domingo, 14 de agosto de 2016

Olimpíada: já são 3 os casos de atletas muçulmanos discriminando judeus

Pela lei brasileira, isso pode configurar crime inafiançável. Nada vai acontecer?

Implicante

Todos sabemos que existe um corpo mole com parte da militância esquerdista quando se trata de condenar ou punir os atos perpetrados por radicais islâmicos. Talvez porque sejam “aliados”, em razão dos mesmos “inimigos comuns”, EUA e Israel. Já falamos aqui, aliás, do quanto eles tergiversam em alguns casos de terrorismo.

Mas sigamos.

Nestes Jogos Olímpicos, já foram 3 os casos de discriminação contra judeus praticada por atletas e mesmo equipes inteiras de países muçulmanos.

Primeiro, TODA A DELEGAÇÃO DO LÍBANO não aceitou pegar o mesmo ônibus dos israelenses. E ficou por isso mesmo. E então, um judoca do Egito se recusa a apertar a mão do oponente judeu que o eliminou. Por fim, a imprensa internacional afirma que outra judoca, esta agora saudita, simulou machucado para nem mesmo enfrentar uma adversária de Israel que viria depois.

E o COI, o que fará? Além disso: E NOSSAS AUTORIDADES?

Isso porque, pela lei brasileira, isso pode configurar crime de preconceito que, por sinal, é INAFIANÇÁVEL.

Cadê a militância cobrando a aplicação desses dispositivos nesse caso? Pois é, pois é. Estão todos ocupados fazendo silêncio. Sem contar, claro, a cobertura da imprensa, sempre atenuando todos os termos possíveis, dando nomes brandos e passando panos quentes.

Quanto ao mais, ao contrário do que prega a esquerda, parece que o grande problema do mundo não é mesmo a islamofobia. Mas sim o antissemitismo.
Título e Texto: Implicante, 14-8-2016

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