terça-feira, 25 de novembro de 2025

[Livros & Leituras] La pensée unique

Revue élements – Le magazine des idées à l’endroit, La pensée unique – Tombeau du débat et de la liberté d’expression, hors-série nº 3, Juillet 2025, 132 pages. 

segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Megyn Kelly denuncia encobrimento do FBI sobre a tentativa de assassinato de Trump: "Tudo isto fede."

Paulo Hasse Paixão

A tentativa de assassinato do presidente Trump pelo jovem de 20 anos Thomas Matthew Crooks, no ano passado em Butler, Pensilvânia, foi inicialmente descartada como um ato de um perigoso solitário radicalizado. No entanto, um ano e meio depois, a narrativa está a desmoronar sob evidências crescentes de um encobrimento do FBI.

Do FBI do regime Biden. E do FBI do regime Trump.

É uma história que o Contra tem vindo a seguir desde o momento em que Trump foi atingido e que Tucker Carlson expôs recente e detalhadamente, revelando o extenso rasto de apelos à violência de Crooks na Internet, a cremação rápida do seu corpo, entre outras enigmáticas circunstâncias e as repetidas mentiras do FBI, tanto sobre o perfil digital do atirador como sobre as suas convicções ideológicas.

Agora, Megyn Kelly [foto], num podcast com Glenn Greenwald, levou as revelações ainda mais longe, declarando que as últimas notícias “apontam para que Thomas Crooks tenha sido recrutado para assassinar o presidente Trump”.

Kelly analisou as descobertas bombásticas de Carlson e combinou-as com novas reportagens de Miranda Devine, do New York Post, para concluir:

“Na minha opinião, a implicação clara do trabalho de Tucker é que o indivíduo foi recrutado por alguém para cometer esse ato horrível. E talvez tudo tenha começado com esse personagem chamado Willy Tepes… Tucker relatou que o FBI não fez nenhuma menção pública a esse tal de Tepes, embora certamente saiba que ele existe”.

A jornalista destacou que Crooks vinha a expressar online a sua raiva sobre democratas como Ilhan Omar, Rashida Tlaib e também contra os imigrantes — e então mudou abruptamente para argumentos anti-Trump sobre a COVID. Dias depois, interagiu com ‘Willy_Tepes’, o nome de um utilizador ligado ao ‘Movimento de Resistência Nórdica’, classificado pelo governo federal americano como um grupo terrorista, e que agora aparece em sites estrangeiros da Antifa.

Restaurante fundado há 71 anos no Leme vira Patrimônio Cultural Carioca

Estabelecimento ganhou o selo do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade

O Dia

O tradicional restaurante Shirley, no Leme, Zona Sul do Rio, foi reconhecido como Patrimônio Cultural Carioca neste domingo (23). O local recebeu a placa azul do Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH), órgão da prefeitura voltado para a preservação e valorização de lugares emblemáticos da cidade.

Foto: Rafael Catarcione/Prefeitura do Rio

O estabelecimento, que comemorou 71 anos em julho, é especializado em culinária ibérica e frutos do mar. Seu nome é uma homenagem à atriz americana Shirley Temple (1928 - 2014), ídolo de uma das fundadoras.

Com o título, o restaurante se junta a outros estabelecimentos já contemplados pelo programa, como a Churrascaria Majórica, no Flamengo, a Casa Clipper, no Leblon, a Confeitaria Colombo, no Centro do Rio, o Rio Scenarium, na Lapa, e o Adegão Português, em São Cristóvão.

Título e Texto: Redação, O Dia, 24-11-2025, 9h19

Vasco vê Z4 no retrovisor e já começa a fazer contas para evitar queda

Na 13ª colocação com 42 pontos, Vasco da Gama já começa a enxergar a zona de rebaixamento e vai em busca de pontuação nas últimas rodadas

Altair Alves

A reta final de Brasileirão parecia trazer um oceano de águas tranquilas para o Vasco navegar na busca por uma vaga na Libertadores, mas rapidamente virou uma tormenta que vai se prolongando pelos últimos cinco jogos. Este é o número de derrotas seguidas, a última para o Bahia por 1 a 0, na tarde de ontem, na Fonte Nova. Em um roteiro que incluiu expulsões e um amplo domínio do time da casa, Erick Pulga fez o único gol.

