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terça-feira, 3 de dezembro de 2024
No one is above the law!
[Livros & Leituras] O mundo de Sofia
Jostein Gaarder, Editorial Presença, Lisboa, 1995, 464 páginas.
O Mundo de Sofia (em norueguês: Sofies Verden) é um romance escrito por Jostein Gaarder, publicado em 1991. O livro foi escrito originalmente em norueguês, mas já foi traduzido para mais de 60 línguas, e teve sua primeira edição em português em 1995, que atualmente se encontra na sua 36ª edição revista, edição publicada pela Editorial Presença (Lisboa, janeiro de 2023).
Somente na Alemanha foram vendidos 4 milhões de cópias. Em 2012, uma nova edição brasileira, traduzida a partir do original norueguês, foi lançada para comemorar os 15 anos da obra e os mais de 1 milhão de exemplares vendidos no Brasil.
👏👏👏👏
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Almoço de Domingo
Sortir de l'Europe - Question de vie ou de mort
[Livros & Leituras] Na lista de espera...
Padeira de Aljubarrota – Mulher de armas e heroína de Portugal
éléments – pour la civilisation européenne, nº 210
Frontières
segunda-feira, 2 de dezembro de 2024
Governo do estado lança operação verão 2024/2025 em Copacabana
Iniciativa inclui novas tecnologias e reforço operacional para garantir segurança durante a estação
Quintino Gomes Freire
O Governo do Estado do Rio de Janeiro deu início à Operação Verão 2024/2025 com um evento realizado na manhã deste domingo (1º/12), na orla de Copacabana. A ação, coordenada pela Secretaria de Defesa Civil e pelo Corpo de Bombeiros Militar do Rio de Janeiro (CBMERJ), apresentou ao público as novidades que irão reforçar o atendimento a emergências durante o verão, incluindo salvamentos marítimos e respostas a desastres provocados pelas chuvas típicas da estação.
No local, foram exibidos
equipamentos modernos como drones com faróis de busca de alta precisão, novos
barcos infláveis importados e tecnologias especializadas para resgates em
situações como deslizamentos de terra e inundações. A população também participou
de atividades interativas, como oficinas de primeiros-socorros, apresentações
dos cães farejadores e demonstrações do toque das sirenes de alerta de risco.
Investimento em segurança e
inovação
O governador Cláudio
Castro destacou os esforços e os investimentos feitos na
corporação. “O que vemos hoje é fruto de muito trabalho e dedicação dos
nossos militares e agentes. Já investimos cerca de R$ 1 bilhão em tecnologias e
recursos para aprimorar nossa atuação. A nossa luta será sempre para salvar
vidas”, afirmou.
O secretário de Defesa Civil e comandante-geral do CBMERJ, coronel Tarciso Salles, reforçou a preparação da corporação para a estação. “Estamos prontos para o verão. Foi um dia especial para mostrar à sociedade os resultados de um ano de trabalho duro, com o objetivo de garantir a segurança de todos, seja em dias de sol ou de chuva”, disse o comandante, que acompanhou de perto o evento.
domingo, 1 de dezembro de 2024
Evangelos Marinakis confirma negociação para comprar clube brasileiro
Magnata grego dono de clubes como o Nottingham Forest, Evangelos Marinakis já foi cogitado como possível investidor do Vasco da Gama
Altair Alves
Evangelos Marinakis [foto], dono do Nottingham Forest, da Inglaterra, confirmou em entrevista à “Sky Sports” que negocia a compra de um clube brasileiro. O magnata grego teve o nome ligado ao Vasco, que está à procura de investidor para a SAF.
– É preciso ser algo
importante, algo grande – disse Marinakis, sobre a negociação com clube
brasileiro, em vídeo usado para divulgar a entrevista, que vai ao ar na TV
inglesa na terça-feira.
O empresário, que também é
dono do Olympiacos (Grécia) e do Rio Ave (Portugal), quer expandir suas
atividades no futebol. Para isso, ele contratou o executivo brasileiro Edu
Gaspar, que fazia trabalho bem avaliado no Arsenal, mas acabou seduzido pela
proposta de Marinakis.
– Eu gostaria de cooperar com
ele em um projeto global – afirmou o grego sobre Edu.
