Olá,
amigo!
Já tuitou para o @AloSenado pedindo
para aprovarem o #PLCE31?
Veja
aqui como fazer:
http://t.co/enNiC6AlKM
Obrigado!
—
Movimento ACORDO JÁ! (@MovAcordoJa) 31
outubro 2014
segunda-feira, 3 de novembro de 2014
@AloSenado, aposentados Aerus pedem pressa
Número de parceiras sexuais pode ser determinante para o risco de cancro da próstata
Ter tido relações sexuais com vinte
mulheres ou optar pela abstinência pode ter impacto no risco de cancro da
próstata. Mas... consegue adivinhar qual das opções pode reduzir o risco em
28%?
![]() |
“Harem”, quadro a óleo de Sadran-Frigoli Marlène Sadran-Frigoli, 1942, França |
Segundo um novo estudo,
divulgado na publicação científica Cancer Epidemiology, os
homens que tenham tido mais de vinte parceiras sexuais podem reduzir o risco de
cancro da próstata em 28 por cento. A ausência de relações sexuais, pelo
contrário, duplica o risco da doença.
A conclusão da nova
investigação corrobora a teoria de que manter relações sexuais regularmente
pode contribuir para expulsar do organismo químicos potencialmente
cancerígenos, mas é o primeiro estudo a sugerir que o número de parceiras é que
conta, e não o número de relações sexuais.
Dos mais de três mil homens
observados para esta investigação, os que tinham tido sexo com mais de vinte
mulheres ao longo da vida viram reduzido o risco de todos os tipos de cancro da
próstata em 28% e em 19% as suas formas mais agressivas.
Pelo contrário, os
homossexuais com mais de vinte parceiros tinham o dobro do risco dos homens que
nunca tinham tido uma relação com outro homem.
A idade da primeira relação
sexual dos participantes e o número de doenças sexualmente transmissíveis não
revelaram qualquer impacto na conclusão.
Título e Texto: Revista Visão
OITO dicas para defender as manifestações da sordidez bolivariana
Luciano Henrique

A parceria com Fidel Castro no
Foro de São Paulo tem como um de seus objetivos o aprendizado das principais
técnicas de contra-informação, sem as quais esse psicopata não teria se mantido
no poder. São as mesmas técnicas já utilizadas em países como Bolívia,
Venezuela e Argentina. E agora ampliadas em larga escala no Brasil.
Enquanto alguns manifestantes
(uma minoria) estão na fase de pedir demandas politicamente grotescas, veja o
que a extrema-esquerda está preparando na mensagem do militante socialista Rogério Silva, de um tal Coletivo XV
de Novembro:
Está claro que, embora
verdadeiros monstros morais, eles estão décadas (séculos, talvez) à frente em
termos de estratégia política. Felizmente, é algo que pode mudar em poucos
meses com conscientizações duríssimas, sem medo de machucarmos nosso ego.
Diante de psicopatas, é preciso abandonar a ingenuidade política e trocá-la
pela verdadeira consciência política.
Na patocracia (dica de
leitura: “Ponerologia Política”, de Andrew Lobaczewski), ou você aprende a
lidar com os abismos mais profundos da perfídia humana, ou então viverá para
alimentar monstros que morrem de rir enquanto você se comporta de forma ingênua
diante deles.
Renata Alves desembarca em Goiânia e tenta decifrar o "goiânês"
Renata Alves já viajou por
diversos lugares e conheceu muitos sotaques. Desta vez, ela foi até Goiânia com
uma difícil missão: falar o "goiânês", que inclui em seu vocabulário
palavras que só se ouvem por lá. Confira!
Seremos felizes um dia
Nelson Teixeira
Muitas vezes, carregamos em
nossas costas um peso desnecessário, que não nos ajuda em nada…
Não precisamos achar que a
vida é um martírio e que só "sofrendo" seremos felizes um dia…
Deus nos criou para a
felicidade, e nós acabamos encontrando o sofrimento por procurá-la nos lugares
errados…
A felicidade está em cada um
de nós, tudo o que precisamos para encontrá-la é aprender a nos conhecer
melhor, buscando escutar nossas intuições, respeitando nossas limitações;
aceitando-nos como somos e, principalmente, aprendendo a amar
incondicionalmente – a nós e ao nosso semelhante.
Como fazer tudo isto?
Inspirando-nos em Jesus….
Ele nos ensinou a vivenciar o
amor e todas as virtudes que derivam dele, porém, a natureza humana que não dá
saltos, faz com que nossa evolução não dependa somente do nosso esforço mas,
principalmente de nossa aceitação.
Somos "humanos" e
nossa divindade está em estado latente, esperando por nossa transformação,
através de muitas experiências, vivências, mutações, para que possamos ter
nosso mérito?
Sem esforço o homem não
valoriza suas aquisições, com os valores morais funciona da mesma forma…
Pensemos nisto e sejamos
felizes agora! Hoje é a melhor oportunidade que temos para sermos felizes, mãos
à obra!
