pra valer, é evidente que o mais avançado “no que se refere” (como diria aquela senhora…) à participação do eleitor seria o voto distrital: um grupo “x” de eleitores, pertencentes a um território delimitado (o distrito), faria a sua escolha entre as opções oferecidas pelos vários partidos. Assim, os moradores de determinada região saberiam que o deputado Fulano de Tal é o seu representante. Para ser mais preciso: São Paulo tem 70 deputados na Câmara. O Estado seria dividido em 70 distritos e cada um teria o seu eleito.

Em vez disso, o PT e a tal Coalizão comparecem ao debate com uma esdrúxula forma de eleição da Câmara em dois turnos: no primeiro, os eleitores votariam no partido — e assim se definiria quantas vagas cada legenda teria. Num segundo turno, votariam num nome segundo uma lista partidária. É o caminho para levar para o Congresso burocratas de sindicatos, de movimentos sociais e de ONGs que não seriam eleitos nem síndicos de seu edifício.

Como é preciso embalar uma estupidez com o embrulho da demagogia fácil, a turma quer que a lista de candidatos do partido tenha o mesmo número de homens e mulheres. Trata-se de uma forma de forçar uma presença feminina maior no Congresso pela via da burocracia.

Minuto do dia – 259

EVITE o álcool.
Se pode ser remédio, quando usado em pequenas doses, traz malefícios incalculáveis, se nos leva ao abuso.
Pare enquanto é tempo.
Construa em sua mente a sua própria imagem livre de beber, e repita muitas vezes ao dia, seguidamente: nada me vencerá !Sou forte e vencerei todos os meus vícios!
Não diga: “não quero mais beber!”
Diga antes: não gosto mais de bebida!