O ge apurou que o Vasco é um
dos clubes avaliados pelo grupo de Evangelos Marinakis. Em entrevista recente,
o presidente Pedrinho disse que havia conversas em andamento com possíveis
interessados, mas não revelou nomes.
– Existem alguns investidores, e eu tenho que tomar cuidado quando falo porque as pessoas acham que são negociações avançadas. Existem alguns e existem NDAs (sigla em inglês para acordos de confidencialidade) assinados desse início de conversa, que eu não vou chamar nem de negociação. Por meio desse acordo de confidencialidade, não posso falar quem são os investidores – declarou o presidente do Vasco no dia 14 de novembro.
Luto: como as pessoas enfrentam a dor de perder um animal de estimação
Mais que companheiros, os animais de estimação se tornam membros da família
Cristina Cruz
Perder um animal de estimação
é uma experiência dolorosa, mas muitas vezes subestimada. Para quem tem cães,
gatos ou outros pets, eles são companheiros que oferecem conforto e
compartilham momentos únicos de alegria.
Apesar disso, o luto por
animais costuma ser invisibilizado pela sociedade. Comentários como “era só um
cachorro” ignoram a intensidade dessa dor. De acordo com especialistas, o
impacto emocional da perda pode ser tão grande quanto o luto por um ente
querido, reforçando a importância de acolher quem passa por essa experiência.
Amizade especial que marcou
uma década
Quando seu filho completou 10 anos, a enfermeira Anne da Rocha Lopes decidiu presenteá-lo com um cachorro: Kit Nelson [foto], um cão adotado, que logo se tornou o centro da rotina familiar. “Eu sabia que eles seriam melhores amigos e estariam juntos em todos os momentos que nos fosse permitido”, relembra Anne.
Kit acompanhava o irmão humano em todas as atividades: praia, parques, videogames e até mesmo na escola, onde o levava e buscava ao lado da mãe. “Ele adorava passear de carro, era companheiro em tudo”, conta.
Após 10 anos de amor e convivência, Kit Nelson teve um último dia especial, acompanhando o “irmão”, agora crescio, até a faculdade. Mas, naquela mesma noite, o cão passou mal no colo do irmão e desmaiou.
“Conseguimos reanimá-lo e levá-lo à clínica veterinária, mas, na madrugada, ele partiu. Disseram que ele poderia estar com o coração grande, mas não houve tempo para os exames”, lembra Anne, emocionada.
Protecionismo disfarçado de defesa da Amazônia
O discurso contra a carne brasileira esconde o medo dos produtores franceses de competir com a agricultura mais moderna do mundo. E o que faz o governo diante disso?
Nuno Vasconcellos
O Brasil é um país difícil de
ser compreendido e, mais difícil ainda, de ser explicado. No momento em que a
economia vive o melhor momento dos últimos 12 anos — com a queda acentuada do
índice de desemprego e a elevação consistente do PIB —, o câmbio dispara e o
dólar ultrapassa a barreira dos seis reais. E, nesse momento, o “mercado” age
com tanto frenesi que dá a impressão de que o país marcha para o precipício.
Nem tudo está tão ruim quanto
se imaginou na semana passada — mas o governo precisa ficar atento para as
atitudes que toma. O solavanco que fez a moeda norte-americana subir foi
provocado por um movimento errático do próprio governo. Na semana passada, Brasília
prometeu um pacote de corte de gastos públicos — condição necessária para
melhorar as condições fiscais e manter a inflação sob controle. Só que, quando
anunciou as medidas que pretendia adotar para reduzir as despesas correntes, deixou
claro que não tem a intenção de fazer corte algum.
A repercussão foi ruim, gerou
danos de imagem e prejudicou a percepção dos resultados positivos que vêm sendo
obtidos pela economia. E esses resultados são para lá de expressivos. O Brasil
alcançará no ano de 2024 o maior volume de investimentos em infraestrutura do
Século 21! Além de alcançar um volume recorde, o atual ciclo de investimentos
guarda uma diferença enorme em relação aos do passado: a grande maioria dos
recursos que fazem a engrenagem da economia se mover não vem dos cofres
públicos, mas do setor privado. Ou seja: é dinheiro que move a economia sem o
risco de desarranjar as finanças oficiais.