Título e Texto: Nelson Teixeira, Gotas de Paz, 3-11-2014
Aposentado solicita ajuda a senadores
Alberto José, ex-trabalhador
da Varig e aposentado Aerus, encaminhou mensagem via correio eletrônico aos
senadores Ana Amélia, Kátia Abreu, Aécio Neves, Aloysio Nunes, Cristovam
Buarque, Francisco Dornelles, Jarbas Vasconcelos, José Agripino, Pedro Simon,
Renan Calheiros e Cícero Lucena.
Excelentíssimo Senhor Senador:
Atenciosas saudações! Em nome
de cerca de vinte mil companheiros (idosos) aposentados do Instituto Aerus de Seguridade Social, recorremos
a Vossa Excelência rogando os vossos préstimos para fazer cessar o drama que estamos
vivenciando e que já custou a vida de quase dois mil companheiros vitimados
pelo descaso do governo que, contribuindo para a falência da VARIG, uma das
mais respeitadas empresas de aviação do mundo (que gerava divisas para o país)
também causou a perda de milhares de empregos, e hoje vem dificultando o
ressarcimento das perdas da nossa poupança que estava reservada para a nossa
aposentadoria com dignidade.
Os nossos companheiros faleceram
não por velhice, mas por decepção e angústia ao ter o benefício contratado
reduzido a menos de 10% do que foi homologado, dificultando a vida social e a
própria assistência médica indispensável na nossa faixa etária, com mais de 65
anos!
Apesar da vitória obtida na Justiça o governo
vem procrastinando o pagamento das perdas, descumprindo o que foi determinado
pelo Judiciário! Desrespeitando uma decisão judicial e as orientações da
Advocacia-Geral da União, o Ministério do Planejamento não fez o repasse da
verba para os aposentados pensionistas do AERUS previsto para o dia 28 de
outubro; o pagamento foi adiado porque o Ministério enviou ao Congresso projeto
de lei de crédito especial (PLCE31/2014) o qual a Excelentíssima Senadora Senhora ANA AMÉLIA avocou a relatoria da
proposta para destinar ao orçamento da Seguridade da União, em favor do
Ministério da Previdência Social o valor de R$ 248.265.342,00, verba que
viabilizará o cumprimento da execução provisória, requerida pelo Sindicato
Nacional dos Aeronautas e pela Associação dos Funcionários da Transbrasil da
sentença proferida no processo 001.029577.2004.4.01.3400 e na Ação Civil
Pública 2004.34.00.01.0319-2 proposta contra a União a favor do Instituto AERUS
de Seguridade Social.
Esperando contar com a
compreensão e a atenção de Vossa Excelência. para reparar essa injustiça social a que
estamos submetidos, rogamos que Vossa Excelência. apoie a proposta da Excelentíssima
Relatora no sentido de que possamos ter uma aposentadoria digna ao longo dos
dias da nossa velhice. Com o mais profundo respeito e confiança subscrevemo-nos,
Atenciosamente,
Alberto Cavalcanti, Aeronauta aposentado do Aerus, 02-12-2014
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domingo, 2 de novembro de 2014
O sr. Feliz e o sr. Contente
Maria João Avillez
Bagão
Félix tem a felicidade iluminada pela banalidade grave com que se imola pela
salvação da pátria. Silva Peneda é pior porque lhe subiu ainda mais a cabeça
não se percebe bem o quê.
Há muitos anos Herman José e
Nicolau Breyner tinham um mano-a-mano cujo muito oportuno humor e a corrosiva
verve bebiam na melhor tradição do teatro de revista. Era tão popular que o
país se apoderou do sr. Feliz e do sr. Contente, as duas personagens, andavam
de boca em boca. Quase quarenta anos depois irromperam em Portugal um senhor
senhor tão contente e um cavalheiro tão feliz que me lembrei do Nicolau e do
Herman. Hélas, não tenho engenho e a arte para caricaturar já que tais
personagens não pedem senão isso mesmo: uma demolidora caricatura. Pode ser que
alguém se lembre, eu ofereço o guião.
Falo de Bagão Félix e de Silva
Peneda, [foto] pois raramente se viu alguém tão feliz e alguém tão contente.
Para começar, com eles
próprios, o que torna o caso intrigante. Esfuziam de felicidade com as suas
próprias prestações na media sem lhes ocorrer que o país assiste a elas –
quando assiste – entre o pasmo e a pena. Afogam-se de contentamento com as
coisas que dizem, ideias que têm, iniciativas que promovem. Não se trata – como
apressadamente a má-fé vigente já estará a acusar-me – de “eles terem o direito
de pensar o que querem”. Trata-se de não terem o direito de lesar o país,
confundindo, enganando, iludindo irresponsavelmente quem os ouve, através das
“certezas” que apregoam e das esperanças que vendem
Bagão Félix tem a felicidade
iluminada pela banalidade grave com que se imola pela salvação da pátria, mas o
mais assustador é que o seu sorriso supostamente beatífico traduz que sim, ele
saberia como salvá-la.
