terça-feira, 9 de maio de 2017

Mulher antifa vai à Turquia com namorado muçulmano, mas é agredida e estuprada

Luciano Ayan
Lucy MacAuley é conhecida por participar de organizações de extrema-esquerda em Washington D.C. Ela chegou a participar do Projeto Veritas que tentou (e não conseguiu) praticar disrupção durante a posse de Trump.

Ela se tornou obcecada pela narrativa da ajuda aos “refugiados sírios”. Chegou a alegar que o Islã é uma religião de paz. Não demorou para ela se apaixonar por um turco islâmico que a levou para a Turquia, onde controlou todos os seus movimentos, passou a agredi-la e por fim estuprou.

Em seu blog, Lucy conta que caiu de amores por “um ativista carismático e energético” que ela conheceu em novembro de 2016. Ela conta que tudo era uma bela mistura de história de amor e ativismo: “ele disse todas as palavras certeiras para me convencer que se importava com os direitos das mulheres e ativismo”.

Em fevereiro, viajou com ele para a Turquia. Tudo parecia lindo e maravilhoso nas primeiras duas semanas. Parecia até filme da Julia Roberts.

A coisa começou a complicar quando Lucy decidiu entrevistar uma nativa muçulmana para um artigo sobre refugiados sírios. Ele não aprovou. Lucy diz: “Ele conhecia a mulher e não gostava dela, então ele me proibiu estritamente de falar com ela. Após questionar por suas razões, ele bradou e furiosamente saiu do quarto para fumar um cigarro. Eu fiquei ali parada sem saber o que fazer. Claro, como uma mulher ocidental, ninguém jamais tinha me proibido de falar com qualquer pessoa. Foi uma sensação estranha: eu não tenho uma boca para falar? Por que não posso utilizá-la como quiser?”.

Foi a partir daí que ele passou a controlar cada menor ato de Lucy. Ela conta: “As coisas começaram a deteriorar rapidamente. Sua infantilidade e insegurança pioravam a cada dia. Nas semanas seguintes, eu fui empurrada e impedida de sair livremente, e repetidamente avisada para não falar com as pessoas. Se eu falasse com alguém, era imediatamente interrompida.”

Ela passou a ser ameaça de ser queimada com cigarros. O namorado apontava objetos pontiagudos diante de seu rosto.

O sexo passou a ser forçado: “Sexo não consensual? Estupro? Se tornou cotidiano. Ele não queria mais saber se eu estava a fim ou não. Por várias vezes, ele desligou meu wifi e mentia a respeito da conexão de rede, o que é uma forma moderna de gaslighting. Ele me criticou verbalmente por usar a mídia social, meu elo principal com o resto de minha vida que ficou nos EUA, e tentou me desencorajar de utilizá-la. Ele me forçou a cortar a amizade com um homem turco no Facebook, e queria que eu abandonasse muitas outras amizades”.

Por fim, Lucy foi presa pela polícia turca por que era uma jornalista ocidental. A coisa complicou para ela quando ela tentou entrar em uma manifestação pública pelo presidente turco. Ela já foi libertada.

O resto do post mostra que Lucy continua em negação, e até dizendo que não entende o que aconteceu com o seu namorado e por que ele a tratou dessa forma. Ela ainda acredita que há “um ativista” no interior dele. Então tá.
Enquanto isso, Lucy luta fortemente para implementar um totalitarismo de esquerda nos EUA, talvez para jogar sobre os americanos o mesmo infortúnio que ela passou na Turquia. 
Título, Imagem e Texto: Luciano Ayan, Ceticismo Político, 8-5-2017

Um comentário:

  1. UMA IDIOTA DESSA MERECE SER ESTUPRADA! OS MUÇULMANOS VÃO MANDAR PRA O INFERNO TODOS ESSES IDIOTAS IMBECILIZADOS QUE MERECEM ISSO!

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