Dos quase R$ 260 bilhões investidos em rodovias, portos, ferrovias, obras de saneamento e outros serviços de infraestrutura espalhados por todo país neste ano, em números arredondados, R$ 197 bilhões são recursos privados e apenas R$ 63, dinheiro público. Em 2019 — antes que a pandemia da Covid-19 paralisasse a economia — o total de investimentos em infraestrutura no país foi de apenas R$ 164 bilhões.
A treva do ministro Barroso
Sua última barragem de
artilharia contra o direito constitucional à palavra livre é uma aula magna
sobre os usos da sua lanterna da escuridão. A possível revisão das normas que
hoje regulam as redes sociais é claramente um assunto do Congresso Nacional, e
de ninguém mais. Só o parlamento está autorizado a fazer leis no Brasil – uma
auto evidência óbvia como o sol do meio-dia. Não interessa se são boas, médias
ou ruins. São as únicas possíveis. Barroso e o STF discordam. Acham só eles
fazem as leis “certas”.
No caso, o presidente do STF diz que os ministros estão criando a legislação de fato sobre a questão, ao julgarem processos relacionados a ela, porque o Congresso ainda não aprovou nenhuma lei para regulamentar as redes sociais. “O tribunal aguardou, por um período bastante razoável, a sobrevinda de legislação por parte do Poder Legislativo”, diz Barroso. “Não ocorrendo, chegou a hora de decidirmos essa matéria”.
[As danações de Carina] Existe uma saudade imensa chorando dentro de meu coração. O que fazer?!
sábado, 30 de novembro de 2024
[Pernoitar, comer e beber fora] A toca da traíra
Lá voltei com o casal VG/EG e enfants.
A pedida foi:
Pasteis de camarão,
Bobó de camarão e
Pintado na grelha.
Tudo muito bom!
Gostei!
🥘 🥘 🥘 🥘
Toca da Traíra
Festival Botecar chega ao Rio com competição de petiscos entre 40 bares
[Pernoitar, comer e beber fora] Churrascaria Lago Sul, Petrópolis
Melhor pipoca do Rio de Janeiro fica na Cinelândia: fila de mais de 30 minutos!
Mr. Lenha aposta em pratos frescos em cardápio de primavera
Ninetto Trattoria – Antes tivesse ido ao Spoleto
[Versos de través] Relâmpago
Roçando o infinito.
Sou oceano, mar,
Guerra, grito.
Triunfo na morte.
Clareira na sombra.
Sou pendão
Sou bandeira
Sou alguém
(Tropeçando no mal
e no bem.)
Numa rota
de espiral
indefinida
À procura da vida
que não vem
À procura da vida
que não volta.
Sou tempestade. Sou revolta.
Norberto Duarte, Faculdade de Farmácia, Queima das Fitas, Coimbra, 1967
Anteriores:
Mãe
[Versos de través] Queima das Fitas, Coimbra, 1967: Faculdade de Farmácia
Queima das Fitas, Coimbra, 1967: “Adeus, Coimbra”
Queima das Fitas, Coimbra, 1967: “Apontamento”
A donzela que vai à guerra
sexta-feira, 29 de novembro de 2024
Que boa ideia: Biden considera entregar armas nucleares à Ucrânia
Paulo Hasse Paixão
A notícia da semana passada de que a administração Biden permitiu que a Ucrânia lance mísseis fornecidos pelos EUA contra a Rússia deveria ter sido difícil de superar, em irresponsabilidade e vontade de destruição, na medida em que essa decisão poderia desencadear um conflito directo com uma potência nuclear.
Mas mesmo depois de adoptar
uma política demente como esta, um líder político minimamente consciente das
suas ações reconheceria a necessidade de parar a intensificação das
hostilidades e mudar o foco para o seu próprio país. Mas não Joe Biden. Ele
está a tentar ir mais longe ainda, até ao limite das possibilidades, num
literal jogo de roleta russa, que nos está a levar a cada dia que passa para
mais perto do maior horror entre todos os horrores: uma guerra nuclear.