Silva Peneda é pior porque lhe
subiu ainda mais a cabeça não se percebe bem o quê. Sempre cheio de si, acha-se
“indispensável” (a quê?) e exibe-se como tal. Um mistério, cuja raiz
inteiramente ignoro mas do qual não quero ser vitima. Peneda rebenta dele
próprio. Emite pareceres salvíficos, publica comunicados, e quando reúne
conselhos e conselheiros geralmente da quarta idade, limita-se a promover os
interesses instalados dos quais depende. Exagera tanto as cores negras com que
há três anos pinta o pais que, estando na política como julga que está, devia
seguir Talleyrand: “tudo o que é exagerado torna-se insignificante”.
Alguém tem dúvida do projeto divisionista do PT?
Valdemar Habitzreuter
Não resta dúvida que o PT
alimenta o divisionismo da sociedade brasileira. Seu pseudo socialismo
transforma-se numa luta de classes entre pobres e ricos, num confronto entre
norte e sul, numa aposta de vitória de um indistinguível modelo de regime para
o Brasil (um tupiniquismo bolivariano?) sobre a normalidade constitucional que
vivíamos antes de o PT chegar ao poder.
É grave a situação. Os doze
anos em que o PT está no poder sinalizam um afastamento dos ideais democráticos
e um crescendum de divergências de vozes surgindo no seio da sociedade
brasileira.
Os brasileiros estão
divididos. Irmãos contra irmãos. A inimizade está aos poucos envenenando o
tecido social brasileiro. E a causa se encontra na estapafúrdia e tola
ideologia petista, voltada a uma revolução sem visão política autêntica e sem
nexo, com sua bandeira da igualdade social, mas com método espúrio e
desagregador.
As últimas eleições
presidenciais deram o alerta da gravidade do problema. Os ânimos estão
acirrados. A população está dividida entre voltar à normalidade democrática ou
entregar-se à radicalidade socialista proposta pelo PT.
Os quatro anos de governo pela
frente de Dilma nos darão o rumo dessa desavença. Caso não consiga governar
para todos os brasileiros e persistir na ignomínia de um Brasil diferente de
sua vocação democrática, então o futuro será negro e uma nuvem de intolerância
pairará sobre o cenário político brasileiro.
Dilma, em seu discurso logo
após a vitória nas eleições, pregou a união. Mas como? se, em toda sua campanha
e nos quatro anos no poder, fez justamente o contrário? Será apenas um
sofismático palavreado de jogo político para conter os ânimos revoltosos de 50
milhões de brasileiros que contestam os rumos que estão sendo desenhados para o
Brasil pelo PT?
Dificilmente teremos, a curto
prazo, uma vivência harmoniosa entre as forças políticas que se digladiaram
mortalmente durante a campanha eleitoral. Se a agonia da economia piorar; se a
inflação ressurgir com força e fora de controle; se a reforma política não
acontecer; se as exigências por mudanças manifestadas nas ruas no ano passado
não serem consideradas e implementadas, então o caos se instalará. E isto é bem
previsível, tomando-se em conta o fraco desempenho de Dilma nos quatro anos de
seu governo.
O regresso do anti-americanismo
![]() |
MST queima bandeira
norte-americana durante ato em defesa da Venezuela, Recife, Pernambuco, julho de
2010, foto: Alexandre Gondim/JC Imagem/Agência Estado
|
João Marques de Almeida
Quando chega o momento de
atacar a relação transatlântica o Bloco de Esquerda e o Público estão dispostos
a aceitar a hegemonia alemã e a seguir Berlim. Nunca é tarde para revelações
interessantes.
Com a partida de Bush já nos
tínhamos esquecido do anti-americanismo de alguma esquerda mal-pensante
europeia (a que devemos juntar, verdade seja dita, muita da direita populista e
anti-capitalista). E agora que o entusiasmo do “yes, we can” se foi, já nem Obama
consegue esconder o ódio aos Estados Unidos. Certas coisas nunca mudam. Em
Portugal, o anti-americanismo da esquerda mal-pensante regressou esta semana
através da velha aliança Bloco de Esquerda-Público.
O pretexto foi uma carta
assinada pelo governo português, juntamente com mais 13 governos da União
Europeia, a apelar à nova Comissão Europeia para se manter fiel ao mandato
recebido do Conselho para negociar com os Estados Unidos um tratado comercial e
de investimento (conhecido pela sigla TTIP). A assinatura da carta pelo governo
português foi vista como uma manifestação de uma política de direita e
excessivamente pró-americana.
Mais uma vez, os factos são
ignorados. Dos 14 governos que assinaram a carta, cinco são de esquerda e dois
outros resultam de uma grande coligação entre a esquerda e a direita. Ou seja,
metade dos signatários representa a esquerda europeia. Há ainda uma contradição
natural, pelo menos neste momento, entre assumir uma política de direita e uma
posição pró-americana. Se a carta pode ser interpretada, o que é altamente
discutível, como uma posição pró-americana, isso significaria um alinhamento
com uma administração democrata, logo de esquerda. Por outro lado, seria também
entendida como um manifesto contra um governo liderado pelo centro-direita, a
coligação alemã.