Foto: Rafael Rodrigues/EC Bahia

O momento do cruzmaltino é desanimador, tendo estacionado nos 42 pontos, caído para o 13º lugar e marcado apenas um gol e sofrido 11 nestas últimas cinco partidas. Em novembro, a equipe de Fernando Diniz não conhece as vitórias, o que aconteceu pela última vez no dia 26 do mês passado, no 3 a 0 contra o Bragantino. Aquela era a melhor fase do clube em muito tempo — chegou a ter apenas uma derrota em 12 jogos —, mas ela desapareceu.

O principal objetivo era deixar a equipe assegurada na Série A e chegar em boa forma para disputar as semifinais da Copa do Brasil, contra o Fluminense. O bom desempenho levou até a se cogitar uma classificação para a Libertadores via Brasileiro, mas esta já é uma realidade distante. O tricolor carioca, primeiro time do G7, está com 55 pontos e é inalcançável faltando três rodadas. E se o rival ou o Cruzeiro vencerem o mata-mata nacional e abrirem o G8, o atual oitavo é o São Paulo, que bateu o Juventude e chegou a 48 pontos.

Além disso, o Vasco ainda vê a zona de rebaixamento no retrovisor. Após vencer o Sport, o Vitória chegou a 39 pontos, deixou o Z4 e empurrou o Santos para 17º, com 37 — os paulistas visitam hoje o Internacional. Esta é a quarta participação seguida na Série A — 2020, 2023, 2024 e 2025 — em que o cruzmaltino chega a três rodadas do fim do campeonato sem estar livre da ameaça de queda.

— Estávamos em sétimo lugar e podíamos ter avançado mais. Mas hoje a realidade é essa. A torcida está certa em fazer contas (para não cair). Precisamos ganhar jogos — admitiu o técnico Fernando Diniz na coletiva após a partida de ontem.

Evidências de fuga⁉️


Que evidências, seu desonesto⁉️

Um homem vigiado 24h por dia, cercado por PF, imprensa, ia fugir como, exatamente⁉️

Teletransportando⁉️

Virando fumaça⁉️

Isso aí não é jornalismo, é desonestidade intelectual nível hard‼️

A obsessão em criminalizar Bolsonaro que eles fogem de qualquer lógica‼️

Texto e Imagem: Talita – Mulher Patriota, X, 23-11-2025, 11h31

O custo da omissão

Gerson Gomes

Este alerta aos chilenos, que caminham para o segundo turno de sua eleição presidencial, serve de admoestação contundente aos brasileiros. 

Kaiser, que disputou o 1° turno no Chile, lembra que Chavez venceu na Venezuela, em 1998, graças aos omissos. 

No segundo turno da eleição brasileira de 2022, os resultados foram os seguintes (com 156.453.354 eleitores aptos):

- Lula: 60.345.999 votos (38,57%)

- Bolsonaro: 58.206.354 votos (37,20%)

- Votos brancos, nulos e abstenções: 37.901.001 (24,23%). 

Abstraindo das graves questões no TSE denunciadas por Tagliaferro / Vaza-Toga, ou mesmo de eventuais fraudes no processo eletrônico de votação, fica evidente que a atual crise brasileira teria sido evitada com a responsabilidade que faltou aos chamados “isentões”. 

A infame ditadura da toga e o retorno da quadrilha ao local do crime não são frutos somente da escolha equivocada de ludibriados. 

Precisamos do engajamento arrependido dos omissos nas duas ações políticas urgentes para reversão da crise: 

domingo, 23 de novembro de 2025

“Trouxeram os fascistas! Trouxeram os fascistas!”

