quinta-feira, 23 de abril de 2015

Aluvião

À Europa chegam diariamente milhares de "imigrantes" vindo do Norte de África. À Europa e aos grandes comovidos por estas tragédias, que lavam as mãos como Pilatos das tragédias dos cristãos (e não só) às mãos dos que aqui chegam, apenas lhes falta abrir uma ponte aérea para invadir o continente.

Pessoas indocumentadas, em estado de saúde desconhecido, cadastro igualmente desconhecido entram livremente fazendo de qualquer controlo de fronteiras e soberania territorial uma brincadeira do passado.

Combatentes do Estado Islâmico infiltram-se na Europa e noutros países onde, mesmo com um grau académico, é difícil obter uma autorização de residência.

Esta mole vem de países islâmicos, mas a solidariedade islâmica parece não funcionar: não só não os recolhem, como não lhes dão alojamento nem contribuem para os sustentar. O dinheiro islâmico serve apenas para financiar mais mesquitas na Europa, mais pressão sobre as instituições europeias e para financiar grupos radicais e extremistas.

Os barcos europeus apenas vasculham as costas, recolhem todos os que podem em centros de de apoio e, uns dias mais tarde, os mesmos estão na sociedade a delinquir: matar, violar e roubar. Mais de 80% não trabalham.

Urge mais vigilância, mas junto aos pontos de onde partem: obrigá-los a regressar ao ponto de partida e não permitir viagens de suicídio. Os que alcançam a Europa devem ser tratados, identificados e repatriados ou devolvidos ao local de partida com os recursos suficientes para regressarem aos países de origem. Qualquer outra solução só eterniza o problema e fará um número crescente de vítimas.
Título e Texto: Lura do Grilo, 22-4-2015

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