É ainda mais curioso que os
ataques ao governo venham de quem passou os últimos três anos a gritar contra a
subordinação a Berlim. Por uma vez, o governo critica a Alemanha, e a nossa
esquerda mal pensante sai em defesa dos alemães. A polémica começou
precisamente porque a Alemanha começou a questionar o mandato de negociação
atribuído à Comissão, o qual resultou de um difícil consenso entre todos os
Estados membros. Ficou claro para todos que quando chega o momento de atacar a
relação transatlântica o Bloco de Esquerda e o Público estão dispostos a
aceitar a hegemonia alemã e a seguir Berlim. Nunca é tarde para revelações
interessantes.
Ó Portugal, volta para trás
Helena Matos
Mas o tempo não volta para
trás. Apresentar isso como possível é manifestamente vender ilusões. Na vida
estas pagam-se caro. Em política o custo é diluído por todos. Chama-se
decadência.
O PS está a beira de cometer
um erro que nos pode custar muito caro a todos, socialistas ou não: longe de
querer governar o país no ano de 2015, o PS quer voltar ao passado. Quer voltar
ao tempo em que foi feliz. E quando foi isso?
Vieira da Silva e Ferro
Rodrigues no parlamento e Santos Silva na entrevista que aqui, no Observador,
deu a Maria João Avillez desenham esse Camelot algures antes do chumbo do PEC
IV. Nada falta nesse retrato imaginário: um país que por si mesmo não tinha
crise alguma sendo sim vítima da crise internacional; um pedido de ajuda
externa negociado e celebrado pela oposição; um país em que investimento
público e crescimento económico eram sinónimos…
Enfim, toda esta recreação do
passado não passaria de um argumentário para a próxima campanha eleitoral caso
o PS ao lado dessas imagens susceptíveis de arrebatar as bases explicasse o que
quer fazer em 2015 se for governo. E é aí que está o busílis da questão: até
agora o que temos como propostas claras por parte do PS são invariavelmente
reposições: reposição das pensões; reposição integral dos salários na função
pública; reabertura de serviços entretanto fechados…
Ora governar não é voltar ao
passado. É estar atento ao presente. A não ser, claro, que não se seja um
partido de governo mas sim um lobby organizado sob a forma de grupo etnográfico
como é o PCP. Para esse efeito e para aquele eleitorado serve na perfeição. Mas
para governar não. Do imaginário do PCP faz parte a ideia de que os
trabalhadores estão sempre a perder direitos e rendimentos face a um tempo que
ao certo não se sabe bem quando foi mas que de algum modo corresponderá aos
governos de Vasco Gonçalves. (Na verdade Vasco Gonçalves foi o primeiro chefe
de governo do pós 25 de Abril a sublinhar reiteradamente a necessidade de
vivermos em austeridade). O tempo daquilo a que o PCP chamava conquistas e que
numa tentativa de congelar o tempo foram constitucionalmente consagradas como
irreversíveis.
António Nóvoa, extremista e esquecido
Ramiro Marques
O que leva um historiador
prestigiado, um antigo reitor da Universidade de Lisboa, a dizer tanta asneira
numa única entrevista? O fanatismo ideológico. O marxismo cega.
Nunca tivemos uma política
educativa tão extremista e tão fundamentalista, pelo menos desde os anos 50, afirmou
António Nóvoa ao Jornal de Negócios do dia 31 de outubro de 2014.
É preciso descaramento. O que
Nóvoa [foto] diz é que as políticas educativas impostas durante o PREC, em 1975
e 1976, e que foram corrigidas pelo ministro da educação, Sottomayor Cardia,
não foram extremistas nem radicais ou, pelo menos, não o foram por comparação
com o pretenso radicalismo e extremismo das políticas educativas do atual Governo
(2011-2014). Com esta afirmação, Nóvoa passa uma esponja pelo processo de
destruição do ensino técnico em Portugal, feito de uma assentada, em 1975, era
Rui Grácio secretário de estado da orientação pedagógica no III
Governo Provisório, presidido por Vasco Gonçalves, que tomou posse em
30 de Setembro de 1974 e chegou ao fim em 26 de Março de 1975.
Passa também uma esponja –
será que aplaude agora como aplaudiu na época? – pelo processo de criação de
matrizes curriculares e programas de ensino inteiramente baseados na dialética
marxista, no materialismo histórico e na teoria marxista da construção do
comunismo. Como historiador da educação, Nóvoa sabe que os manuais escolares
foram integralmente substituídos por panfletos, designados de textos de apoio,
elaborados pela secretaria de estado da orientação pedagógica e inteiramente
focados na teoria marxista. Sabe, com certeza, que, durante o PREC, foram
saneados milhares de docentes sem que eles tivessem tido possibilidades de
defesa. E não pode ignorar que, no PREC, se assistiu à queima de bibliotecas
inteiras com a justificação de que os liceus da época estavam “infestados” de
literatura “fascista”.
Quando a jornalista interrompe
Nóvoa para afirmar que o saber não é o mesmo que saber trabalhar, o
antigo Reitor da Universidade de Lisboa, diz o seguinte: Exactamente.
Não se pode ficar na primeira parte. Isto em Portugal está a perder-se devido
às políticas dos últimos três anos.