De facto e de acordo com o The New York Times, a Casa Branca está
a considerar agora a possibilidade de entregar armas nucleares à Ucrânia. O
pasquim nova-iorquino revelou:
“Vários funcionários
chegaram a sugerir que Biden poderia devolver à Ucrânia as armas nucleares que
lhe foram retiradas após a queda da União Soviética. Isso seria um dissuasor
instantâneo e enorme. Mas tal passo seria complicado e teria sérias implicações”.
“Sérias”? O termo não
qualifica adequadamente as “implicações” dessa decisão. Elas seriam
potencialmente terríveis. Catastróficas. Cataclísmicas. Apocalípticas. Ao nível
da extinção. E, acima de tudo, totalmente desnecessárias.
É difícil imaginar algo que justifique o uso de uma arma nuclear. A utilização de duas por Harry Truman durante a Segunda Guerra Mundial continua a ser polémica ainda hoje. E apesar da gritaria permanente em Washington, é absolutamente inquestionável que a integridade territorial da fronteira oriental da Ucrânia não deveria ser digna sequer de uma breve conversa sobre o uso de armas nucleares americanas.
Rio registra a maior temperatura do ano: 43,2ºC
O município entrou no Nível de Calor 3, o terceiro de cinco níveis de alerta
O Dia
A cidade do Rio de Janeiro registrou, nesta quinta-feira (28), a temperatura mais alta de 2024 até o momento. De acordo com o Sistema Alerta Rio, órgão de meteorologia da Prefeitura, os termômetros marcaram 43,2°C às 12h45, na estação meteorológica de Guaratiba, na Zona Oeste.
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| Foto: Armando Paiva |
A marca superou a anterior, de
41,8°C, registrada em dois dias: 17 de janeiro e 27 de novembro, também em
Guaratiba.
Diante das altas temperaturas, o
município entrou no Nível de Calor 3 – o terceiro de cinco níveis de alerta –
às 12h40. O NC3 caracteriza-se quando há registro de índices de
calor alto (36°C a 40°C) com previsão de permanência ou aumento por, ao menos,
três dias consecutivos. A capital havia atingido o Nível de Calor 2 (NC2) às
11h20 de quarta-feira (27).
O dia foi marcado por um calor
intenso e a ausência de chuvas. Segundo o Alerta Rio, o céu permaneceu claro a
parcialmente nublado, com ventos fracos a moderados, enquanto a umidade
relativa do ar caiu para níveis críticos, entre 21% e 30% em diversas regiões
da cidade no período da tarde.
Para esta sexta-feira (29), a previsão é de tempo parcialmente nublado, com
possibilidade de pancadas de chuva isoladas à tarde e à noite, acompanhadas de
raios. Os ventos devem continuar fracos a moderados e as temperaturas, embora
mais amenas, vão continuar elevadas. A máxima pode chegar a 38°C, enquanto
a mínima será de 22°C.
Confira abaixo as três maiores temperaturas registradas até o momento neste
ano:
27-11-2024: Oeste sem filtro – Entrevista: Jair Bolsonaro
PF usa teoria da “Bruxa da Vaza Toga” para embasar Relatório do Golpe
Liberdade de expressão será inconstitucional
27-11-2024: Oeste sem filtro – Moraes proíbe Felipe Martins de participar de Audiência na Câmara dos Deputados + Relatório da PF acusa padre de criar oração ao golpe + Coronel chama Lula de ladrão e é demitido pelo Ministério da Defesa
26-11-2024: Oeste sem filtro – Deputado é indiciado depois de criticar Delegado em plenário + Janja se vestiu de advogada para visitar Lula na prisão + Após boicote de frigoríficos diretor global do Carrefour pede desculpas ao Brasil
[Aparecido rasga o verbo] O que podemos aprender em dias de hoje com o “Juramento dos Horácios?”
Aparecido Raimundo de Souza
Jacques David o pintor herói, autor desse quadro famoso, não se limitou a criar uma obra de arte. Ele esculpiu ideais. No contexto da França pré-revolucionária, suas escolhas estéticas se tornaram armas na peleja contra a tirania opressora. O neoclassicismo, com suas linhas nítidas e composições rígidas, serviu como um pano de fundo perfeito para transmitir mensagens de moralidade e virtude cívica. Ele, talvez até sem saber, elevou a figura do cidadão comum ao status de herói, inspirando a população a se engajar na luta por liberdade e igualdade. A pintura foi recebida como um símbolo do novo tempo que se aproximava. “O Juramento dos Horácios” não é apenas sobre a luta entre duas cidades rivais; é acima de tudo, uma alegoria do pugilato interno que cada ser humano enfrenta ao se deparar com escolhas morais.