Aleksandr Soljenítsin

“Trouxeram os fascistas! Trouxeram os fascistas!” – não era só em Nova Jerusalém que gritavam assim


No final do verão e no Outono de 1945 era assim em todas as ilhas do Arquipélago. A nossa chegada – dos “fascistas” – abria caminho à libertação dos presos comuns. Tiveram conhecimento da sua anistia em 7 de julho; desde então foram fotografados, prepararam-lhes os certificados de libertação, a conta na contabilidade – mas, primeiro um mês, em alguns lugares segundo mês, noutros um terceiro, os presos anistiados penaram ainda atrás do arame farpado – não havia quem os substituísse.

Não havia quem os substituísse! – e nós, os pobres cegos de nascença, ainda ousamos, toda a Primavera e todo o Verão, nas nossas celas calafetadas, esperar uma anistia!

Que Estaline se apiedaria de nós!... Que ele “teria em conta a Vitória!”… Que nos tendo omitido na primeira anistia de julho, daria depois uma segunda anistia especial para os políticos…

Mas se nos agraciasse a nós, quem desceria às minas? Quem iria para a floresta de serras nas mãos? Quem cozeria os tijolos e os assentaria nas paredes?

“Trouxeram os fascistas!” Os de direito comum, que sempre nos odiaram ou desprezaram, olhavam agora para nós quase com amor, porque os vínhamos substituir.
Aqui está o que foi a grande anistia estalinista, como “nunca se viu no mundo”. Na verdade, onde é que se viu uma anistia que não abrangesse os presos políticos?!

Foram pura e simplesmente libertados todos aqueles que assaltaram apartamentos, despiram os transeuntes, violaram raparigas, corromperam menores, enganaram clientes, vigarizaram, estropiaram pessoas indefesas, praticaram caça e pesca furtivas, praticaram a poligamia, a extorsão, a chantagem, a corrupção, a fraude, a calúnia, a denúncia falsa (esses nem sequer foram presos), traficaram narcóticos, os alcoviteiros, os proxenetas, os que causaram vítimas humanas por ignorância ou negligência (isto é nenhuma figura de retórica, estou simplesmente a enumerar os artigos do Código que figuravam na anistia).

Onde é? Qual o nome? 😉


Panetone de R$ 1 mil? Dolce & Gabbana vira atração natalina em loja do BarraShopping

Loja Armazém 67, no BarraShopping, passou a vender panetones da grife italiana Dolce & Gabbana por mais de R$ 1 mil

Diário do Rio 

O clima de Natal já tomou conta do BarraShopping, na Zona Sudoeste do Rio, e um dos itens que mais vem chamando atenção por lá não é uma árvore gigante ou uma decoração inédita, mas um panetone. A loja Armazém 67 está vendendo panetones da grife italiana Dolce & Gabbana por mais de R$ 1 mil, numa versão de luxo que mistura confeitaria, moda e bastante exclusividade. As informações são do site Simples Conteúdo.

O produto, importado, já virou assunto nos corredores do shopping. Na prateleira, ele se destaca pela lata colorida, pelo nome da grife e, claro, pelo preço. O panetone é vendido por 3x de R$ 375,16 sem juros, o que ultrapassa a marca dos R$ 1.100 no valor total. Segundo a loja, não se trata apenas de um doce natalino, mas de uma experiência completa de luxo à moda italiana. 

[Antigamente] O amigo da onça (2)



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[Antigamente] Caneco 70 
Imagem e Som 
A preto e branco 
Mui amigo 
Cigarros 
Quais dessas moedas você já utilizou? 
Quarta classe 
Propaganda 1967 
Táxi Fusca 
Casas da Banha 
O amigo da onça

[As danações de Carina] Se cada um tivesse ficado na sua...