Dia de Finados
Ivan Ditscheiner
Peguei o dicionário, que é um
daqueles bem gordos. Vamos ver o que quer dizer esta palavra neste mundo.
Finados: Dia de finados. Não
está me dizendo nada. Ah! Encontrei aqui:
Finar: Acabar, findar....
morrer, falecer.
Dia dos findados? Dos
acabados? Que invenção é essa? Que barreira enorme é essa que inventaram? Com
que fim? Não seria o tempo de "finar" isso?
A Vida... Pede Passagem
Para dar força e poder aos
teus dizeres, em que a Vida é algo esplêndido e infindável.
Passando por infindáveis
experiências. Infindáveis escolhas. Livre arbítrio, causa e efeito infindáveis.
Sem nenhuma lei, porque não há
nenhuma lei para a Vida.
É quando rompemos com a
barreira da morte,
Tendo a coragem de romper com
tudo que nos dizem aqui.
Porque tudo é muito além do que
dizem aqui.
Tremendos bloqueios de quem
somos todos
Enorme prisão que criou este
enorme desconhecimento da Vida
Em que são então duas prisões.
Uma em nossas gaiolas físicas,
Que estão presas à grande
prisão criada neste mundo
E que é a grande gaiola que a
tudo bloqueia.
O bom, o mau e o vilão
Alberto Gonçalves
O bom
Um homem para a eternidade
Pelas conquistas académicas,
pelo gosto arquitectónico, pela visão política, pela eficácia económica, pela
sensatez financeira, pela educação filosófica, pelo amor à liberdade de
imprensa, pela sofisticada retórica, pela ética, pela moral, pela honestidade e
pelo ser humano plural e riquíssimo que sem dúvida é, o “eng.” Sócrates merecia
a condecoração presidencial, dois ou três Nobel, cinco Grammy latinos, o Pritzker
e pelo menos uma beatificação.
O mau
Os choninhas
Quando, nas escolas do meu
tempo, os mais velhos ou mais fortes humilhavam os mais novos ou mais fracos
era a vida. Agora é o bullying, tragédia para a qual os professores exigem uma
secretaria de Estado específica. E por que não um ministério? Interessa é preservar
no ensino a ilusão que os pais modernos alimentam em casa, ou seja, a de que os
petizes são imunes às agruras do mundo. Com sorte, e governantes zelosos, o
mundo nunca lhes saltará à frente.
O vilão
Novas do terceiro mundo
A dona Dilma ganhou as “presidenciais”
brasileiras, contra os 48% de ricos locais e com os votos dos 52% de pobres,
como Chico Buarque ou os peritos do PT em corrupção. No primeiro mandato, a
senhora aumentou a dívida pública em 31% e a inflação em 14%.
O segundo mandato promete
continuar a afastar o país do Ocidente capitalista e a aproximá-lo do
progressismo igualitário, género Bolívia e Venezuela.
De facto, ninguém segura esse
Brasil. E é pena.
Título e Texto: Alberto Gonçalves, Sábado, 30 de outubro a 5 de novembro
PROTESTO EM SP – Como a imprensa ridiculariza e distorce um protesto simplesmente por não concordar com ele. Em horas assim, a isenção e a objetividade que se danem!
Reinaldo Azevedo
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Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress |
Ontem à tarde, houve dois
protestos em São Paulo. Um deles reuniu, segundo a PM, pelo menos 2.500 pessoas
na Avenida Paulista — e não mil, como está no UOL. A outra, uns 200, no Largo
da Batata. Ambas foram convocadas pelo Facebook. O primeiro cobra uma auditoria
na eleição presidencial de 2014 e pede o impeachment de Dilma; a segunda, pela
enésima vez, culpa o governador Geraldo Alckmin pela crise hídrica em São
Paulo. Não funcionou no primeiro turno, não funcionou no segundo turno,
tenta-se agora o terceiro turno. Não está funcionando de novo… Mas sigamos.
A esmagadora maioria das
pessoas que se manifestavam na Avenida Paulista cobrava a auditoria e defendia
o impeachment de Dilma na suposição de que ela conhecia a roubalheira na
Petrobras, conforme afirmou à Polícia Federal e ao Ministério Público o doleiro
Alberto Youssef. Nem é necessário demonstrar — mas, se for preciso, demonstro
com facilidade — que a imprensa paulistana trata com simpatia todos os
protestos das esquerdas, as marchas em favor da maconha e até os black blocs.
Alguns de seus defensores são alçados à condição de intelectuais. Já um
protesto que não é organizado por “progressistas”, bem, aí cumpre ridicularizar
as pessoas, transformá-las numa caricatura, enxovalhá-las, reduzi-las à condição
de golpistas.