O que significa ser leal? Até onde estamos dispostos a ir por aqueles que amamos? Jacques David, com seu pincel, nos força a olhar para dentro, a confrontar nossas próprias ambições e dilemas. Nesse tom, a tela se transforma, num piscar de olhos, em um monumento. As figuras imortais nos lembram de que, em meio ao caos da história, sempre haverá espaço para o heroísmo, mas também para a reflexão. “O Juramento dos Horácios” leciona e não só leciona, nos ensina que a grandeza não reside apenas nas conquistas externas, mas principalmente, na capacidade de amar e sobretudo, moldar dentro de nós, o sacrifício.
quinta-feira, 28 de novembro de 2024
PF usa teoria da “Bruxa da Vaza Toga” para embasar Relatório do Golpe
Para a PF, Bolsonaro usou a técnica de desinformação em massa conhecida como firehosing para desacreditar urnas eletrônicas e tentar golpe de Estado
David Agape
Em 26 de novembro de 2024, a Polícia Federal divulgou o aguardado relatório final da investigação sobre o suposto golpe de Estado no Brasil. O documento, com 884 páginas, é fruto de quase 17 meses de apurações que envolvem ações atribuídas a militares, civis e aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro. Entre as acusações estão conspirações para impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva, ameaças ao Supremo Tribunal Federal (STF) e planos para a abolição violenta do Estado Democrático de Direito.
Esta investigação também
inclui outras etapas preliminares, como o trecho relacionado aos “Kids
Pretos”, que analisei anteriormente em A Investigação e onde
apontei fragilidades graves. Entre os principais problemas, destaca-se a
ausência de provas de que o grupo teria planejado assassinar ou sequestrar
Alexandre de Moraes. As conclusões da PF, nesse caso, baseiam-se exclusivamente
em inferências vagas, interpretações subjetivas e termos especulativos como
"provavelmente" ou "possivelmente". Além disso, há
tentativas de estabelecer conexões entre documentos e supostos atos
investigados sem qualquer embasamento.
Esperava-se que o relatório
final esclarecesse essas questões, mas ele manteve muitas sem resposta e
levantou novas dúvidas. Os "possivelmentes" estão espalhados por todo
o relatório, com pelo menos 96 ocorrências. A pressa em encerrar a investigação
é evidente, assim como o esforço criativo dos investigadores para sustentar a
tese de que, já em 2019, ao assumir a Presidência, Jair Bolsonaro teria
iniciado um esforço coordenado para disseminar a narrativa de vulnerabilidade
no sistema eletrônico de votação. O objetivo, segundo o relatório, seria
“sedimentar na população a falsa realidade de fraude eleitoral” como parte de
uma estratégia maior: garantir sua permanência no poder mesmo diante de uma
eventual derrota nas urnas durante sua tentativa de reeleição, culminando na
abolição do Estado Democrático de Direito.
Para implementar essa conspiração, o grupo teria se organizado em núcleos estratégicos, incluindo:
Liberdade de expressão será inconstitucional
Walter Biancardine
Tenho o privilégio de, entre outras atividades, escrever para duas prestigiadas publicações que são a Carta de Notícias – que divulga minhas análises em todo o Brasil – e o ContraCultura, revista portuguesa a espalhar pela Europa, com todas as consequências e repercussões imagináveis, as opiniões deste que vos escreve.
Mais que exibicionismo, o parágrafo acima serve para que o leitor entenda a importância de determinados artigos quando os envio para publicação simultânea, em ambas as revistas. E é o caso destas linhas, que tratam do fim definitivo da liberdade de expressão no Brasil, em uma usurpação de poderes do Legislativo, por parte da Suprema Corte brasileira – titular da atual narco-ditadura comuno-globalista instaurada em nosso país.
