quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A TIME bajula (constrói) Macron e desanca... adivinha?

Edição europeia, de 20 de novembro de 2017. Na capa, Emmanuel Macron, “The Next Leader of Europe*” (O próximo líder da Europa) e no canto inferior direito, para aliviar o desejo da revista,  “*If Only He can Lead France”.

Abrimos a revista. Nas páginas 5 e 6, uma matéria “Voters deliver a big win for Democrats, and a blow to Trump”. (Votantes oferecem uma grande vitória para os Democratas e golpeiam Trump). Voltarei a esta ‘arrasadora derrota’ de Trump no final deste escrito.

Continuamos. Na página 8 “Trump looks to end temporary status for some immigrants.” É necessário vos dizer quem é o mau da fita?

(Abrindo um parêntese para reflexão: você acha normal todo o encarniçamento dos “povos” norte-americano, francês, alemão... em favor dos imigrantes? De TODOS os imigrantes?... Não consigo perceber a causa de todo este ‘amor ao próximo’... Eu me pergunto: eu participaria no Rio de Janeiro, de manifestações, algumas violentas, em favor de TODOS os imigrantes, muito particularmente daqueles cuja religião trata as mulheres abaixo de cão – pior do que isso, até porque eles matam os cães -, joga os homossexuais para o precipício, e, se e quando instalados no Rio de Janeiro, iriam encher o meu saco e o dos demais cariocas exigindo que as cariocas se ‘vestissem’, que as cantinas não servissem linguiça calabresa, e etc, participaria?
NOTA: eu fui imigrante em três países até fevereiro de 2010)

Continuamos a leitura, ou melhor, continuamos a folhear a revista. Na página 64, “Tales of a Photographer in Chief”, uma matéria tipo “que coisa mais amor!” sobre Obama e as fotos de Pete Souza, o autor do livro resenhado. Evidentemente, Obama é o “marlindo”, não só da paróquia. E o mais feio, pois não resistiu à comparação, é... adivinha?

E como disse no primeiro parágrafo, fui pesquisar esses dois Estados que ‘golpearam’ Trump: Virgínia e Nova Jérsey.

Vejamos Virgínia:

(Wikipédia) In federal elections since 2006, both parties have seen successes. Republican Senator George Allen lost close races in 2006, to Democratic newcomer Jim Webb, and again in 2012, to Webb's replacement, former Governor Tim Kaine.

In 2008, Democrats won both United States Senate seats; former Governor Mark Warner was elected to replace retiring Republican John Warner.

The state went Republican in 13 out of 14 presidential elections from 1952 to 2004, including 10 in a row from 1968 to 2004.

However, Democrat Barack Obama carried Virginia's 13 electoral votes in both the 2008 and 2012 presidential elections.

In the 2010 elections, Republicans won three United States House of Representatives seats from the Democrats. Of the state's eleven seats in the House of Representatives, Republicans hold seven and Democrats hold four. Virginia is considered a "swing state" in future presidential elections.

In the 2016 Presidential election, Democrat Hillary Clinton carried Virginia, marking the third consecutive win for the Democratic Party at the presidential level and the first time the state gave its electoral votes to a Democrat, who did not win the national Electoral Vote, since 1924. In contrast, the state gave Donald J. Trump the smallest percentage of Virginian votes for any Republican Party presidential nominee since Thomas E. Dewey in 1948.

O jornal USA Today, que faz assanhada oposição a Tump é sediado no Estado.

E Nova Jérsey?

(Wikipédia) In past elections, New Jersey was a Republican bastion, but recently has become a Democratic stronghold. Currently, New Jersey Democrats have majority control of both houses of the New Jersey Legislature (Senate, 24–16, and Assembly, 47–33), a 7–5 split of the state's twelve seats in the U.S. House of Representatives, and both U.S. Senate seats. Although the Democratic Party is very successful statewide, the state had a Republican governor from 1994 to 2002, as Christie Todd Whitman won twice with 47% and 49% of the votes, and in the 2009 gubernatorial election, Republican Chris Christie defeated incumbent Democrat Jon Corzine with 48%. In the 2013 gubernatorial election, Christie won reelection with over 60% of the votes. Because each candidate for lieutenant governor runs on the same ticket as the party's candidate for governor, the current Governor and Lieutenant Governor are members of the Republican Party. The governor's appointments to cabinet and non-cabinet positions may be from either party; for instance, the Attorney General is a Democrat.