![]() |
Foto; Eduardo Anizelli/Folhapress |
Vamos lá: a esmagadora maioria
dos cartazes da Paulista trata de uma suposta fraude na eleição, pede a
auditoria na eleição e defende o impeachment (dada aquela suposição, claro!,
que tem de ser comprovada). Um senhor, no entanto — e ainda que houvesse 10, 20
ou 100 —, pede uma intervenção militar. A prova de que é “avis rara” no
protesto é que foi, ora vejam!, entrevistado pela Folha e pelo Estadão, que,
milagrosamente, publicam quase a mesma matéria, com diferenças que estão apenas
no detalhe. Seu nome é Sérgio Salgi, tem 46 anos e é investigador de polícia. E
por que ele foi achado pelos repórteres dos dois jornais? Porque carregava um
cartaz “SOS Forças Armadas”. Bastou esse cartaz para que a Folha Online desse o
seguinte título: “Ato em SP pede
impeachment de Dilma e intervenção militar”. Se algum maluco estivesse na
passeata cobrando ajuda aos marcianos, o título poderia ser: “Ato em SP pede
impeachment de Dilma e intervenção dos ETs”.
A austeridade econômica e a prosperidade
Francisco Vianna
A AUSTERIDADE ECONÔMICA SÓ
GERA CRESCIMENTO ECONÔMICO COM UMA ESTRUTURA FEDERALISTA QUE PRIVILEGIE A
INICIATIVA PRIVADA E LIMITE AO MÁXIMO O CAPITALISMO DE ESTADO.
Existe um dito popular antigo
que diz: “Em casa que não tem pão, todo mundo grita e ninguém tem razão”. A
economia, enquanto ciência da escassez, presume que os recursos naturais,
financeiros e humanos sejam tratados com um misto de respeito e austeridade. De
outra forma, caminha-se para a ruína.
Fala-se muito de “austeridade”
na Europa, com a Alemanha – o país que mais leva isso a sério – sendo criticada
por defendê-la acima de tudo. Mas, hoje, se questiona se essa austeridade pode,
de fato, fazer a economia de uma nação crescer.
Para início de conversa, é
preciso que se diga que o termo "austeridade" é indistintamente usado
para caracterizar duas práticas de governo que são totalmente distintas e até
opostas, se não contraditórias: a de elevar impostos sem considerar
contribuições para os serviços públicos, e reduzir gastos do governo através da
diminuição do tamanho do estado central e aumento dos estados locais.
A antagonicidade entre essas
práticas consite em reduzir os gastos do governo central e permitir que numa
escala importante os governos locais adquiram mais capacidade de gerar e de
gerir a riqueza que produzem, criando uma dimunuição acentuada do fluxo de
recursos escassos da economia para o governo central o que significaria haver
mais recursos disponíveis para pessoas e empresas e seus governos locais. E aí
chegamos ao nó da questão: o que deve ser da alçada do governo central e dos
governos locais e o que deve ser atributo da iniciativa privada.
Os keynesianos estão sempre
imaginando motivos e desculpas para afirmar que “os gastos do governo são bons
para todos” e, entre essas desculpas, a maioria esfarrapada, alegam que é
"impossível prosperar cortando".
Golpismos
Merval Pereira
Acho que o Tribunal Superior
Eleitoral (TSE) agiu corretamente ao recusar o pedido de auditoria do sistema
eleitoral feito pelo setor jurídico do PSDB, pois não há nenhum motivo
realmente grave para que se duvide do resultado das urnas.
Mesmo afirmando que não
contestavam a legitimidade da eleição da presidente Dilma, os tucanos fizeram
um gesto político sem maiores conseqüências. Daí a chamar de golpismo vai uma
diferença muito grande, que também se deve levar na conta de uma resposta
política do PT. Chumbo trocado.
A diferença é que o PT passa a
experimentar agora uma oposição atuando no mesmo diapasão que ele sempre usou,
cometendo até mesmo exageros semelhantes aos que o PT já cometeu, embora sem o
aval da direção nacional do partido.
O candidato derrotado Aécio
Neves, presidente nacional do PSDB, foi o primeiro a reconhecer a vitória de
Dilma, e teve a gentileza de lhe telefonar desejando sorte na difícil tarefa de
unir o país, no que não foi seguido pela presidente reeleita, que não se
lembrou de citá-lo em sua fala da vitória.
Mas há movimentos sendo
marcados pelo país pedindo o impeachment de Dilma, o que mostra uma militância
tucana disposta a não dar trégua ao futuro governo, repetindo o mesmo erro já
cometido pelo PT. Até o momento não há motivo para um pedido de impeachment de
Dilma, apenas a indicação, a ser comprovada, pelo doleiro Yousseff de sua
participação e do ex-presidente Lula nos escândalos da Petrobras.
Quando escrevi, analisando as
denúncias reveladas pela revista Veja e depois reafirmadas pelos jornais Folha
de S. Paulo e Estado de S. Paulo, que, caso fossem comprovadas, elas gerariam
uma crise institucional grave podendo ensejar o pedido de impeachment da
presidente, o candidato derrotado ao governo do Rio Grande do Sul Tarso Genro
citou minha coluna como exemplo do “golpismo” contra a presidente Dilma que ele
detectava na campanha eleitoral.
Logo ele, que no dia 19 de
janeiro de 1999 escreveu um artigo na Folha de S. Paulo cobrando a renúncia de
Fernando Henrique Cardoso, que assumira há 19 dias o seu segundo mandato.