Carina Bratt

ENQUANTO Anne Frank* escrevia o seu famoso e fantástico ‘diário secreto’ e antes de morrer de tifo no campo de concentração Bergen Belson, Kin Edwards* dava vida e forma a um romance sombrio, cheio de aventuras e suspenses ao qual intitulou de ‘O Guardião de memórias’. O irlandês John Boyne*, nascido em Dublin, até onde se sabe, bateu o seu próprio recorde. Superou a ele mesmo. Alto lá. Superou como, ou de que maneira? Calma gente. Eu explico. Ele escreveu ‘O menino do pijama listrado’ em dois dias e meio, assim mesmo, de uma vez, sem parar.

Nem quando ia ao banheiro para as necessidades fisiológicas (notadamente para se livrar da operação conhecida como a de número dois). Sempre apressado para concluir seu romance, por vezes esquecia de dar descarga e o computador portátil que usava, nessas horas, (seu amigo inseparável, segundo ele conta) prometia solenemente dar pau. Do lado de cá do mesmo mundo conhecido como Terra, Cresida Cowell* sem barquinhos ou canoas, ensinava ‘Como navegar em uma tempestade de dragão’.

Dan Brown*, por seu turno, tentava decifrar o ‘Código Da Vince’ e Markus Suzak* transformou uma jovem mocinha numa ladra nota mil e ela, em face desses ensinamentos, ficou conhecida como ‘A menina que roubava livros’. Deu sorte. Nunca foi presa. Diferentemente dos irmãos gêmeos Zhores A Medvedev e Roy A. Medvedev* que correram atrás de Stalin por um bom tempo e apesar dos esforços empregados nessa aventura desenfreada toda ela, até hoje, continua o cidadão Stalin (pelo menos, para eles), ‘Um desconhecido’.

José Mauro de Vasconcellos* vivia de caso com seu ‘Pé de laranja Lima’. Namorou com ‘Rosinha, minha canoa’, comeu a ‘Banana Braba’ com casca e tudo. Morou ‘Longe da terra’, numa ‘Rua descalça’, num suntuoso ‘Palácio Japonês’ e apesar dessa sorte caída do céu, nunca deixou de cuidar carinhosamente da sua ‘Arara Vermelha’, tampouco da ‘Arraia de fogo’. ‘Doidão?.’  Doidão, talvez! Nunca ninguém falou que sim ou afirmou categoricamente que não. Jorge Amado*, ao contrário, gostava, ou melhor, amava de paixão o ‘Pais do Carnaval’. Contudo, jamais se afastou da sua querida e adorada Salvador.

“Eu não ia ficar no Brasil vendo minhas filhas, me vendo ser preso sem ter cometido crime algum"

Karina Michelin 

O deputado federal Alexandre Ramagem rompeu o silêncio após deixar o Brasil. Em entrevista exclusiva à Revista Timeline [vídeo abaixo], ele afirmou que o que está acontecendo com Jair Bolsonaro simboliza algo maior: “Hoje é a conclusão de toda essa canalhice contra o Estado brasileiro, da consumação de toda perseguição política, toda destruição do direito contra um homem que representa uma ideia, um movimento.” 

Ramagem descreveu um sistema que, segundo ele, opera para destruir reputações e neutralizar adversários:

“Nós vivemos um patrimonialismo, oligarquias vinculadas ao narcoestado. Eu sou um ponto que eles têm que me destruir também, porque eu sei afirmar os detalhes da administração pública desde lá do governo Bolsonaro - tudo o que eles fizeram de destruição de reputação, destruição da administração, e os vínculos.”  

Ele relaciona sua atuação - especialmente o projeto que equipara facções criminosas ao terrorismo - à escalada da ofensiva judicial: 

“Essas facções vinculadas ao tráfico e à milícia estão lá para derrubar. Está tudo vinculado.”  

O deputado afirmou que decidiu sair do país ao concluir que sua prisão era uma questão de tempo:

“Eu não ia ficar no Brasil vendo minhas filhas, me vendo ser preso sem ter cometido crime algum. Eu sofri diante de uma ditadura.”  