In federal elections, the state leans heavily towards the Democratic Party. For many years in the past, however, it was a Republican stronghold, having given comfortable margins of victory to the Republican candidate in the close elections of 1948, 1968, and 1976. New Jersey was a crucial swing state in the elections of 1960, 1968, and 1992. The last elected Republican to hold a Senate seat from New Jersey was Clifford P. Case in 1979. Newark Mayor Cory Booker was elected in October 2013 to join Robert Menendez to make New Jersey the first state with concurrent serving black and Latino U.S. senators.

The state's Democratic strongholds include Camden County, Essex County (typically the state's most Democratic county—it includes Newark, the state's largest city), Hudson County (the second-strongest Democratic county, including Jersey City, the state's second-largest city); Mercer County (especially around Trenton and Princeton), Middlesex County, and Union County (including Elizabeth, the state's fourth-largest city).

The suburban northwestern and southeastern counties of the state are reliably Republican: Republicans have support along the coast in Ocean County and in the mountainous northwestern part of the state, especially Morris County, Sussex County, and Warren County. Other suburban counties, especially Bergen County and Burlington County had the majority of votes go to the Democratic Party.

In the 2008 election, President Barack Obama won New Jersey with approximately fifty-seven percent of the vote, compared to McCain's forty-one percent. Independent candidate Ralph Nader garnered less than one percent of the vote.

About one-third of the state's counties are considered "swing" counties, but some go more one way than others. For example, Salem County, the same is true with Passaic County, with a highly populated Hispanic Democratic south (including Paterson, the state's third-largest city) and a rural, Republican north; with the "swing" township of Wayne in the middle. Other "swing" counties like Monmouth County, Somerset County, and Cape May County tend to go Republican, as they also have population in conservative areas, although Somerset has recently trended Democratic.

No ano passado, Hillary Clinton teve 54,79% dos votos; Trump, 41,20%.

Pelo que leu acima, era de se esperar a vitória dos Republicanos? 
Inté!

5 comentários:

  1. TRUMP

    Eu sei que o Trump não fala bem, nem é fashion, nem politicamente correto, nem discreto, nem tem ideias "corretas" sobre os grandes temas morais da esquerda urbana e caviar que domina os media e as grandes urbes.

    Na verdade, falta-lhe a elegância física e a verbosidade retórica de Obama, o humor fino de Clinton e até o ar bem-disposto e pachola que agora toda a gente acha que o Bush tinha (agora, porque na altura, "o Bush" era mais ou menos como "o Trump").

    Se puxarmos um pouco pela memória, o que se diz e pensa sobre o Trump nos media "finos", e entre as pessoas "esclarecidas", é basicamente o mesmo que se dizia do Reagan, do Bush e, vá lá, até do Cavaco e que se pode resumir em alguns adjetivos: estúpidos, limitados, quadrados, provincianos, reacionários, racistas, fascistas, neoliberais e isso.

    Eu mesmo não gosto do Trump. É feio, é gordo, é vaidoso, narcisista, infantil, soa a falso, é rico, e diz coisas parvas sem qualquer sofisticação. Além disso tem algumas ideias, ou intenções, de que não gosto mesmo nada, como o protecionismo, a contenção excessiva da imigração, as bocas foleiras sobre as mulheres, etc.

    Mas tem outras de que gosto muito, como a empatia com Israel, a questão iraniana, a questão cubana, a questão venezuelana, norte-coreana, o Islão, a imigração islâmica, etc., etc.

    Dito isto, num oceano de malhar no Trump, onde desaguamos mal ligamos a televisão, abrimos um jornal, ou ouvimos a rádio, parece que alguém se anda a esquecer de umas coisas sem importância:

    É que os EUA estão a crescer a um ritmo muito maior, o desemprego está no mínimo e a economia pujante. Além disso, a América continua a ser uma democracia e um estado de direito, embora não pareça, pelas coberturas mediáticas cá da casa, especialmente a SIC.
    Será do Trump? Ou apesar do Trump?
    José António Rodrigues Carmo

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  2. Ah, nenhuma palavrinha sobre a economia norte-americana que, claro, deve-se a Obama. Mas, se a economia estivesse uma merda, ora, dever-se-ia a Trump.

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  3. Agora eu sei o que é ser globalista esquerdista.
    Não confundir globalista com globalização.

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