Tarso, em nome do PT, exigiu a saída de FHC do poder e a convocação de uma
Constituinte, falando em lucros exagerados dos bancos graças a “informações
privilegiadas” que teriam sido vazadas pelo governo.
O Corpo que uso...
Ivan Ditscheiner
Tu me pões a escrever e eu
escrevo.
Só que hoje te falarei de mim
com tua aquiescência para dizer-te dos infortúnios que Tu provocas em mim. Por
favor! Deixe que eu escreva, e não comeces já em tua insegurança a pensar o que
os outros dirão do texto. O texto é meu!
O diálogo hoje é nosso, é
particular (se quiser publique para que colegas meus tomem conhecimento).
Este sistema central que
possuo chamado cérebro é que traz a todas as minhas partes, os Teus desejos,
propósitos e aspirações, como Tu bem o sabes.
Tu és meu Senhor, sou teu
servo.
Por que me maltratas tanto? Tu
que és infinitamente superior a mim porque me desprezas? Por que procuras
tantas panacéias, se Tu és meu remédio? Meu médico? Meu guru?
Por que me fazes andar
ridiculamente enfeitado para atender Tua vaidade? Olhe com que dificuldade
escrevo e esta mão treme. Não podes vislumbrar que és Tu e não eu que tremo?
Até quando deverei esperar pacientemente a felicidade que tantos e tantos
outros colegas anteriores esperaram, e voltaram à terra deformados e tristes?
No momento Te sinto querendo
colocar minhas palavras a teu modo.
Rogo-te outra vez, deixe que
eu escreva. Viu como parou de tremer a mão que usas?
Não, não me faças chorar senão
não consigo escrever.
Faz-me andar, e eu te obedeço.
Levas-me a lugares escusos e te obedeço.
Em Tua insanidade quebraste-me
os ossos das pernas e de um braço.
Não querias sentir dor, mas
que culpa tenho eu?
Tenho que dar um tempo... Lá
vem Ele querendo falar Dele e não de mim!
É a tal mente que é Dele e que
me perturba muito.
Agora começou com
espiritualismo, esquecendo-se sempre que também é um Espírito. Já começa a
querer voar mais alto (acho que é coisa de aviador apressado), e quem leva as
trombadas sou eu!
O Brasil numa encruzilhada
André Azevedo Alves
O sucesso do segundo mandato de Dilma depende da sua capacidade para
corrigir o rumo da governação: se o Brasil continua a ter uma das economias
mais promissoras do mundo, o prognóstico é reservado
As recentes eleições no Brasil
apresentam o retrato de um país profundamente dividido, com a Presidente
reeleita a conseguir 51,64% dos votos contra 48,36% para o candidato derrotado.
Dilma Rousseff conquista a sua reeleição através de um apoio maioritariamente
concentrado nas zonas mais rurais e pobres do Brasil. Aécio Neves, por seu
lado, levou vantagem essencialmente nas zonas mais urbanas e desenvolvidas do
Brasil, com destaque para o Estado de São Paulo, onde o candidato do PSDB
recebeu a preferência de mais de 64% dos eleitores, quase atingindo o limiar
dos dois terços do total de votos expressos.
A grande disparidade da
votação entre Estados (que configura essencialmente uma divisão entre o Norte e
o Sul) juntamente com a agressividade intensa da campanha levou a que as
clivagens dominantes acabassem por ser maioritariamente regionais e pessoais.
Para uma parte importante dos votantes no candidato do PSDB, o fundamental era
remover o PT do poder – fazer eleger Aécio Neves era a condição para que tal pudesse
acontecer. Para uma parte significativa dos votantes em Dilma, o fundamental
era precisamente dar seguimento ao ciclo de governação do PT iniciado por Lula
da Silva, que aliás mantém elevados níveis de popularidade e poderá ser um
forte candidato em 2018.
Vale a pena recordar, por
exemplo, que Aécio Neves defendeu
durante a campanha a “reestatização” da Petrobras e a ampliação do programa
Bolsa Família. Posições que evidenciam as dificuldades do Partido da Social Democracia
Brasileira, tradicionalmente ancorado no centro-esquerda, para reagir à
governação do PT. O certo é que, apesar dos notórios sinais de desgaste do
governo PT (basta recordar os sucessivos escândalos de corrupção e as
manifestações populares de 2013) e do arrefecimento económico da economia
brasileira, a estratégia do PSDB não resultou.
Venezuela 2: PT tenta iniciar um golpe de estado ao lançar rotulagem desonesta e antecipada sobre o PSDB
Luciano Henrique
As evidências começam a
aparecer em grande quantidade de que o PT de fato está usando o mesmo truque
contra o PSDB que o partido de Nicolas Maduro iniciou contra o partido de Henrique
Capriles na Venezuela.
Por exemplo, temos o texto Pedido tucano de recontagem de votos venezueliza a política brasileira, de Eduardo Guimarães, e A nova direita brasileira lembra cada vez mais a velha direita venezuelana, de Paulo Nogueira.
Observe então, em detalhes, a
afirmação deles: “Aécio Neves é como Henrique Capriles, o PSDB é como o
Primeiro Justicia. Logo, o PSDB e Aécio são tão golpistas como Capriles e o
Primeiro Justicia”.