O nome do Presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, será sempre lembrado como o de mera “mascote” do STF (Supremo Tribunal Federal), a aceitar os estupros constitucionais cometidos pelos togados, a processar parlamentares por discursos na tribuna, prendendo-os pelos mesmos atos e legislando, ditatorialmente, em lugar dos representantes do povo por nós eleitos.
Na mesma coleira amarra-se Arthur Lira, Presidente da Câmara dos Deputados e que, igualmente, aceita de modo absolutamente passivo os arreganhos do STF, jogando todo o Poder Legislativo na lata do lixo. E tal conjuntura deve ser lembrada diariamente aos brasileiros, bem como denunciada com a força possível aos países europeus.
Sem noção da realidade, Macron e Starmer discutem envio de tropas para a Ucrânia
Paulo Hasse Paixão
Com a perspectiva, ainda não completamente clara, de uma alteração da posição de Washington em relação a Kiev, após o regresso de Donald Trump à Casa Branca, Paris e Londres não excluem a possibilidade de liderar uma coligação militar na Ucrânia.
Como se a Europa, a sós,
conseguisse ser mais bem sucedida frente à Rússia, do que foi na companhia dos
Estados Unidos da América.
Numa altura em que o conflito
na Ucrânia entra numa nova fase de intensificação de tensões entre o bloco
ocidental e a Rússia, estão a ser reavivadas as discussões sobre o envio de
tropas ocidentais e de empresas privadas de defesa para a Ucrânia. Trata-se de
discussões sensíveis, a maior parte das quais classificadas – relançadas à luz
de uma potencial retirada americana, quando Donald Trump tomar posse a 20 de
janeiro de 2025.
O debate sobre o envio de
tropas para a Ucrânia, que o Presidente francês Emmanuel Macron iniciou numa
reunião entre os aliados de Kiev em Paris, em Fevereiro deste ano, teve a forte
oposição de alguns países europeus, liderados pela Alemanha. No entanto, foi
retomado nas últimas semanas graças à visita a França do primeiro-ministro
britânico, Keir Starmer, um fanático russo-fóbico e entusiasta da guerra, para
as comemorações do 11 de novembro. A este propósito, uma fonte militar
britânica confidenciou ao Le Monde:
“Estão em curso discussões
entre o Reino Unido e a França sobre a cooperação em matéria de defesa,
nomeadamente com vista à criação de um núcleo duro de aliados na Europa,
centrado na Ucrânia e na segurança europeia em geral.”
Estes comentários estão em linha com aqueles que foram feitos pelo ministro francês dos Negócios Estrangeiros, Jean-Noël Barrot, durante uma visita a Londres. Numa entrevista à BBC, a 23 de novembro, apelou aos aliados ocidentais para “não estabelecerem e expressarem linhas vermelhas” no seu apoio à Ucrânia. Quando questionado sobre a possibilidade de enviar tropas francesas para o terreno, declarou:
The Outcome Of Romania’s Presidential Election Could Spoil The US’ Potential Escalation Plans
Andrew Korybko
The
populist conservative-nationalist frontrunner might refuse to allow NATO troops
to transit through Romania as part of a conventional intervention in Ukraine if
he wins the second round next mont
The surprise victory of populist conservative-nationalist Calin Georgescu [photo] in the first round of Romania’s presidential election gives this heterodox outsider the chance to enter into office next month. The Mainstream Media is apoplectic since he criticized Romania’s hosting of the US’ missile defense infrastructure and is against perpetuating NATO’s proxy war on Russia through Ukraine. He’s also a devout Orthodox Christian and praised some of his country’s most controversial World War II-era figures.
Interestingly, he was also the diaspora’s favorite, with
the added twist being
that more in Western Europe voted for him than those in Eastern Europe. This
suggests that his appeal is also due to the hope that he’ll bring long-overdue
accountability to his infamously corrupt country and finally help its people
improve their living standards through more effective economic, financial, and
developmental policies. Foreign policy is important, but local issues and
economics far outweigh the former for average voters.
If Georgescu becomes President of Romania, he’s therefore much more likely to try to change his country’s internal workings than he is to radically transform its foreign policy, but it also can’t be ruled out that his potential victory could adversely affect NATO’s proxy war on Russia through Ukraine. Those who voted for him dislike how Ukrainian grain flooded their domestic market to local farmers’ detriment and also aren’t pleased with the government financially supporting Ukrainian refugees.
