quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

A Alemanha se Curva à Lei da Sharia

"Um Sistema de Justiça Paralela se Estabeleceu na Alemanha"

Soeren Kern

§  Um tribunal alemão deliberou que sete islamitas que formavam uma patrulha de justiceiros para fazer valer a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Wuppertal não infringiram a lei alemã e que estavam simplesmente exercendo o seu direito à liberdade de expressão. A decisão "politicamente correta", que pode ser contestada, autoriza, na prática, a Polícia da Sharia a continuar aplicando a Lei Islâmica em Wuppertal.

§  A autoproclamada "Polícia da Sharia" distribuiu folhetos informando sobre a implantação de uma "zona controlada pela Sharia" em Wuppertal. Os policiais exortavam transeuntes, tanto muçulmanos quanto não-muçulmanos, a frequentarem as mesquitas e se absterem de consumir bebidas alcoólicas, cigarros e drogas, de participarem de jogos de azar, de se entreterem com música, pornografia e prostituição.

§  Os críticos dizem que os casos - especialmente aqueles em que a lei alemã ocupa uma posição secundária em relação à Lei da Sharia - refletem uma perigosa ingerência da lei islâmica no ordenamento jurídico alemão.

§  Em junho de 2013 um tribunal em Hamm ordenou que aquele que contrair um casamento de acordo com a lei islâmica em um país muçulmano e mais tarde quiser se divorciar na Alemanha deverá obedecer os termos originais estabelecidos pela Lei Islâmica (Sharia). A decisão histórica legalizou, de fato, a prática da "tripla talaq" da Sharia na qual se obtém o divórcio ao recitar três vezes a frase "eu me divorcio de você".

§  Um número cada vez maior de muçulmanos na Alemanha está conscientemente contornando por completo os tribunais alemães, decidindo suas diferenças nos tribunais informais da Sharia que proliferam ao redor do país.

§  "Se o Estado de Direito não conseguir estabelecer a sua autoridade e exigir respeito, então pode imediatamente declarar a sua falência" − Franz Solms-Laubach, correspondente político do jornal Bild.

Um tribunal alemão deliberou que um grupo de islamitas que formava uma patrulha de justiceiros para fazer valer a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Wuppertal não violou uma lei alemã e que estavam simplesmente exercendo o seu direito à liberdade de expressão. Eles foram acusados segundo uma lei que proíbe o uso de uniformes em comícios públicos - uma lei que originalmente foi concebida para proibir grupos neonazistas de participarem de passeatas em público.

Um tribunal alemão deliberou que sete islamitas que formavam uma patrulha de justiceiros para fazer valer a Lei Islâmica (Sharia) nas ruas de Wuppertal não infringiram a lei alemã e que estavam simplesmente exercendo o seu direito à liberdade de expressão.

A decisão, que efetivamente legitima a Lei da Sharia na Alemanha, faz parte de um número crescente de casos em que os tribunais alemães estão - intencionalmente ou não - promovendo o estabelecimento de um sistema jurídico islâmico paralelo no país.

6 comentários:

  1. Como sempre a minha opinião.
    Eu acho que imigrantes e refugiados devem cumprir as leis e tradições dos países que os acolheram ou escolheram viver.
    Devem manter suas tradições desde que estas sejam compatíveis com a moral, ética e o sistema legal do país envolvido.
    Também acho que os países invadidos no passado por civilizações mais evoluídas ou de força bélica superior, devem se submeter às leis dos conquistadores.
    Sem ser racista, vemos que os judeus possuem vários cientistas mundo afora, porque jamais põem em conflito suas tradições com as leis dos países em que vivem, aprenderam isso durante séculos de jugo de outras civilizações, orientais e ocidentais.
    Temos vários judeus em nosso congresso nacional, não os vejo tentar colocar o Torá em nosso cultura.

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    1. Simplesmente irrepreensível o seu comentário. Fechado com chave de ouro:
      "Temos vários judeus em nosso congresso nacional, não os vejo tentar colocar o Torá em nossa cultura."
      Quem não entender, bom sujeito não será!

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    2. Pois é, não me consta que judeus, assim como cristãos, pentecostais, evangélicos, umbandistas... se comprazam em explodir-se e explodir cidadãos dos países que os acolhem...

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  2. Ou seja, "em Roma como os romanos", certo?

    lp

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    1. Sim.
      É uma máxima muito acertada.
      Este escriba esteve imigrante em dois países e tinha em mente a integração com os locais.
      Por exemplo, no primeiro país, Congo-Brazzaville, naquela época obsessivamente marxista-leninista, com mílicias constituídas por grupinhos de 'crianças' ARMADAS em cada esquina constrangendo os carros que transportassem brancos, nós preservávamos a máxima discrição...
      Outro (interessante) exemplo constatei ontem à noite. Embaixo do edifício onde moro existe uma frutaria, tida e mantida por chineses. Pois bem, ontem à noite vi a vitrina da loja enfeitada com luzes de natal, e associei de imediato a este post e comentários.
      Quero dizer com isto que os chineses – que não praticam a religião cristã, nem judaica e têm hábitos culturais diferentes dos nossos – primam pela discrição e pelo RESPEITO às tradições e hábitos culturais dos países imigrantes. No caso, Portugal.

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  3. Eu diria que talvez você veja , que seria certo em Roma como os romanos.
    Eu concordaria em gênero e número, mas não em grau.
    O direito romano praticado nos países latinos, concordaria com esse maldito direito de conflito entre as tradições dos determinados grupos radicais.
    Eu preferiria dizer que na América como os americanos, mas pode usar sua bombacha, cuia de chimarrão e fazer a sua buchada de bode, dançando a quadrilha sem obrigar todo mundo a compartilhar de suas tradições.
    Sendo um pouco grosso, se um sujeito quer dar o ânus, dê, mas não me obrigue a fazê-lo nem ser parceiro, não me obrigue a seguir seus conceitos religiosos, nem suas ideologias políticas.
    Há povos que são escravos de suas próprias tradições vejamos a Índia com seus brâmanes e sues párias.
    NEGROS MATAM E ESCRAVIZAM NEGROS NA ÁFRICA, sem que ninguém intervenha, sem motivos políticos apenas por tradições tribais e religiosas.
    SE ISSO SÃO DIREITOS HUMANOS DA ONU ELA QUE OS ENFIE NO RABO.



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