Era disso que eu precisava!
Que eles reconhecessem, em público, a tal equiparação. Assim, finalmente
podemos estudar o caso brasileiro para entender os eventos ocorridos na
Venezuela em 2002, quando Chavez venceu Capriles por 55% a 45%. Após a morte de
Chavez, em 2013, seu sucessor Maduro teve 50,66% dos votos, contra 49,44% de
Capriles.
Como se nota, o pedido de
recontagem de votos gerou extrema irritação nos chavistas. Tudo isso enquanto o
governo ia destruindo cada vez mais a liberdade de expressão e devastando a
economia do país. Hoje, Venezuela já é uma ditadura, onde as eleições são
apenas uma fachada para um governo totalitário e bárbaro que só sobrevive no
poder por ter controlado a mídia. Os chavistas efetivamente deram um golpe de
estado, enquanto Capriles agiu dentro dos parâmetros democráticos o tempo todo.
A coisa fica pior ainda quando
vemos, pelas palavras dos próprios bolivarianos (e eu citei dois exemplos de
textos de bolivarianos do Brasil), que Capriles é exatamente igual a Aécio, e
que o Primeiro Justicia agiu exatamente igual ao PSDB. Assim, ao estudarmos o
comportamento de Aécio e do PSDB, estudamos também como funcionaram as falsas
acusações de “golpismo” usadas pelos chavistas na Venezuela contra Capriles.
Guimarães e Nogueira, obrigado por facilitarem meu trabalho!
Atenção! A próxima tarefa é resistir à reforma política do PT, que golpeia a democracia, com a ajuda das batinas da CNBB e dos terninhos mal cortados da OAB Nacional
Reinaldo Azevedo
Vai prosperar? Não sei!
Considerando a simpatia meio bovina com que já conta na imprensa, é até
possível que o petismo — disfarçado de OAB, de CNBB e de um tal MCCE (Movimento
Contra a Corrupção Eleitoral) — consiga levar adiante a sua impressionante
pauta da reforma política. Trata-se de uma estrovenga que, se aprovada,
avançará nos cofres públicos, aumentará brutalmente o dinheiro clandestino nas
campanhas e entregará o país, definitivamente, a burocracias partidárias —
ainda que fantasiadas de “movimentos sociais”.
Essas entidades que cito
formaram uma tal “Coalizão para a Reforma Política”, sob a inspiração do PT,
sim, senhores! Segundo pretensão noticiada pela Folha, os valentes acham que
podem criar um “movimento como as Diretas-Já” e intimidar o Congresso. A turma
quer se apresentar como voz da sociedade civil — curiosamente, essa “sociedade
civil” tem a mesma pauta de Dilma, que é a pauta do… PT. Eu sinto uma vergonha
alheia da OAB!…
Querem ver que mimo? Se for
para fazer uma reforma política pra valer, é evidente que o mais avançado “no
que se refere” (como diria aquela senhora…) à participação do eleitor seria o
voto distrital: um grupo “x” de eleitores, pertencentes a um território
delimitado (o distrito), faria a sua escolha entre as opções oferecidas pelos
vários partidos. Assim, os moradores de determinada região saberiam que o
deputado Fulano de Tal é o seu representante. Para ser mais preciso: São Paulo
tem 70 deputados na Câmara. O Estado seria dividido em 70 distritos e cada um
teria o seu eleito.
Em vez disso, o PT e a tal
Coalizão comparecem ao debate com uma esdrúxula forma de eleição da Câmara em
dois turnos: no primeiro, os eleitores votariam no partido — e assim se
definiria quantas vagas cada legenda teria. Num segundo turno, votariam num
nome segundo uma lista partidária. É o caminho para levar para o Congresso
burocratas de sindicatos, de movimentos sociais e de ONGs que não seriam
eleitos nem síndicos de seu edifício.
Como é preciso embalar uma
estupidez com o embrulho da demagogia fácil, a turma quer que a lista de
candidatos do partido tenha o mesmo número de homens e mulheres. Trata-se de
uma forma de forçar uma presença feminina maior no Congresso pela via da
burocracia.
Minuto do dia – 259
EVITE
o álcool.
Se
pode ser remédio, quando usado em pequenas doses, traz malefícios
incalculáveis, se nos leva ao abuso.
Pare
enquanto é tempo.
Construa
em sua mente a sua própria imagem livre de beber, e repita muitas vezes ao dia,
seguidamente: nada me vencerá !Sou forte
e vencerei todos os meus vícios!
Não
diga: “não quero mais beber!”
Diga
antes: não gosto mais de bebida!
sábado, 1 de novembro de 2014
Minuto do dia – 258
SEJA
na terra a pequenina chama que ilumina as trevas em que jazem milhares de
criaturas.
Seja
a água benéfica que dessedenta todos aqueles que atravessam o deserto da
existência, sequiosos de carinho e amor.
Seja
o alimento dos que nos procuram, famintos de compreensão e incentivo.
Procure
servir e amar, para ter a alegria de haver passado na vida distribuindo
benefícios a todas as criaturas.
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