Em paralelo, a Polícia Federal estaria se movimentando para incluir seu nome na lista vermelha da Interpol, o que ampliaria o alcance de um eventual pedido de prisão - embora ainda não haja confirmação internacional desse procedimento. 

Em resumo, a fundamentação “psicopática” de Moraes para a prisão de Bolsonaro neste dia 22:


Título e Imagem: Tiago Pavinatto, X, 22-11-2025, 12h48

A terceira facada em Jair Bolsonaro

Moraes amplia a sequência de golpes desferidos contra Bolsonaro desde a facada de 2018, agora com a prisão do ex-presidente

David Agape

Em 2018, Jair Bolsonaro levou uma facada em plena luz do dia, diante de câmeras, jornalistas e de todo o país. Sobreviveu por pouco, passou por cirurgias sucessivas e carregou sequelas permanentes. Nos anos seguintes, a militância de esquerda e setores da imprensa trataram o atentado com desdém, ironias e teorias conspiratórias — uma tentativa de rebaixar o episódio mais grave já sofrido por um candidato presidencial desde a redemocratização.

Se a primeira facada tentou eliminá-lo fisicamente, e a segunda — a de 2022, com censura e perseguição institucional — buscou neutralizá-lo politicamente, agora vem a terceira: a transformação do sistema de Justiça em arma para destruí-lo. Depois de 100 dias em prisão domiciliar, Bolsonaro amanhece preso por ordem direta de Alexandre de Moraes. A decisão não é apenas ilegal e desproporcional. É um gesto político calculado, executado no dia 22 — o número que o identificava nas urnas. 

Para justificar a prisão, o regime construiu três pilares frágeis. O primeiro transforma uma vigília religiosa convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) — sem qualquer incidente, e que sequer chegou a ocorrer — em “movimento criminoso” capaz de reproduzir o 8 de janeiro. O documento tenta associar a mera presença de apoiadores à ideia de tumulto e fuga, mas não aponta qual conduta específica seria ilícita. É ilação pura, sem fatos. 

O segundo pilar é a suposta tentativa de violação da tornozeleira eletrônica. Em um vídeo divulgado pelo próprio STF, Bolsonaro aparece com fala arrastada e claramente medicado, e admite ter usado um ferro de solda no aparelho por “curiosidade”. Mas, como explica o advogado André Marsíglia, romper ou tentar romper a tornozeleira não autoriza automaticamente a conversão da medida cautelar em prisão preventiva. Antes, o juiz precisa intimar a defesa, colher explicações e demonstrar risco concreto de fuga. Nada disso foi feito. O ex-presidente Fernando Collor, em situação muito mais grave (desligamento total do equipamento por mais de um dia), não foi preso preventivamente.

Além disso, há inconsistências gritantes: o alerta de violação foi registrado às 00h08, dentro da própria casa, dentro de um condomínio cercado de policiais. Qual seria exatamente o plano de fuga? Esperar o dia inteiro, até a noite, para se misturar a uma vigília que nem ocorreu? Não há lógica alguma — e Moraes dedicou apenas um parágrafo de 17 páginas ao tema.

sábado, 22 de novembro de 2025

Maior estátua de Nossa Senhora de Fátima, no mundo, é inaugurada no Ceará

Monumento de 54 metros de altura fica na cidade de Crato e teve investimento avaliado em R$ 3,2 milhões

CNN Brasil

O Brasil acaba de inaugurar a maior estátua de Nossa Senhora de Fátima do mundo. O monumento de 54 metros está localizado na cidade de Crato, na região do Cariri, no Ceará. O evento de entrega da estátua aos fiéis reuniu cerca de 39 mil pessoas, segundo a prefeitura. 

Com investimento de R$ 3,2 milhões, a expectativa é que a estátua de Nossa Senhora de Fátima amplie o potencial religioso, turístico e cultural da cidade.

A obra é do artista plástico Ranilson Viana, de Petrolina (PE). Em suas redes sociais, o artista registrou o passo a passo da construção da escultura.

