quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

SHARIA JUSTICE: Woman WHIPPED 26 TIMES in front of mob for having sex outside marriage

Esta notícia é de 2 de fevereiro de 2017... na Indonésia (o berço da "democracia islâmica) uma mulher foi açoitada 26 vezes por um polícia (sob o olhar atento da multidão) por ter mantido relações sexuais fora do casamento.

Não ouvi uma única crítica de nenhum grupo de apoio (ou suposto apoio) às mulheres. Nenhuma moção de censura nos parlamentos... nem um pio por parte dos sacanas que nos representam na União Europeia. Assim sendo, presumo que esta gentalha pretende impedir Donald Trump de nos salvar das garras do islamismo e que estão coniventes com estas situações.

Mercenários hipócritas!

THESE horrific pictures reveal the sickening punishment carried out by Sharia police after a woman was caught having sex outside of marriage.

Rebecca Perring

The woman clutches her head in pain. Photo: EPA
The young woman clutches her head in her hands and cries out in agony as she is thrashed 26 times with a whip as a baying crowd watch on.

She was dragged onto the public stage and forced down to her knees by two guards wearing masks during the shocking punishment in Indonesia.

The whips to her back proved so harsh that the woman appeared to fall forward.

The woman appears to cry in agony. Photo: EPA

She had allegedly broken the strict Sharia law in Banda Aceh province in Indonesia - a popular sunny getaway for many Britons.

After her brutal punishment was over, the man she is accused of having sex with was brought on to serve his lashing, flanked by police officers. 

He grimaces as he is also forced to face 26 lashes on the back. 

Sharia guards often dole out cruel punishment for violating Islamic law.

The man accused of having sex with the woman also suffers his punishment. Photo: EPA

Sharia law is the legal system of Islam which is derived from both the Koran and the rulings of the religion's scholars.

Islamic laws have been strengthened since the Aceh province struck a peace deal with the central government in 2005.
Rebecca Perring, Express, Londres, 2-2-2017

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