Do barco furado ao pedido de Gouveia e Melo
Telmo Azevedo Fernandes
Aparentemente Gouveia e Melo [foto] é proto-candidato presidencial. A maior crítica que lhe fazem é a de não se conhecer o seu pensamento político. Ora, para mim, essa seria uma vantagem do putativo candidato, já que sempre que abre a boca diz asneira e quando lhe entregam missões de trabalho deixa muitíssimo a desejar.
Recordo por exemplo que em
Março do ano passado 13 militares recusaram embarcar num navio da Marinha
alegando razões
de segurança por se verificarem fissuras na estrutura da barcaça,
não ser estanque à água e o esgoto da casa das máquinas não funcionar. Perante
isto, chefe da Armada em vez de tratar do assunto internamente com discrição,
resolveu fazer uma espécie de conferência de imprensa para ser transmitida
pelas televisões, humilhando, julgando sumariamente e condenando
na praça pública os seus subordinados. Não é coisa de digna de um
militar.
Incumbiram o senhor Gouveia e
Melo de gerir uma operação logística para inoculação de produtos farmacêuticos
experimentais da Pfizer e logo o especialista em submarinos, pateticamente,
declarou “guerra” à covid, cavou trincheiras e com ego inchado falou do seu objetivo
de “encurralar o vírus a um canto”. Confessou até que “a retórica
da guerra ajudou na tarefa de combater o inimigo”, neste caso um
microrganismo acelular infecioso.
A dada altura o Sr. Almirante vestiu a pele de Prof. Bambo, deitou búzios e leu cartas tendo declarado que “as alterações climáticas estiveram por trás da pandemia”. Pena não ter deixado o seu contacto telefónico na secção “RELAX” do Jornal de Notícias, não fosse alguém o querer consultar para outras feitiçarias.
Lei Seca pode ter máquina de cartão para evitar reboque de carro
Ideia é defendida pelo governador Cláudio Castro, que vê na medida uma forma imediata e mais barata de resolver problemas de reboque, muitos mais custosa para os motoristas
Patricia Lima
Durante cerimônia realizada nesta quarta-feira (27), no Palácio Guanabara, para a apresentação dos resultados da operação Lei Seca de 2024, o governador Cláudio Castro (PL) anunciou os novos equipamentos que serão utilizados na operação, além de adiantar que deseja o uso de maquininhas de cartão nas blitzes estaduais.
Segundo o governador, a
máquina de cartão tem como objetivo permitir que os motoristas paguem os
débitos, evitando o reboque dos seus carros, que sai muito mais caro para o
dono do veículo.
“Hoje, a pessoa que vai
cortar o seu gás já chega com a maquininha. Assim, você pode pagar e não tem
problema. Com a luz ocorre a mesma coisa. Já o carro é rebocado, então a pessoa
tem que sair de lá e pagar no banco, depois ir ao depósito pra pegar o carro
dele. Presidente Gláucio, temos que imediatamente ter uma maquininha em cada
blitz, para o cidadão poder não ter o carro rebocado”, disse o
governador, que também prometeu acabar com as chamadas blitz caça-níquel
no Rio de Janeiro.
“Eu não quero mais blitz que não tem razão de existir. Blitz não pode ser realizada para ferrar ninguém. Só haverá blitz para a Lei Seca, que é para salvar vidas, ou para a Segurança Pública”, completou Castro.
27-11-2024: Oeste sem filtro – Moraes proíbe Felipe Martins de participar de Audiência na Câmara dos Deputados + Relatório da PF acusa padre de criar oração ao golpe + Coronel chama Lula de ladrão e é demitido pelo Ministério da Defesa
26-11-2024: Oeste sem filtro – Deputado é indiciado depois de criticar Delegado em plenário + Janja se vestiu de advogada para visitar Lula na prisão + Após boicote de frigoríficos diretor global do Carrefour pede desculpas ao Brasil
“O mundo tá de cabeça pra baixo, quando a gente consegue concordar com o PCO.”
[Aparecido rasga o verbo – Extra] Foi como trazer das vísceras à luz, um sol escuramente sem brilho





















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