"Ao olhar para ela erguida, sinto que não estamos apenas concluindo uma obra – estamos entregando um presente para Crato, para o Brasil e para o mundo", disse numa de suas publicações.

“Prometo a este fogo e prometo-te a ti, menina: todo o mundo irá saber disto.”

Aleksandr Soljenítsin

… O fogo, o fogo! Os ramos crepitam, e o vento noturno do final de outubro enovela as chamas da fogueira. A zona está escura, eu estou sozinho perto da fogueira, posso ainda acrescentar aparas de carpintaria. É uma zona privilegiada, tão privilegiada que até parece que estou em liberdade – é o Paraíso das ilhas, é a “charachka” de Marfino, a mais liberal da época

Ninguém me vigia, nem me manda para a cela, nem me expulsa para longe do fogo. Vesti o casaco acolchoado, mas mesmo assim está bastante frio, por causa do vento cortante.

Mas ela, que está há horas em pé ao vento, em sentido, de cabeça baixa, ora chora, ora fica imóvel, gelada. Por vezes volta a pedir em voz queixosa:
- Cidadão chefe!... Desculpe!... Desculpe, eu não volto a fazer…

O vento traz até mim os seus soluços, como se ela chorasse mesmo por cima do meu ouvido. O cidadão chefe, no posto da guarda, alimenta o fogão e não reage.

É a casa da guarda do campo ao lado do nosso, de onde vêm os operários à nossa zona instalar as canalizações de água, fazer as reparações no velho edifício do seminário.
Separada de mim por um entrelaçado de muitos arames farpados, e a dois passos da casa da guarda, debaixo da luz forte de um candeeiro, abatida, está rapariga castigada; o vento agita-lhe a sainha de trabalho cinzenta, arrefece-lhe as pernas e a cabeça, coberta por um lencinho ligeiro.

Durante o dia, enquanto escavavam uma trincheira no nosso campo, estava calor. E outra rapariga, descendo para uma ravina, afastou-se a rastejar para a estrada de Vladikino, e fugiu – a guarda estava distraída. E pela estrada passa um autocarro urbano de Moscovo; aperceberam-se, mas já não a apanharam. Deram o alarme, chegou um major moreno, furioso, gritou que por essa fuga, se não apanharem a fugitiva, todo o campo será privado de visitas e de encomendas durante um mês.

E todas as da brigada se enfureceram, todas gritaram, uma delas em especial, revirando os olhos raivosamente: “Que apanhem, essa maldita1 Que lhe cortem o cabelo com uma tesoura – tchic! tchic! – diante de toda a gente em formatura!” (Isto não era invenção dela, assim castigam as mulheres no Gulag.) Mas esta rapariga suspirou e disse: “Ao menos uma vai passear por nós em liberdade!”

O guarda ouviu, e ela foi castigada: levaram todas para o campo, e a ela colocaram-na “em sentido” diante da casa da guarda. Ela tentou marcar passo, assim se aquecendo, o guarda assomou-se e gritou-lhe: “Fica em sentido, p…, ou será pior!” Agora não se mexe e apenas chora:
- Desculpe-me, cidadão chefe!... deixe-me ir para o campo, eu não volto a fazer!...
Mas mesmo no campo ninguém lhe dirá: santinha! entra!...

Desvivendo Bolsonaro

Walter Biancardine

Entendam: toda e qualquer manifestação contra a pornográfica atitude do psicopata Alexandre "22" de Moraes, que quer matar Jair Bolsonaro e executa seus planos na frente de todos, é dirigida aos ainda jovens, aos que estão no auge de sua saúde física e mental e dispõem de braços e pernas vigorosos, pois de nada vai adiantar fazermos passeatas pacíficas - com muitas fotos para o Instagram e levando crianças e cachorrinhos para depois irmos à churrascaria - quando está evidente que a única linguagem entendida pelo psicopata é a mesma que ele utiliza: a dor, o sofrimento físico e mental, e é isso que deve ser inflingido ao mesmo.

Não se acovarde atrás da desculpa de "precisamos pressionar o Congresso" pois, se o mesmo quisesse, já teria feito algo bem mais contundente: a deposição do Presidente da casa e, logo após, de meia dúzia de Ministros do STF. Alegar que eles têm "rabos presos na Corte" também é desculpa, pois seria suficiente votar leis extinguindo o foro privilegiado - e se nada fazem, é por conveniência e amor ao dinheiro.

Estamos todos presos, hipnotizados pela dinâmica de um ditador psicopata que se vale do estado de choque em que os poucos conscientes se encontram para estuprá-los com 22 centímetros de desaforos, violações, deboches e arbítrios diariamente, pouco se importando com retaliações externas - ele confia muito mais em sua turma, que inclui George Soros, Cartel de Los Soles, Foro de São Paulo, Farc e o tráfico mundial de drogas (sustentáculo da Nova Ordem Mundial) do que teme quaisquer atitudes de um Presidente que ele sabe ser temporário: Donald Trump.

E as nossas outrora amadas e respeitadas Forças Armadas - Braço Forte, "Mão Amiga" - é um remédio que, além de inerte e apenas agravador do problema, já tem seu Alto Comando devidamente comprado e bem pago pela ditadura comuno-narco-globalista que nos escraviza.

Assim como o biscoito Globo e o mate Leão, aviãozinho publicitário é uma tradição das praias do Rio

Há décadas, a publicidade no ar encanta frequentadores das praias de Copacabana, Ipanema e Leblon, com mensagens variadas

Patricia Lima

Tão tradicional como mate Leão e o biscoito Globo, as praias da Zona Sul carioca tem no aviãozinho monomotor que voa com uma faixa publicitária presa à cauda outro símbolo identitário. Há décadas, a publicidade no ar encanta frequentadores das praias sejam locais, de outros estados, ou até mesmo, do exterior. “Desde pequena, eu vejo a movimentação dos aviões. Tem dias que ele passa várias vezes, repetidamente”, disse Carolina Oliveira à revista Manchete. 

De acordo com a publicação, a passagem dos voos publicitários pelo céu praias cariocas é a etapa final de um processo que começa a mais de 20 km de Copacabana, Ipanema e Leblon. Tudo começa no hangar 3, do Clube de Aeronáutica, localizado na Barra da Tijuca, Zona Sudoeste da cidade. No local, operam os três aviões e o escritório da RIOARnoar, empresa responsável pela publicidade aérea há mais de 30 anos.

“A praia é a audiência mais democrática que existe. Todo mundo vai à praia. Por isso, você consegue falar com qualquer público”, afirmou o dono da empresa, Sérgio Alexandre, à publicação. O empresário acrescentou que a publicidade “nas alturas” “sempre funciona, para qualquer situação, para qualquer orçamento”, por isso se popularizou e ficou mais acessível.

O gerente da churrascaria Tourão, Francisco Givanildo, contou que o estabelecimento investe em várias modalidades publicitárias, mas o aviãozinho sempre faz o caixa levantar voo: “A gente investe em vários formatos de propaganda. Mas o aviãozinho é imediato: a gente anuncia e o público responde na churrascaria, na hora”, disse o gerente ao veículo.

Assim como a praia, o aviãozinho publicitário também é bem democrático, como contou o barraqueiro Ricardo Antunes, que já viu de tudo nas mensagens aéreas, sendo a mais surpreendente uma denúncia de traição: “A mensagem dava um toque no cara no melhor estilo ‘fique de olho na sua namorada’. E ele estava aqui, na minha barraca na hora em que o avião passou”, contou Antunes à Manchete.

A lei Magnitsky não pegou no Brasil?

Andre Marsiglia

O Brasil é um país prodigioso em escândalos e inversões de valores. Aqui, um chanceler alemão faz uma crítica pontual à organização de um evento fracassado como a COP30, e nossos governantes transformam a advertência em ataque ao povo, revidando com qualificações grotescas como “fascista” ou “nazista”. 

É também aqui que um ministro sancionado por violações a direitos humanos, como Alexandre de Moraes, consegue posar de defensor de “direitos humanos” nas decisões tomadas na ADPF das Favelas, relacionadas às últimas operações policiais no Rio de Janeiro. 

Aqui tudo se coloca de ponta-cabeça, como o mapa-múndi invertido apresentado pelo IBGE em maio deste ano. Essa capacidade de inverter a lógica parece ter alcançado a Magnitsky. Criada para punir violadores de direitos, a lei prevê sanções duras contra indivíduos e sanções secundárias contra empresas que prestem apoio material ou reputacional a eles. 

Mas, na última semana, quando o Ministério Público realizou seu 26º congresso, com uma palestra de encerramento do ministro sancionado Alexandre de Moraes e patrocínio de empresas privadas, inclusive norte-americanas, nada disso pareceu se evidenciar. Ficou parecendo que, no Brasil, nada gera receio, tudo pode, e a Magnitsky não “colou”, não “pegou”. 

"Ele" (Sim, sempre "ele") mandou prender Jair Bolsonaro

Bolsonaro é levado à sede da PF por ordem de Moraes, em mais uma investigação. E a prisão é cumprida justamente no dia 22. É um gesto calculado, carregado de simbolismo e de um sadismo incompatível com a postura que se espera de um ministro de Suprema Corte.

O que estamos vendo ultrapassa qualquer divergência política: é o uso da máquina de Estado para humilhar, intimidar e esmagar um lado específico do espectro ideológico.

Advogados de Direita Brasil

21-11-2025: Oeste sem filtro – Ramagem sai do Brasil e dribla ordem de Moraes 👍+ Janja escorrega no português, mais uma vez

[Versos de través] O pedreiro

Aleksandr Soljenítsyn

Eis-me pedreiro. Como diz o poeta
De pedra bruta ergo uma prisão
Mas em redor não há cidade: é a Zona cercada.
No céu límpido um milhafre plana e espreita. 
Vento na estepe… E não passa ninguém,
Para perguntar: constróis, para quem?
Vigiam-nos com arame farpado, cães, metralhadoras –
É pouco! Precisam de outra prisão dentro da prisão…
De colher na mão, trabalho com moderação,
E o trabalho arrasta-se por si mesmo.
Veio o major: parede mal aparelhada!
Seremos os primeiros presos – prometeu.
Se fosse só isso! Digo uma palavra livre
E no processo prisional alguém por travessura
Disse alguma coisa em denúncia
Ligando-me a mais alguém.
À porfia os martelos quebram e moldam.
Atrás do muro cresce um muro,
Um outro muro para lá dos muros…
Gracejamos depois de fumar
Junto à caixa da argamassa.
Esperamos o pão para o jantar,
Um pouco mais da papa absurda.
E do andaime, por entre as pedras
Os buracos sombrios das celas.
Muda profundeza dos tormentos de alguém…
E todo o fio entre eles – um automóvel
E o zumbido dos fios dos postes recentes.
Meu Deus! Como somos impotentes!
Meu Deus! Que escravos somos!

Aleksandr Soljenítsyn

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[Pernoitar, comer e beber fora] Parada na Estrada: Restaurante Araucária e sua costela no bafo - Vale muito a pena conhecer

A costela preparada no Bafo pela turma do restaurante Araucária é simplesmente deliciosa! Não deixe de provar caso esteja a caminho de São Lourenço e demais regiões hidrominerais.



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Cadeg: 13ª edição do Festival do Bacalhau começou nesta sexta-feira 
Hotel da Ameira 
Restaurante e Churrasqueira Montenegro, Algés 
A Casa do Bacalhau: atendimento analfabeto 
Outback, bye bye! 
A Cabana, em Fátima